Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Frases sobre Setembro

Cerca de 722 frases e pensamentos: Frases sobre Setembro



"Setembro é um mês muito especial,
com seus dias pequenos e pezinhos rápidos correndo para o outono.
Não entendo essa pressa!
Acho que é para nos lembrar que nem tudo são flores!"
Haredita Angel
23.09.2022

Inserida por HareditaAngel

⁠Setembro vem toda cheia
de inspirações pendentes
tal qual Brinco-de-Princesa.

Quero que não se esqueça,
que em mim corre a herança
Farroupilha embora seja serena.

Ter nas nossas mãos as folhas
de Erva-Mate para fazer do jeito
certo um Chimarrão de respeito.

Estou preparando o coração
como preparamos as pilchas
para rodopiar contigo pelo galpão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Para nós construí um abrigo
onde só a troca de sossegos
em setembro nos é permitido.

Onde os hemisférios ajustados
nos encontram e as ruélias
coloridas se espalham poéticas.

O melhor não tenho dúvida
que irá nos encontrar
com o seu ritmo encantar.

Porque ser feliz é um capítulo
que por nós é imperativo ser
escrito sem tormentas ou ruídos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Saber que em setembro
floresce o Pau-brasil
que é a Árvore Nacional
é lembrar que tenho raízes,
e em mim está a Independência.

Saber que em setembro
floresce o Ipê-amarelo
que porta a Flor Nacional
e em mim está a Independência.

Saber que em setembro
o Sabiá-laranjeira se multiplica
é que é a nossa Ave Nacional
e em mim está a Independência.

Saber que não foi somente
em setembro e que a Independência
nasceu com os pés descalços,
e não no fio de uma única espada e coroa,
em mim está viva a Pindorama
na alma, no corpo e na memória.

Saber que para existir de forma longeva
ter Independência é viver com diligência,
em relação a sua própria existência,
e não buscar nenhuma interveniência.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Setembro

Setembro seja o tempo
de paz, afeto e flores
no caminho que fores
eleger prosseguir
para encontrar
uma razão de sorrir.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os ipês-amarelos florescem
entre julho e setembro,
de amar na vida o quê
é belo ainda me lembro.

Com o florescer dos ipês
juntos florescem o meu apego
avivado e a inspiração
pelo meu divinissímo berço.

Com as pétalas de amor
dos belos ipês-amarelos
enfeito todo o meu andor.

