So Farao com Voce aquilo que Voce Permitir
Estamos tão acostumados a esconder nossas dores, aquilo que nos incomoda, nos magoa, nos tira o sono, que carregamos o peso quem talvez nos tenha causado tão incomodo.
É porque dói que escolhemos esconder, dói falar, dói discutir, dois questionar os motivos então omitimos e seguimos em frente.
O maior erro eh vc imaginar que é melhor não tocar no assunto do que expor e ser "curado" sim! Curado!
Porque esses sentimentos são como cânceres que ficam alojados em silêncio e quando você vai ver já é tarde demais para uma cura completa.
Você pode ficar dias, meses, anos sem mexer na dor, mas quando você menos esperar você irá acordar com a dor, você estará no trabalho e sua mente será dominada por tudo aquilo que te machuca.
Ninguém precisa viver assim.
Não importa quanto doa, não importa o quanto outras pessoas também fique machucadas, diga a verdade!
Liberte se dê tudo aquilo que te machuca, chorar não é uma consequência, é uma escolha.
Se resolva com quem tiver que resolver, se não vale a pena, deixe ir, caso queira lute, você merece ser feliz, não deixe que nada nem ninguém roube isso de você.
Tudo aquilo em que cremos passa por três filtros. Se uma suposição qualquer atender aos três critérios, será intuitivamente considerada uma verdade absoluta. O cérebro não racionaliza todas as crenças, mas as filtra automaticamente conforme as três regras abaixo:
1º - Todas as crenças partem de suposições, as quais podem ou não ser verdadeiras;
2º - Quando uma suposição for imaginada possível, será tratada como provável. Uma suposição assimilada é geralmente aceita como verdade.
3º - Quando houver motivos para uma hipótese ser considerada verdadeira, provavelmente o será, ainda que não o seja de fato.
Aquilo que mais me incomoda nos outros...
São na verdade características minhas que ainda não consegui aceita!
Lembranças de um Esquecido!
Andando por aí..
Aquilo me lembraria algo.
Tenho que recordar.
...
O que devo LEMBRAR?
Esqueci.
Não penso sobre;
não lembrei!
Quiz?
Me senti tão feliz.
Foi real?
Foi esquecido.
Talvez, um dia não lembre de pensar nisso.
Mas..
Me diz?
Quero lembrar!
Não deveria ser esquecido?
Por quê não o fiz?
Mas ser lembrado para quê?
...
Deixa pra lá.
Deu pani, ta tudo errado.
Somos aquilo que define a nossa identidade;
Somos aquilo que completa a nossa estrutura;
Somos a base daquilo que nos sustenta;
Somos raiz daquilo que nos faz crescer;
Somos o centro das intenções de nossa alma;
Somos o centro das reações de nosso ser;
Somos morada da fé que nos compõe;
Somos abrigo do amor que nos constrói;
Somos filhos de Deus;
Somos quem somos por conhecer quem Deus é.
#RogérioMacena
Nossas frases no instagram: @eupensei18
E ali estou eu ainda acordado
Ouvindo o som das ondas
Aquilo me batia forte no peito
Me fazia lembrar de você.
Aquele vinho tinha gosto de sangue na minha boca
Eu celebrava minha tristeza com aquilo
A fumaça de meu cigarroofuscava meus olhos
Tudo era tão sem sentido naquela noite.
Aquilo que somos revela a nossa identidade. De nós, flui apenas o que nos define em essência. Não adianta tentar mudar a nossa estrutura de ser a fim de agradar A TODOS. Na verdade isto é impossível. O único resultado que colhemos ao tentar passar a imagem de "SER PERFEITO" para quem nos observa, é o nosso próprio encarceramento psicológico, pois não teremos a liberdade de deixar o nosso "EU" acertar ou errar, por medo da reação de quem está disposto a nos julgar.
'Espero que mesmo em dias secos, sejamos capazes de plantão em algum coração, tudo aquilo que desejamos colher o ano todo; e que, o fruto dessa semente nos traga felicidade durante toda eternidade de nossos dias contados"
Ao longo da nossa vida a gente vai aprendendo aquilo que nunca podemos deixar de ser e que todas as trocas da vida são justas.
