So Enquanto eu Respirar Vou me Lembrar de Voce

Cerca de 635146 frases e pensamentos: So Enquanto eu Respirar Vou me Lembrar de Voce

A capacidade de dominar a impulsividade é tudo de que eu preciso para tomar decisões corretas no momento exato.

Inserida por rosangela_abrantes

Às vezes eu paro para pensar, e percebo que sou uma pessoa horrível... Hipocrisia é o que me cerca, o egoismo, a ignorância, tudo isso me cerca.

Inserida por Cansei-de-tentar

"A identidade do 'eu' é a própria unidade do real que se manifesta na existência de uma substância em particular que sou eu. Nenhuma explicação causal tem o poder de reduzi-la a qualquer fator, pois é ela que unifica todos os fatores. A existência do 'eu' é o inexplicável por trás de tudo o que é explicável."

Inserida por LEandRO_ALissON

"O 'eu' é aquele que responde por aquilo que sabe, e, mais ainda, por aquilo que ele sabe que sabe. O mais elevado autoconhecimento não consiste senão na admissão de um saber prévio assumido responsavelmente."

Inserida por LEandRO_ALissON

O eu que responde – o eu responsável – é a realidade humana mais direta, universal e permanente. Mesmo culturas que não chegaram a ter uma noção clara da individualidade psíquica já sabiam disso, como o prova o fato de que em todas elas quem é chamado a responder por seus atos é o autor deles, não um terceiro. Não há sociedade, por mais primitiva, onde as noções de autoria, culpa e mérito não estejam perfeitamente identificadas entre si.

Inserida por LEandRO_ALissON

"O eu não poderia ser criado por incorporação de papéis sociais se já não estivesse prefigurado, por um lado, na individualidade física e, por outro, na memória da memória – a recordação de estados interiores revividos na pura intimidade do indivíduo consigo mesmo."

Inserida por LEandRO_ALissON

O eu responsável – a consciência da consciência – não existe como coisa nem como estado: existe apenas como tensão permanente em direção a mais consciência, mais responsabilidade, mais abrangência e maior integração.

Inserida por LEandRO_ALissON

O eu responsável é um dos fundamentos primários da sociedade humana. Ele é a origem de todas as idéias, criações, instituições, leis, hábitos, estruturas. Tudo o que, na sociedade, não possa ser rastreado até sua origem no eu consciente assume a aparência de coisa externa vinda ao mundo por pura magia espontânea. É o coeficiente de fantasmagoria que resta em toda sociedade por efeito da alienação e da perda de memória.

Inserida por LEandRO_ALissON

"Tudo bem ser eu quem fica "

Naqueles resquícios de tempo
Entre as entrelinhas do seu olhar
No banho demorado na madrugada
No choro incontrolável da dor

Nas tantas vezes que eu pedi
Pode se chamar de covarde
Alguém que não vai embora
Ou de coragem alguém que diz adeus

De toda forma quem fica está mais só
Do que quem partiu
Negligente irresponsável
Não , talvez não

Quem vai só tá buscando vida
Porque ali , não mais a tem .

Inserida por Ariane28

⁠Aprenda uma coisa, eu até gosto de sua companhia, mas jamais irei implorar sua atenção ou a de quem for.⁠

Inserida por Alphaderespeito

⁠Não tenha eu como Companheiro, pois não espere nada de mim.

Inserida por bolideziodesa

⁠Se eu Não Agrego, porque tu Permaneces onde Estais.

Inserida por bolideziodesa

⁠Eu prefiro a felicidade do seu lado. Por isso, meu coração escolheu te amar...

Inserida por paty_souza

⁠Eu nao faço música, apenas as mostro a quem não consegue ouvi-las

Inserida por ANANT

Eu vejo o mundo com um olhar crítico, buscando sempre as respostas e as verdades últimas, daquilo que ora se apresenta diante da lente dos meus olhos.⁠

Inserida por ubaldo_jesus

⁠Quero-quero
Eu te perdi
Tu me perdeste
Perdeste-me mais
Do que te perdi
Perdi-te porque eu quis
Perdeste-me por ilusão
Perdi-te por decisão
Quere-me e não te quero
Quando queria não me quiseste
Agora tentas o quero-quero
Mas faz coisas que não tolero.

Inserida por marlene_rayo_de_sol

Preso as correntes da culpa...
Dementado pelos meus erros...
⁠Eu devaneio pelo sabor dos teus beijos...
Sigo sentido uma dor distante...
Sigo em silêncio constante!

