Sinto Saudade
Não quero acordar para viver da saudade que sinto por você, sei que não quero tirá-la do meu pensamento;
O que mais quero é trazê-la para o meu mundo e ouvir a tua voz que não se arrependeu de estar ao meu lado;
Não sei se devo declarar todo o meu amor a ti, mas tenho a certeza de não querer perdê-la;
Fazer o quê se os meus olhos se alimentam de sua beleza?Por isso minha vida não tem sentido sem você;
Envolvo-me em tuas asas quando sinto frio e saudades do teu calor, eu recolho-me em teu casulo para que em meu silêncio eu possa descrever a imensidão dos meus sentimentos a ti;
O meu verbo é a sua conjugação da inocência que me desatina em um desassossega frenético que tanto me deixa pelo avesso;
Por que sinto tanta falta de você? Não nos conhecemos e nem nos vimos para tanta saudade! Não a vejo, mas a imagino da minha maneira, pelas suas expressões, tua voz suave e suas verdades;
Sei que os pensamentos são absurdamente salientes a intimidade de cada um, porém é curiosa pelo comportamento que se espera;
Não pense que és diferente de outras mulheres por ser fofinha, seja diferente pelos seus sentimentos e não pela comparação;
Viva e deixe viver para que conheças a felicidade mesmo momentaneamente para um tanto que te faça bem;
Sinto me acuado quando não sinto a tua presença!
Meu coração desaba de saudades,minha alma se desespera por não ter a sua atenção;
Sou carente dos teus sentimentos, esperando a iniciativa do teu coração;
Eu me esforço, mas ninguém
percebe os meus artifícios
Sinto saudade de mim
ou em uma vida à dois
quando nem sei se
foi vivida;
Sei que não adianta ficar
a se lamentar...
O primeiro passo a se tomar
é ter atitude, evoluir e melhorar!
Mas nas minhas inspirações
Eu vivo como um poeta
Pinto os meus sonhos
escrevendo como seria
bom viver ao lado dela...
Quando digo que sinto saudades de mim, eu me refiro aos sentimentos, às pessoas, aos lugares e a todas as pessoas que já se foram. Aprendi que nem todo luto vem depois da morte de alguém; vem toda vez que você deixa algo para trás, quando deixamos uma parte de nós. A gente quer manter as memórias vivas, mas o tempo nos distância e nos desconecta.
26 /03/2025
Eu sinto saudade de tantos momentos e pessoas, mas falta mesmo, eu só sinto a sua. É só você que altera minha rotina sem me deixar nervosa, que me sufoca de amor e eu não consigo enjoar jamais. Quero você comigo sempre, em qualquer momento e situação, com a confiança, sintonia e parceria que nós temos, e que tudo de bom que houve entre a gente nesses quatro anos, continue fluindo intensamente. Um dia sem você é até aceitável, mas é uma semana é insuportável. Mas eu sei meu amor, que quando nos vermos novamente, o amor vai se tornar ainda mais intenso e valorizado. E que assim seja sempre, em qualquer despedida e reencontro que eu tenha com você daqui para frente.
Não consigo descrever a saudade que eu sinto daqueles dias, posso apenas sentir e tentar desabafar um pouco. Você se foi, mas deixou tanta lembrança, tantos momentos que ficarão eternizados em minha memória. Todos cometem erros e alguns dos nossos erros nos afastaram, mas eu tenho certeza que em algum lugar, nossos destinos voltarão a se encontrar. Não é possível que tudo que vivemos tenha que permanecer no passado. Eu te perdoei de coração e por isso, desejo que o futuro tenha nos reservado algo. Nossas almas estão acorrentadas, e infelizmente, só percebemos isso depois que acabou.
