Textos sobre relacionamento para refletir
Existem relacionamentos essenciais fundamentais.
Entre desertos e florestas construímos significados profundos.
Trazendo saúde emocional e transformações definitivas.
Relacionamentos
Cada um tem o seu.
Não adianta você querer passar um manual de instrução para o outro.
Ninguém sente da mesma forma.
Para alguns, amor é intensidade sem medida, outros é calmaria.
Porém, tem aqueles que amar é simplesmente ter estabilidade na relação.
É importante respeitar as diferenças.
Você poderia ter agido de outra forma em determinado relacionamento, mas entenda não era com você.
Permita que o outro exerça sua liberdade.
O amor é uma construção individual.
Somente quem vivência sabe onde está a base do relacionamento.
Futuro
Não sou futurólogo ,mais o meu humilde pensamento pensa, que os sites de relacionamentos como o nosso ,serão em um futuro não muito longe , as influencias da nossa sociedade . Por isso opine , sempre , a sua opinião e curtição são fundamentais para uma Saude Fisica e mental de nossos filhos e netos, em suma para a sobrivivencia da nossa espécie !!!!!
Pensem nisso !!!!!
E um ótimo feriado com muito amor na cuca !!!!
Esse será a diferença
Todos os relacionamentos são reflexos diretos de como estamos com nosso EU. Não se dá bem com ninguém? Temo que precise reavaliar esse aspecto.
Cuidado com as “autoajudas”! Às vezes, é necessário desistir de muita coisa: relacionamentos abusivos e/ou fadados ao fracasso, amizades que te estagnam, compromissos que te afastam do seu propósito maior etc.
A máxima de que “vencedor nunca desiste” não se aplica para tudo.
Quando a ambição permeia os círculos dos seus relacionamentos, o desentendimento predomina e as forças antes unidas, agora se repelem.
Acostumar-se é se perder.
A gente se acostuma a relacionamentos mornos, a conversas pela metade, a abraços sem aperto e a beijos sem presença. Se acostuma com a ausência dentro da presença. E porque não recebe afeto verdadeiro, logo aprende a não esperar muito. E, porque não espera, começa a se contentar com migalhas — e, nesse processo silencioso, desaprende a desejar o que é inteiro.
A gente se acostuma a viver em apartamentos de fundos, com janelas que não dão para o horizonte. Se acostuma com a vista limitada — e, com o tempo, com o olhar limitado. E o mesmo acontece no amor: a gente se acostuma com quem não olha dentro da gente. E, quando ninguém mais vê a alma, a gente deixa de abrir as cortinas do próprio coração. E aí, se esquece do sol, do vento no rosto, do que é se sentir vivo.
A gente se acostuma a acordar já cansado, a viver no automático, a não ter tempo nem para si, muito menos para o outro. O “bom dia” vira obrigação, o “te amo” vira rotina, e o toque vira cumprimento. E aí, sem perceber, nos tornamos estranhos dentro dos nossos próprios relacionamentos. Dormimos ao lado de alguém e, ainda assim, sentimos frio.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro por uma mensagem que não vem. A ouvir, com resignação, um “hoje não dá”, “estou ocupado”, “depois a gente vê”. A sorrir por educação, mesmo quando por dentro estamos implorando para sermos notados. A nos doar por inteiro, enquanto o outro só estende a mão.
Nos acostumamos a pagar o preço do silêncio, da indiferença, da ausência de reciprocidade. A lutar para manter vínculos que já não se sustentam. A carregar sozinhos a responsabilidade por dois. A estar em relações onde há cobrança demais e escuta de menos. Amor condicionado, respeito negociado.
A gente se acostuma com a falta: de carinho, de presença, de parceria, de verdade. A se perder em mensagens sem alma, em promessas vazias, em jantares silenciosos. E, por medo de ficar só, acaba aceitando o pouco — sem perceber que estar mal acompanhado também é solidão.
Nos acostumamos à frieza das rotinas, aos relacionamentos rasos, às palavras automáticas, às celebrações sem afeto. A gente se distrai com a correria, com os compromissos, com o mundo lá fora — e esquece que o amor, sem presença, morre sufocado.
A gente se acostuma porque dói menos. Porque dá medo recomeçar. Porque é mais fácil manter o que não machuca do que buscar o que de fato preenche. Vai aceitando, em pequenas doses, uma dor aqui, uma ausência ali, uma frustração acolá. Vai sobrevivendo ao lado de quem deveria ser vida. Vai se calando. Vai desistindo. Vai sumindo.
E tudo isso para não sofrer. Para preservar o que resta de nós. Para evitar mais feridas, mais decepções, mais perdas. A gente se acostuma… para tentar poupar a vida. Mas, nesse processo de adaptação, a vida escorre. O amor esfria. A alma se encolhe. E, de tanto se acostumar, a gente se perde — do outro, do mundo, e principalmente de si.
Relacionamentos saudáveis beneficiam ambas as partes. Quando apenas um lado se beneficia, o relacionamento se torna abusivo e explorador.
"Todos os relacionamentos teem igualmente a chance de dar certo, desde que ambos estejam dispostos a isto".
Relacionamentos verdadeiros geram sentimentos verdadeiros, reciprocidades verdadeiras e laços verdadeiros.
Os relacionamentos entre as pessoas, inicia-se muitas vezes, através do interesse às qualidades do outro e termina-se devido à falta de caráter
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