É impossível não entregar
o coração a maravilha de amar
o encanto dos ipezeiros a inundar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠DEUS E O DIABO
Era manhã de setembro, o ano, dois mil e dezoito, a cidadezinha Aroeiras, lá no semiárido paraibano aonde o urbano, de maneira ainda tímida e conveniente, se mistura ao rural. No entanto, acolhedora e de clima ameno, com suas casinhas simples e modelo arquitetônico antigo em sua maioria. Permite-nos sentir o frio brando que surge das colinas, e traz consigo o cheiro orvalhado das aroeiras, árvore nativa da região - em situação de quase extinção pela racionalidade desta vida líquida, que insiste mesmo nos mais longínquos rincões, plasmar seus caracteres de modernidade. Subvertendo a solidez de uma vida ingênua e autêntica que nos faz fluir muita saudade.
Portanto, foi neste cenário de auspiciosa beleza que estava ali, eu, naquela manhã de setembro, de fronte à pequenina e graciosa igreja matriz, pintada em cores de azul celeste e decorada com luzes natalinas. Sobre ela, destacava-se um grande relógio frontal em algarismos romano, no qual podia se ver a hora (06h00) e edificada, quiçá, a propósito, sob arquitetura neoclássica do século XIX.
Ao horizonte, contemplavam-se suas lindas colinas emolduradas por frondosos ipês que, por sua vez, entapetavam suas serras deixando-as parecer uma aquarela e, poucas viçosas aroeiras quase extintas pela ação irracional do homem. Seus casebres multicoloridos, ao pé da serra, lembravam com alegria as pinturas de Tarsila do Amaral, ali, permanecia eu à espera da condução. Logo chegara, aos poucos, outros indivíduos entre eles, algumas mulheres, quase todas acompanhadas de crianças de colo, alguns rapazolas, um que apresentava sintomas de embriaguez alcoólica e trazia consigo um cão magro e aparentemente faminto, amarrado ao cós de sua calça e que não fora rechaçada sua entrada naquela condução pelo jovem condutor - como se aquilo fosse uma ordem corriqueira - por fim, dois senhores não bem vestidos, ou em trajes campesino, de idade mais avançada, que como eu também pretendia imprimir viagem a seus respectivos destinos.
E, talvez, por um proposito místico, só ali se encontrava todos os dias apenas àquele horário. Era domingo, manhã de primavera e após alguns minutos dava pra ver a chegada do tão esperado transporte, um ônibus de aparência um pouco antiga, que trazia as cores da bandeira brasileira como pintura e, o sugestivo ou irônico nome de “Novo Horizonte”. Ao adentrar na condução - veículo coletivo de passageiros -, éramos recebidos por um jovem condutor de boas feições e que nos recebe cordialmente nos desejando um bom dia sorridentemente. Ali começo a deixar para trás um quadro de múltipla beleza, que logo se perde ao horizonte e que viajou comigo para a vida.
Todavia, quase que de maneira abrupta, sentam-se nas poltronas à minha esquerda, aqueles dois últimos personagens que viriam marcar presença nesta narrativa que proponho encetar. O primeiro, talvez mais velho, de fala frouxa e carisma aflorado. O segundo, um pouco mais novo, franzino, contido e um pouco recluso, ambos de pele negra. E apresentavam possuir idade bastante avançada, cabelos grisalhos, barba por fazer e olhos embaciados, seus rostos ressequidos, enrugados, talvez nem possuíssem a idade a demostrar.
Se não fosse a paga pela insensatez desta vida líquida na qual vivemos, para citar o sociólogo Zygmunt Bauman. No âmbito da viagem, eu observava ligeiramente que os demais sujeitos no interior daquele ambiente pareciam alheios àquela narrativa que iria se iniciar, porém, mesmo que involuntariamente, eram parte integrante da história, uma vez que se dispunham a dialogar com a bela paisagem que ligeiramente passávamos por ela sem despercebe-la haja vista estarmos em uma manhã de primavera, o que tornava a aridez do lugar mais sútil e deixava aflorar a beleza dos campos e de seus ipês e flamboaiã, que mitigavam o sofrimento daqueles atores. E por ser um bioma propício à criação do gado caprino, meus olhos também brilhavam ao ver os rebanhos que se integravam ao verde dos campos e que fazia o nosso protagonista se orgulhar em mostrar, lhe absolvendo do espectro de sua dolosa infância.
