So Enquanto eu Respirar Vou me Lembrar de Voce

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⁠A esperar


...enquanto sopra o vento, passatempo. E a minha espera parece sem fim. Onde e quando, brincam de esconde-esconde. Enquanto você distante de mim. Quando o vento parar de soprar e tempo por um instante parar certamente ao meu lado estarás.

Inserida por adilson_nascimento

⁠ E o chefe mandou
O líder mandou
O líder ordenou
O líder riu
Enquanto o povo chorou
O líder lavou as mãos
Com uma ignorância sem nexo
O que querem que eu faça?
Não sou médico, exclama ao vento
O líder não liga
Se exalta
As vozes de mil
De milhões não importa
Só dando ouvidos
A quem está em sua volta
Quem o rodeia não discorda
Se discordar está fora
Em uma inércia de sabedoria
Uma arrogância profunda
Pior que não ter um capitão
É ter um capitão
Que não sabe navegar
Chefe de estado, opressor, ditador
Ou quem sabe um despreparado
Com insígnias e medalhas de louvor
Ironia, perigo ou sina
A democracia pode acabar pela democracia
Quem diria
Que fique bem claro
Não sou de esquerda
Não sou de direita
Apenas mais um brasileiro.

Inserida por claudio_vieira

⁠"Infelizmente o orgulho também cega. Cega alguém dos erros de si próprio enquanto incentiva-a a apontar os erros, mesmo que insistentes, de outro alguém."

Inserida por Rapunzel1

⁠⁠⁠Enquanto o lema do mundo é "curtição", o do povo de Deus deve ser "oração".

Inserida por matheusmorenuu

Enquanto Estados são independentes mas, a exploração continua.
Exploração cultural, económica e financeira.
Inseriu-se no pensamento deles a auto-negação, o pessimismo, a intriga, a inveja, a divisão e a incapacidade de pensar nas gerações futuras.

Inserida por NSabino

⁠ENQUANTO SANGRAS FLORESCES 🌹


Enquanto não sagrarem as pedras
O sal das lágrimas não secarão
A raiz deixará de sentir saudades
E os meus olhos não conseguirão fechar
Retratos da minha alma esquecida
Macieira em flor, pomar de retalhos
No meio do nevoeiro em cinzentas águas
Solta a âncora para atracar nos abraços
Que bailam nas palavras, ventania de triste vida
Para bater no fundo da esperança despida
E ao longe vejo-te como as flores desejam luz
Tecendo o perfume dos dias que nada dizem
Nas pedras que sagram dos beijos já dados
Enquanto sangras floresces em sentimento
Nas velhas primaveras das almas que lavras.

Inserida por Sentimentos-Poeticos

⁠Enquanto o coração bater a vela estará acesa .

Inserida por roberto_trabulsi

⁠Enquanto as estrelas saíam para brincarem, preenchendo o céu naquela noite... Ela simplesmente dançava linda ao redor do fogo.

Inserida por TiagoAmaral

⁠Quem vai, leva sempre um pedaço de quem deixou para trás.
Enquanto a quem fica, vive sempre com uma enorme ferida, que ficou no peito, que não sai da mente, que vai e que volta mas não larga da gente.
Martírio sem fim, desatino da alma, se esquece alegria se relembra desaba.

Inserida por LayonSoares

⁠Onde estiverem pessoas de má índole não haverá regras que as segurem. Enquanto que, onde houver gente de boa vontade, as proibições serão desnecessárias.

⁠Nao há virtude em elogiar um, enquanto se humilha e denigre outros.

Inserida por regismeireles

⁠Não deixe a vida passar, seja feliz enquanto puder e acredite na Força do Amor Próprio. ❤

Inserida por durziane

⁠Enquanto as ideologias se distraem, o caos se instaura e algo novo está por vir.

