Sinto o Vento na Janela

Cerca de 53244 frases e pensamentos: Sinto o Vento na Janela

Todo meu tedio acaba quando te vejo, sei la, Sinto paz quando seguro suas maos, sinto o vento da liberdade tocando o rosto, sera que isso é amar ?

Inserida por geovanafla2

A minha alma é um silencio
de cinzas, de mágoas deitadas ao vento
não sinto, não vejo, nem escuto.

O meu coração que bate baixinho
já não sou mais quem eu era..e talvez nunca venha a ser..
cansada da longa caminhada, mesmo com fé

Mergulhei na noite escura, sozinha, escondida
de mim mesmo à beira de um precipício
de onde a mão de um anjo socorreu-me

Andei perdida, esquecida de mim mesma
sem pressa de encontrar o caminho
ouvi uma voz e continuei sempre em frente.!

Inserida por MariaIsabelMoraisRF

Pensamentos ao. Vento ...
É manhã ....
Sinto o sol a nascer uma saudação por mais um dia ..
Sinto o cantar dos pássaros uma sinfonia sem igual ...
Sinto a brisa da manhã ...
Sinto a mística do lugar ...
Sinto um perfume sem igual indescritível ...
Sinto a presença de uma força maravilhosa no qual treme meu ser ...
Sinto minha alma clamando aos céus a alegria ....
Sinto a harmonia da natureza saudando a tudo em seu redor ...
Sinto a liberdade não é apenas uma condição mas um estado temporizo
Sinto que nossas almas são livres e este momento é apenas um ciclo ...
Sinto as vibrações das borboletas ao redor embelezando a paisagem ...
Sinto que tudo isto foi feito para você ...
Sinto o amor não na carne mas no espírito pois dura eternamente ...
Sinto o tempo todo a fragrância e o bater de seu coração ...
Sinto sua alma brilhante por seu olhos castanhos e cheios de ternura ...
Sinto que tudo isto foi feito pra você ...
Irmanzinha ....

Inserida por Tadheuabibe

Na Estrada ....
Caminho sem direção definida ...
Em passos firmes ...
A chuva parou sinto o vento apenas ....
Em meio a nuvens ainda carregadas surge a estrela maior ...
Vozes ecoam em minha mente ...
Não pare ...
Você não deve parar ....
Vamos força ...
Olhe as flores que vão e vem mas a roseira continuá-la ....
Firme ....
Absorva a energia ....
Não pare siga a luz ....
Redenção ....
O amor puro e verdadeiro vem da alma ...
Força ....não pare ....
Continue ... Use o vento para lhe mostrar a direção ...
Sua jornada lembre se ....
Não deve parar ...
Continue a caminhar ....

Inserida por Tadheuabibe

Nesse meu mundo meio estranho, sinto está sozinha em meio há jardins, vento, chuva...tristeza é minha companhia onde var, é meu ombro amigo, meu braço irmão...solidão ! Sem rumo, sem caminhos...portas fechadas, janelas trancadas...faltam sonhos, sorrisos...a poesia e o poeta também tem seus dias só !

Inserida por LeoniaTeixeira

Eu crio asas ao sentir a brisa do vento
Por isso sinto e ressinto lembranças antigas
E assim vivo e vivão, ando com alucinações
Criando e escrevendo razões
Por isso vivo de ilusões.

Inserida por Letra-A

A CARAVANA





Eu sinto o vento a recobrir os passos

da caravana, rumo ao ocidente;

rompe, em seu curso, milenares laços...

Mata o passado... E o amor nele existente.



Desertos, vales... Todos os espaços

são inundados por cantar plangente...

Canto que embala a rosa em sonhos baços...

Outros jardins... Não mais chão imanente.



E há tanta dor nos braços da partida...

Tanta ventura feita vã, perdida...

Como olvidar sentir tamanho, assim?



Onde o refúgio do porto altaneiro,

das ternas mãos do amado jardineiro...

Senhor, responde: o que será de mim?



Patricia Neme

(in ALDEBARAN)



A ROSA SE DESNUDA





Não há no tempo a poção de magia,

que traga à rosa o seu primeiro encanto.

Foi-se-lhe a vida... Jaz em agonia,

por não mais ter a voz do próprio canto.



A primavera... Deus, que nostalgia...

