Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Estou certo de que palavras torpes e discursos de ódio, vingança, violência e morte não combinam com a santidade e o amor de Deus que devo viver e pregar.
Se você já amou alguém, mesmo que tenha se arrependido, não se envergonhe, isso apenas demonstra sua humanidade.
Olho para meus pés brancos como névoa, suaves como plumas, perfumados como campos de lavanda e a lembrança finca-me sua lança.
Construí uma muralha em proteção aos meus sonhos, onde nenhum ser humano consegue transpô-los e que jamais algum ser vivo pode derrubá-los. Não é que eu seja um super-herói, sabe? Mas é que a fé que eu tenho e o amor que eu sinto, são.
Não tenho tido tempo de pensar em ti, nem de te imaginar ou de ter vontade de agarrar no telemóvel e de te mandar uma mensagem. Estou, simplesmente, a fazer com que a tua existência já não exista na minha vida. Não és importante. Foste importante! Segui em frente, segui sem ti. Mas estaria a mentir se dissesse que o meu coração tinha desistido de ti, da tua alma. Porque não, nem ele nem eu desistimos de ti. Apenas… vou deixar o tempo diluir os sentimentos, aprofundar a saudade e a vontade que tenho de estar junto de ti...
Pra suportar os rigores da vida, é necessário que estejamos sempre embriagados, seja de vinho, arte ou de amor.
Quando nos vemos a partir de uma imagem irreal, estamos fadados a ser quem não somos. Quando sabemos quem somos, sabemos quem o outro é.
