Seus Devaneios

Cerca de 999 frases e pensamentos: Seus Devaneios

⁠No caos do prazer...
Morrer em casa sensação.
Sentimentos que explicar o motivo pra morrer.
Na verdade arrancaria o coração.
Devastação provocada por seu corpo...
Sinto sua falta de sentimentos...
Ao urinar e gritar com desejo.
Invadi suas intenções...
Ninguém compreende que está morta.
Seus lábios frios desmontam
A foto se perde entre suas pernas...
O sangue escorre pelas bordas de suas pernas.
Altas fantasias inflamam o coração.

Inserida por celsonadilo

⁠Pare de se odiar por quem merece desprezo.
Pare de sentir pena de si mesmo.
Pare de parar no meio do caminho,
Pare de acompanhar quem está a esmo.

Pare de fumar cigarros baratos.
Pare de mergulhar em amores rasos.
Pare de criar expectativas.
Pare de ficar pasmo.

Pare de duvidar das coisas.
Pare de duvidar das pessoas.
Pare pra entender a si próprio
Pare pra tomar um café, porra!!!

Inserida por psik

⁠O horizonte me mostra o silêncio amargo da imensidão do mar, sendo quebrado pelas ondas fortes de pensamentos melancólicos.

Inserida por GenialidadeFoco

⁠Uns dizem que é a morte. Outros, que é perder alguém querido. Mas só quem está diante de uma folha em branco sabe o que é medo de verdade.
Não é bem coragem. Também não é preguiça. Tampouco o tal bloqueio criativo.
É medo, mesmo. Pavor. Paúra.A folha te desafia tipo um comediante na fila da farmácia que é abordado por uma senhora emocionada que lança, na lata; "vai, conta uma piada que eu tô no facetime com a minha neta".
É um desafio covarde, porque ela tem todos os argumentos, sabe?
Meio como se ela te dissesse; " e aí, é só isso?" Ou, pior; " Já acabou?"
É vexaminoso, cara.
Até porque, ela tá ali - ao seu dispôr, aceitando QUALQUER COISA.
Ou vai dizer que nunca ouviu que papel aceita tudo?
Pois é, aceita mesmo.
E é isso que corrói as entranhas.
Isso que te mata a conta-gotas.
Ela te provoca com aquele olhar irônico daquela loira linda e popular do terceiro colegial e você é o esquálido acneico dono do video game da oitava série que só queria perguntar se ela queria suco de acerola e pão de forma com presunto que você trouxe na lancheira mas não comeu no recreio.
É isso que ela faz com você.
Ela te humilha sadicamente.
Gosta de te ver suando feito uma cuscuzeira enquanto observa do alto de seu formato A4 e seus 120 gramas.
É pior que um banho gelado às 5 da manhã que o coach tenha mandado você tomar.
Pelo menos o banho você entra e sai e acabou. A folha não.
Ela se deleita vendo você roer canetas e abrir e fechar abas mentindo para você mesmo que, em breve, vai começar.
A cada início de estrofe, uma explosão de riso. Daqueles que você dá em audiência na frente do juiz, sabe? Que você tenta segurar mas sai pelas ventas e parece que você está vazando. Então, é assim que ela ri De você.
Mas não tem problema.
O mundo dá voltas.
Amanhã há de ser outro dia.
Uma folha em branco novinha pronta para reiniciar o ciclo de humilhações.
E eu, como boa mulher de malandro estarei aqui, para me deliciar com esse masoquismo saboroso que só ela pode proporcionar.

Inserida por bruno_mamprin

⁠PERMISSÃO

E escrevo assim: alma chamejando em ânsia
no cerrado sob o olhar das rubras alvoradas
e o pensamento a se devanear na distância
do sonho e poética das prosas enamoradas
Da saudade aquele aperto e a sua fragrância
duma ausência, a esplandecer as faltas dadas
de um peito a suspirar a devida importância
e, bem perto do íntimo as ilusões desejadas

