Sobre Responsabilidade
Não podemos transferir nossa responsabilidade existencial, temos o dever de cuidarmos uns dos outros e do todo ao nosso redor.
"Ninguém pode assumir a sua responsabilidade de fazer o que tem que ser feito."
Conte a sua história.
Alguns anos atras conheci um garoto que não tinha responsabilidade alguma, e eu nunca pensei que ia acompanhar todo seu amadurecimento e hoje estaríamos juntos, com um amor tão forte. Eles se perguntam como conseguimos chegar tão longe, e sinceramente, eu nunca me perguntei isso em momento algum porque o que eu sinto por você me dá qualquer resposta. O que me interessa é poder estar com você.
Cinco anos atras conheci um garoto revoltado e sem responsabilidade alguma. Não que eu tenha sido uma adolescente super madura, mas seu jeito louco e inconsciente me assustava e ao mesmo tempo, me encantava. E foi assim, que tudo começou. Aquele garoto que não queria nada com nada, só pensava em andar de skate e curtir a vida, cresceu. E cresceu ao meu lado. Quando nossa amizade começou, eu jamais pensei que construiria um futuro ao seu lado. Meu amor, veja só onde chegamos. Entre trancos e barrancos estamos juntos há cinco anos. Uma amizade que passou para um relacionamento entre adolescentes, se tornou algo sério e realmente intenso. Hoje estamos aqui, depois de tantos momentos e mesmo com tudo que passamos, nunca desistimos um do outro, na verdade, não por muito tempo. Não sei o que a vida reserva para nós, mas eu posso dizer, que você mudou a minha. Sempre vou lembrar de você com muito amor e carinho, porque foi com você que eu aprendi a ter uns bons sentimentos e a ter um olhar mais positivo para a vida. Sabe, não é que eu espere uma vida feita apenas de momentos bons, mas enquanto estou com você, tudo se torna mais fácil e possível. E é por isso que eu te amo tanto, porque apesar de tudo, você me ensinou a amar a vida.
Não somos o que somos pela responsabilidade do outro somos pelas nossas escolhas não na escolha de pessoas mas de atitudes.
Responsabilidade
Essa é uma virtude que não ficou para todo mundo, uma pena.
As pessoas me julgam estressada, talvez uma figura que represente o estresse em forma física, mas será que já pararam pra pensar o porquê?
Sou detalhista, cautelosa, dedicada e responsável, gosto das coisas como devem ser feitas,sem mas nem menos quando algo não sai como planejado nossa fico por demais chateada comigo mesma por que me cobro muito, e quando vejo alguém fazendo deboche por maldade não é fácil, mas tento levar na boa sem estresse mais ai acham pouco e ainda provocam mais ainda por conta do erro cometido como se fosse brincadeira então ai vem o estresse, brigo mesmo, reclamo, grito mas nem sempre sou assim só na maioria das vezes(risos) mas procuro sempre levar muita coisa na esportiva para que eu consiga diminuir essa tensão que coloco em mim mesma.
*CULTURA DE RESPONSABILIDADE*
Criar uma cultura onde cada cidadão se sinta responsável pelo o seu papel na sociedade pode levar a mudanças significativas .
Isso envolve tanto o cumprimento de deveres cívicos quanto a participação em iniciativas sociais.
...Olhar do mundo..
O calvinismo nega o livre-arbítrio, retirando do homem toda responsabilidade. Já o newpentecostalismo eleva o livre-arbítrio, fazendo do homem o autor da história.
Esperança em Momentos de Crise
Para cada filho, Deus dá uma responsabilidade.
Para cada responsabilidade, dá uma graça.
Para cada graça, dá uma provação.
Para cada provação, dá uma provisão.
Para cada provisão, dá um contentamento.
Para cada contentamento, dá uma esperança.
Para cada esperança, dá a fé.
Como o Apóstolo disse em Romanos 5.3-5:
...a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Quando o livre-arbítrio é atacado e negado, anulamos a responsabilidade humana e inocentamos os pecadores e criminosos.
Minha pergunta é: qual o real objetivo dos calvinistas (deterministas) em atacar e negar o livre-arbítrio?
Deus Pode Fazer o que Quiser?
Entre a metafisica e a ética existe um meio termo: responsabilidade!!!
Alocar categorias filosóficas para demonstrar que Deus é o autor do mal é uma blasfêmia repetida reiterada vezes por calvinistas!
Outrora discutíamos com ateus para provar que Deus existe e é bom. Hoje temos que discutir com Calvinistas e suas filosofias deterministas e fatalistas para prová-los que Deus não é satanás.
“Entre o corpo e o infinito não há serenidade sem responsabilidade, nem harmonia sem esforço moral.
Agir com calma, compreender o outro, e converter as experiências em degraus de crescimento é o caminho seguro para a verdadeira paz. Essa serenidade não é passividade, mas sabedoria em ação: é a força de quem aprendeu a reagir com luz diante das sombras do mundo.
Entre o corpo e o infinito, o Espírito humano constrói sua eternidade. Cada gesto de cuidado, cada palavra de amor e cada pensamento de fé convertem-se em sementes que florescem no jardim da alma.
