Sinto falta do seu Corpo
Pisando na areia já não sinto os pés
Sinto apenas meu corpo tomado por alma
As ondas que teu dançar me traz
Hipnotizam-me e me trazem a paz
Meus pés já não tocam o chão
Já estamos os dois
Alma e corpo
Em seus braços clamando pelo teu seio
Alimente-me de luz
Mãe generosa de amor
Seque minhas lágrimas
Troque-as por água do teu mar
Me faça dançar em tua maré
Me ensine de que maré é feito meu amor
Teus olhos morenos de mar
Teu canto, meu canto, meu olhar
Me conte porque tenho o mesmo olhar
O teu olhar com encanto
Encanto da sereia
Venho a areia pra clamar
Ó minha mãe me leve pro teu reino
Pois só me entregando a ti
Posso me entregar a mim
Odoyá
Sinto você na pele que cobre meu corpo
Sinto seu gosto na memória de um presente constante. Satisfaço a vontade de seus beijos lembrando os beijos que demos.
Saudade é aquilo que faz o tempo parar e que também faz as coisas pararem no tempo.
Por que sinto essa fraqueza no corpo e na alma ao lembrar de nós dois?
Por que esse incomodo que engata na garganta tentando sair e o que sai vem dos olhos?
Por que tudo isso?
Pensei que seria apenas “conversas”, mas tô vendo que mudou de nível.
É foda quando se percebe que está gostando e nem dá pra voltar atrás.
Odeio e detesto.
Odeio gostar.
Poderia ter controlado isso.
E quem controla?!
NINGUÉM!
Quem sabe um dia eu possa sentir o seu beijo, o seu corpo as vezes sinto uma infinita saudade ...
Porque que tinha que ser assim ?
Porque partiu sem explicações?
Eu só queria poder te sentir novamente e poder te dizer algo que sempre escondi de você... Que ainda não te esqueci e a realidade é que euh ainda te amo !
Sepultura da Verdade.
Sinto meu corpo flutuar.
Uma experiência de sofrimento e ódio.
Um sentido disfarçado na incompreensão.
Muito prazer:
Sou a agonia a te ferir.
Uma nova sensação de dor a sua mente recair.
Um túmulo aberto com sua alma aflora.
Pecados e mais pecados no caminho da maldição.
Que novo dia a sombra ilumina.
A luz vinda das trevas de minha alma.
Meu próprio paraíso infernal.
O calor doce vindo das geleiras do meu coração.
Quero poder elevá-la ao ponto de conhecer tudo isso...
Quero ensiná-la a compreender as minhas covas malditas.
Entregar-te uma nova pá.
A fim de cavar mais um buraco nesse espaço de belas flores de sangue.
Sepulta-te ao meu lado.
Todo meu jardim...
Todo o meu amor...
Será todo seu agora.
Um Beijo.
Ao sabor de um beijo sinto meu corpo me libertar.
Sinto a liberdade sobre a vida correr sobre mim.
Seu beijo tem gosto de sangue e dor...
Seu toque é frio como o gelo que brota de seu suposto coração.
Seu olhar é tão vazio quanto sua alma.
A me conquistar com suas mentiras tão cativantes e verdadeiras...
Sou levado ao teu fabuloso julgamento.
No qual se considera apta a me controlar com seus fios de doce nylon.
Que parecem me cortar apenas um olhar assustado...
Meu corpo não controla mais suas próprias ações.
Estou perdido em um caminho de lagrimas no qual a única passagem de volta a realidade é você...
Com suas palavras me desferindo um golpe...
A única vez que sou forçado a abrir meus olhos dessa tortura e enxergar a realidade,
É quando escuto de sua cadavérica e sedutora boca, vermelho-sangue as palavras que me condenam ao verdadeiro inferno...
Eu te amo!
Nem o céu nem mesmo o inferno são capazes de compreender tamanha dor e pesar ao que entrego de bandeja...
Brindai mos à morte.
Um brinde a minha alma que com sucesso você tirou de mim...
Um ultimo suspiro de liberdade, sinto sair de meu corpo já sem vida.
É tão divertido assim cortar um coração fresco e tão puro que ainda acredita na farsa criada por ti?
Tenho uma divida de gratidão por vós,
Pois após minha morte fizestes questão de enterrar meu cadáver já desfigurado na mais alta montanha.