A priori, meu olhar se reporta apenas a observar a presença daqueles sujeitos, que se juntam aos poucos passageiros existentes naquele humilde veículo, que corriqueiramente faz aquele percurso todos os dias, e volto a navegar pela internet como se aqueles atores não estivessem mais ali.
O barulho que se ouvia era apenas do motor. Momento em que é rompido o silêncio para dar início a um diálogo fantástico, homérico. Ao qual nem mesmo a minha atenção à modernidade patente, que consome a humanidade, navegando pela internet, me fez desviar a atenção àqueles dois personagens cativantes que se faziam presentes ali em minha frente.
Doravante, passei a ser mero espectador de um novo cenário. Ou de uma das mais românticas e tênues narrativas de vida de um ser vivente. Aquele que eu entendia naquele momento, ser ele, o principal personagem dessa mágica história, dessa odisseia tupiniquim.
Concomitantemente, inicia-se a narrativa àquela que segundo ele, seria a maior aventura de sua vida. Não obstante, inicia sua fala dizendo que, quando criança, queria ser cangaceiro rompendo o silêncio de seu amigo ao lado que aparentemente atônito, lhe indagou:
- Cangaceiro?!
E com uma larga gargalhada, Biu, que a essa atura já havia propagado sua graça para que todos ouvissem no ambiente, respondeu:
- Cangaceiro sim!
Neste instante dediquei toda minha atenção àquela conversa, embora os demais passageiros apenas imprimissem um brando riso, eu estava encantado porque queria intensamente saber a razão daquela vocação.
Sem pestanejar, Biu tira de dentro de uma sacola de pano, que conduzia a tira colo, alguns cordéis alusivos a Lampião e ao cangaço, logo começa a declamar para seu par, por assim dizer. Em dado momento ele começa a ler um folhetim intitulado “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, para lembrar o filme de Glauber Rocha, aquilo cada vez mais me desperta curiosidade em saber quem era aquele senhor e aonde ele queria chegar com aquela prosa.
A essa altura a viagem já havia se estendido por quase uma hora, e eu começo a manifestar o medo de não poder assistir ou participar do desfecho daquela imensurável narrativa, uma vez que eu, ou aqueles atores sociais, chegaria a seu destino final e, talvez, nunca mais nos víssemos.
Sem querer me tornar um intruso, ergo a cabeça em sua direção e quebro meu silêncio, com todo cuidado peço licença.
- Seu Biu!
Logo ele refuta:
- Como sabe meu nome? - sorrindo brandamente eu respondo: - Ora, o senhor falou para todo mundo ouvir.
Também com um breve sorriso ele diz:
- Foi mesmo, qual é a vossa graça?
Ele pergunta e lhes digo meu nome.
- E vosmecê quer saber o que?
Neste momento, a prosa deixa a direção do seu amigo ao lado que visivelmente se recolhe à sua timidez, e se direciona a mim que lhe respondo:
- Bom, eu já ouvi o senhor declamar e aclamar Lampião e o cangaço, e mais, falou para seu amigo que queria ser cangaceiro quando era menino. Por quê?
- Ah, meu fie! É cumprida essa história, meu fie! - olha para mim com olhar de desconfiança, quase assustado e diz:
- Vosmecê também gosta dele? E por que quer saber? É da puliça ou da reportage?
- Não senhor, nenhum desses, mas fiquei muito curioso com sua prosa. Não se preocupe eu sou de paz.
- E o que faz aqui por essas bandas e de onde vem? - pergunta ele.
- Sou brejeiro de Esperança e trabalho aqui na cidade!
- Meu rapaz, - em tom mais ameno -, essa história é muito enfadonha e vou ficar logo aí na frente, não vai dá tempo de contar até o final.
Fiquei meio desolado e ele percebeu.
- Mas vamos lá! - disse ele -, desde que eu era pequeno que eu gosto de ler cordel, aprendi quase sozinho, foi minha mãe que ensinou a cartilha, aí eu aprendi o resto sozinho. Eu ia com meu pai para a feira de Arco Verde, no sertão do Moxotó, e via os cantadores declamar a história de Lampião, que ele era justiceiro pela morte da família matada pelos senhores.
Já me sentindo familiarizado pergunto:
- E foi só por isso que você queria ser como ele?
