Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Seus dedos entrelaçados aos meus. Nossos copos, pratos e talheres sobre a mesa do almoço. Seus livros junto dos meus, na (agora) nossa estante. Suas virtudes somadas aos meus defeitos. Todos os detalhes que transformaram dois em um, seres individuais, eu e você, em nós. Nós, que cruzamos a ponte e nos encontramos em um cenário não tão vienense como nos livros, mas ainda assim encantador. Nós que nos permitimos eternizar momentos.
Um fato interessante sobre livros é que ficamos triste por não poder vivenciá-los. Já em outros casos, ficamos felizes por esse mesmo motivo.
Então vá lá... deite-se sobre o véu que seus sentimentos usaram para enxugar as lágrimas que foram roubadas de mim.
Queria ser um pássaro para voar até a sua janela, sobre ela pousar e para te os melhores versos te falar como pássaro não sou escrevo estas palavras para que elas demonstre o que estou sentindo por te.
Olha aquele caminhante que caminha sobre as pedras, mesmo com tanto obstáculos não para de caminhar, continua seguindo enfrente sem se deixar cair com os tropeços que o machucam profundamente. Sua determinação e coragem fazem acreditar em seus objetivos e sonhos e o impulsionam a não parar sua caminhada em busca do amor, felicidade e de dias melhores.
Algumas dores existem para nos ensinar sobre a importância de se estabelecer diálogos com o silêncio.
Queria ter controle sobre as armadilhas do tempo, para dizer eu amo, não como os hipócritas, que se vestem da mentira.
"O problema de discutir sobre questões sociais com um deficiente é as pessoas te taxarem com um monstro sendo que nem está falando da doença do sujeito"
Nesse mar eu decidi navegar com meu corpo despido de incertezas. Meu pacto foi feito sobre o fragor da meia-noite onde o escuro acobertava minha escassa liberdade. No peito das pedras sou escravo, governado pelo oceano que pertence a mim. As marulhadas gritavam meu nome assim como os peixes gorgulhavam tão alto no meu ouvido! Me deixe sentir a água entrar nos meus pulmões, esqueça que sou seu súdito mortal e me mate nessa tempestade! Por favor lave minhas cicatrizes... Me deixe morrer, sim! Não me negue a paz. Só me dê mais um pouco do seu doce mar!
Eu tinha tudo o que precisava para começar. O destino era cheio de ironias. Aprendíamos sobre a vida quando enfrentávamos a morte; revivíamos o amor quando o enterrávamos; e reconstruíamos sonhos quando eles já estavam despedaçados. Foi preciso perder o medo de machucar os outros para que eu encontrasse minha coragem em algum lugar escondida dentro de mim.