Pessoas são o que são não podem ser julgadas pelas suas decisões, caráter e integridade não é aquilo que fazemos e sim nas atitudes que tomamos ao decorrer do caminho que traçamos em relação aonde chegamos, porque somos humanos e não somos perfeitos, passiveis de erros, infelizmente erramos mais que acertamos, não conseguimos o nos analisar porque dificilmente temos a capacidade de nos ver de fora e não alcançamos um alto intelecto e compreensão do ser que somos para evoluir de tal modo, talvez levemos uma vida ou até mesmo tão bem algum dia levaremos tal maturidade, levar a vida sem auto julgamentos ou o julgamento que fazemos do outro, o outro é outro a palavra já se define por si só e nada fará diferença na nossa vida, pois nós somos outro ser e não o outro, nos importarmos com o outro porque é nele que tentamos encontrar afinidades e situações onde podemos evoluir no autoconhecimento, pensar refletir sobre si mesmo toma tempo e leva a frustração e por isso temos tantos choques constantes de egos, é como fossemos donos da razão a todo momentos, nos achamos elevados e em diversas situações senhores dos nossos egos onde sentimos superiores ao ser da mesma espécie sem significado algum, pois ser evoluído espiritualmente não te eleva como ser melhor que o outro, outro é o outro e não pode ser comparado a você, é nesta forma de nos vemos e tentamos analisar as formas e situações que ocorrem dentro e fora de nós é que nos leva a nossa derrota ou a nossa vitória porque ao final nosso maior inimigo somos nós mesmos.
A VERDADEIRA IMAGINAÇÃO CRIADORA
Existe uma grande distância entre aquilo que se lê e aquilo que se entende, e é justamente, ao entreato desses longínquos lugares, onde reside a fantasia. Não existem palavras sem imaginação, nem imaginação passiva ao que se traduz em realidade. Pois, em todas as mentes onde sobram juízos, costumam faltar delírios, e sem delirar não se pode caminhar por lugares desconhecidos, conversar com pessoas inexistentes, muito menos dançar despudoradamente, as canções mudas que embalam os bailes jubilosos das maiores quimeras. Tanto por não conseguirem escutar as melodias, quanto pela falta de audácia para despir-se diante da orquestra dos comedimentos que vigiam a prudência dos sensatos para jamais ousarem agir em desigualdade com as convenções sociais que certas formalidades sem forma alguma os impõem.
Ao passo em que se calam e aceitam, se nutrem da única ilusão que não alimenta a alma: comem no prato opaco e sem cor da conveniência, tudo o que seus pares lhe põem goela abaixo, e se fartam da satisfação famélica de ser igual. E mesmo sem jamais serem capazes de distinguir os sabores dos dissabores, arrotam contentes e conformados, ainda com toda fome do mundo inteiro que jamais degustarão.
Na pequenez que se minoram as almas dos acovardados, o mundo inteiro se reduz em proporcionalmente. E enquanto os desvairados sabem que — muitas vezes é preciso perder o teto para enxergar o céu — para os que não avistam o infinito, as distâncias de algumas estrelas lhes escapam à vista. Geralmente, são os brilhos que resplandecem das estrelas mais iluminadas. Entretanto, pelo limite da normalidade serão sempre invisíveis aos olhos opacos dos insensíveis.
A verdadeira imaginação criadora, não se limita ao confinamento de caminhar somente até o limítrofe demarcado pelas palavras que encerram um conto. Mas, em descobrir com novos olhos que — ao chegar naquilo que muitos compreenderão apenas como final — serão capazes de perceber que um ponto, não é nada mais que uma regra ortográfica, e as regras só servem mesmo para os mais obedientes.
Nesse trecho dependerá somente dele delimitar-se. Satisfeito com o que foi lido, ou açorado para desbravar novos sonhos por traz do ponto, fará da sua curiosidade o eufemismo dos transgressores para esboroar as fronteiras invisíveis e seguir além daquilo que foi lido.
