Sobrevive Amor Acima de tudo
O segredo para quase tudo é diminuir.
Diminuir as expectativas, a ansiedade, a cobrança, o medo, a raiva, o desejo, a busca.
Quanto mais buscamos nos elevar, mais nos sentimos ofendidos.
Então, diminuir é a chave para que ninguém nos roube a tranquilidade e a paz.
Eu detesto esse discurso que é preciso ser o melhor em tudo o que se faz. Porque? Para quê? Para quem?
Porque não podemos simplesmente desfrutar da vida e das coisas como aprendizados e oportunidades para fazermos parte da história de alguém de maneira simples e despretensiosa? ... Quando vejo alguém dedicando -se a a alguma coisa que gosta e imediatamente outra pessoa canaliza aquilo para ganhar dinheiro ou tornar-se uma carreira. As pessoas se esquecem de desfrutar do que são.
A resposta para tudo é paciência e perseverança. Crer que tudo vai ficar da maneira que deve ficar. Sem apressar as coisas. Sem sofrer por antecipação. Com fé e trabalho. Com amor e confiança. Deus provê, Deus proverá, a providência de Deus não faltará.
Tira tudo pra lavar
Lava a alma
O pó das coisas velhas
As emoções estagnadas que já não somam nada
Tira tudo
Esvazia
Abre as mãos O coração Os olhos
Enxerga a tua essência e o teu lugar no mundo
Nem todos ficarão
Nem tudo será boa lembrança
Mas o teu eu se manterá intacto
Incólume
Tranquilo
Irrepreensível...
Diante de tudo apenas sê!
Meire Moreira
A determinação é o combustível, a Fé é o veículo. Tudo depende exclusivamente de nós!!! Não devemos reclamar portanto dos obstáculos que não vencemos: ou faltou determinação ou faltou Fé! Somos os pilotos de nosso destino!
Aqui no Brasil pegou a moda de subversão. Tudo que se faz e que desagrade a alguém é considerado subversivo.
De volta!
De volta porque preciso gritar ao mundo que tudo que eu queria sempre esteve aqui. Aqui bem pertinho de mim. Aqui, bem à minha frente, bem ao alcance das minhas mãos.
De volta porque preciso confessar minha cegueira, minha ignorância, minha teimosia.
De volta porque só assim consigo ser completa, compreendida, ouvida.
De volta porque palavras me sufocam, me queimam, me aprisionam, mas também são elas que me alforriam, me devolvem o ar, e me curam.
De volta porque não percebia que ainda estava em você. Em seus olhos, sua boca, seu corpo, seu abraço, seus sonhos, seus desejos, sua corrente sanguínea.
Mas, sabe aquela história de que só quem conhece o veneno, conhece o antídoto?
Por isso voltei.
E voltei curada. Voltei ao cubo pelas palavras que me libertam! Curada tão somente para também levar-te à cura!
Eu não sei como tudo aconteceu, tampouco quando começou a acontecer. Sei apenas que minha razão, em alguns segundos, sobrepôs-se ao meu coração, e, exatamente nesse pulsar do tempo, eu decidi aceitar o que gritava aos meus olhos. Então, despi-me de você. Não somente da roupa, mas do cheiro, do toque, da voz, da ausência, da presença, enfim, fiquei nua de você. E agora é assim que vou à rua. É assim que fico sozinha, quando estou sozinha. É assim que vou à vida. Vida que um dia eu sonhei contigo, mas por motivos irrelevantes (não para mim), quase me levaram à morte. Por isso decidi viver, ainda que para isso eu saiba que pedaços desse amor continuam jogados pelas mesmas Champs-Élysées e sarjetas que costumávamos passar. Porque era assim, não era? Com você, eu ia do luxo ao lixo, da alegria à tristeza, do prazer à dor, da dor à cura, da cura à loucura, da loucura à sensatez, do céu ao inferno, mas eu ia. Simplesmente ia. Ia a qualquer lugar do mundo porque você estaria lá. Agora não quero mais ir. Agora eu quero ficar. Ficar bem aqui, quietinha, enquanto lá se vão nossos planos, enquanto lá se vai a minha antiga pele, aquela que você tocou. Pouco a pouco também lá se vai a sua imagem se esvaindo da minha mente, juntando-se a esse amor espalhado por aí, quebrado, maltratado e perdido em vias que não se cruzam mais. Amor que eu não quero mais sentir, embora não tenha desistido de amar alguém que não me obrigue a atirar pela janela lembranças de amor na solitária tentativa de me fazer inteira mais uma vez.
E depois que isso tudo passar, inevitavelmente, terei mais uma cicatriz. E seja muito bem vinda, cicatriz!
Antes ela não tinha consciência de seu poder, e tinha coragem para tudo. Hoje ela sabe que pode conquistar o que quiser, mas andam-lhe sobrando alguns medos tão bobos...
Tudo que é bom na vida eu faço exageradamente bem!
Entendeu agora por que não tenho nenhum problema com sono ou comida?
Eu posso perfeitamente tentar aceitar e compreender tudo o que você quiser que eu aceite e compreenda em você. Eu posso até me mudar por você, desde que você não se importe que eu mude também o meu jeito de te olhar. Posso te garantir que isso muda tudo, mas se você não se importar....
Pois é. Dessa vez eu fiz tudo certo. Aliás, só eu mesma para pensar que algum dia tinha feito alguma coisa errada. Que tinha falado na hora errada. Que tinha chorado na hora errada. Que tinha gritado na hora errada. Dessa vez eu esperei. Esperei uma noite inteira. Esperei um dia inteiro. Fiquei aqui, remoendo, pensando, imaginando, reformulando e esperando o momento certo para desabafar. E mesmo com todos os inúmeros cuidados tomados, eu percebi que nossos desfechos serão, independentemente de qualquer atitude, ação ou reação, sempre medíocres.