Inserida por lucaslso

⁠O que é a vida? Se não uma simples bola de sabão. Enquanto uns entende isso outros estão perdidos na ondas do engano que a própria bolha concede, na vida temos mais companhia da morte do que as pessoas que amamos.
A vida é um sopro e como um sopro ou um vento ela hoje está aqui e amaha está em Outro lugar, a vida as vezes nós amedronta, nos reprime, nos choca, nos alegra, nos entristece, nos emociona, nos apaixona, nos refreia, nos joga pra cima e pra baixo, nos faz livre e aí mesmo tempo preso, a vida nos faz amantes, nos leva a ser mais observador, mais flexível, mais paciente, mais tolerantes, mais recíproco, mais as vezes ela destrói todos os nossos arco-íris, despedaça o nosso mundo só pra nos ensinar uma lição, nos faz aluno de suas salas de aulas, nos põe redias que não queremos e dá o que achamos que merecemos a outrem.
Sua cartilha é como uma selva; a todo momento têm uma surpresa, a todos os momentos tem um caminho que não conhecemos, a vida é um labirinto perigoso, ela não vê se os seus participantes são inocentes ou não, ela não permite que os seus jogadores a burlem, mais ela aceita que os seus jogadores ou participantes trilhe os seus caminhos, mais isso não é segurança pra ninguém, é ela que dá o seu ponto final, a sua assinatura é definitiva e só pode ser mudado com o aval do Eterno.
A sabedoria da vida pode ou não mudar o seu futuro, a sabedoria muda o caráter, a forma de pensar, as diretrizes do ser humano, mais não muda as páginas que já estão se findando ou começando na vida de um ser vivo. A cada vida um final e a cada final uma história que se escreve nas páginas do universo, somos frutos de uma geração de sábios tolos onde que o seu bem maior é tudo menos a vida, são como filhos cegos, surdos e mudos, que se desviam para tudo menos para olhar que as primavera vem acompanhadas tbem de outras estações.
Se é sábio pensar na vida séria mais prudente pensar na morte, porque tudo perece, até mesmo aquela que lhe deu a vida escorerá diante de seus olhos como água escorre de uma filete na fenda de uma rocha, e a tão inabalável nada pode fazer para conte-la, por isso ame quem deva ser amado, se alegre com quem lhe faz bem a alma, beije os lábios de quem aquece o seu corpo, leve-o ao suprasumo, tire o orgulho da cartola do seu coração e o faça sumir diante das suas ações antes que a vida abra as portas para a sua face mais negra, antes que a luz se apaguem diante dos seus olhos, antes que a plateia se vá ou antes que você se vá com a plateia e deixe a quem mais ama em um palco escuro onde as cortinas são como nuvens densas e escuras.
Sei que alguém ou algumas pessoas acharam isso tudo uma grande besteira, outras acharão meio fúnebre, mais tenho a nítida impressão que há um grupo de pessoas que buscam a vida em sua plenitude, mesmo sabendo que é impossível pensar em dias sem que no meio desses dias há noites embutida neles, como também não se pode separar a luz da sombras que ela cria, assim como a morte está pra vida, assim a vida está pra morte.
Pense que...
Use esse dia como se o amanhã fosse o último, diga, pense, haja como jamais hagil, ame como jamais amou, viva pra você como jamais viveu, beba água aos pouco como criança, degute-a até que o seu paladar defina que gosto ela têm, respire, calmamente, até que a vida passe diante dos seus olhos, sinta-se como uma energia que pecorre as suas veias levando oxigênio até seus pulmões, sinta o seu coração, é bom né?
Sinta também o Espírito de Deus em seu corpo, enfim faça tudo isso porque para onde vamos, ninguém se casa e nao é dado em casamentos, se você é uma pessoa reflexivas além de lê, vai analisar tudo que está escrito aqui e me ajudará a levar palavras de igualdade, irmandade e funcionalidade.

Pense e me respondam , sobre o assunto.

O conselheiro H.s

Inserida por ConselheiroHs

⁠Ensinar e aprender é um ato de amor e engrandecimento mútuo, enquanto que educar é impactar gerando oportunidades para ensinar e aprender.

Inserida por otavioplavor

⁠A esquerda enxerga a escola pelos óculos do sindicalismo (remunerar professores), enquanto a direita a vê pelos olhos do mercado (fornecer mão de obra).

Inserida por PensamentosRS

⁠Enquanto não concentrar toda tua atenção naquilo que realmente deseja, não obterá sucesso. Manter a atenção em mais de um objetivo, é desperdício de energia e ações. Quando realmente definir o que quer e colcoar ali toda tua força, circunstâncias e tudo mais se ajustará para que seja recompensado por teu empenho e comprometimento.

Inserida por CarlissonMota

⁠enquanto sigo nessa estrada procurando me encontrar, lembro de quando teu sorriso arrancou de mim o ar, o dia em que te vi pela primeira vez, e num instante o mundo todo se desfez, o teu olhar que num momento tirou todo meu chão, a tua voz profana que arrancou meu coração. Tudo que era já não mais me importava é a incerteza do futuro já não mais me amedrontava.
E hoje tento esquecer do que passou, e apagar a dor de te perder, a dor que queima em segredo a dor causada pelo medo, um medo que cresceu rápido assim, o medo que tirou você de mim, me atirando num caminho que parece não ter fim. É hoje sigo nessa estrada tentando me enganar, me perdendo a cada dia e esperando te encontrar.

Link.D

Inserida por Linked

⁠Ninguém é pra sempre de ninguém. O 'pra sempre' é enquanto durar. Se quer seu direito de ser livre, a liberdade deve ser recíproca. Deixe o outro ir quando não quiser mais ficar.

