Síntese

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Síntese é um grupo de rap nacional inicialmente formado por Neto e Leonardo Iran (Léo). O grupo estreiou em 2012 com o lançamento do álbum "Sem cortesia". O projeto se seguiu mesmo com a saída de Léo, e Neto lançou, em 2016, o álbum "Trilha para o Desencanto da Ilusão, Vol. 1: Amem" (2016).

Ser farmacêutico é ser do natural puro à extração. É ser síntese, fórmula ou dispensação. É ser orientação racional às doses de cura ou conforto, sustentada pela responsabilidade da sua imprescindível missão.

Todo o sofrimento neste mundo é o amor aprisionado no coração. É simples assim. Essa é a síntese máxima de toda a história. Quanto maior o sofrimento, maior é a obstinação.

A síntese confusa, que para o filósofo é apenas um começo de problema, é para muitas pessoas a conclusão final mais inabalável do universo.

A MULHER DA MINHA VIDA

Ela foi a síntese de todas as mulheres que já conheci. A mulher da minha vida.
É isso mesmo. Não se tem só o “homem da vida”, mas também a “mulher”.
Permitam-me falar dela que, mesmo sendo um afeto muito pessoal, quero que todos a conheçam. A mulher que construiu meus alicerces e de toda sua descendência.
E ela ainda vive, basta procurá-la nas mãos doceiras e no jeito especial de ser mãe e avó de Eloísa; no olhar meio que severo e na fidelidade trabalhadora de Diana; na firmeza geniosa de Eliana e, em mim, em tudo que consigo ser de melhor.
Impossível se igualar a ela. Era e será sempre única, por isto imortal, feita de atitudes grandiosas e intransferíveis. Uma guerreira que viveu quase um século com dignidade e coragem. Comigo mais de quarenta anos de amparo, amor e doação. Um exemplo de vida, Com ela todos se sentiam especiais. Sabia validar cada um com a palavra certa. De porte pequeno e magro, comia pouco, quase nada, mas produzia fartura com suas mãos calejadas pelo trabalho árduo de todos os dias, sem se queixar.
Depois que ela se foi nunca mais o pão teve gosto de erva-doce, como o que ela fazia no forno à lenha, nem os doces cuidadosamente elaborados, sempre em fogo baixo para não queimar, ensinava ela. Nossos filhos, seus bisnetos, todos foram enrolados em mantas de crochê tecidas cuidadosamente, ponto-a-ponto nas poucas horas que dispunha para descansar. Tirava da terra quase tudo de que precisava para o sustento da grande família de quem era matriarca. Tudo que vinha dela era repassado de amor, carinho e doação. Poucas vezes a vi chorar. Não queria nos atingir com a própria tristeza para que nada nos perturbasse. Sentia-se responsável por nós, como zeladora incansável. E era. Quando ficávamos doentes , com um simples chá de erva-cidreira, um escalda-pés e um paninho quente no lugar da dor , nos deixava curados, prontos para voltarmos às travessuras no dia seguinte, como num passe de mágica. A magia da cura instantânea vinha do amor que colocava em tudo que fazia. Na verdade era o poder do amor e da confiança que tínhamos que assim estava certo e pronto.
Quando penso nela como mulher, não consigo colocá-la em nenhum parâmetro feminino que conheço. Foi mulher de um homem só e muito jovem perdeu seu amado. Falava dele e nos contava como era. Sem saber preparou nossa memória para que um dia pudéssemos contar aos nossos descendentes de onde viemos. Foi fiel à sua memória enquanto viveu. Não conheceu a vaidade, era simples no trajar e na forma de pentear os cabelos presos à nuca, brancos e lisos.
Se eu ficar falando nela, na vida que viveu, da fortaleza sensível que era, de seu legado de amor, com certeza teria que escrever um livro com muitas e muitas páginas. Acho que não conseguiria fazê-lo. Apenas quero homenagear esta mulher, que foi a mulher da minha vida e a sorte que tive em tê-la ao meu lado.
É justo que dedique a ela a singeleza do meu primeiro livro, à vó Geca, que mesmo sabendo apenas desenhar seu nome foi minha primeira professora e me ensinou, numa antiga lousa que fora dela a muitos anos, como escrever letra por letra todo o alfabeto.
Vó te dou de presente minhas “CONVERSAS DE DOMINGO”.



Maria Alice

Todo o universo (macro) se manifesta em cada ser vivo (micro). Todo pensamento ou ação é a vontade do todo. Tudo é perfeito do jeito que é; somos células de um grande organismo - ele é importante, nós não; nossa importância está apenas em preservar esse organismo - somos apenas um aglomerado de átomos; o universo cria quantos corpos quiser, nossa alma é coletiva - se sinta honrado de viver e morrer por este ser coletivo; quando morrer voltaremos a ser o que somos:átomos reagrupados de outra forma, mais apenas átomos. A natureza é nosso verdadeiro corpo e espírito.

