Sinto sua Falta
já faz uma semana que não nos falamos, a falta de ti não vai embora, a dor não quer passar, tenho que arrumar forças em outra fonte, pois outros lábios, outro olhar, outro corpo não esta resolvendo, continuo me frustrando, e assim continuo te amando, tenho cicatrizes feitas por você minha Deusa Negra, profundas que não deixam eu parar de pensar, sempre que o tempo muda elas doem muito.
Meus diplomas
Tenho um parâmetro confuso.
Já perdi o norte.
Culpei a falta de sorte.
Pelo aflito coração intruso.
Por todas angústias.
Todas preocupações.
Agonias e aberrações.
O desatino da mente.
O ímpeto descontente.
Avaliei as considerações.
Incapaz e frustrado.
Fugaz e enjaulado.
Sem função e nada de maestria.
Como dói e consome dia dia.
De repente me deparei.
Estou eu no coliseu de Roma.
Ou não.
Sou eu formado e com uma série de diplomas.
Certifico mim dono da dor.
Agrego o sofrimento.
Também manifesto desamor.
Por não entender o sentido do tormento.
Mas eu consigo ser conselheiro de mim.
Não sei o que faço com diploma.
Pois a tristeza é forte aroma.
Que se aloja em mim.
A ignorância é devastadora.
Dizia o poeta.
A luta continua.
Diploma pode ser uma lavoura.
Simplesmente se houver coragem de enfrentar as feras que existe no coliseu em mim.
Pode ser em Roma, sem diploma.
A coragem de começar e saber que ainda não é o fim.
Giovane Silva Santos
Eu não tenho medo das mudanças,
tenho medo da falta de resultados.
Meu frio na espinha não é a decepção,
e sim a descrença nas pessoas
e a negação em viver o intenso.
Quando é dor, sei que cessa.
Emocional arruinado,
amor próprio conserta.
Mas quando não há nada...
Eu me preocupo.
Inexistências me dão calafrios.
A falta que me fazes. ..
Faz me falta.
Não uma falta qualquer
Tenho por ti ânsias de abstinência ...
Dói me as entranhas
Desassossega me o ser
Convulsiona me a alma.
És a visão que meu olhar almeja
O sabor pelo qual meu paladar saliva
A musicalidade perfeita à minha audição.
És a razão das minhas filosofias
A cura para minhas manias
A tranquilidade para o meu ser.
Por tudo e por tanto, faz me falta
Não uma falta qualquer!
Tenho por ti ânsias de abstinência.
E quando não vens
Sou só solidão
Meu sol já não brilha
Não floresce a margarida
A lagarta não metamorfoseia em borboleta
As estrelas não cintilam no cosmo e o poeta não transcreve o verso.
...És todo meu universo!
Então amor
Apressa te à correr para os meus braços
Para preencher meus abraços
Para tomar para si meus beijos de cereja
E curar me desta doença que é a saudade abismal que sinto de ti.
Elisa Salles
A pandemia nos confinou em nossas casas e tenho a impressão de que chegamos a tal ponto de falta de conscientização, que uma doença de proporções mundiais nos colocou numa espécie de “cadeirinha do pensamento” como crianças birrentas e recalcitrantes que teimam em reincindir nos mesmos erros, em não querer evoluir, passar para a etapa seguinte, sendo imprescindível uma pausa forçada para reflexão e sendo necessário um confinamento obrigatório para organizarmos a desordem que existe no mundo e que parte de dentro de cada um de nós.
Não tenho medo de morrer
Me falta ar
Parece uma eternidade estou me afogando nas minhas próprias lágrimas atormentando a mim mesma eu sou meu pesadelo mais conhecida como anjo negro
Tenho vícios de linguagem...
As trago na escrita talvez pela falta do som, da aspereza na voz, de severidades no olhar.
Na falta de aspectos sisudos, prudentes, dou gritos entre reticências.
E nas minhas figuras de linguagens, metáforas, paralelismos, anáforas, enfim, encontro nomes sem pronomes, sujeitos sem predicados, damas sem honras, homens de papel....
Que Deus me dê a coragem que às vezes me falta...
Me dê paciência que às vezes não tenho...
Que seja a minha voz nas palavras que às vezes se
calam ou não sei me expressar...
O abraço que às vezes faz falta...
Que afaste os medos que às vezes me assustam...
Que tire de mim a angústia que às vezes me aperta o peito...
Que me ofereça seu colo para que possa chorar...
Que Deus me ajude a suportar todas
às vezes que quiserem me machucar,
porque hoje eu tenho a certeza
que não nasci para ser amada,
mas para aprender a amar.
Partes
Tenho o olhar perdido,
na busca para te encontrar.
Sem que nada digas partes,
sem tí, falta tudo.
Meus cabelos longos, o que
mais posso fazer, prá te ver
novamente.
Diz, o que queres, só não me deixes
sem rumo e sem sentido.
Os dias passam, e sem ti graça não
têm, são vazios.
Tudo o que faço, involuntário é.
Mostra de novo o teu sorriso,
assim mostras-me a vida, a sorrir.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista.Aclac
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Não sei fingir que tá bem
Esse defeito eu não tenho
Posso até voltar atrás por sentir falta
Mas eu sei dentro de mim
Que nunca mais vai ser igual
Aposto em tudo que penso,pois é só o que tenho!Escrevo para não falar,talvez por falta de coragem,mas não por falta de idéias,palavras ditas são levadas ao vento,já o escrito fica guardado,tanto no papel,quanto na memória,mais belas são as palavras não ditas pois dizem exatamente o que a alma quer!
Ainda não tenho nada, mas, não foi por falta de esforço. Foi porque comecei do zero, ou talvez, por essa razão, eu devo ter tudo e não sei, pois, luto pelo que quero.
Tenho vontade de fazer uma coisa que quero é por falta de coragem não consigo,também para dizer o quanto que te amo. Amigos também tem sentimentos, vou me expressar com a vontade mais sem a coragem para dizer que eu quero só você.
SOU FELIZ”
Não tenho tudo
Mas possuo o que preciso
Não sou rico
Mas não falta o necessário
Principalmente a paz
Sou feliz.!
Porque sou o que sou
Não sou as vezes o que quero
Mas o que espero de ser
O que Deus sempre quis
Sou feliz..!
Não porque canto
Ando, vejo e posso sorrir,
Pois há muitos mutilados
Que até lhe faltem tais ações
Nem por isso deixam de ser realizados
Sou feliz..!
Não porque as coisas me faltam
Pois na me impediriam de ser
Insisto na probabilidade das coisas aparentemente não existentes virem à tona
Sou feliz não porque eu tenho
Mas porque sou
E sou porque, creio e me detenho de que tudo é possível ao crer
Sou feliz..!
Não porque vivo
Posso a qualquer momento morrer
Mas, a morte jamais pode tirar minhas expectativas me deter
Pois o corpo é com a semente que caem na terra vinda a nascer
Sou feliz..!
Com esforço
Através da fé, esperança, e renuncia
Tenho conseguido até vencer
Sou feliz..!
Porque não me limito meu prazer, minha satisfação
No que é aparentemente transitório
Aquilo que me realiza está além dos que aos meus olhos naturais podem ver
Sou feliz..!
Não porque sofro as oposições
Mas porque elas contribuem para que eu possa melhor me identificar
Na paz além do é, e posso ver
Sou feliz ..!
Não porque o sol brilha
E eu posso vê-lo
Inda que falte mesmo assim feliz eis de ser.