E poeto assim: com sussurrantes caligrafias
da noite, do silêncio, das imaginações vazias
que murmuram os sentimentos e sensações
E da flórea poesia, entre fantasia e realidade
o poeta, que se nutre da imaginosa liberdade
da pluralidade, da permissão e das emoções...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
23, abril, 2022, 17’36” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Certo dia enquanto eu voltava para casa, olhei a chuva pela janela em meio as esperas da rotina. As gotas escorriam pelo vidro sincronizadas com aquela romântica canção que através do tempo eu ouvia. Olhar os pingos que corriam por aquela superfície vitral, era como contar as batidas do meu coração preso no seu grande abraço fraternal. Eu olhava pela janela enquanto seguia seco para um destino do outro lado da cidade, mas de modo poético a chuva parecia derramar a minha aguda dor de saudade. O silêncio reina lá fora, eu só ouço a nossa canção. Próximo do destino dessa poesia eu volto para sua direção. No fim, a janela totalmente embaçada, em tom de partida, sua declaração escrevia. Cada gota se fez um ponto... enquanto meu coração derretia.

Inserida por jucsom

⁠⁠A verdade quando está em nosso coração, é capaz de atravessar oceanos, desertos, montanhas, florestas e até constelações, contanto que a consciência não entre em devaneios e perca a razão.

Inserida por erika_gasbarro

⁠Devaneio neurodivergente

Quando eu era criança, me imaginava como um cavalo selvagem, galopando livremente pelos campos da existência. O vento, cúmplice silencioso, acariciava minha crina, e meus cascos batiam em compasso com o pulsar da terra.

Naqueles devaneios, eu era mais do que carne e osso; eu era a própria essência da liberdade. Acreditava que, um dia, me desvencilharia das rédeas invisíveis que a vida impõe. Sonhava com a plenitude de correr sem amarras, sem medo, sem olhar para trás.

Mas o tempo, esse sábio implacável, me ensinou que a liberdade não é um galope desenfreado. Ela reside na consciência de nossas próprias limitações, na aceitação das rédeas que nos moldam. O erro, esse fiel companheiro, também tem seu papel: ele nos forja, nos humaniza, nos conduz à sabedoria.

Hoje, olho para trás e me pergunto: será que sou o cavalo selvagem que idealizei? Talvez não. Talvez a verdadeira liberdade esteja na compreensão de que somos todos cavalos, às vezes domados, às vezes indomáveis, mas sempre parte desse vasto campo de possibilidades chamado vida.

Inserida por JulianoFraissat

⁠Depois de umas três cervejas, os pensamentos fluem com mais leveza e estar sozinho se torna ainda mais interessante, para não dizer perigoso. Pensamentos vêm e vão como o vento e às vezes me fogem do controle. Começo a pensar mais profundamente sobre tudo o que aconteceu nos últimos meses. Vou tomar mais umas três...
Para acompanhar, um calmante para apagar talvez me caia bem;
não aguento tanto pensamento vindo ao mesmo tempo. Como um furacão, quer me engolir. Flertar com o perigo me excita e me deixa com medo ao mesmo tempo. Cerveja e calmante freiam os devaneios, mas será que vou conseguir acordar amanhã? Se algo acontecer, pelo menos vai ser dormindo...

Se eu acordar, com certeza será com uma ressaca cheia de tristeza e arrependimentos, mas que no final do dia vou querer mais desse doce flerte com o perigo.

Inserida por IsraelCarlito82

⁠EU QUERIA SER

Hoje senti saudades de você, mas nosso orgulho nos impede de nos aproximar. Por isso, eu queria ser algo que estivesse sempre ao seu lado. Queria ser o cigarro que você fuma, para encostar nos seus lábios e sentir seu toque. Queria ser a cerveja gelada que você bebe, para embriagar-te e te deixar eufórico por algumas horas. Queria ser sua cama e seu edredom neste dia frio, para sentir seu corpo e te abraçar, trazendo conforto.

Mas, talvez hoje, eu seja apenas alguns devaneios na sua mente, uma lembrança que aparece de vez em quando. Mesmo assim, a vontade de estar próximo de você é forte. Nosso orgulho pode ser grande, mas a saudade é maior. Quem sabe um dia poderemos deixar de lado o orgulho e nos permitir sentir tudo isso de verdade? Por enquanto, fico aqui, desejando ser qualquer coisa que te faça lembrar de mim, que traga um pouco de mim a você, mesmo que seja só em pensamentos.