Inserida por Vinischuartz

Somos síntese de conhecimento, a partir desse universo escolho o dever moral pra conhecer-me como a ti mesmo e me humanizar,

Inserida por dalainilton

Síntese....
Perguntas?... há as velhas perguntas! O que está acontecendo por ai? Confesso que estou aturdido. Os jornais, e a TV nos deixa em um eterno conflito mental e um estado de alerta constante. Oque estão tentando fazer com a humanidade? Estamos ficando depressivos e desmotivados onde só ouvimos coisas horríveis a respeito de tudo e ficam as perguntas de como resolver?
Será que estamos gostando de ver coisas em que se está destruindo por nada a vida e só ficamos inconsoláveis quando nos achega ou é alguém bem próximo do nosso convívio. E porque estamos tratando como normal certas coisas que são absurdas como e falta de humanismo por exemplo. Será que já não damos valor ao que realmente tem e só quem menos tem é quem paga com a moeda mais cara que é a vida?.
Será que vamos e usamos as redes sociais só pra machucar, afrontar ou perturbar alguém pra nos sentir mais bicho? Sim porque gente gosta de gente uma vez que o somos. Sim, porque o ser humano quando solidário ele é sociável, gosta de conversar, brincar, se divertir. Quem ou oque está querendo com as pessoas que de fato esta fazendo de marionetes levando pra onde bem quer e matando, e fazendo sofrer uma raça a qual chamamos de humana. Esquecem-se de quanto tempo leva-se pra se gerar um ser em que ao nascer é motivo de euforia e graças! Cadê aquele brilho no olhar onde nossos olhos ao se cruzarem quase sai faísca? Porque estão tonando a vida uma simples metáfora? ( deriva do latim "meta" algo e "phora" sem sentido, e significa duas frases ligadas sem sentido mas que há cognitude consistida em desabrochar interesses.)
Não concordo com coisas que não seja de progressão e melhorias. Digo sim a vida, mas com reconhecimento, e não como malucos feito uns e outros que andam pelas ruas e avenidas sem noção achando que é calçada. Pergunto a você como tem passado? Você tem se sentido oque realmente é? E sua parte está sendo feita? Porque se a resposta for afirmativa o mundo terá jeito e mudará. A síntese da vida é uma só ser feliz e lutar sempre. Que a paz seja sempre meta em sua vida.

Impetuosa, teimosa, egoísta e arrogante,sou a síntese da mulher perfeita.

EM SÍNTESE.

Os políticos brasileiros conseguiram a façanha de sermos(Brasil) os piores em credibilidade mundial, novo rebaixamento mostra a capacidade do governo brasileiro de ser incompetente e em fracassar em tudo e tudo por conta de um partido e sua corrupção avassaladora, onde, quem pode mais, rouba mais e que se dane a nação.
Aqui a justiça e tão demorada que faz dos corruptos uma regra de praxe nas suas atividades inimputáveis.

“ A síntese do Amor”

O amor… benigno!!!

O amor é conquista… é raridade é preciosidade.

Amor é vencer aqueles… que não acreditam no seu potencial.
O amor não chega a ser uma grande vitória… se não for uma busca pessoal.

Ser vitorioso é buscar objetivos no amor...
Amar é aquele que consegue
vencer a si mesmo…combatendo seus erros e pisando nos medos… amor é controlar suas paixões.
A vitória sobre nosso amor nasce de nós mesmos com, dedicação, sinceridade, simplicidade e, acima de tudo a verdade no olhar.
É muito mais difícil controlar emoções extremas, do demonstrar a capacidade de amar
Ela requer mais coragem,
mais disciplina e mais decisão!!!
Se você não conseguir mostrar a face do Amor na primeira vez
tente de novo.
Pois o simples fato de tentar de novo…já será sua primeira vitória.

Amor! ame e viva para o amor…

Amor! Ame para ser amado…

Amor! Constante emoção que constrói coisas brilhantes no coração…

Amor! Deixe ele construir castelos em tua vida…

Amor… daí a felicidade em nós…

Está é a síntese do Amor….

Ame sem barreiras, sem fronteiras…

Simplesmente ame...

Admilson

Síntese da vida

A poesia é a síntese da vida,
vida sem poesia é vida inútil
traduza-se isso por:

"Vida sem amor não é vida que vale viver..."

Antes de se aventurar a fazer poesia
antes se faz necessário viver
por isso se lê tantos poemas insípidos
de poetas que não têm calos na alma
nem nas mãos,
nem de viver
nem de fazer poesia.

a nova geração da música será uma sintése maior,uma terceira coisa.Talvez dependem muito de eletrônicos,fitas.Posso imaginar talvez uma pessoa ultilizando das batidas de algo para se comunicar com quem esta a sua volta

O amor nos leva a buscar vínculos e a transformar antíteses em síntese.

