So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Se você tem uma irmã e ela morre, você pára de dizer que tem uma? Ou você é sempre uma irmã, mesmo quando a outra metade da equação se foi?
Nos filmes de terror a vitima sempre pergunta:
-Tem alguem ai?
Ate parece que o assassino (ou o ladrão,fantasma,psicopata e etc) vai falar:
-Bem depende se alguem for uma pessoa que quer te matar ou roubar, tem sim,Eu!
SEDE DE AMOR!
Oh distancia cruel... meu espirito tem sede...
Sede , sedento de você...Sede de amor...
Sede de calor..Sede de seu valor... Sede do Perfume que isala, da sua alma que me cala...
Oh medo cruel de não te sentir mais...
Desta distancia que me devora...
Desta sede que me leva a loucura...
Sentir o seu calor e o desejo...
Teremos direito ha ser feliz?
Sedenta de amor... sentir o seu calor ...
Ah sede que não se acaba...
Sede que me devora a alma...
Mata-me esta sede, que me devora...
Sei que tu consegues ler e ver a minha alma ...
Sede que vai e vem , com o despertar da paixão...
Sede de saudade, Sede de vontade...Ah mata-me essa minha sede...
Ah sede de amor...
Licia madeira
Por que temos de pagar por erros de outros...ninguém tem culpa de você escolhe a pessoa errada, e por pensar que todos são iguais, você acaba machucando outra pessoa uma pessoa que te manda mensagem todos os dias, que se importa com você, que tenta falar com você direto só para não deixa-lá sozinha, e você o jogo no fundo, fazendo com que ele acabe duvidando de si mesmo, pensando que se realmente vale alguma coisa ele ser um cara legal, carinhoso, gentil, a cada risada que você dava pelas imagens, frases, fotos que ele mandava, mais ele se achava inútil e desistir de tentar achar alguém, será que ele merecia aquilo, será que você o via de verdade se via não parecia, pós ele estava lá por você querendo ve-lá bem, ele chegou a quebrar a mente dele, o sentimento de tristeza para falar com você mas, tudo foi em vão, então aos poucos ele foi desistindo de você até então vê que você nem se importava com ele, então ele desistiu de tudo, parou de acreditar em amor, de acreditar que exista uma mulher que vai varolizar ele, então veja o que você faz por que pode está perdendo um homem que realmente fez algo por você, pessoas boas nunca foram mas até que passam por tanta decepção, hoje será que ele ainda é bom ou ficou mal...
O ato gratuito
Muitas vezes o que me salvou foi improvisar um ato gratuito. Ato gratuito, se tem causas, são desconhecidas. E se tem consequências, são imprevisíveis.
O ato gratuito é o oposto da luta pela vida e na vida. Ele é o oposto da nossa corrida pelo dinheiro, pelo trabalho, pelo amor, pelos prazeres, pelos táxis e ônibus, pela nossa vida diária enfim – que esta é toda paga, isto é, tem o seu preço.
Uma tarde dessas, de céu puramente azul e pequenas nuvens branquíssimas, estava eu escrevendo à máquina – quando alguma coisa em mim aconteceu.
Era o profundo cansaço da luta.
E percebi que estava sedenta. Uma sede de liberdade me acordaria. Eu estava simplesmente exausta de morar num apartamento. Estava exausta de tirar ideias de mim mesma. Estava exausta do barulho da máquina de escrever. Então a sede estranha e profunda me apareceu. Eu precisava – precisava com urgência – de um ato de liberdade: do ato que é por si só. Um ato que manifestasse fora de mim o que eu secretamente era. E necessitava de um ato pelo qual eu não precisava pagar. Não digo pagar com dinheiro mas sim, de um modo mais amplo, pagar o alto preço que custa viver.
Então minha própria sede guiou-me. Eram 2 horas da tarde de verão. Interrompi meu trabalho, mudei rapidamente de roupa, desci, tomei um táxi que passava e disse ao chofer: vamos ao Jardim Botânico. "Que rua?", perguntou ele. "O senhor não está entendendo", expliquei-lhe, "não quero ir ao bairro e sim ao Jardim do bairro." Não sei por que olhou-me um instante com atenção.
Deixei abertas as vidraças do carro, que corria muito, e eu já começara minha liberdade deixando que um vento fortíssimo me desalinhasse os cabelos e me batesse no rosto grato de olhos entrefechados de felicidade.
Eu ia ao Jardim Botânico para quê? Só para olhar. Só para ver. Só para sentir. Só para viver. Saltei do táxi e atravessei os largos portões. A sombra logo me acolheu. Fiquei parada. Lá a vida verde era larga. Eu não via ali nenhuma avareza: tudo se dava por inteiro ao vento, no ar, à vida, tudo se erguia em direção ao céu. E mais: dava também o seu mistério.
