So o Tempo pode Entender um grande Amor
Quem pergunta quem sou eu
Eu nem sei lhe arresponder
Eu sou um pobre matuto,
Que nasceu só pro nascer
Vivo num mundo sem crença
Desafiando as sabença
Dos dr. bem estudado,,
Sou coroné sem patente
Na estrela do sol quente,
Meu pensamento é forjado
Odiar…
É um sentir, que só entra em quem não AMA;
Por AMAR, não ser com tal compatível;
Logo odiar, é apagar a chama;
Que torna O lindo AMOR, em nós audível!
É morte, que em nós entra, pra matar;
O Lindo SER que um dia O Criador;
Implantou, no nosso pobre habitar;
Como provou, JESUS nosso Senhor!
Por falta de perdão, que em nós existe;
Alimenta-se em nós esse morrer;
Tão feio que tem o nome: odiar!...
Cuja força, tão nos ilude e insiste;
Em matar o nosso Lindo VIVER;
Que um dia, tanto iriamos gostar.
Com carinho;
Cansei de viver na procrastinação. Hoje, eu vivo só na base da motivação. Além disso, firmei um compromissos comigo de que sou o meu propósito.
Acho que a gente guarda todos o sentimentos dentro de uma caixinha, e só espalhamos um para que tudo de bom nos aconteça, o amor.
Ricardo F.
O mistério do homem misterioso
Um homem misterioso, andava pelos cantos e escondido nas sombras, com suas roupas largas e com seu chapéu na tentativa de encobrir a face. Um homem que ninguém nem imaginava o que poderia ser, ninguém nunca nem imaginaria o que se passa pela cabeça daquela pessoa, talvez um ator famoso, que espera viver uma vida normal, que se esconde dos holofotes e de paparazzi, ou então um cientista desconhecido que em seu laboratório secreto, faz pesquisas e descobertas a cada dia, e que se esconde por ter criado um mostro, ao colocar ingredientes errado quando tentava fazer a receita de bolo que sua avó o havia dado, oh Deus, que tentativa frustrada. Ou talvez ele devesse ser um robô, que era manipulado por agentes do FBI, que tentavam observar tudo e todos, e por isso e tal homem, por isso o mistério, por isso ele caminhava pelas sombras. Ou então ele era apenas um simples homem, um contador de histórias, um homem que andava pelos cantos, perdido em pensamentos, imaginando diversas histórias e contos que poderia criar, sonhos que tentava se lembrar para poder escrevê-los no papel, um ogro, uma bruxa ou até mesmo um dragão, seu sonho podia ser qualquer coisa, ter qualquer encanto mágico, e era isso que o deixava com uma pulga atrás da orelha, essa devia ser a causa de todo mistério. Por algum motivo ele era misterioso, mais isso cabe a cada um usar a imaginação e inventar histórias sobre a possível história desse tal homem, sobre o mistério.
O Saci-Pererê
Em um dia de Sol
Ele aparecei com uma perna só
Também só tinha essa
Mas corria depressa
Ele era inquieto
Subia até no teto
Pulava nas árvores
A fim de ver as árvores
Andava a cavalo
O que fazia um estardalhaço
Dava nó nas suas crinas
Para assustar as vizinhas
Ele queria entrar em uma casa
Só que a porta estava trancada
Pulou a janela
E machucou a canela
Ele fez um redemoinho
Para ventar um tiquinho
Apagou o fogo
E queimou o almoço
Foi embora
Com cara de boboca
Porque quase morreu
Com a bronca que o bigodudo deu
Fim
Um dia todos nós morreremos,
mas é só um dia porque todos os outros dias temos que ser e dar o nosso melhor.
Afinal, foi pra isto que nascemos.
E o mais importante sem pedir retorno ou volta.
E sejamos sempre gratos!
A simplicidade em ser feliz está nas coisas mais comuns que fazemos diariamente, uma saudação, um sorriso ou um abraço, exercite ser Feliz.
O bom rei protege e ampara seus súditos ,porém o poder nas mãos de um ditador só provém sofrimento e fatidicamente sobrevém a dor.
Só quem sabe dos meus planos é Deus, quem acha que me conhece, não sabe um terço do que eu sou capaz!!!
