Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço. Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?
POR ISSO TE DIGO: PERDOADOS LHE SÃO OS SEUS MUITOS PECADOS, PORQUE ELA MUITO AMOU; MAS AQUELE A QUEM POUCO SE PERDOA, POUCO SE AMA.
'Tenha paciencia com tudo,não decepcione com as falhas do próximo você pode não impedir que as pessoas errem,mas pode aprender a perdoar,e a conviver com cada um,aceitando seus defeitos e enaltecendo suas qualidades.Abra o seu coração.........
Temos a eternidade nesse momento. Você nunca mais vai ficar sozinho, eu prometo que aonde você for, eu vou. Se você correr, eu corro, você luta, eu luto e se você morrer antes de mim Dominique Toretto, eu morro com você.
Quanto mais carne, mais vermes; quanto mais propriedades, mais preocupações. [Entretanto] quanto mais Torá, mais vida; quanto mais estudo, mais sabedoria; quanto mais conselhos, mais entendimento; quanto mais caridade, mais paz. Aquele que conseguiu uma boa reputação, ganhou-a para seu próprio benefício; aquele que deu a si mesmo o conhecimento da Torá, conquistou para si a vida no Mundo Vindouro.
Eu fiz um favor pra vocês e agora vocês têm uma dívida. O que a gente faz quando tem dívida? A gente paga.
Se sentir saudade de casa e quiser visitar tua mãe, pode ir. Só pede para ela passar um cafezinho pra nós, pra quando eu chegar.
Ele nasceu pra ser chefe. Você escreve aí. Tudo o que ele falar é lei. Vai por ele que você se dá bem, viu?
Eu sempre gostei das coisas que li. Claro, que elas são sobre mim. mas elas era muito concentradas no meu orgão progenitor, e não prestavam atenção para o fato de que eu era um jovem razoalmente saudável, alguém que tinha algo mais do que braços, pernas e olhos tinha um cérebro, o equipamento completo. A imprensa sempre faz isto.
Lembro como era bom compartilhar minha felicidade com os amigos, falar pelos cotovelos sobre alegrias que soavam até ofensivas àqueles que não entendiam o que se passava no interior de um corpo em festa. Eu costumava ser uma alegoria ambulante. Agora a festa terminou, os copos estão espalhados pelo chão, os pratos sujos, silêncio absoluto, ficou o vazio devorador de uma solidão impossível de ser contada.