- Não! - e deixou transparecer em seu rosto sofrido um sentimento de muita angustia e revolta -, quando eu era pequenino meu falecido pai...
E um breve silêncio ecoa. Baixa a cabeça e com a voz embargada e os olhos lacrimejantes, por um instante levanta a cabeça e respira fundo...
- Quando menino morava com meus pais e irmãos, três homens e duas mulheres, papai trabalhava na roça de cana de açúcar no sertão de Pernambuco e nosso patrão era muito ruim, papai trabalhava como um burro e ganhava quase nada, só dava para a gente mal comer, eu era o mais velho dos meus irmãos e ele me explorava como escravo me humilhava muito, só me chamava de caboclo feio, dizia que nós éramos abandonados de Deus porque Deus só existia para ele, que Deus dava riqueza só aos escolhidos, e a nós sobrava apenas serem seus servos. E meu pai, talvez por medo dele, dizia que tudo isso era verdade quando eu lhe perguntava. Teve um tempo, moço, que eu até achei que Deus não era bom como se dizia, só depois que eu fiquei grande é que eu vi que Deus não mandava maltratar a gente, e que tudo aquilo que ele tinha era roubado do meu pai e dos outros trabalhadores que ele explorava. E que o mundo e as coisas boas do mundo, que estavam nas mãos dele não eram dele dada por Deus, e que ele não era escolhido de Deus por que assim Deus não era justo nem piedoso. Foi por isso que eu, ainda criança, comecei a imaginar em ser como Lampião e fazer justiça pela minha família e de todos que eram explorados naquele sertão. Mas eu vou ter que descer aí na frente vou passar o dia no meu pedacinho de terra, onde eu passo o dia todo, toda semana.
- Seu Biu, mas o senhor não falou do senhor, sua família hoje?
Com uma boa gargalhada finalizou me convidando para conhecer seu sítio e prosear melhor. muito da sua prosa! Mas tem muito mais coisas sobre meu sertão, sobre minha vida, meu caminho até aqui, como nós saímos daquele sofrimento para uma vida menos sofrida, mas que eu sei, não é isso o que Deus quer para seus filhos.
E eu, quase em êxtase, por estar fazendo parte daquela narrativa, alimentava o sentimento de que começava ali o caminho para pedras e eu ia ser conhecedor de toda a história daquele Rei, rei do cangaço, rei da resistência contra-hegemônica.
Por fim, grandiosa e cintilante era minha frustração, aqueles atores pedem parada e se embrenham mata adentro e nunca mais os verei para concluir sua saga. Ao voltar nesta busca descobri que Biu havia falecido acometido da Covd-19 em dois mil e vinte, e seu amigo, que fiquei sem saber sua graça, encontra-se em lugar incerto e não sabido. Mesmo assim, não desistirei jamais de procurar por seus filhos que são três, segundo pessoas da comunidade, duas mulheres e um homem, mas que não moram mais no mesmo lugar e que após a morte do Biu de Nicola, como passei a chamá-lo, construíram suas vidas e trilharam caminhos distintos.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠Vem a indispensável lembrança com o mês de setembro de que mesmo que a esperança enfraqueça diante dos problemas, de certas expectativas quebradas, algumas perdas e sinais evidentes de desprezo, não deve esmorecer, precisa ser frequentemente cultivada como um lindo girassol amarelo voltado para a luz que faz florescer,
Regado até com a chuva da alma, as suas lágrimas emotivas que tanto desabafam e assim, poder preservá-lo com amor e muito esforço, principalmente, sob os céus nublados, quando o sol está mais discreto, o ânimo menos disposto e as circunstâncias não são as melhores e causam determinados desconfortos.
Lutando do melhor jeito possível, mantendo o coração fértil para que a fé em Deus possa sempre germinar e formar raizes ao ponto de brilhar intensamente na escuridão dos dias difíceis, às vezes, afetados pela solidão, mas buscando estar acompanhado de alguns ou da própria solitude, provido do mínimo de gratidão.
Faz parte ter momentos depressivos no decorrer da vida, ninguém está isento, entretanto, ser consumido pela depressão é o que é muito preocupante e deve ser evitado com frequência, uma luta incansável, agradecendo a Deus por tudo, por cada ganho alcançado, tendo a consciência de que viver nunca foi fácil.

