Sinto o Vento na Janela
SOZINHO
Eu distante de você,
O coração grita
A chuva agita lá fora
E dentro em mim um vento frio
Um vazio esperando por ti
Então deixo tudo e ainda o medo,
Vou para o chuveiro me energizar.
Procurando me libertar da solidão.
E a sensação da noite é esta na contra mão.
No bosque embaraçado escrevo teu nome,
Sem saber se existo dentro de você.
As lágrimas dessem quentes dos meus olhos sem porquês,
É como a chuva que caem do telhado lavando as janelas de ipês amarelo.
Um relâmpago o coração dispara
De dentro da alma sai o seu nome,
É o som e o grito
A fome que me consome...
É a saudade sentida e o sentimento ofegante.
Ainda existe muitas horas de noite,
Agora pergunto aos anjos da corte celestial.
Onde você esta que não ouso tua voz.
O gemido mais bonito que sempre enraizar,
Esse pobre infinito de minha alma.
Será que está fazendo o mesmo?
Assistindo a chuva cair sem poder fazer nada.
Porque esse estrada de destino por mais sagrada.
Há de ter uma parada para as duas almas se amar e se dar a eternidade.
No outono florescem sonhos que jamais adormecem.
Céu estrelado, vento á lhe sussurrar...
Permita o amor lhe abraçar.
Ser - te paz.
Permita - se sorrir.
Ser feliz.
Tatiane Oliveira
Beija Flor lhe sussurrou:
Segue o seu caminho,
abrace a vida com carinho.
Seja amor que faz desabrochar flor.
Seja amor que acolhe, afasta a dor.
Seja amor que amanhece em paz.
Seja amor espalhando o bem sem olhar aquém.
Plante amor e colherá sorrisos, tão bem vindos!
Tatiane Oliveira
Deixou - se florir, o amor estava á lhe sorrir.
Seu coração sereno está, o amor é o bem que lhe apraz.
Tatiane Oliveira
Desabrochou as rosas
para o vento espalhar
as pétalas da
esperança que em
meu coração canta.
Esperança de ouvir o teu riso.
Esperança de rimar meu olhar com o teu.
Esperança de abraçar o coração que fez
florescer amor no meu.
Desabrochou as rosas em pleno outono.
Esperança.
Olhou para o infinito, sorriu.
O amor o meu mundo coloriu.
O amanhecer vem vindo, traz consigo
a esperança de lhe ver sorrindo.
Teu amor em mim, será sempre bem vindo!
Sorvete de sol
Olha o sorvete! A orla começando a caminhar...
Vento leve da brisa, pés no chão... ah! como é tão, tão...
Olha o sorvete!; ...devaneios, delírios-delirantes...
Como pode existir um sorvete de sol?!..
Agora?! Ainda com este frio?! Sorvete, sol, intrigantes!..
Com quem eu reclamo?!.. Como pode? Aqui é praia!..
Como se lá' não pudesse frio estar!
Louco, loucura, a quem contestar?!..
Tudo que peço 'e um pouco de SOL, tão, tão...
Olha o ônibus!...
Preciso ir ao trabalho! Seco os pés, mas não esqueço!..
Compromisso comigo mesmo; a praia, sol, sorvete...
Ao contrário do que se pensa, são só as levezas que o vento não consegue carregar: o perfume da nossa infância, o gosto da nossa comida preferida, o cheiro dos nossos pais, a sutileza dos abraços que guardamos, a beleza dos lugares que passamos, o carinho das mãos dos nossos avós nos tocando, todas as paixões que eternizamos.
O mundo girou e o vento forte soprou. Soprou tão longe o que era antes constante tornou-se lembranças de um tempo vívido no subconsciente. Abraçava canta instante e a amizade floresceu amadurecendo com o tempo. Anos se passaram e cada um tomou seu rumo ao sol. Vidas que antes se afagaram hoje não se falam. Tempos e ciclos que o tempo nos fizeram entender que nós somos o nosso maior abrigo. Te desejo luz e paz nessa nova fase pois sei que será feliz e feliz o tempo te faz e refaz. Abraça o novo com o sorriso em teu rosto pois é Ele quem te traz a paz...
Poema: Jefferson Almeida
Semeou o bem.
Germinou além.
Não se preocupe se faz inverno ou verão.
Se há folhas que o vento sopra em qualquer direção.
O que importa é sentir a chuva a terra molhar, e tua alma se alegrar.
O que importa é sentir paz no coração,
gratidão.
O que importa é sentir o calor do sol dentro de você!
