Sinceridade de um Homem para uma Mulher
Biopoesia
O homem e o seu império
Seleção natural por aqui vigora
“Meu tempo é agora”
Me leve a sério
A dor que há lá fora alcança seu prédio
Comida na mesa, na boca da presa
Produtos na loja vêm da Natureza
E quanto custa o seu tédio?
Extinção, estes são retratos da interferência célebre
O animal bípede caminha em passos leves
Sob a terra cintilante onde a atmosfera ferve
Nunca será o homem nem a sua inteligência, seus estudos ou conhecimentos quem irá determinar a existência de Deus.
Por que é e sempre será Deus quem determinará a existência do homem.
Ricardo Baeta.
O Filósofo do mundo não é um homem nem aquilo por ele escrito. O Filósofo do mundo é aquele espírito que vai filosofar o que leu, viver o que aprendeu e ensinar à quem se perdeu.
Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Distante de seus sentidos
Ignore o homem vivo
Ignore a arrogância do homem vivo
ignore sua prepotência
Mas não ignore a ignorância do homem vivo
Do homem-mentira
Do homem-dia
Fuja desse perigoso homem vivo,
Evite ouvir sua voz,
Caso o encontre, desça o véu sobre seu rosto e oculte seu corpo sob suas vestes lutuosas
E, se ele bater palmas em seu portão, limite-se a espreitá-lo através da cortina
Mantenha as luzes apagadas, as janelas e portas fechadas.
Espere-o partir,
Espere-o desaparecer
Espere-o morrer
Certifique-se de que foi encerrado em uma cova profunda,
Ou ele sangrará suas páginas espectrais
Silenciará suas elegias fúnebres
Não tema o eco das trovas abissais do homem morto.
O homem vivo é um devorador de demônios e agoniza por sua incapacidade de domá-los.
Mas o homem morto foi por eles vencido e dele nenhum mal advirá.
O homem é doptado de vários talentos, tocador de inúmeros instrumentos, mas, ainda não conhece profundamente a arte de tocar verdadeiramente um clitóris, e quando assim suceder haverá um marco importantíssimo na história
In, O amanhecer
Você faz a sua parte!
“Agora, homem mortal, eu estou pondo você como (atalaia, sentinela) vigia de toda a nação de Israel. Você dará a eles os avisos que eu lhe der” (Ez 33:7).
Deus faz a parte dele!
“Mas você, povo de Israel, diz que o que eu faço não está certo. Eu os julgarei por aquilo que fazem” (Ez 33:20).
O sentinela dá o aviso e o povo ouve, mas tem livre arbítrio para seguir ou não a instrução dada por Deus através do seu profeta.
No entanto, o povo deve estar consciente da sua responsabilidade sobre acatar ou não a palavra dada por Deus, pois, certamente, disso virá o juízo divino.

Deus nos dá uma missão a cumprir e devemos buscar cumpri-la fidedignamente. Porém, há coisas que só cabe a Deus fazer, como julgar alguém.
A verdade é que Deus sonda e conhece todos os corações e as suas intenções de modo que, mesmo que pensemos que alguém está agindo de forma errada ou inapropriada, somente Deus tem a plena capacidade de avaliar o comportamento de uma pessoa.
Cada um responde pelo que faz, pensa, sente… Se uma pessoa fere outra, Deus sabe. E, mais ainda, se uma pessoa fere o coração de Deus, Deus sabe — massacrar alguém que não merece apenas por capricho, injustiçando-o pessoal ou publicamente lhe causando desprezo, menosprezo e vergonha, não lhe dando a devida reverência, além de ser irreverente às coisas de Deus assim como admitir idolatrias, tudo cabe a Deus julgar.
O que podemos fazer na nossa condição humana a fim de evitarmos a somatização decorrente das dores emocionais e um abalo na estrutura espiritual é manter o equilíbrio, a longanimidade (Gl 5:22), e a luta interior contra qualquer indignação passível de provocar um grande mal no próprio coração. É preciso evitar as raízes de amargura para o próprio bem. (Hb 12:15)
Basta ao homem não pensar onde estaria se não tivesse caído, mas lembrar-se onde chegou por haver recomeçado.
Enquanto existir entretenimento dentro das igrejas o homem permanecerá no pecado e não conhecerá verdadeiramente Cristo.
Quando o homem conhecer a verdadeira graça de Deus, ele será liberto de tudo aquilo que o aprisiona no mundo.
O sonho acabou !!!
"Escrito em 29 de abril de 2006)
Era uma vez um certo homem que se interessou por uma mulher. Passaram-se alguns meses, um ano até que esse resolveu se declarar a sua admiradora. Durante esse tempo o homem descobriu que gostava do jeito dela e a desejava. Ao declarar, isso gerou um alivio a alma deste pobre rapaz. Foi algo que há muito tempo esse homem não realizava. O coração dele ficou leve, em paz. Logo no primeiro encontro o homem pediu a mão da mulher em namoro. Ele disse a ela que não iria fazer pressão sobre o direito de resposta. Bom, passaram-se dois meses e o homem esperava a resposta da mulher, ficava na expectativa, ansioso, esperando o sim daquele desejo. Neste intervalo o homem comunicava-se com ela através de e-mails e não obtia o retorno. O homem chegou a ligar e não obteve sucesso. Passaram-se mais de dois meses e o homem tomou uma decisão: não adianta mais investir energia nessa relação. Tudo não passou, mais uma vez, de um sonho, de um amor não correspondido. O sonho acabou. A vontade de estar acompanhado daquela mulher ficou perdida no tempo, foi para o espaço, ficou no ar. Ao invés de abraçar a mulher ele disse: “abracei o vento e o travesseiro. Fiquei sem saber para onde ir, ficar nos braços de quem? Quem é que vai me aconchegar agora? Que coisa é essa? Como é que pode? Porque? O que fiz de errado? O que há de errado?” __ o homem inconsolado perguntava a si mesmo o que poderia ter acontecido. Uma coisa é certa o homem tinha sentimentos muito especiais por aquela mulher. Sentimentos que foram: destruídos pelo tempo, pela longa espera, vencidos pelo cansaço e pelo desprezo. Eram sentimentos puros, bons, ardentes e verdadeiros. Foram negados. Perderam-se no tempo e no Universo. Uma coisa é certa aquele homem estava disposto a passar por cima de todas as barreiras, a arriscar tudo por aquele desejo. Ele não tinha nada a perder ao lado daquela mulher. Ele ganharia, ela também. Tudo foi por água abaixo. Nenhum dos dois saíram ganhando. O jogo terminou empatado. O sonho acabou. Foi bom enquanto era sonho, pena que não se tornou realidade. Era uma vez …
Se o homem goza de liberdade em sentido materialista, quer dizer, se é livre não pela força negativa de poder evitar isso e aquilo, mas pelo poder positivo de fazer valer sua verdadeira individualidade.
"A vida é prato recheado de peixes do mar, o homem cego pela fome, as vezes aprisionado pela mente, não resiste, traga a carne, junto o espinho que fere o homem."
Giovane Silva Santos