Que padecer, que dor... É tanto o pranto...

Onde as sementes? Rosa tão vazia...

Rosa desnuda de cor e acalanto!



Misericórdia, céus, ouve-me a prece,

todo o esplendor da rosa, em mim, fenece...

E o desespero é qual o mar... Crescente.



É lua plena de paixão e sangue...

É rosa morta, de tristeza, exangue...

Buscando as sendas do Grande Oriente.





Patricia Neme

(in ALDEBARAN)











O EXÍLIO





Insensato destino, ao roubar-me a ventura

de ser rosa nos campos do meu florescer.

De furtar-me os mistérios da extrema doçura,

que um profano cultivo não sabe antever.



Exilada a um terreno deserto, de agrura...

O esplendor do meu ser faz, em mim, fenecer!

No mosaico de um chão, sem calor, sem ternura,

me retorno aprendiz... Não mais quero viver!



Jogo ao vento os retalhos banhados de orvalho,

guardo o verde florir e em negror me agasalho...

Dantes, se rosa fui... Hoje sou flor qualquer.



Pois quem foi meu poeta, ficou tão distante...

Pereceu na perfídia do agora inconstante...

E da rosa não resta o perfume, sequer!



Patricia Neme

(in ALDEBARAN)









O DESABAFO





São todos órfãos, meus poemas, meus sonhares,

morreu de angústia o eterno vate que cantava.

E entre as colunas do meu templo de pesares,

uma saudade, imensa, ardente, faz-me escrava



de mil promessas, votos, juras seculares...

Tudo olvidado. E então, o amor que me alumbrava

tornou-se folha desvalida entregue aos ares

da tempestade hostil, feroz, que a dor agrava.



E as rimas puras, expressão de sentimento,

jazem perdidas num murmúrio de lamento...

Meros retalhos de palavras no papel.



Já não mais sei onde buscar minha poesia,

em meu jardim apenas pó, melancolia...

Onde reencontro, em mim, a rosa menestrel?



Patricia Neme

(in ALDEBARAN)









A REALIDADE





Já não há como rejeitar esta existência

de reflorir em meio às urzes dos canteiros.

De pouco serve suplicar benevolência,

a quem não ouve a paz cantante nos outeiros,



e desconhece, do luar, os tons primeiros,

que são, do sol, a mais sutil e pura essência.

E traz no olhar intentos vãos e sorrateiros...

E faz da vida desamor e inconsequência.



Onde o bailado do chamejo das fogueiras,

a voz do vento, a sussurrar nas tamareiras...

Neste jardim trabalha a mão da iniquidade.



Sementes negras, de amargura e de saudade,

florescem guerras, desencontros, desencanto...

Padece o sonho, ora regado por meu pranto!



Patricia Neme

(in ALDEBARAN)









O DELÍRIO





Não sei quem sou... Sequer sei quem serei,

no vendaval, eu me perdi de mim.

Lembranças vagas, nada certo sei...

Inda sou rosa? Ou quiçá, alecrim?



Talvez areia, da senda onde andei...

Ou penas d’asa de anjo-querubim?

Cegou-me o olhar fogoso do astro rei,

pra que eu não veja mais o meu jardim?



Mas, se ao redor já não há mais canteiros,

só a tristeza vinda dos salgueiros...

Morreu o sonho, a vida se acabou?



Ou eu findei e vago no infinito...

Quem concedeu-me o fado contradito

de, por amor, já não saber quem sou?



Patricia Neme

(in ALDEBARAN)









MAKTUB





Quem destinou-me o denso manto do degredo,

na amara ceia, onde o destino foi selado?

Jerusalém... Sepulcro do real segredo...

Aldebaran... Berço distante... Meu passado...



Onde os arcanos que entretecem tal enredo

além memória... No ancestral, plano traçado?

Rosa exilada nas entrâncias do rochedo,

compassa o tempo, até o retorno consumado.



Se estava escrito, cumpra-se o marco imutável,

seja a aprendiz, por fim, a mestra venerável,

a transmutar estéril chão, em firmamento.



Se estava escrito... Olho ao redor... Um recomeço?

Aceito o fado. Se assim é... É o que mereço...

Há um amanhã... Que agora exista o esquecimento.