Entretanto, é preciso ter bastante cuidado com as palavras. Ao menos, para aqueles que não as consideram tão somente como um mero conjunto representativo de signos com a serventia de expressar um pensamento, ou manifestar uma ideia. Afinal, os pensamentos e as ideias, quando não pronunciadas estarão guardadas para sempre no porão daqueles que não a disseram, enquanto, do contrário, as palavras depois de tomadas vida, permanecerão vivamente soltas e o seu poder dependerá sempre de quem usá-las. As palavras contêm vida ou morte, conquista ou derrota, audácia ou temor, felicidade ou tristeza. Proferidas então, possuem um desmedido poder sobre a vida do outro, podem segregar ou aproximar, construir muros ou estreitar laços, gerar amizades ou destruí-las. Algumas são sedutoras, traiçoeiras e perniciosas.
Muitas vezes, as palavras são como belas melodias que entorpecem os ouvidos surdos pela avidez de escutar aquilo que precisa para acalentar a alma, minorar as angústias, ou remediar as desilusões. Lê-se, portanto, nem sempre aquilo que está realmente escrito, mas o que se tomou por necessidade.
E ainda que, o entendimento humano seja fruto da percepção individual daquilo que vivenciamos, existem muitos olhos enceguecidos pelos anseios sôfregos de enxergarem tudo àquilo que vislumbram decifrar no conteúdo escrito, de uma carta em branco que ninguém jamais escreveu. Portanto, na verdade fantasiosa – onde só é permitida com legitimidade – dentro do universo letrado, não são as expressões mais suntuosas, os fraseados dispostos em adornados, nem os textos mais eruditos que aferem o valor de uma expressão. O escambo volátil que avalia o seu verdadeiro valimento deverá ser medido sempre na significância única de quem a tomou posse em sua manifestação corrente.
Pois, quão mais grandioso o sentimento inexprimível é guardado no silêncio de dentro, mas diminuto ainda serão as palavras capazes de trazê-las para fora. Contudo, quanto menor for o sentimento, maiores serão as verbalizações disponíveis em descrevê-lo. Assim como toda compreensão que detemos sobre alguma coisa, inexoravelmente – pela própria condição imutável de coisa – será sempre um escravo volátil do tempo, e a sua opinião subordinada às porvindouras e diferentes experiências entre nós e essa mesma coisa.
Valiosas mesmo são as compreensões que não detemos diante dos maiores sentimentos, mas que ao despimos a racionalidade apenas para senti-los, toda e qualquer tentativa de compreensão se torna indispensável. Pois, a beleza que raras vezes se revela além dos limites dos olhos, sente-se com tamanha intensidade que, depois de fitá-la de onde poucos conseguiram vê-la, até mesmo de olhos fechados torna-se capaz de enxergá-la novamente.
Fidedigno é aquele ou aquilo que se pode ter confiança, é genuíno e autêntico, que merece inteira credibilidade que se faz verdadeiro e digno. Ao se prostrar mediante aos fatos, nem todos se mostram honrados ao ponto de assumir seus atos e sua verdadeira opinião, se faz controverso. Ou o que é pior, para juramentar falsas escolhas se mantém opressivo e dissimulados em conclusões que na verdade dentro de sua alma não correspondem à verdade. Como podemos dizer algo, quando se pensa outro, simular inocência onde não existe, falsificando sua verdadeira personalidade por motivos interesseiros ou por medo de assumir a real natureza de qualidades e sentimentos que não possui. Puxa, isso nada tem a ver com ser fiel, isso é falsidade e hipocrisia. Se não concordo com algo, se acredito ser um perjúrio porque vou enaltecer só para afirmar que sou racional, taxativamente absoluto, irrefutável, não é justo, principalmente quando nossas ações não condizem com as circunstâncias que observamos nas nossas posturas. Fui testemunha disso várias vezes, e em uma delas no mesmo dia palavras confirmaram o meu pressuposto, falsa liberdade a moralidade. Deixa tudo isso para lá, anoiteceu, é melhor dormir.
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