Te aquecer, te acolher.
O que importa é deixar - se florescer.
Deixar o amor em ti viver.
Renascer.
As folhas secas sopradas pelo vento buscam o perfume exalado pelos jasmins no infinito.
Valnia Véras
Palavras podem nos fortalecer ou podem nos machucar. Algumas são jogadas ao vento e às vezes vêm em nossa direção, mas cabe a nós absorvê-las ou não. Aceitar a provocação e acreditar ou não! Quando temos segurança de quem somos e nosso poder interior, o que é jogado em nós, não nos afetará. Simplesmente por confiarmos que não somos aquilo que nos julgam.
O mesmo acontece quando escolhemos as palavras para nos definir. Saber escolhê-las fará toda a diferença no resultado que queremos.
De Repente -
De repente surgiu um gesto,
ouviu-se um grito, soprou o vento ...
E num ápice, correu veloz o Tempo
e fiquei sem saber se presto!
De repente, o Céu azul escureceu,
meu olhar ficou velado, marejado,
nasceu o medo, e o teu Amor, calado,
deixou meu Coração, que se perdeu!
De repente, ficámos a sós, sem nos ver,
perderam-se as aves, morreram as flores,
findou a Primavera, ficámos sem nos ter.
De repente, foi nesse de repente,
nesse tão frio e duro de repente que tudo ocorreu,
onde o Ser já nada sente ...
Rodopiei ao som da música
Senti o vento
nos meus cabelos
Cantei, cantei, cantei
Em homenagem à vida
Pudera eu...
Planar na leveza do vento
Povoar teu pensamento
Onde meu sentimento se aconchega no teu
-
Lembro-me. de tantos momentos iluminados
No velho baú da minha mente
Nele encontro fragmentos da gente
Mas também de corações quebrados
-
É uma doce lembrança, o tempo nos faz a cobrança
Mudando a nossa trajetória
Recordo do amor sincero, às vezes ainda te quero
És parte da minha história
.
Rosely Meirelles
Pausa
O mundo está tão diferente
Vento que era de agosto
Tá tudo tão sério
Vem primavera tomar seu posto
O mundo está tão diferente
É um se distanciando do outro
Perdendo grandes oportunidades
Esquecem que a vida é um sopro
O mundo está tão diferente
Com valores invertidos
O orgulho anda vencendo
Infelizmente estamos divididos
O mundo está tão diferente
Olhos tristes por trás de sorrisos
Gritos de socorro
E ninguém dá ouvidos
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 16/09/2022 às 22:15 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
Meu navio saiu do porto carregado de bagagens. Negociei com a vida e voltei de velas ao vento. Nos bolsos nenhum vintém, na alma a sensação de paz!
Se pra você essa balança comercial não fecha, vale o conselho: "Nunca misture a ida com a volta".
Adriribeiro/@adri.poesias
Enfim primavera.
Enfim o desabrochar das flores, o farfalhar das pétalas.
Aquele vento gostoso no fim de tarde, trazendo doce perfume de infinitas flores, de vários jardins.
Enfim primavera.
Enfim recomeço.
Outra estação.
Outra chance.
Outra vez as flores colorindo as ruas, as calçadas, as casas.
Enfim primavera.
Música de Tim Maia pra embalar.
Você e eu de mãos dadas , caminhando por aí sobre um tapete de flores, de esperança, de amor...
Enfim primavera.
Você e eu.
Tá tudo florindo.
Indo.
Num desabrochar divino.
Enfim primavera.
Enfim você...
Que traz sorrisos em pleno amanhecer num dia de primavera...
Aliás, foi na primavera que lhe conheci...
Desde então, a gente cultiva flores, sonhos e bons sentimentos.
Somos amor de todas as primaveras...
Em nós desabrocha bem querer...
De olhar.
De beijar.
De amar sob um lindo luar...
Enquanto a primavera floresce o amanhecer.
Lembro como se fosse hoje. O vento batendo em seus cabelos, você rindo como se não houvesse amanhã, naquele fim de tarde, estava tocando a nossa música, você ainda consegue se lembrar? Seu sorriso era o mais iluminado que eu já teria visto, você delicada, a menina mais doce que eu já vi, quando foi que você se tornou tão fria? Saíamos escondidos a noite, era tudo tão calmo, o brilho das estrelas,brilho do seu olhar.
Foi a melhor sensação que já tive na minha vida,
Eu até entendo você ter que ir, mas precisava ser tão rápido? Eu deveria deixar de admirar as estrelas pois eu já vi todas as constelações em você.
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