Sorte é a síntese de confiança, preparo, auto estima, bem estar comum e com a conspiração do mundo ao seu favor

⁠Eu só apetecia em síntese à uma despedida concebível aos que restaram.

Conhecimento é soma, sabedoria é síntese.

Síntese:


imediatidade da realidade leva-nos aos erros de interpretação, pois a realidade é sempre emocional. Isto se dá porque, qualquer fato apresentado à nossa percepção, acaba sendo captado segundo o nosso modo de ver o mundo. Em outras palavras: há sempre um juízo de valor, uma avaliação, que é sempre pessoal.

5. Síntese e integração multidimensional

A ética, portanto, não é apenas filosofia, mas uma ciência aplicável:

É o campo gravitacional que organiza matéria, energia, história, leis, economia, consciência e tecnologia, permitindo que sistemas humanos e artificiais tomem decisões responsáveis, proporcionais e sustentáveis.

Essa visão permite:

Aplicar ética em políticas públicas e sistemas legais;

Integrar tecnologia de IAs na tomada de decisão ética;

Antecipar efeitos de ações humanas e artificiais em múltiplos níveis sociais, econômicos e naturais.

Ser negro, ser branco, ser todas as cores, é ser a síntese viva da humanidade.
Em cada cor habita um reflexo do divino, e na pluralidade se revela a essência da existência.
O homem é um espelho do universo: múltiplo, mutável, eterno na luz do Senhor do Tempo e da Vida.
Reconhecer-se em todas as cores é libertar-se das fronteiras da matéria e compreender que o ser é, antes de tudo, unidade.
🕊

A síntese de O Cristo Nu pode ser entendida como uma narrativa poética que aproxima a figura de Cristo da realidade cotidiana e social contemporânea.


Síntese


O poema apresenta Cristo despindo-se da glória divina para caminhar entre os homens, tornando-se humano e próximo dos marginalizados. Ele é visto nos trabalhadores comuns, nos diaristas, catadores, ambulantes e nos que carregam cruzes invisíveis. O texto denuncia as injustiças sociais, comparando o sofrimento moderno às imagens bíblicas da Paixão: boletos como chicotes, preços como lanças, mercado como calvário.


As “trinta moedas de pratas” simbolizam a corrupção e a ganância que ainda vendem destinos e silenciam vidas. Cristo chora junto aos Lázaros de hoje — os pobres, os esquecidos, os que dormem sob marquises e disputam restos. Ao mesmo tempo, o poema afirma que não virá salvador externo: cada pessoa é chamada a ser “seu próprio Cristo”, a assumir compaixão, esperança e resistência.


A ressurreição é apresentada como experiência diária, nos gestos simples e na sobrevivência diante da violência. O legado do Cristo nu é a força da humanidade que, mesmo abatida, renasce todos os dias.


Em resumo, O Cristo Nu é um manifesto poético que une espiritualidade, crítica social e filosofia existencial, mostrando que o divino se revela no humano e que a redenção se dá na luta cotidiana pela dignidade e pela esperança.






⁠O Cristo Nu


I – Abertura e cotidiano
Olhai, olhai os pássaros em seus voos misteriosos,
Olhai as flores em seu desabrochar livre.
Vede os lírios nos verdes campos: se vestem tão belos e trazem os aromas pela manhã, espalhando perfumes pelo ar.
Portanto, eu aqui, ao olhar com clareza, avisto: quão formosos são, assim como a alma dos que labutam suas lutas diárias.
Pois, se a alma brilha sob o peso do fardo,
o homem exala em si a rara fragrância da nobreza — o aroma sagrado de quem constrói o mundo.
E quando o Verbo habitou entre nós, revelou-se: Ele, o filho do carpinteiro,
moldou como artífice a madeira e os pregos que o sistema, um dia, usaria contra Ele.
Assim como o construtor de hoje, que ergue o prédio onde jamais terá morada,
Ele se ajusta agora em meio a rostos cansados, a operários e à multidão das ruas.
São os cristos diários, batendo ponto em fábricas e escritórios, sob as luzes das lanchonetes e o óleo das mecânicas.
Cristos na diarista, nos postos, no catador de lixo, no vendedor de água e nos trens com seus ambulantes.
Almas de mão de obra erguidas para construir presentes e futuros,
nos alojamentos distantes e no suor do asfalto.
Eis o corpo: o vigor entregue às máquinas e aos balcões.
Eis o sangue: o fluido que move a economia do cansaço.
O sagrado se transmuta no suor das batalhas, onde cada gota de lágrima é o vinho de uma nova aliança com a vida.
A simplicidade resiste ao ego insano.
Resta um Cristo nu, de braços abertos,
folheando páginas do tempo e da história.
Moedas ainda compram vidas; esperança ainda se esconde nos cantos da alma.


