Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Nós falamos de amor quando o coração tem amor pra falar. Mas quando tudo o que se tem é fúria, angústia, amargura e decepção, a gente não fala de amor. Fala o que tem pra falar.
Se em momentos de ódio nós odiamos quem amamos. Será que em momentos de amor poderíamos amar quem odiamos?
Meu amor te amarei em pensamentos sem medo, sem frio, sem calor. Com muito amor de velarei pelos quatro cantos de mim, como se fosse metade de ti. Metade de mim é amor e a outra metade se funde nele, sem máscara sem medo, pois amar é segredo que a alma guarda no fundo do Coração. Amor é gratidão, perdão, reconhecimento, que o sub-consciente resgata do consciente. Quem ama entende a ausência do outro. Quem ama, sofre calado, no silencio do eu imaginário que assombreia a vida. Quem ama medita em meios às tempestades. Quem ama tem o livro de paginas, com linhas douradas e nele desenha, Deuses poderosos que cura, liberta e exalta fontes de Luz que alumia caminhos que a vida tem. Te AMO.
Então, venha, me faz tirar os pés do chão e repousar numa nuvem de amor, me faz sentir todo aquele frio e calor, me faz ver que você está aí pra quando a gente estiver junto, me traz teus sonhos, tua fé, teu querer, que a gente soma, me traz teus medos, tuas dificuldades e teus problemas, que eu não me importo, só preciso de você.
Que a felicidade venha, tanto interna quanto externa. Infinitas de amor como a paterna e a materna. E, independente se nossas vidas estão ou não uma baderna, que a felicidade nunca deixe de ser eterna.
