So o Tempo pode Entender um grande Amor
Vivemos em uma corrida frenética contra o tempo e contra a competitividade, o que provoca grande instabilidade emocional. A continuar assim, caminharemos para uma identidade sem valores éticos como já se constata nas instâncias de poder, no trabalho, no exército, na família, na escola e nos partidos políticos. O presente está carregado de medos e de tensões que tiram o sentimento de liberdade.
O tempo
Doce tempo
Lindo tempo
Grande tempo
Custoso tempo
Majestoso tempo
Ensina-me a esperar
Importante tempo
Alegre tempo
Vívido tempo
Raro tempo
Meu tempo
O tempo
O vácuo do universo me faz pensar, pensar grande e pequeno ao mesmo tempo..
Que mesmo dentre o mísero vácuo, existe grandes explosões..
Uma delas, você causou em meu coração.
Os pequenos erros no início de uma batalha,se não corrigidos em tempo hábil,torná-se há uma grande derrota.
O grande paradoxo do franco-libertário é o de se descobrir aprendendo mais e mais ao mesmo tempo em que se percebe menor, quanto mais avance em conhecimento.
Dizem que o fator tempo tem grande valia na jornada do viver, e eu dedico-me ao máximo das 24 horas do dia para empreender e sinto que isto é vida.
O grande aliado do ser humano é o tempo presente, no entanto nem tudo é o tempo que resolve você deve estar atento a tudo, ações reações atitudes é parte de você.
Para muitos, coisas boas acontecem no tempo de vitória, a outra grande parte vê a vitória a todo momento.
Uma dose de morte tomamos
Cada vez que nos anulamos,
Desperdiçando o nosso valioso tempo
Uma grande oportunidade ignorando
Lamentando diante de um belo dia
Adiando a nossa alegria,
Desistindo sem ao menos tentar,
Sendo insensatos querendo a todos agradar
Algo descabido,Ter uma Vida sem Desfrutar é Viver num Contínuo Suicídio.
MINHA GRANDE AMBIÇÃO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Se vier no tempo justo, nem a morte matará o sucesso de minha grande ambição: ver minhas filhas criadas, bem resolvidas e felizes.
A PALAVRA PALAVRA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
A grande crise do tempo que atravessamos é de palavra. Em todos os grupos, clãs e camadas sociais a palavra é um artigo banalizado, e por isso, em franca extinção de sentido. Se temos o hábito de apontar os políticos como os únicos não cumpridores da palavra, chegamos ao ponto em que tal afirmação é injusta, pois eles fizeram escola. Todos nós aprendemos a não cumprir compromissos, promessas, juras e acordos... palavra dada, gravada ou escrita. Nem mesmo assinada e com firma reconhecida. Tudo isto, sem falar dos que jogam conversa fora; prometem o que não podem cumprir... arrotam.
Como se vê, não falo apenas dos contextos mais arrojados e grandiosos da palavra, mas também do dia a dia. Os momentos; nuances; detalhes. O “dia desses”, o “qualquer hora”, o “daqui a pouco” e o “peraí”. A palavrinha sem importância para quem dá, mas de grandes expectativas para quem recebe, muitas vezes sem pedir ou fazer cobranças, mas que a partir daí estabelece uma expectativa que pode ser danosa. Com o fenômeno da falência da palavra, o ser humano se descompôs em mentiras, fraudes, dissimulações, apropriações e posses do que não lhe pertence por natureza, direito nem ética.
Ela, que um dia valeu e se bastou por meio de gestos simbólicos e códigos naturais ou instintivos de honra, hoje não tem qualquer valor, mesmo com todos os aparatos de garantia do seu cumprimento. Estamos no tempo em que urge reformularmos os nossos valores e conceitos, pelo bem do próprio mundo, para devolvermos aos cofres arrombados do caráter humano aquele sentido pleno e verdadeiro da palavra palavra.
E por tanto tempo eu desejei que tudo mudasse, queria uma grande reviravolta na vida. E tudo isso passou quando eu conheci você. Hoje eu já não penso mais em tantas mudanças. Na verdade, continuar na mesma ou ver tudo mudar tanto faz. Porque eu deixaria meus problemas me afetarem quando estou com você?
Dirijo-me ao grande pátio
da vida para dialogar
com a América Latina,
há muito tempo tiraram
o mar da Bolívia,
nós sabemos muito bem
que para dominar um povo
se começa enfraquecendo
o seu território
a defesa e a polícia.
Gostaria de ser iludida,
a visita dos advogados
do General foi suspendida.
Em prol do mar,
da tropa e do General,
fazendo poesia reunida
no raiar dos giras(sóis) da lida.
Segue Juan há trinta
horas desaparecido,
Lorent não foi esquecido.
Em nome da fé
e daquilo que acredito,
dou meus versos à multidão,
porque não quero o meu
povo escravo e vendido.
Falta-nos sonho.
O grande inspirador
Da vida.
Não há aspiração
À vista.
Nem inspiração
Do tempo passado
Nem poesia no presente.
Infelizmente
Tudo anda mal
Um pesadelo acordado.
(Its hair-raising.)
Por isso
Tanta noite
Mal dormida.
Folha Morta
A manhã de outono, varrida pela ventania, anunciava o inverno que daqui a pouco chegaria, o salgueiro quase desfolhado, um estranho "Ser" parecia, já era tardinha e sua última folha caia.
Outrora verde, macia, agora, sem vida, sem cor, a última folha morta, do salgueiro se despedia, sem destino certo, levada pelos ventos, perdida entre prados e cercanias, uma nova história escreveria.
Nessa viagem que a vida é, nas breves paradas, transformada, muitas coisas viveu, a folha morta, da chuva o besouro protegeu, um casulo em sí, a lagarta teceu, com outras se juntou, o ninho da coruja se formou.
Folha morta largada ao léu, entre a terra e o céu, se fez leito pro viajante errante que sua amante deixou, amanheceu o dia, o vento que nada sabia, pra longe a levou, a folha morta, do salgueiro lembrou.
Nessas andanças, arrastada de lá pra cá, a folha morta seus pedaços, aos poucos perdia, não reclamava, ela sabia que outras vidas servia, lá no fim da tardinha, solitaria, em algum lugar se escondia.
Ela mesmo morta vivia, levada pelos ventos pra casa voltou, debaixo do salgueiro, em mil pedaços se deixou, adubando a terra, o salgueiro alimentou, na sombra frondosa sua história terminou.
Autor
Ademir de O. Lima
“Brisa”
"É a brisa que me distrai,
A solidão que me consola,
O tédio é que me acompanha.
A rotina me destrói...
A vida me decepciona,
Pessoas que vem e vão.
O passado que me prende,
Minha libertação está "lá",
Um lugar que não consigo encontrar,
A solução dos meus problemas,
Onde estás?
Vivo cá, vivo lá,
E continuo sempre aqui,
Aqui na mesma,
Na mesma rotina que me destrói,
Na mesma brisa que me distrai...
Na mesma solidão,
Que é a única que me consola,
No mesmo tédio insuportável,
Esperando sempre a próxima decepção...
Esperando sempre uma solução,
Esperando alguém...
Alguém que me tire daqui,
Que me tire dessa solidão!
Alguém que me liberte,
Alguém que me console,
Alguém que transforme... Minha brisa, em cor.
Alguém que transforme...
Esse meu mundo preto e branco,
Em um belo arco-íris"