Inserida por wesley_lima_2

⁠Migalhas de amor era o que eu vivia uma fantasia, migalhas, migalhas todos os dias me dava a sujeira que vivia em mordomia sem pudor e provavelmente sem alegria!

Inserida por wesley_lima_2

Se a alguns eu feri, foi porque me feriram primeiro, e disso eu não sinto nenhum pingo de remorso, sinto é pena.

Inserida por ubaldo_jesus

⁠OS INFORTÚNIOS DE AFONSO

Por Nemilson Vieira (*)

Eu o meu irmão mais velho e alguns amigos da primeira infância visitávamos o bananal do seu Afonso nas caçadas de passarinhos. Havia bananas maduras nos cachos, com furos por cima; já visitadas pelas aves. Pipira (sanhaço), currupião (sofreu), sabiá… Homem bom, de poucas posses, mas trabalhador e honrado… Numa certa altura da vida, Afonso desandou-se; deu um atrapalho na família: a mulher foi-se embora com outro e levou consigo os filhos. Com o tempo a sua casa do nada, pegou fogo com a plantação de bananas. Tudo que possuía tornou-se em cinzas; quase morreu de desgosto… Um amigo o convidou a uma caçada conhecida no nordeste por fachear; consiste em se fazer uma picada por baixo da mata e ficar a andar na mesma, num sentido e noutro, com uma lanterna e uma espingarda, o tempo que se fizer necessário; no intuito de abater a caça que tentar atravessar o caminho. Naquele dia deu errado… Terminaram o trabalho ainda cedo da tarde; o amigo de Afonso disse-o que o aguardasse um pouco, que iria dar algumas voltas por perto. A caçar algum bicho miúdo: um preá, um inhambu… Ao retornar, alguns metros de distância, algo fez um barulho por baixo de umas ramagens a sua frente; com a espingarda engatilhada na direção do bicho olhou mais um pouco e apertou o gatilho, Bam! Ai! — Gritou o Afonso em dores profundas. O amigo correu desesperado para ver e, confirmou ser o seu companheiro de caçada. Com bastantes perfurações de chumbo fino por todo o seu corpo; respiração ofegante, dificultada. No momento que fora alvejado Afonso firmava o cabo da sua faca que havia afrouxado. O amigo visualizou apenas o seu cotovelo em movimento e confundiu-se: achou ser uma cotia. Próximo à escuridão da noite começou o martírio do amigo do Afonso com ele nas costas a procurar uma ajuda. Um galo cantou ao longe de onde estavam… Era o sinal que precisava; marcou o rumo e foi-se. — Orientado pelo canto da ave chegou a um morador. Afonso perdera um pouco de sangue pelo caminho, com a agitação do corpo, aos balanços nos ombros do amigo. — Ainda vivia. O amigo contou com riqueza de detalhes tudo o que acontecera com os dois, ao morador. O homem depois de ouvi-lo… Indicou um remédio caseiro à vítima: um frango pisado no pilão com pena, tripas e tudo mais; do jeito que fosse pego no poleiro. Não carecia de sal; um pouco de água sim. Somente para chegar aos recursos médicos na cidade, lá entrariam com os cuidados e uma medicação coadjuvante ao tratamento. Com uma observação: não devia vomitá-lo caso contrário morreria. Afonso ainda consciente, por certo ouvia tudo em profundos gemidos. Consultado se topava beber o tal remédio naquelas circunstâncias, o aceitou. Depois do frango pisado o homem despejou aquela mistura numa caneca grande, mexeu e deu ao baleado a tomar. Afonso bebeu o frango pisado no maior sacrifício do mundo; com uma cara daquelas… A cada gole que dava fazia menção de jogar tudo para fora. Lembrava da orientação do homem e não o fazia. Missão cumprida, providenciaram uma rede para o traslado do paciente. Alguém para ajudar na condução do mesmo. Afonso não provocou vômitos e resistiu bem a viagem. O seu tratamento foi trabalhoso gastou-se um bom tempo para remover todos àqueles chumbos do seu corpo e a saúde voltar. Depois do caso passado até serviu de graça, se é que o Afonso contava que o pior de tudo não foi o tiro da cartucheira: foi o frango que bebeu. Com as recomendações de segura-lo no estômago para não morrer.

*Nemilson Vieira
Acadêmico Literário.

(27:02:18).
Fli e Lang

Inserida por NemilsonVdeMoraes