II – O Cristo que desceu patamares
Um Cristo que desceu patamares:
primeiro, despiu-se de sua glória celestial
e caminhou entre os homens;
depois, desceu da cruz para mostrar o caminho —
não de forma divina, mas humana —
o caminho da compaixão, da esperança,
da expiação que se revela no cotidiano.


III – O Cristo chora
Periférico caminha pelas ruas,
a compartilhar o pão vivo da esperança
com os largados nos corredores de hospitais,
com os espremidos nos ônibus e trens
das manhãs de segunda-feira.


São os Lázaros de agora:
os que dormem sob marquises,
disputam restos com ratos nas ruas,
caminham como almas perdidas,
envoltos em sua dura realidade ambígua,
carregando cruzes sem nome,
à espera de um milagre que não vem.


Seu Getsemani é o travesseiro nas noites traiçoeiras.
O traidor que o vende por trinta moedas
é a cegueira diante do enredo criado.
Sua Via Crucis é feita de congestionamentos,
lotações e filas intermináveis.
Um Cristo que não sorri, não reclama;
guarda uma vaga esperança de dias melhores, mesmo desajeitado na cruz.
Uma cruz herdada, uma cruz que nasceu com ele.
Sem saber, grita ao Pai:
“Perdoe, eles não sabem o que fazem.”


Num desses dias, o Cristo calou-se e começou a chorar,
não pelo amigo Lázaro, mas pelo leite azedo que puseram à mesa.
Ali, não teve o bom vinho; fizeram do leite, coalhada.
A esponja de vinagre veio em forma de luz cortada pelo dinheiro que faltou.
Houve quem, como o centurião,
agarrando-se ao seu manto escarlate, surtou;
mas aqui, o manto é a pele no sol a sol,
e o escarlate é o suor e o sangue deixado.
Houve um certo Cirineu que se juntou para arrastar o madeiro,
simpatizando com seu choro e sua dor.


IV – As moedas de pratas
Trinta moedas de pratas
ainda vendem destinos,
ainda compram silêncios,
ainda pesam na balança da injustiça.


São vendidas por um sistema caótico,
num banquete de ganância, prepotência e luxúrias,
onde vidas se tornam mercadorias
e esperanças se desfazem em pó.


V – O Cristo político-social
Eu vi meu Cristo sorrir quando chegaram
com pão e leite frescos, e no mesmo instante soou algo estranho na TV:
falavam dos dois ladrões — o capitalismo à direita, o socialismo à esquerda.
E surgia o terceiro, chamado Barrabás:
um mecanismo chamado governo,
eloquente e audaz, prometendo o céu
já que o paraíso não tinha dado certo.
O pão nosso é a labuta do cotidiano,
o templo se ergue no seio da família,
e o sagrado é a força motriz de quem tece dias melhores.
Meu Cristo Nu habita em cada alma que expia sua existência em dias tempestivos;
pois o sagrado não ocupa palácios majestosos, nem habita catedrais de pedra,
vindo Ele de uma manjedoura para brilhar na resiliência de quem não se dobra ao fardo
e na resistência de quem sustenta o mundo com as próprias mãos.
O cálice deste Cristo é o sistema corrompido, entre ternos, carros de luxo e vida boa.
O chicote que o açoita são os boletos diários e impostos extravagantes.
As carnes continuam rasgadas, sem esforço,
pelo braço forte da indiferença.


VI – O Cristo interior
A lança transpassada
é o anúncio na alta dos preços,
e o mercado é o calvário.


Não virá salvador algum
para fazer o que só você pode fazer.


Tu és o teu próprio Cristo.


O Divino já disse:
“Vós sois deuses.”


E, por isso, como pequenos cristos,
somos levados — dia após dia — cativos,
como ovelhas ao matadouro,
como cordeiros mudos ao abate.


VII – Paixão e ressurreição cotidiana
A Paixão de Cristo são os regalos dos passeios;
o piquenique no parque da esquina,
o vão das coisas ditas nos olhares cheios de ternura,
nos momentos simples.
A ressurreição é o mote diário,
equilíbrio entre estar vivo ou morto nas trevas da violência.
Num domingo qualquer verei o Cristo descansar.
O dia é dele.
E sagrou-se senhor do seu dia.
Um dia tranquilo, movido a cheiro de mirra e aloés:
a fragrância final de quem, enfim, cumpriu sua jornada.
Todos os dias nascem novos cristos.
E quando eu me for, matarão esses novos cristos que vieram à terra.
Só não matarão o legado do Cristo nu.
Nossa ressurreição é diária dentro deste ciclo.


Autor: Israel Soler