Inserida por TherezaSobral

⁠2020 – UM ANO PARA SE ESQUECER OU ADOTÁ-LO ENQUANTO PARÂMETRO DEFINITIVO?

* ZILMAR WOLNEY AIRES FILHO

As advertências estavam lá no Código Divino: “Estejais prontos!” Do mesmo canteiro de lições gratuitas, também está jungida a reflexão sobre as catástrofes, mortes coletivas, ponderando as suas existências, para renovação, mudança, evolução da humanidade.
De certo, é que havia um modus vivendi, onde diversas pessoas estruturaram suas teias habitacionais e relações pessoais revestidos por uma bolha virtual. Daí em diante, horas intermináveis em sítios e redes sociais ao arrepio da ideal alimentação, e do mínimo acondicionamento físico. Reconhece-se, com pesar, que os diálogos eletrônicos atropelaram o interagir presencial com pessoas e natureza.

Outrossim, num factício dia, sob a auréola de nuvens escuras e baixas temperaturas, a atmosfera dos laboratórios chineses deslizava, de forma silenciosa e fatal. Talvez, numa estratégia de disputa por fatias do mercado. De modo, que no ar ficou o rastro do corona vírus pelas cidades, estados, países, continentes, dizimando vidas, populações. Alguns sobreviventes, para evitar o contágio; outros, já imunizados pela resistência, para evitar a disseminação; se autoflagelaram num regime de prisão domiciliar.
Neste lado de quarentena e isolamento social, muitas pessoas redescobriram que possuíam uma família, esposa, filhos, pais, irmãos, tios, avós, e que necessitavam interagir com esses. Constataram que havia um quintal com plantas, aves, cães, gatos, um céu azul cheio de estrelas e um sol radiante de energia sem ônus. Atinaram, enfim, que o pequeno espaço físico do lar servia para inúmeras ocupações e atividades, inclusive para caminhada e até o ofegante teletrabalho.
Em tempo de reflexão, volvendo o olhar para o que ficou para trás, depara-se com a geração dos anos 60, e o sonho de liberdade da sua juventude. Rememora a paz e o amor dos hippies cabeludos e os festivais Woodstock nos anos 70. Finalmente, extasia-se com a fartura e riqueza cultural insuperável dos anos 80. Logo após, houve um hiato, um vazio em inúmeros aspectos e circunstâncias, salvo pontuais exceções. Acredita-se que o eclipsar dessa ausência de cultura e arte por tantos anos, submete-se agora a um veredicto de juízo final apocalíptico no Tribunal da Pandemia do Corona Vírus. As premissas, álibis, teses se articulam na perspectiva de questionamentos, tais como: O que fizemos? O que produzimos, nestes anos todos? Será que apenas copiamos, plagiamos? Só fizemos leituras sintéticas, rápidas, de conteúdos rasos? O que retivemos neste longo interregno das relações virtuais sob a viatura da internet?
Nos meados do ano 2020, o grito de Silvio Brito nos anos 70 ainda ecoa: “Parem o mundo que nós queremos descer!” O roqueiro Raul Seixas já profetizava, sobre o silêncio nas ruas, comércio fechados, num dia em que a terra iria parar. As pessoas ressentem, enfim, que a respiração ofegante não alcança a velocidade de celulares e computadores de última geração. Os cidadãos não querem tantos títulos e nem tampouco super-heróis de netflix. Necessitam apenas dos préstimos da enfermeira, do médico, do padeiro, do lavrador, do gari, da faxineira, esses heróis do sermão do monte, legado insuperável da ética cristã.

As estatísticas de milhares de mortes diárias constituem o parâmetro definitivo do ano 2020. Em quem acreditar? Nas gestões, governos, políticos, que ostentaram tanto poderio em material bélico, mas não detinham o mínimo de estrutura hospitalar e medicamentos, nem tampouco pesquisadores, cientistas, para prevenir e combater o Covid-19. A saúde e os investimentos em pesquisas e estudos científicos relegados a segundo plano expuseram a estupidez dos administradores públicos que preferiram os investimentos maciços em material bélico e conquistas de territórios para garantia de petróleo.
A reflexão que se chega ao final é que jamais seremos os mesmos, e nem tampouco teremos o parâmetro daquilo que fomos ontem, amiúde pela inexistência de registros de um tempo que se pautou pelo predomínio do fútil e descartável. Aquilo que poderemos ser no futuro, em nível de gente, constitui uma incógnita. Certamente, haverá uma longa marcha de desconfianças, suspeitas, incredulidade.
Espera-se, não obstante, que o ser humano novamente volte a confiar, assim como a palmeira confia nas abelhas, colibris, e ventos de julhos, conduzindo o pólen das árvores vizinhas para fecundar seus frutos. Assim como o chão árido espera e acredita pelo regresso das primeiras chuvas para engravidar o solo e gerar novas sementes.