Quando a saudade sufoca, pouco consigo descrever o que sinto, mas muito me emociono. Sempre me lembro de um tempo bom que não foi tão aproveitado, mas hoje, mais madura e otimista, eu vejo o quanto aquela fase foi maravilhosa. Passo por aquelas ruas, por aquelas pessoas, é uma mistura de emoções, sentimentos, lembranças e um pouco de alegria ao lembrar de todos aqueles momentos. Quando eu volto a pensar naquela época, só consigo ter sentimentos bons. Sempre me lembrarei daquilo tudo com muito amor e saudade.
Claro que sinto saudade, mas de forma alguma quero de volta. Sofri muito no passado por sua causa. De forma alguma quero o seu mal, mas quero o meu bem, não vou sofrer por você outra vez. Eu aprendi a viver sem. Não vou mentir falando que te esqueci, é impossível, de alguma forma sempre lembro de você. Mas na verdade, desejo manter no passado, porque no presente não se encaixa mais. Não tem mais espaço para você no agora, e principalmente, não tem mais espaço para a dor que senti.
E amo tanto você. É meu pensamento constante. Sinto saudade logo que me distancio de ti. Esse homem maduro que você é faz meu coração saltar de alegria. Gosto de contemplar sua face e pensar como é bom estar contigo.
Tenho saudade
de você
do teu cheiro
das tuas risadas.
Sinto falta
de escutar
o som da sua voz
ao amanhecer.
Tem sido difícil
não te ver aqui comigo
mas, preciso aceitar
que a vida continua...
Sinto o peso da solidão e a saudade
Que você deixou dentro de mim.
Nada é como antes
E mesmo que eu tente fugir dessa situação
Sempre volto para o mesmo lugar.
A vida é vazia
Sem teu amor
E desde então fico parado no tempo
Na esperança da sua volta
Acreditando fielmente que exista amor eterno.
Em outra circunstância eu diria que sinto saudades; outrora a casa vivia repleta de crianças; filhos, netos, sobrinhos... éramos uma família unida e feliz. Foi um tempo de abundância quando o algodão era um sinal de luz, as árvores frutíferas atraiam os pássaros, as flores ornamentavam a casa grande, como promessa de muita felicidade e tudo isso começou na igrejinha de santa Rita de Cássia pequena e acanhada de piso morto. Frei Jerônimo celebrou nosso casamento depois de seis anos de namoro, discussões ríspidas entre nossas famílias que tinham suas rixas e eram contra a nossa união; mas o amor se sobrepôs ao ódio e derrubou a cerca de arame farpado que ia da estrada até as proximidades do rio, o que compreendia nossas propriedades e não deixava de ser um bom pedaço de terra, algumas cabeças de gado, porcos e outras criações, além do algodão e do milho. A partir de então houve entre nossas famílias uma total harmonia, eu diria que nos tornamos uma, porque os problemas que surgiam eram nossos e resolvíamos em conjunto e nossas alegrias eram compartilhadas; então veio, em homenagem a avó paterna Ana Luzia, nossa primeira filha: Analu. Juaquim meu marido queria que ela se chamasse Elenice o meu nome mas eu tinha uma grande admiração por dona Ana, minha sogra, que mesmo nas nossas rixas durante o nosso namoro nos apoiou. foram anos de uma felicidade completa; vieram outros filhos e isso só consolidou o nosso amor. ninguém teve tanto a certeza de ser amada como eu; mas mesmo nos melhores momentos, as vicissitudes da vida acontecem e ninguém está imune às paixões.
Analu corre ainda entre a varanda, o pomar e as roseiras que adornam a frente branca e azul de nossa casa, nas brincadeiras ingênuas de sua adolescência com os irmãos, primos e vizinhos, Juaquim cuida dos bichos ou das plantações e provavelmente cantarola uma canção romântica; assim as coisas ficaram na minha lembrança. Numa parte ou outra, dunas ameaçavam bairros e as chuvas tornavam-se mais escassas. ouvia-se histórias de famílias que migravam por essas dificuldades; resistimos a todas as adversidades.