A educação moral, a comunicação consciente e a oração sincera são os três pilares de uma nova civilização mais fraterna, mais justa e espiritualmente desperta.
Que saibamos, pois, reencontrar o equilíbrio entre a matéria e o espírito, transformando o cotidiano em um hino silencioso de amor e progresso.
“A verdadeira paz nasce quando a alma aprende a conversar com Deus dentro de si.””
A Alta Responsabilidade Moral do Espírita diante da Verdade.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A questão seiscentos e vinte e quatro de O Livro dos Espíritos, conforme a tradução rigorosa de José Herculano Pires, é um dos pilares éticos mais robustos da Doutrina. Ela não se limita a definir o verdadeiro profeta como homem de bem inspirado por Deus. Ela convoca cada discípulo do Espiritismo a examinar a própria vida, não para ostentar santidade, mas para reconhecer que a Verdade não se harmoniza com a dissimulação. A fonte, preservada em Kardecpedia, ressoa como um chamado histórico à autenticidade.
A Doutrina, edificada pelo tríplice aspecto que reúne filosofia, ciência e moral, exige seriedade de intenção e coerência de conduta. O espírita, ao estudá-la, deve compreender que a luz que ela derrama sobre o mundo espiritual implica um compromisso indissociável com os valores que proclama. A filosofia espírita esclarece. A ciência espírita demonstra. A moral espírita transforma. Sem esta última, não há vivência. E sem vivência, não existe fidelidade ao Consolador Prometido.
Allan Kardec, tanto na primeira parte de O Livro dos Espíritos quanto em O Evangelho segundo o Espiritismo capítulo seis, insiste que o Consolador é o restaurador da Verdade. Não a verdade abstrata, mas a verdade vivida. A verdade que se imprime no caráter. A verdade que se traduz em responsabilidade pessoal.
Entretanto, ao longo dos anos, muitos companheiros ignoraram o sentido profundo desta exigência moral. Parte dos espíritas preferiu deter-se na fenomenologia, fascinados pelas manifestações que assombram a imaginação, mas esqueceram que o fenômeno, sem o conteúdo moral, é apenas aparência. Outros buscaram erudição doutrinária, discursos extensos, citações infindáveis, porém sem a coragem de aplicar a doutrina ao próprio íntimo. Há ainda aqueles que, percebendo que não conseguem ajustar-se imediatamente ao padrão ético proposto, optam pelo silêncio sobre a questão seiscentos e vinte e quatro, temendo expor, mesmo que implicitamente, a distância entre a teoria que defendem e a prática que executam.
Essa omissão, contudo, não altera o fato essencial. O Espiritismo não solicita perfeição. Não exige que seus discípulos se apresentem como santos ou puros. A Codificação é clara ao ensinar que o progresso é gradual e pessoal. O que ela exige é sinceridade de propósito, esforço contínuo, vigilância moral e respeito absoluto pela verdade.
Léon Denis, em Cristianismo e Espiritismo, reafirma que a grandeza do discípulo não está em sua pureza, mas na sua seriedade. Herculano Pires, em suas análises culturais, recorda que o movimento espírita perde sua força sempre que se permite converter o estudo em mera retórica, sem coerência íntima. Divaldo Franco e Raul Teixeira também salientam que a vida espírita deve ser testemunho discreto, humilde e perseverante, jamais palco de exibições de virtude ilusória.
Por isso, a questão seiscentos e vinte e quatro não é um convite ao moralismo, mas à integridade. Ela nos chama à responsabilidade silenciosa, firme e honesta. Ser espírita significa reconhecer-se em construção. Significa admitir falhas, mas jamais justificar desvios. Significa dialogar com a verdade, mesmo quando ela nos fere o orgulho. Significa entender que Deus não se serve da mentira para transformar o mundo, e que nós somos aprendizes convocados à retidão, ainda que imperfeitos.
CONCLUSÃO
A grandeza do Espiritismo não está em transformar seus adeptos em figuras irrepreensíveis, mas em convidá-los à seriedade moral e à autenticidade. A exigência da questão seiscentos e vinte e quatro não é a pureza absoluta, mas a renúncia consciente à duplicidade. É a coragem de dizer a si mesmo que a verdade deve ser buscada, mesmo entre tropeços. É a responsabilidade de compreender que o Consolador Prometido só floresce onde há sinceridade de alma.
O espírita não precisa ser santo. Precisa ser honesto consigo mesmo. A partir dessa honestidade nasce a verdadeira transformação.
Ter dinheiro pode ser uma bênção e uma responsabilidade ao mesmo tempo. É uma ferramenta que pode amplificar quem somos: se somos altruístas, podemos usá-lo para ajudar os outros; se somos consumistas, podemos nos perder em busca de mais. É crucial encontrar um equilíbrio, onde o dinheiro seja utilizado para satisfazer necessidades reais, buscar objetivos significativos e promover o bem-estar, tanto pessoal quanto coletivo. No final das contas, o valor do dinheiro está na maneira como o usamos para moldar nossas vidas e o mundo ao nosso redor.