Em um lugar intocável as mãos carnais.
O único lugar onde poderia um dia nem que seja após minha morte cumprir a única promessa que lhe fiz...
Proteja-me...
Sinto saudades,
do que eu pensei.
Saudades da boca,
Que nunca beijei.
De tocar o seu corpo.
Que só imaginei.
De provar teu amor,
Que apenas sonhei...
Ah que saudades!
O Sol ainda brilha lá fora
Eu sinto que luz e calor
Não me pode alcançar
Corpo frio
Longe de tudo
Até mesmo da própria vida
Coração vazio
Nada mais prende mais atenção
Que a vontade de ir embora
Lá no fundo do quintal
O ruído, pouco mais que gemido
De uma alma chorando escondida
O desejo de orar me toma
Mas Deus não há
Há somente a vontade que implora
Com voz que ninguém pode ouvir
E agora?
Edson Ricardo Paiva
Sinto que está com a alma fria, o inverno daí não só gela a sua casa, as suas ruas, o seu corpo por fora, mas também o seu interior que apela sem parar por algo que assemelha-se ao verão e que trás os raios do sol para aquecer o seu corpo na sua plenitude. Esta coisa é o meu grande amor.
Todos os filmes da madrugada não me emocionam mais ...
E a ausência que sinto de seu corpo ao meu lado fazem meu peito doer
Não deveria ter voltado para casa ontem à noite
Seria mais fácil lidar com a minha dor ao seu lado
Mas você me deixou sozinho em meio a tempestade que se formava na minha cabeça
Cheguei a escutar canções de outra época dentro do carro
Elas também não me emocionam mais
Mas você perguntou por mim e me pediu para ir para casa
Então fui ...
A noite estava fria e sentia mais a sua ausência
Entrei no antigo prédio com passos lentos querendo ir ao seu encontro
Mas não fui ...
A culpa não era só minha, você também não me quis que eu fosse
Então trocamos mensagens de amor e tentamos dormir
Sabíamos que ao amanhecer tudo estaria bem
Afinal nos amávamos demais para ignorarmos o amor que sentíamos
És o meu sonho
Vives em mim meu amor
Se te penso, sinto-te...
Acaricias-me com leveza
Meu corpo vibra de paixão
Sinto em mim o odor da tua pele
Nascemos unidos pelo coração..
Sinto-te a cada suspiro
Busco teu aroma no vento
Vejo a luz do sol no teu olhar
Teu corpo se funde no meu
Numa dança perfeita
Mas ao despertar desapareces
E chorando fico sozinha.
"Hoje, a chuva molha meu corpo e já não me importo mais.
Já não sinto frio mais.
Hoje é só indiferença, onde já fora amor por demais.
Já não te amo mais.
Sentir sua falta? Nunca mais.
É triste demais.
Já não choro mais.
Inté, nunca mais.
O que um dia fomos, em solo frio jaz.
Hoje, a chuva dos meus olhos, não inundou meu rosto, bom sinal, já não me importo mais..." - EDSON, Wikney
Sinto o arrepiar ao toque de suas mãos a meu corpo!
A minha pele tem desejos próprios, quanto aos teus pensamentos...
E meu corpo... Ah! O meu corpo é o puro pecado no qual te satisfaça;
Depois do inverno
Internamente sinto as reações e as emoções do meu corpo, ele grita.
Não da para apagar o teu sorriso da minha mente e simplesmente seguir em frente, eu apostei todas as minhas fichas na nossa relação, bobagem.
Agora, nuvens de gelo descem pelas montanhas, o clima é pesado e cinzento.
O tempo passou, a primavera veio junto é tempo de um novo amor.
Dentro de um corpo desalinhado acordei e o que vejo e sinto em mim é uma alma totalmente perdida e enleada, aturdida com tantas perguntas sem respostas nessas oscilações mutantes que são uma incógnita dessa vida incrustadas nessas íngremes encostas.
Me vejo perfeita quando não me vejo
E me sinto poderosa quando desnudo meu corpo
Sou ansiosa pelos momentos que me aguardam
Mas sou cautelosa com os meus pecados na hora;
Não sou uma mulher tão desejável
Mas tenho o meu valor sentimental
Me garanto pelo que falo sou mulher intelectual;
