Silenciosa
Mais uma vez termina o dia, mas silenciosa a vida segue deslizando pelo fio encantado da magia, bordando com fios de ouro o amanhecer de um dia novo.
Acostumada com a solidão
Que aos poucos se tornou minha amiga, diria até uma ouvinte silenciosa, porque ela não me julga, ela só me ouve calada , mas
sabe tudo que sinto de cor
Porque muitas noites, choro em silêncio
Pra não acordar outra dor
Sinto tão sozinha que até dói , fazer o que né talvez algum dia mude ou não só o tempo dirá , né meu amor ❤️🤩
A solitude é como uma benção silenciosa, onde posso mergulhar profundamente em meus pensamentos e sentimentos, encontrando respostas que só o silêncio pode revelar .
A obsessão cega enquanto a traição silenciosa revela o que os caminhos meticulosos nunca ousaram mostrar.
É no silencio da noite que nós descobrimos nossos maiores demônios, na silenciosa e confortável escuridão que eles aparecem e nos fazem duvidar se realmente ainda estamos vivos. Eles fazem de tudo pra destruir o que construimos e tentam fazer você mesmo aceitar que não merece existir,viver e amar a si mesmo, é quando entendemos que se você não lutar por você ninguém mais vai te levantar e tirar você do fundo da escuridão interna que você carrega
A Constituição não é apenas um documento; é a voz silenciosa da nossa nação, garantindo que a justiça prevaleça em todas as esferas da vida pública e privada
O educador é a luz que conduz o caminho do conhecimento, a força silenciosa que faz o futuro acontecer. Em poucas palavras, eles ensinam não apenas conteúdo, mas também valores e esperanças.
Para cada aula, a chance de conversão vem quando a curiosidade e a informação se encontram. Um verdadeiro educador encoraja - provoca o pensamento crítico, acolhe a diversidade e nutre a empatia.
Na arte de ensinar, eles se tornam jardineiros da mente, onde as sementes que são semeadas florescerão ao longo da vida. Hoje, celebramos aqueles que com amor e dedicação escrevem a história de cada aluno, inspirando sonhos e, no processo, constroem um mundo melhor.
Nesta noite silenciosa e nessa solidão noturna, é onde todos os meus sentimentos e pensamentos vem à tona, transbordando tristeza e felicidade em simultâneo.
Ódio
O ódio é essa coisa silenciosa, que se esconde nas frestas do que eu fui.
Ele não grita, não pede, não fala. Apenas cresce. Como uma planta amarga, que se enraíza nas profundezas da alma.
E eu? Eu sou só o vaso, a terra que já não floresce, que só sustenta essa sombra que me habita.
Ele corrói, devagar, sem alarde.
Sinto nas mãos, nas pequenas ações, nos olhares que já não sabem mais ser suaves.
O ódio não tem pressa, ele espera. Espera o momento de ser. Porque, no fundo, o que ele quer não é me consumir, mas transformar-me em sua morada.
A sala estava silenciosa
vultos tremiam na parede
reflexos da luz lunar
a imaginação
desenhava bichos
de sombras nas laterais
e o pensamento
― indomável ―
lhes dava vida
e até os ouvia
mas a alma
― exausta ―
depois dum longo dia
fechava os olhos
buscando os
anjos da paz
para levarem
consigo meu olhar.
MATERNIDADE ATÍPICA
Cada lágrima silenciosa, cada noite em_ que a exaustão bateu, cada vez que pensou em desistir e ainda assim escolheu continuar... são essas batalhas que revelam sua força. Orgulhe-se dos caminhos que percorreu, das vitórias invisíveis que só o seu coração conhece. Você é a definição viva de superação e resiliência. A cada dia, sua coragem e amor são a luz que quia esse caminho único, chamado AUTISMO!
Crônica: A Poeira na Varanda.
A poeira na varanda é testemunha silenciosa de um tempo que deixou saudades.
Naquela época, a cidade era pequena, e a vizinhança era uma grande família. Todos se conheciam pelo nome e sobrenome, e os compadres e comadres se encontravam na missa de domingo.
Era um ritual sagrado, onde as famílias se reuniam para uma boa conversa, um dedo de prosa, enquanto o sol se punha no horizonte.
A cidade, com suas poucas ruas, era um lugar onde tudo estava ao alcance. Da padaria ao bolicho, do pequeno mercado à farmácia, tudo era próximo. A vida rural era pacata e cheia de simplicidade. Nos sítios e chácaras, criava-se de tudo.
O leite fresco chegava à porta, e as frutas e verduras eram colhidas no quintal, fresquinhas e saborosas.
As famílias eram grandes, compostas por avós, tios, tias, primos e padrinhos. Todos conviviam em harmonia, e aos finais de semana, a festa era certa. Sempre havia um motivo para comemorar, seja um aniversário, uma colheita farta ou simplesmente a alegria de estarem juntos.
Era um tempo de vida calma, cercas baixas e muros que não escondiam os vizinhos. Todos se cumprimentavam com um bom dia, boa tarde ou boa noite.
Hoje, resta apenas a varanda empoeirada e as memórias de um tempo que deixou saudades. A poeira, que se acumula lentamente, é um lembrete constante de que, apesar das mudanças, as lembranças daqueles dias continuam vivas no coração de quem os viveu.
“A humildade é silenciosa, mas genuína; a modéstia, às vezes, pode ser o eco de uma escolha estratégica.”
Nos dias cinzas, há uma profundidade silenciosa, uma sabedoria oculta onde olhos carnais, cegos à sua essência, não percebem que, sob a superfície do desespero, um vibrante colorido aguarda. Esses ensinamentos, sutis como a brisa, ensinam que a vida não se limita ao que se vê e no vazio, encontramos um espaço para refletir, e nos tomamos ainda mais ricos em entendimentos que transcendem a paleta visível.
