Shakespeare sobre o Amor Soneto 7

Cerca de 262307 frases e pensamentos: Shakespeare sobre o Amor Soneto 7

Vou adiante de modo intuitivo e sem procurar uma ideia: sou orgânica. E não me indago sobre os meus motivos. Mergulho na quase dor de uma intensa alegria – e para me enfeitar nascem entre os meus cabelos folhas e ramagens.

Clarice Lispector
Água viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
Inserida por katiacylene

Era coração, aquele escondido pedaço de ser onde fica guardado o que se sente e o que se pensa sobre as pessoas das quais se gosta? Devia ser.

Inserida por biancavasconcelos

E eu só tenho a mim, eu só tenho a mim, repetiu, voltando a cair sobre a cama. Não posso sentir medo, não devo sentir medo, não quero sentir medo.

Inserida por biancavasconcelos

A vida é agora, aprende. (…) O pó se acumula todos os dias sobre as emoções.

Inserida por alana147

Querida Alice, eu gostaria de ter o seu verdadeiro email. Eu gostaria de poder te contar sobre o Jake. Ele me faz sentir melhor. Quero dizer, ele me faz sentir viva. O buraco no meu peito... Bom, quando estou com Jake é como se ele ficasse quase curado por um tempo.

Inserida por JeelLuana

Numa cidadezinha perdida, dois malditos que se reconhecem nem que seja necessário sequer falar sobre isso. Uma cumplicidade muda, e tão secreta que, penso, talvez você nunca tenha percebido. Na minha memória - já tão congestionada - e no meu coração - tão cheio de marcas e poços - você ocupa um dos lugares mais bonitos.

Inserida por julianap

Estou morando, trabalhando, estudando e amando. Esses são os 4 foles da minha vida e sobre cada um deles eu teria milhares de páginas a preencher.

Inserida por alines2

O que é certo para você pode não ser o certo para mim. Então pegue seus conceitos sobre mim e leve-os para longe, porque eu não preciso deles. Sei dos meus atos, conheço meus erros, e saberei agir sozinha com as minhas próprias consequências.

Inserida por jeanrosana

Amor é um livro, sexo é esporte
Sexo é escolha, amor é sorte

Amor é pensamento, teorema
Amor é novela, sexo é cinema

Sexo é imaginação, fantasia
Amor é prosa, sexo é poesia

O amor nos torna patéticos
Sexo é uma selva de epiléticos

Amor é cristão, sexo é pagão
Amor é latifúndio, sexo é invasão
Amor é divino, sexo é animal
Amor é bossa nova, sexo é carnaval

Amor é para sempre, sexo também
Sexo é do bom, amor é do bem...

Amor sem sexo, é amizade
Sexo sem amor, é vontade

Amor é um, sexo é dois
Sexo antes, amor depois

Sexo vem dos outros e vai embora
Amor vem de nós e demora

Amor é cristão sexo é pagão
Amor é latifúndio sexo é invasão

Amor é divino sexo é animal
Amor é bossa nova sexo é carnaval

Amor é isso, sexo é aquilo
E coisa e tal...

Rita Lee
Música 'Amor e Sexo':

Nota: Letra composta por Cilze Mariane Costa Honório, Rita Lee, Roberto de Carvalho e Arnaldo Jabor

...Mais

Meu negócio agora é sexo e amizade. Acho esse negócio de amor uma coisa muito chata.

Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.

Sou contra a reserva de mercado. Tem mais é que abrir as portas para a Madonna abrir as pernas.

Eu sou um preguiçoso que trabalha muito.

A força da grana que ergue e destrói coisas belas.

Desde pequeno eu achava que seria célebre.

O tempo não pára e, no entanto, ele nunca envelhece.

É impressionante a força que as coisas parecem ter quando elas precisam acontecer.

TÉDIO

Sobre o meu poetar, como uma sina
Tal ave de rapina, pesa a monotonia
Despovoando os versos, na surdina
Ilustrando a poesia de turva predaria

Oh! Escrever no silêncio, e inquilina
A solidão, sem sonho e sem alegria
Sem uma idéia e sensação cristalina
Faz o tédio ao poeta sua companhia

Ah! Deixar de fantasiar este ensejo
O pensamento no vão, a alma fria
Se a luz está escura e assim velada

Como posso avivar o meu desejo?
Se dorme numa catedral tão vazia
E lá fora a vida está abandonada!

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
30 de setembro, 2018
Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

Primavera de ilusões

Desce o sol sobre o solstício da mãe primavera
Um anjo palhaço voa, à anunciar novos sonhos
Ilusões para empurrar, no mar o barco à vela.
Utopias e devaneios de poetas tristonhos...

Terras do sem fim, ai de mim que as conheço!
Ai do meu poema que viu, e ouviu as verdades...
A dor que ignoraram, as senti e sinto__ Padeço!
Quando a ventania usurpou-me, má, as vontades

E de todas as incertezas desta vida. Sã loucura...
Das solidões que invadem as almas nas madrugadas
A minha é aquela que para a qual não houve cura.

