So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
As pessoas se vão mas as melodias
ficam para nos fazer reviver aquilo
que o tempo nos faria esquecer.
“Descobri que aquilo que eu chamava de resiliência era, na verdade, Deus me sustentando para que eu não desistisse.”
Ela pinta o sete,
é bastante audaciosa,
poucos a merecem,
faz o que gosta,
aquilo que lhe tira o estresse,
se vão gostar, pouco importa,
sua presença intensa enriquece,
sorte de quem a nota.
Quando o amor-próprio se torna profundo, aquilo que for menos se mostra raso e aceitá-lo passa a ser um grande absurdo, um descaso com a própria existência, que faz ignorar tudo que não é amável apenas por carência
portanto, um despertar muito necessário para transformar o mundo particular, provando a prudência de se amar para não aceitar um amor falso ou sem a profundidade suficiente, prestado com pouca vontade, de um jeito negligente,
Amar de acordo com uma visão humana, obviamente, não é algo fácil, muito menos, perfeito, são raros os momentos de amor de verdade, há mais erros do que acertos, da sutileza à complexidade, mas já é um começo a capacidade de amar a si mesmo.
Todos nós morreremos um dia. Mas chegar ao fim da vida sem sequer ter tentado realizar aquilo que sempre sonhamos é ter existido sem jamais ter vivido.
Eu amaria cada átomo do seu corpo.
E, se me fosse concedida a faculdade de contemplar aquilo que os olhos não alcançam, amaria também cada partícula de sua alma, cada pensamento que jamais ousou pronunciar e cada silêncio no qual sequer você foi capaz de compreender a si mesma.
Pois, que é o corpo senão a manifestação transitória de algo que, em sua essência, talvez não pertença inteiramente à matéria?
E se a carne se desfaz, se os átomos que hoje compõem sua existência amanhã se dispersam pelos confins da criação, que seria do amor que lhes dediquei? Pereceria ele com a forma, ou permaneceria, incorpóreo, na memória eterna das coisas que um dia se encontraram?
Pergunto-me se amar alguém não seria, em alguma medida, reconhecer-lhe a existência para além daquilo que dela nos é permitido conhecer.
Porque não amo somente aquilo que vejo em você. Amo também aquilo que ignoro. O mistério que precede suas palavras, a imensidão que se oculta por trás de seus olhos e até mesmo as partes de si que talvez jamais sejam reveladas a mim.
E se, porventura, a eternidade nos concedesse existências sucessivas, e em cada uma delas você surgisse sob uma nova forma, com outro nome, outra face e outras memórias, ainda assim eu desejaria reconhecê-la.
Não por recordar quem você foi, mas por sentir, em algum recanto inexplicável de minha consciência, que há existências cuja presença não nos parece inteiramente estranha, mesmo quando tudo nelas nos é desconhecido.
Talvez amar seja isso: não exigir que a forma permaneça, mas desejar que aquilo que nela reconhecemos jamais se perca.
E se um dia me perguntassem por que a amei, não responderia que foi por sua beleza, por suas virtudes ou pelo bem que sua presença me proporcionou.
Diria apenas que, entre as infinitas possibilidades de existência que o universo poderia ter produzido, houve uma em que você existiu.
E a mim, que nada exigi da criação para além da oportunidade de testemunhá-la, isso já me pareceu um milagre inigualável.
💡 **Você é uma Casa Inteligente**
Por: Carlos Henrique Humanizado
Tudo aquilo que entra pelos sensores (neurônios) — sejam dados físicos (alimentos, remédios, etc.), lógicos (racionais, emocionais, mentais/espirituais) ou por algum dos sentidos (pensamentos, áudio, imagens, odores e experiências táteis) — é traduzido pelo processador (o consciente).
Esses dados são armazenados no HD (o inconsciente) e passam a comandar, em piloto automático (impulso/intuição), grande parte das rotinas da casa (comportamento, sentimentos e padrões repetitivos).
Se o dado for bom, a casa prospera, refletindo em saúde: mental > física > sexual > relacional > espiritual > acadêmica > laboral > financeira.
