Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
ai, meu amor! quero que tu recita um poema para mim, quando a música tiver tocando... quero beijos e abraços quentes. eu quero me empreagar no nosso amor!!
Me deixei levar pelas águas misteriosas do amor, e em uma grande e linda viagem fui pra longe do meu cais para atracar em um desconhecido, hoje este cais não existe mais depois que ele foi destruído eu perdi o norte da minha vida e o nordeste do meu cais, navego sem saber pra onde vou, a deriva da minha vida, as tempestades das decepções só me fazem morrer aos poucos o dia todo, todos os dias.
Eis que no amor existe uma grande questão: é necessário sacrificar ou ceder algo que é próprio de si em prol do bem do outro e evolução de sua relação, e assim, vivenciar a verdadeira experiência do que é amar. Mas quem está realmente disposto a ceder pequenos egoísmos ou sacrificar o quê por alguém?
Um amor, mesmo sendo ex, tem sempre lá no fundo, mas bem no fundo, uma luz no final do túnel, porquê com um simples erro sempre haverá uma segunda chance.
A alma deixa sempre um espaço para o amor se unir aos sonhos místicos! Há o encanto manifestado pelos olhares que se encontram.
Que sejamos capazes de nos manter vigilantes para que o amor próprio não nos excite o egoísmo e o orgulho a ponto de nos julgarmos melhores que o próximo.
Viva histórias, crie memórias ... Mas não seja responsável por apagar o que foi construído com amor e não impeça que outras mais exista. Não seja medíocre.
Não há amor sem luta! Mas os amantes e os amores devem no mínimo deixar-se conquistar! A sinestesia da paixão nos embriaga e pecamos nos pequenos detalhes. O coração deve tocar no ponto frágil para que a magia do amor floresça! Porém devemos nos deixar conquistar!
O amor nos socorre do esquecimento. Retira a parede que nos deixa cegos e nos norteia para continuar a plantar o que mais gostamos. Mais amor!