O mistério me rodeava. Olhei arbustos frágeis recém-plantados. Olhei uma árvores de tronco nodoso e escuro, tão largo que me seria impossível abraçá-lo. Por dentro dessa madeira de rocha, através de raízes pesadas e duras como garras - como é que corria a seiva, essa coisa quase intangível e que é vida? Havia seiva em tudo como há sangue em nosso corpo.
De propósito não vou descrever o que vi: cada pessoa tem que descobrir sozinha. Apenas lembrarei que havia sombras oscilantes, secretas. De passagem falarei de leve na liberdade dos pássaros. E na minha liberdade. Mas é só. O resto era o verde úmido subindo em mim pelas minhas raízes incógnitas. Eu andava, andava. Às vezes parava. Já me afastara muito do portão de entrada, não o via mais, pois entrara em tantas alamedas. Eu sentia um medo bom – como um estremecimento apenas perceptível de alma - um medo bom de talvez estar perdida e nunca mais, porém nunca mais! achar a porta de saída.
Havia naquela alameda um chafariz de onde a água corria sem parar. Era uma cara de pedra e de sua boca jorrava a água. Bebi. Molhei-me toda. Sem me incomodar: esse exagero estava de acordo com a abundância do Jardim.
O chão estava às vezes coberto de bolinhas de aroeira, daquelas que caem em abundância nas calçadas da nossa infância e que pisávamos, não sei por quê, com enorme prazer. Repeti então o esmagamento das bolinhas e de novo senti o misterioso gosto bom.
Estava com um cansaço benfazejo, era hora de voltar, o sol já estava mais fraco.
Voltarei num dia de muita chuva – só para ver o gotejante jardim submerso.
Nota: peço licença para pedir à pessoa que tão bondosamente traduz meus textos em braile para os cegos que não traduza este. Não quero ferir os olhos que não veem.
Uma bela atitude tem mais valor do que todo dinheiro do mundo, Seja um abraço apertado, um sorriso sincero, isso Tem um valor inestimável.
Sou uma mente confusa, a parte que é feito de nada, Sou alguém que você quer mas tem medo, Por ser uma mente dividida. uma sombra no meio do nada, Um caminho que não tem rumo, E quando você tenta se aproximar, eu sumo, me afasto. Sou as lágrimas do passado, Sou quem te nega o coração, Mas te ofereço o meu abraço. Sou cheio de mistérios, Acompanhado de solidão, Sou o que existe de mais real, Mas que é feito de ilusão..
_Nettun Leandro
O poder de um relance foi tão abusado nas histórias de amor que tem vindo a ser desacreditado. Poucas pessoas ousam agora dizer que dois seres se apaixonaram porque eles se entreolharam. No entanto, é desta forma que o amor começa, e apenas dessa forma.
É preciso muito tempo para ser um gênio, você tem que ficar sentado sem fazer nada, realmente sem fazer nada.
E ela tem cérebro suficiente para dois, que é a quantidade exata que a garota que se casar com você vai precisar.
Em algum ponto, você tem que parar de correr e se virar e enfrentar quem quer ver você morto. A coisa mais difícil é encontrar a coragem para fazer isso.
Errar todo mundo erra. Após isso, têm-se duas escolhas: Aprender com o erro e avançar, ou ficar patinando no mesmo lugar.
INSPIRAÇÕES DE GENEROS
Ele vive como poeta, recluso,
ela tem jeito de menina,
sonhando quimeras, confusa,
sem saber porque é musa,
nem porque inspira rima,
tendo devaneios em parafuso,
ele sabe exatamente o que quer,
vate de verso pequeno,
escreve por prazer e é pleno,
ela lê, declama e se sente mulher,
ambos crianças na intenção,
moram na mesma constelação,
ele tem o espírito do trovador,
ela é puro recato de donzela,
cora as maças se cortejada,
aumentando seu brilho de fada,
ele sente nela cheiro de canela,
mas no peito o que sente é amor,
ela paira no mundo como colibri,
ele apenas olha, suspira e ri,
foram feitos pra morarem no peito
um do outro, não de outro jeito,
e sem saber se habitam de fato
se amam e se guardam em recato,
ela olhando o céu, se sente pequena,
lá ela sabe, lá se encontra a verdade
o bardo faz o universo apenas da pena
ela não entende como lá ela cabe,
então lê a poesia tal qual uma estrela,
e faz da poesia dele uma tela,
ela sugere à ele a atração abstraída,
que serve de tema aos poemas,
ele provoca na diva frêmitos e arrepios,
e a fazem orbitá-lo em frenesi, distraída
as linhas das odes tem vários temas,
mas sempre a ela voltam em corrupio.
Você sabe que algumas pessoas têm amigos imaginários? Eu acho que você talvez tenha inimigos imaginários.
Sabe por que você sofre quando vê a maldade alheia? Porque você tem Deus, e ter Deus é maravilhoso, ao contrario da pessoa perversa, que vai ter que penar muito pra conhecer o amor de Deus.