Mas danço ainda o bolero dos que fingem alegria
E fingindo permito que a noite abra suas asas...
E a noite não tem luar. Eu, nem amor ou poesia.

Inserida por elisasallesflor

Sobre as Partidas Inesperadas

Estamos em uma época cinza.
não como os filmes de outrora,
que sem palavras arrancavam sorrisos desenfreados ,
mas uma época de partidas inesperadas .
De entes sendo levados precocemente ,
e outros , que se dependessem do amor alheio ,
viveriam para sempre.
Alguns , o tempo cuida de levar
outros optam por caminhos com final supraescrito
pela "roleta macabra" da vida torta ,
é época de pais enterrarem filhos ,
e época em que filhos precisam mais do que nunca de seus pais .
É época de homens vestindo cinza
auto-nomearem-se detentores do direito
de executar a lei conforme lhes forem mais convenientes
Levando precocemente quem estiver na frente .
É época cinza pois a cada dia que se liga o noticiário
mais cores da vida vão embora ,
a cada conversa eventual na porta de casa ,
vem o luto , a má nova .

Estamos partindo.

Inserida por FelipeCosta4

BORBOLETA

Eu não farei poema à borboleta,
inseto que esvoaça sobre a rima
furtada da inequívoca obra-prima
jamais escrita por esta caneta.

Persigo a perseguida de veneta,
mas voa a rima alheia à minha estima
a qual “torce, aprimora, alteia, lima
a frase”, que se esconde numa greta.

E o muro, “paredão todo gretado”,
é sóbrio, é careta, e é quadrado,
mas guarda para si aquela greta.

Solitário empunhando esta caneta
por ser da borboleta rechaçado,
achei-me, em outra greta, contentado.

Inserida por mskawanami

Se a lua nossa desce o canto no alpendre
eu sobre o som daquela noite triste
escorro em prantos - uma dor que existe -
a melodia que me sai do ventre.

Canto a certeza de só ter em mente
O que nos braços o desejo clama.
Há dor maior que essa, de quem ama,
que emudece o ato que se sente?
DOR DE POETA, DOR DE PALHAÇO

Eu amo ao ponto de me dar ao sim,
de me vestir de ais, de ser o nunca,
o todo, o meio, começo... enfim.

Eu amo ao tanto que não cabe em mim,
Sonho o instante que não chega; junca.
Meço o começo, mas o que tenho é fim.

Inserida por mariofrs

BOM PARECER

A viúva debruçada sobre a janela do desespero,
estava lacrimejando, quando o alvorecer passou
seus olhos chorosos,nem viram o momento
a tarde que com sua inabalada calma chegou.

Quando prestou atenção em sua volta revirada...
o verde, estava amarelando em sua pradaria
por isso, não apreciou, pétalas da meiga vida
nem as flores, sobre os ventos do seu dia.

Hoje a esperança é um ponto no ontem
e um passo no futuro de caídas, asas
e o amanhã, está acoplado no presente.

Não chore viúva, não chore... Se chorar
Ventos poderão carregar suas lagrimas
e aguar a decepção do seu, onipotente.

Antonio Montes

Inserida por Amontesfnunes

⁠" DISCUSSÃO "

Nem sempre tem confronto, discussão,
conversa franca e aberta sobre a mesa,
e o amor se vai aos poucos, sem defesa,
sem ter quem, de argumentos, lance mão!

Uma união já não se faz coesa,
firmada em ser eterna, a relação,
mas deixa a porta aberta a uma ilusão
de que é bobagem lucidez, franqueza…

Conversa não foi feita pra mostrar
quem pode mais! Sequer pra revelar
quem tem razão, mas como está o amor…

A discussão, por vez, é necessária
contudo não constroi, quando diária,
nem leva a nada o grito a bem do autor!

⁠" EMBUSTE "

Eis que ela fez a aposta; deu em nada!...
Jogou todas as fichas sobre a mesa
contando, displicente, co’a certeza
de, enfim, ganhar o jogo de virada.

O amor tem regras próprias, sem defesa!
Não deixa o uso de carta marcada
nem que se quebre a banca, se a jogada
negar o uso de total clareza.

Bancou seu jogo de fera matreira
e não notou o avanço da rasteira
que a levaria a, ali, quebrar a cara…

Nas mãos, as suas cartas deste embuste
mostraram-se, do amor, fora de ajuste
por vícios, por luxúria, farsa e tara!

⁠NARRATIVA

Sobre a folha, aquela poesia plural
No verso, sentimentos empilhados
Nas saudades, os suspiros arfados
Na quimera, a ventura sem igual
E, tudo, numa poética sentimental
De especiais eventos, ali pintados
Em cadencias e tons apropriados
Dando a escrita um traço visceral

É dum sussurro com certo legado
Cochichado de um intimo secreto
De um momento, assim, inspirado
Então, a poesia, se faz num trajeto
E o poeta não mais se senti calado
Narrando as sensações no soneto!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
16/09/2022, 20’53” - Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

O Senhor é o que tira e dá, faz descer à sepultura e faz tornar a subir."