Era uma tarde nublada de agosto, Juaquim tinha ido pescar no rio quando o carro entrou pelo nosso portão e chegou bem próximo aos degraus que conduziam a nossa porta; era Eriberto, o advogado, que trazia uma pasta; ele cuidava do inventário do sr Benedito, meu sogro, falecido há poucos meses, vitimado por falência múltipla dos orgãos. Ninguém diagnostica o tempo como causa mortis; meu sogro já contava 99 anos. "Quem é esse anjo?" Questionou Analu, que já contava 18 anos. Heriberto era assim, dava sempre essa impressão, e se sorrisse e nos olhasse nos olhos passava-nos a sensação de uma fragilidade que também nos contagiava. Eu já conhecera aquele sentimento e vivia numa dúvida cruel, convivendo com aquele remorso, imaginando se Samuel, meu filho mais novo, não seria filho de Eriberto. desde então Analu parecia mais calada, vez ou outra estava sempre no telefone sussurrando; Samuel certa vez ao chegar da escola mencionou ter visto Analu na pracinha conversando animadamente com Heriberto parecia uma tragédia anunciada, meses depois notava-se a barriga de Analu crescida; Juaquim chegou a ir atrás de Heriberto, mas ficou sabendo que ele era casado e havia se transferido pra outra capital; meses depois nascera Cecília, mas Analu perdera todo o brilho do olhar, juaquim também ficara meio rançoso; certa noite me questionou por que eu não lhe falara sobre a origem de Samuel. Juaquim era um anjo, de um amor puro e imaculado. Quantas vezes olhamos o por do sol sobre as dunas que guardavam a nossa história; e dali vimos o brilho de um nascente renascer nos olhos de Analu, que na igrejinha de santa Rita de Cássia, agora com piso de mármore e torres iluminadas, casara-se com um dos filhos de um primo distante de Juaquim.
De vez em quando penso que todo esse tempo não passou, quando contemplo Gustavo, marido de Analu, tirando leite das vacas, colhendo o milho, obsevando a plantação de algodão; ele também cantarola algumas canções que mencionam amor e paixão, de vez em quando caminhamos à beira do rio; de vez em quando são subdivisões de uma eternidade que se divide em partículas para serem bem guardadas ou esquecidas pelo tempo e o perdão.
Um dia me separei!
Sinto saudades das conversas fiadas, das traquinices que fiz, dos sonhos que tive, das risadas bobas e dos momentos lindos e loucos.
Sinto saudades até dos momentos tristes, das angústias, dos bailaricos de finais de semana, enfim... dos companheiros adolescentes.
Sempre pensei que aquelas amizades continuassem para sempre. Mas hoje parece que tudo acabou!
Hoje, cada um foi para seu lado, seja pelo destino ou por alguma desilusão. A vida segue..., talvez um dia possamos nos reencontrar, quem sabe!
Enquanto isso, a saudade vai apertando bem dentro do peito.
Quem me dera que a vontade de ligar, de repetir todas as bobagens e de juntar todos daquele grupo fosse possível, nem que fosse para um último adeus de um amigo.
Assim, entre lágrimas e cabisbaixo, não desistirei de sonhar que um dia voltarei pelos mesmos motivos que a vida me separou.
QUALQUER OUTRO NOME
Se, sinto a tua falta, é saudade,
Se, sinto a tua alegria, é felicidade,
Se, sentir tua preocupação, te darei tranquilidade,
Se, sentir tua tristeza, espero trazer-te a felicidade.
Se, sinto tua presença, encontro confiança,
Se, ouço tua voz, abala meu chão,
Se, encontro teu olhar, vejo esperança,
Se, alcanço o inalcançável, alcancei teu coração,
Se o que sinto tivesse outro nome qualquer,
Ainda assim seria o mesmo sentimento abrasador,
Pelo que és como menina ou como mulher,
Ainda assim seria de ti todo o meu amor.
“Se a rosa tivesse outro nome, ainda assim teria o mesmo perfume.” William Shakespeare
Autor: Agnaldo Borges.
03/03/2015 15:04
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