Patricia Neme

(in ALDEBARAN)









REFLEXÃO





Sumum é o vento andante do deserto,

surge do nada e em nada vai-se embora.

As dunas bailam, sem tempo, sem hora,

a senda faz-se um caminhar incerto.



Sumum... Mistério... Futuro encoberto,

a ventania tece o aqui ... E o agora.

Estrelas guiam... No chão de Pandora

não há vontade... Não há longe ou perto.



Destino, fado... Vendaval... Surpresa,

miragens, sonhos... Esperança acesa...

Só no infinito, rota alvissareira.



Pétalas secas, sem viço ou perfume...

Eu sou a rosa que perdeu seu lume,

no exílio imposto... Longe da roseira!



Patricia Neme

(in ALDEBARAN)









A COMPREENSÃO





De medietate lunae, ao Ocidente...

Tanta distância, silêncio... Ironia...

Ser rosa é o canto de um amor silente,

a perfumar a noite densa e fria!



Ser rosa é a cruz da vida transcendente,

cedro vergado ante a sabedoria...

Está na rosa, o espinho da serpente,

e a suavidade da voz da harmonia.



É ousar supor no sol, seu cavaleiro,

mesmo trajado qual fora um pedreiro...

E florescer bondade e perfeição.



Na rosa, a gota de um olhar fraterno

em permanente súplica ao Eterno,

para que o amor transponha a solidão!



Patricia Neme

(in ALDEBARAN)









O RETORNO





Embora secas, nas mãos de um grande arquiteto,

pétalas tristes são tecidas qual estrada,

em senda ascensa, a desvendar o que é secreto,

para que a rosa atinja o cume da florada.



Fecha-se o ciclo, por direito, por decreto,

a flor maior ressurge, pura, restaurada;

ao sol dormente, término do seu trajeto,

a entrega é feita. E tudo o mais é resto, é nada!



Além dos véus da inconsciência, o anjo do arcano,

abre o portal do grande mestre soberano...

Em cujo altar a rosa faz-se eternidade.



E em novo rito, ante o olhar dos imortais,

sagra-se a rosa guardiã das catedrais,

dos templos sacros, de justiça e liberdade.



Patricia Neme

(in ALDEBARAN)









AD INFINITUM



Ad infinitum, pela eternidade,

Eu Sou a rosa da divina essência.

Eu Sou teu canto de feroz saudade,

na vida além do véu desta existência.



Eu Sou a rosa da tua santidade,

se peregrinas rumo à transcendência;

mas sou espinho, se em ti há veleidade...

E apago o sol da profana imanência.



Eu Sou a rosa de Sarom, de Altai,

Eu Sou o Eu Sou, em ti, e Eu Sou no Pai...

Eu Sou a rosa do Oriente Eterno.



Eu Sou a rosa da mão de Adonai,

Eu Sou a terra... Maria ou Sarai...

Eu Sou o Verbo, por amor, liberto!



Patricia Neme

(in ALDEBARAN)

Inserida por janeanimation

Fico aqui olhando pra este céu carregado de estrelas ,pra lua brilhando,sinto o vento tocar o meu corpo e é como se eu voasse pro mais profundo do meu eu.
Me transbordo em tantos sonhos ainda não realizados,em planos de futuro,me sinto capaz de ir atrás deles sem medo,a natureza me recarrega.
Aqui eu consigo me reconhecer de verdade,minha essência se liberta das amarras que me impedem de produzir,de expor a minha arte interna.
Chego a conclusão que a natureza é o nosso maior mestre, só ela consegue manter essa comunicação silenciosa com aquilo que o ser humano não enxerga de sí mesmo.
Então se abre uma porta pro infinito...

Inserida por MaxCarvalho1046

AURA

Ouço o farfalhar
De folhas secas ao vento,
Apresso os passos;
Sinto num sussurro
O arrepio que submerge
Até minha alma;
Ausculto o velho favônio
Proseando com as folhas verdes;
Sua voz é como melodia divinal.
Encantamento;
Consome a alma dos viventes,
É sobrenatural;
As lâminas parecem experimentar
Uma turgescência aural;
A essência de tudo é a vida.
É inconteste, passional;
Uma efervescência assume
O cômputo do tempo;
Nada mais se pode fazer,
Há um êxtase,
Um frenesi agudo,
Que toma conta e submerge
As almas das inseres
Numa aura angelical.
Outros ventos cantam e dançam,
As folhas no alto balançam.
É o arrebatamento,
O ápice da magia natural da existência.

