So Farao com Voce aquilo que Voce Permitir

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O homem é uma ponte entre aquilo que foi, aquilo que é e aquilo que pode vir a ser.

Existe algo em nós que é capaz de perceber mais do que aquilo que já sabemos?

COMO MINHA PRÓPRIA ESTRUTURA DE PERCEPÇÃO PRODUZ AQUILO QUE CHAMO DE VERDADE?

A ALMA É JUSTAMENTE O CAMPO NO QUAL O LIVRE-ARBÍTRIO TRANSFORMA AQUILO QUE RECEBEMOS NAQUILO QUE NOS TORNAMOS.

O VÍCIO É AQUILO QUE REDUZ A LIBERDADE, ENQUANTO A VIRTUDE AMPLIA A CAPACIDADE DE ESCOLHA CONSCIENTE.

AQUILO QUE FOI ESCOLHIDO VENCE AQUILO QUE SIMPLESMENTE FOI DESEJADO.

O MAGO PODE TORNAR-SE TÃO SOFISTICADO QUE, EM ALGUM MOMENTO, PRECISARÁ AVALIAR AQUILO QUE NECESSITA ELIMINAR.

O MAGO APRENDE A SUBIR. TAMBÉM PRECISA APRENDER A VOLTAR COM AQUILO QUE ENCONTROU.

Acredito que, quando saímos da inèrcia e da prostração, temos " atitude", tudo aquilo que desejamos e sonhamos, quando menos esperamos acontece.

Eu sou o que sou...
Não penso que sou aquilo ou aquele que não sou ou nunca fui.
Portanto o importante é que sejamos livres e sinceros.
Não penso ser alguém que eu não tenha capacidade de se-lo.
E se você não pode ser igual a mim, seja você mesmo , já alguma ou muita coisa !
Quem sabe até melhor !
Sendo uma pessoa melhor a cada dia...
Gilberto Braga

Desisti de ser o dono da verdade e da razão e de exigir das pessoas aquilo que eu ainda preciso aprender a fazer e ainda não faço .
Quando aponto os erros das outras pessoas, na verdade esses erros estão em mim.
Gilberto Braga, 2017

Às vezes atravessamos o mundo procurando aquilo que já caminha ao nosso lado.

O futuro não será para quem saberá tudo, mas para quem continuar disposto a aprender aquilo que ainda não sabe

A ignorância cria nomes e rótulos para tudo aquilo que desconhece.

Maltratar alguém pela cor, ah, meu amigo, a vida é aquilo que plantamos. Acorda!

De tanto suportar, começamos a confundir resistência com destino. E aquilo que nos aperta passa a parecer normal.

O Acaso


Nos conhecemos por acaso.
Ou pelo menos
foi assim que chamamos
aquilo que jamais conseguimos explicar.


Havia algo no ar.
A natureza parecia conversar conosco,
as folhas dançavam com o vento,
e a paz reinava
como se o tempo
tivesse escolhido repousar ali.


Foi um daqueles instantes
que não pedem sentido,
porque a beleza
nunca precisou de explicação.


É difícil compreender
as maluquices
que o universo insiste em nos preparar.
Mas talvez
essa seja a graça da vida:
não entender absolutamente nada,
e ainda assim,
aceitar o convite
para viver.


Porque alguns encontros
não acontecem para serem decifrados.
Acontecem apenas
para lembrar
que o acaso,
às vezes,
é o jeito mais bonito
que o destino encontra
de escrever uma história.


Talvez
o universo já soubesse
o que nós ainda desconhecíamos.


Talvez
cada folha que dançava,
cada sopro de vento
e cada raio de sol
fossem apenas testemunhas
de um encontro
que já existia
muito antes de nós.


Há momentos
que chegam sem pedir licença
e permanecem
mesmo quando o tempo passa.


Não porque entendemos
o motivo de terem acontecido,
mas porque a alma
reconhece aquilo
que a razão jamais será capaz de explicar.


E, no fim,
talvez o acaso
seja apenas o nome
que damos aos encontros
que o coração
sempre soube
que aconteceriam.

"Ela nasceu para iluminar o céu; eu, para guardar no escuro tudo aquilo que a luz dela despertou em mim.”




- Mannu Viana Rios ☀️🌑

AQUILO QUE A ALMA RECONHECE


A beleza agrada aos olhos,
faz o instante despertar,
mas a essência, quando toca,
faz a alma querer ficar.


Há quem chegue como vento,
sem promessa, sem intenção,
e há quem deixe, ao ir embora,
mais que marcas: uma sensação.


Tem gente que chega e deixa pegada,
mesmo sem querer permanecer;
deixa o pensamento inquieto,
deixa a vontade de entender.


Talvez seja só a beleza,
um encanto passageiro,
ou talvez seja essa essência
que transforma o “por quê?” em “quero”.


E há músicas que dizem muito
sem precisar nada explicar;
uma batida, um olhar, um silêncio,
e já existe algo no ar.


Não é somente sobre desejo,
nem somente sobre admirar;
é aquela estranha curiosidade
de saber onde isso pode chegar.


Porque os olhos podem escolher
aquilo que querem contemplar,
mas é a alma, quase em segredo,
que decide o que vai guardar.


E talvez seja esse o mistério,
a parte difícil de compreender:
quando alguém mexe com os sentidos
sem sequer tentar mexer.


Não precisa haver certeza,
nem promessa para cumprir;
às vezes basta uma presença
para fazer o coração sorrir.


A beleza chama atenção,
a essência consegue encantar;
mas quando as duas se encontram,
fica difícil não notar.


E entre uma música e outra,
entre o querer e o disfarçar,
fica aquela pergunta suspensa
que ninguém se atreve a perguntar:


foi apenas uma pegada
de alguém que chegou e passou,
ou foi a alma reconhecendo
alguém que, de algum modo, ficou?


Porque talvez seja esse o segredo
que ninguém consegue explicar:


algumas pessoas os olhos admiram…
mas existem aquelas
que a alma parece reconhecer
antes mesmo de o coração confessar.

Fingir é inútil. Na hora da crise sempre vem à tona aquilo que realmente somos.