Inserida por jefferson_freitas_1

Não há pressa!

não há pressa...
quero que me venhas
com a leveza
e a suavidade
de uma pena.

traga contigo
a magia de luares
de auroras boreais
de ternas e cálidas
manhãs de setembro.

não há pressa...

Chegou o mês mais bonito do ano! O mês mais vibrante, colorido e perfumado. O mês da renovação. Chegou Setembro e com ele o tempo de flores(cer).

Lembre-se:
- você não é um fracasso.
- você não é uma decepção.
- você é forte
- você é necessário.
- você não precisa se machucar.
- você não precisa aguentar humilhações.
- você é incrível.
- você tem um sorriso lindo.
- você tem pessoas que te amam.

⁠Os girassóis buscam a luz do sol, todos sabemos, mas e nos dias nublados? Eles olham uns para os outros, buscando a energia em cada um. É a natureza a que ensina que, se não temos sol todos os dias, nós temos uns aos outros.

"Não acredite 100% nos seus pensamentos — o desespero passa, e sempre existe ajuda disponível."

⁠Acredite na pessoa que batalhou para ser. Confie no seu potencial e vá atrás dos seus sonhos. Todo investimento em você vale a pena.

⁠Dia após dia os pacientes
A superar seus limites,
mostrando que um dia de cada vez
que se chega mais longe.
E que é a constância dos dias
que alcança a força,
e que na força vem o movimento!

Cuidar da mente pode ser interessante, creia! Não há nada mais prazeroso.

NOVO TEMPO

Em Overtrip

Tem Brasil
Pulsando no meu coração
Dava pavor
Os caminhos que alguns
Queriam impor
Mas esse tempo passou
Vamos nação
Sair desse período escuro
Todos unidos
Para levar nosso País
Ao futuro.

07 de Setembro de 2019

Inserida por CCF

O amor pela tradição é um sentimento que já nasce junto da gente.

Inserida por fabioleivas

A vida é feita de caminhos, e o melhor caminho nunca é desistir.

Inserida por LuciaCastalen

QUEIRA DEUS NOS PERDOAR - II

Bem cedo nos conhecemos e nos apaixonamos de vez. O mundo inteiro estava errado - sendo contra aquela união - só nós dois achávamos melhor: não dar ouvidos a oposição.
A raptei (literalmente). - Naquele tempo "roubar moça",mesmo em comum acordo com a "vítima", constituía-se em grave crime.
A gente pedia a moça em casamento. Hoje o sujeito a leva embora sem dar satisfação alguma aos pais.
Nunca alimentamos o medo,a tirania,... em nossa relação; o carinho,o respeito, o apego... era o recheio e a cereja da nossa vivência.
Sem olhar os rigores da Lei foste comigo pelos caminhos da vida, que diziam ser caminhos errantes.
Em nossas andanças, sem o conforto de um lar; sem guarida, sem ninho, sem teto, um trabalho definido... Nada disso nos fez temer.
Com muito amor para dar e receber. Vivíamos os dias, alegremente...
A tendo ao meu lado, nosso viver tinha verdadeiro sentido. E como tiveram...
Agora sei, em experiência, que o "amor supera tudo através do seu poder".
Achando que não, defraudei, fugi e penei pelos deslizes que cometi. Mas tudo fora por uma justa causa: sermos felizes. E fomos.
- Se não fosse assim, seria em vão o nosso esforço-aventureiro, em nos amar.
Nos amamos muito!...
Quando fui preso, estava presa comigo, também. Entre fuzis e punhais fizeram nosso enlace matrimonial.
Não quisera o destino que fosse d'outro jeito, nossa aventura de amor.
A não observância dos tramites legais de um cartório,sem as cerimônias matrimoniais e formalidades da sociedade, que não nos submetemos, foi um fardo pesado demais...
Mas, a lei do amor internalizada em nós, teve mais força... por isso vencemos.
A constrangedora punição discriminatória que sofremos ao longo do tempo não pode nos desobrigar...
Até que nos apartamos: vivemos em continentes separados. Tu na eternidade e eu palmilhando sozinho a terra dos mortais.
Se erramos em nosso proceder amoroso queira Deus nos perdoar!

Inserida por NemilsonVdeMoraes