Silenciar
Eu preciso, eu quero. Quero deitar-me, silenciar-me e talvez até gritar! Tenho medo, sim eu tenho medo. Vem, estou te esperando há dias; vou me levantar, erguer a cabeça e sair a sua procura. Espere-me, me escute, olhe-me com outro olhar, já posso sentir a ternura mais terna em seu olhar. Olhaste diferente desde o dia em que eu toquei-a com as minhas singelas palavras. Talvez não foram as minhas palavras que fizeram você ficar atraída por mim e sim o eco que grita em nossos corações desde vidas passadas e quem sabe essa não é a hora de fazer tudo valer a pena? Essa pergunta não pode ficar sem respostas, é claro que o destino vai se encarregar de respondê-la.
Psiu! Silêncio! Silenciar é preciso. Escute apenas o som do vento. É Deus que fala e se revela neste momento. Abra teu coração, deixe-se acolher por Ele. Psiu! Silêncio!
Algumas vezes é melhor silenciar... Mas não sair de cena... A verdade e o tempo se encarregam da resposta certa no momento oportuno.
" O mal humor pode silenciar um ambiente e até contaminar quem está do seu lado".
Autor: Henrique R. de Oliveira.
Porque emudecer se nem a água é muda?
Porque calar se nem o fogo é calado?
Porque silenciar se nem a natureza é silenciosa?
Não vou me silenciar em meio aos Tolos, eu vim pra incomodar pode falar de mim em minha ausência...
Meus heróis também tiveram inimigos por dizer o que pensa!
O meu silêncio em comunhão com a consciência aconselhou-me a silenciar! Por isso, não espere palavras de mim, apenas silêncio!
Silênciar não é esquecer. Antes o silêncio que dar aquilo que não tenho, aquilo que ainda está verde dentro de mim. Prefiro calar a ser negligente, pois não concedo espaço para cuidar de meias verdades.
Então desapareço.
Silenciar com alguém é uma ferida viva naquele que silencia! É a presença da morte do outro que ainda aqui nesta vida vivia...
Preciso silenciar o meu EU
Para ouvir JESUS falar.
E no ouvir... Adormecer o meu existir,
E adentrar nos átrios de DEUS.
Há tanto o que dizer e há tanto o que silenciar, me perco nas minhas ferramentas e nas minhas armaduras sem saber em qual momento devo usar-las e se devo usar-las ou deixá-las de lado, enquanto uma sufoca presa na garganta , a outra se sente como um rio deixando fluir.
Me dói muito ver, o ferir e fazer sofrer, o silenciar das bocas que deveriam se abrir para ajudar defender, o emudecedor silêncio dos justos, e o ensurdecedor grito dos injustos, custa-me a crer que isso esta a acontecer.