SINTO A BRISA

No balanço a balançar
sinto vento tocar seu coração
Aderiva em uma canoa
A navegar no banseiros da saudade
Das águas profundas de amor
Sinto a brisa do mar como se fosse seu corpo
Banhado com a beleza pura e verdadeira.
As lembranças vem como tempestade
Querendo me naufragar.

Inserida por rafha_dhemello

Eu sinto o vento bater todos os dias na minha porta me convidando a ser alguém que eu não conheço...mais que está dentro de mim.

Inserida por Jetyumuli

É lá fora que ouço o vento soprar,é lá fora que sinto
o vento passar,só não passa você,a não ser nos meus
pensamentos para lá e para cá.

Inserida por Ivania-D-Farias

O céu escurece
O vento sopra forte
É sinal da tempestade que está por vir
Eu sinto medo do que pode acontecer
E o medo me impede de crer
Observo da janela as nuvens escuras se formando
E meu coração atemorizado acaba ficando.
Me lembro do que li um dia
Que a noite pode ser fria
Como o ser humano sem amor
Se a fé for maior do que o medo
Podemos superar o que for.
A tempestade chegou
E eu aqui fiquei
Firme na promessa daquele que disse
Nunca te deixarei e nem te desampararei

Inserida por moniqueluz

Sinto muito:

Eu sou uma eterna estranha.
Dou a mão para o ar, só para sentir o senhor vento me tocar.
Paro do nada como estátua, só para não afugentar os passarinhos.

Dou oi para qualquer animalzinho que encontro pela rua.
Posso até ser uma louca, mas respeito até a lua.

Portanto não espero de ninguém, nada menos que amor. Porque amor para mim meu bem, é a única coisa capaz de me fazer renascer, todos os dias da minha vida.

Amor é...
Ter para onde ir, mas querer cravar raíz e florir, e florir.
E eu, sou um mar de amar.
Eu transbordo por sentir de mais.

É por isso, que ao invés de esperar para me ferir ainda mais, eu escolho por partir.
E isso não é um ato de covardia, mas sim de muita coragem.

Prefiro um quarto sombrio,
que um abraço mal dado.
Prefiro solidão de ser só, que solidão com alguém do meu lado.
Poema autoria #Andrea_Domingues ©

Todos os direitos autorais reservados 14/03/2020 às 10:15 horas

Manter créditos de autoria original #Andrea_Domingues

Inserida por AndreaDomingues

Maré mareia, o sapo sapeia, o vento venta, e venta forte,
meus amigos, hoje sinto-me a sorte.
Exijo minha liberdade, abuso da audácia,
Questionando toda e qualquer autoridade.

Inserida por Mr_Hyde

⁠Sinto.
Ah!!! Sinto o universo todo a pulsar.
Sinto na cadência do meu coração:. O vento a soprar.
A manhã nascendo.
A noite rompendo com luzes a piscar. Ah!!!! Sinto na cadência do meu coração Naves e cometas a passar, e meu coração tão pequenino sente na cadência da vida, a vida a pulsar.
Sinto a paz ... E vejo a luz! A luz do sol. A luz da lua. A luz das estrelas A luz da humanidade (vida a pulsar). Ah!!! Sinto.
A cadência no meu coração.....

Inserida por MaraDias2020

⁠Sinto frio!
O seu lado tá vazio.
O vento que sopra me causa arrepio
O seu lado tá vazio!
Sinto frio.

Inserida por Waninharaujo

⁠Não existirá tempo, nem vento, nem sopro, que irá tirar de mim o que sinto por você. Nem a tempestade mais violenta, destruirá o que nasceu do meu coração.
Flávia Abib

Inserida por FlaviaAbib

⁠No sopro do vento ainda te sinto. No mesmo lugar, te espero.
Flávia Abib

Inserida por FlaviaAbib

⁠Doce alma, sinto seu toque, sinto seu desejo, sinto seu beijo, eles veem com o vento como se fossem pétalas, tocando minha pele.
Flávia Abib

Inserida por FlaviaAbib