Inserida por Gabs_Souza

⁠Estar em "Paz" mesmo que o coração doa.

Inserida por desireeapensadora

⁠Nossas mentes criam armadilhas para nossas emoções. Armadilhas que fogem do controle da razão, quando vemos já estamos aprisionados em nossos próprios desejos. E na maioria das vezes, esses desejos não passam de devaneios.
Flávia Abib

Inserida por FlaviaAbib

⁠Há dias que sonho contigo, acordo e como tantas vezes dou por mim a pensar... Sabes talvez tenhamos as mesmas desconfianças as mesmas certezas,
talvez...
talvez eu possa estar errada em algum ponto, mas algo dentro de mim leva me a pensar que não.
Quem sabe, talvez...
O que as nossas bocas não dizem os nossos olhos não conseguem esconder... e o teu olhar diz tanto!!
Se ao menos soubesses e acreditasses...
talvez,
quem sabe um dia, te deixes levar e dês uma chance, afinal não se sabe como algo tão casual como os nossos encontros se pode tornar em algo tão perfeito...
talvez, quem sabe,
devaneios meus!

Inserida por SandraSantinho

⁠Eu não preciso estar perto para estar presente. De longe, eu não nunca estive tão presente como estou agora.

Inserida por TallisonFerreira

⁠É fascinante e assustador como as lembranças da infância, vão aos poucos desprendendo-se da memória, soltando-se, flutuando até o invento... Onde me lembro das pessoas, me lembro dos cenários, mas já não sei mais se aquilo realmente aconteceu de tal forma ou se é uma mera produção imagética do meu inconsciente.

Inserida por andersondelano

⁠Tudo em mim busca por você. Eu acordo, começo meu dia, como todos os dias. Venho pro trabalho, faço o que eu tenho que fazer. Mas quando menos espero, sou tomada por pensamentos avassaladores que me tomam do estado de controle e me levam pros seus braços. Em meio aos devaneios, me vejo ardendo de desejo por você. Até que na obrigação de voltar e me recompor, tenho que mudar o meu foco dos pensamentos que me roubam de mim.

Inserida por elainedepaula

⁠Fumei um cigarro
E vc aqui...
Deito de novo
Você comigo
Tô viajando
E vc lá
Que ironia
A pouca importância
Ali, alimentando a minha intensidade
No silencio da sua presença
Minutos, horas, o dia
E o silêncio
Te materializa
Irônico
Como desistir
Depois de ter vencido

Inserida por Karinavb

⁠⁠Posso dizer que nós e as plantas temos muito em comum, principalmente as criadas em ambientes controlados. Se não formos regados e adubados com boas energias, podados, poderemos não florescer e, consequentemente, não dar frutos, o que significa que começamos a morrer aos poucos por dentro.

Inserida por fesasou

⁠O Amor de Capitu e Bentinho

Quem me dera ser.
Quem me dera ter
aquele amor...
O amor de Bentinho e Capitu.

É o amor simples e correspondido,
que vem na adolescência.
E a medida que os anos passam
chegam os calafrios e as tormentas,
cujas tempestades, não se sabe onde vão dar.

Só se sabe como é afogar no imenso mar
que eram aqueles olhos...
Olhos ciganos, oblíquos e talvez dissimulados...

Portella.

Inserida por Portella

⁠Turbulência Interna

Tenho dois cérebros em luta constante,
Um que busca a razão, outro a loucura,
E no embate dessas forças opostas,
Eu sigo em busca de minha nobre cura.

Estou sempre em conflitos antagônicos,
A criar em mim um mundo de ilusão,
Que me faz oscilar entre os caóticos
Pesadelos dos meus sonhos de perdição.

Paredes nuas que escondem segredos,
Retratos que revelam só metades,
Eu construo meu mundo com esses medos,
E me perco em devaneios e saudades.

Mas ainda há um fio de esperança,
Que me leva a olhar pela janela,
E lá embaixo, a música e a dança,
Fazem eu esquecer que sai de uma favela.

Inserida por AugustoGalia