Por outro lado, se o dado for confuso, ignorado ou corrompido, a casa sofre escassez, resultando em medo e insegurança (mental e física), e manifesta sintomas como traumas, crenças limitantes, comportamentos excessivos, doenças e dores.
🧭 **Moral da Parábola**
Você é uma casa (o corpo) inteligente (a mente).
- Seu corpo é a estrutura.
- Seu sistema nervoso é o servidor.
- Seu consciente é o processador.
- Seu inconsciente é o HD onde tudo se grava.
- Seus neurônios são sensores que nunca dormem.
Tudo que entra em você vira código lógico (energia). Todo código se transforma em comportamento ou pensamento, hormônio.
*Todos direitos reservados a CH².
Porque, às vezes, acreditamos que aquilo que ocupa nossa mente está bloqueando completamente o nosso horizonte.
Até levantarmos os olhos e percebermos:
ainda existe céu.
Talvez aquilo que chamamos de “contato espiritual” seja uma experiência produzida pela consciência enquanto estamos vivos.
Até que ponto aquilo que chamamos de “verdade religiosa” é uma escolha livre e até que ponto é consequência do lugar, da família e da cultura em que nascemos?
Se Deus realmente é criador de toda a humanidade, então ele conhece aquilo que nós conhecemos, inclusive o lugar onde nascemos, a família que tivemos, a cultura que recebemos, as oportunidades que tivemos e as limitações que carregamos.
Um Deus onisciente não precisaria descobrir isso através de uma ficha cadastral.
E talvez seja justamente por isso que você não precise viver aterrorizado pela ideia de que existe uma pequena burocracia celestial esperando para conferir se você frequentou o templo correto, na denominação correta, durante o número correto de domingos.
A ingratidão machuca especialmente quando percebemos que o outro tratou como obrigação aquilo que oferecemos por escolha.
Conselhos do tempo para
uma borboleta,
Aquilo que lhe parece ser uma prisão
É na verdade sua proteção.🦋🦋
O medo ensinou meu coração a falar baixinho,
com medo de apanhar por dizer em voz alta aquilo que sentia.
Muitas vezes, aquilo que julgamos ter dado errado foi, na verdade, a maneira que a vida encontrou de nos conduzir na direção certa. Nem toda perda é um prejuízo, nem toda despedida é um abandono e nem toda porta fechada representa o fim de um caminho.
Às vezes, insistimos tanto naquilo que desejamos que não percebemos que certas coisas precisam sair da nossa vida para que outras, muito melhores, possam encontrar espaço. O que hoje nos faz chorar, amanhã pode nos fazer compreender. O que agora parece um obstáculo, com o tempo pode revelar-se um livramento.
A vida tem seus próprios caminhos, e nem sempre conseguimos compreender suas escolhas enquanto estamos atravessando as dificuldades. Mas o tempo amadurece o olhar, reorganiza os sentimentos e nos ensina a enxergar sentido até mesmo naquilo que um dia nos fez sofrer.
Porque nem tudo o que perdemos era para ficar, nem tudo o que desejamos era para ser nosso. Às vezes, o que chamamos de fracasso é apenas a vida nos desviando de um caminho que não nos levaria aonde realmente precisávamos chegar.
O homem que aprende a renunciar ao que deseja para honrar aquilo de que precisa torna-se senhor de si mesmo. Porque nem todo desejo merece ser satisfeito, nem toda vontade merece ser seguida. Há momentos em que a verdadeira força está em dizer não ao prazer imediato para não trair os próprios princípios, em abrir mão do que seduz para preservar aquilo que realmente importa.
Quem não domina os próprios impulsos torna-se prisioneiro deles. E quem pode ser seduzido por qualquer desejo, manipulado por qualquer promessa ou conduzido por qualquer tentação acaba entregando aos outros as rédeas da própria vida.
A liberdade começa quando seus desejos deixam de dar ordens e sua consciência assume o comando. Afinal, o homem que governa a si mesmo jamais será escravo daquilo que deseja — nem instrumento nas mãos de quem sabe usar seus desejos contra ele.
