Seria

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NÃO POSSO SER VOCÈ

Eu não posso ser você , mas posso ao menos imaginar qual seria minhas emoções se estivesse no seu lugar. Posso viajar pelos sentimentos para entender que hoje faz parte do exato momento que devemos unir os laços de nossas vidas , tentando entender as fragilidades e dificuldades humanas, pois necessitamos uns dos outros para sermos instrumentos para conduzir harmonia , paz , caridade,humildade, para receber todo bem que Deus oferece cada segundo através de tudo que possamos fazer com amor, para evoluir nossa forma de viver , focados na vontade de ser e de fazer feliz todos que circulam so nosso redor e até mesmo onde a distância possa alcançar !
JOAO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES
POESIAS E PENSAMENTOS

Sem amor, todo indivíduo seria completamente autocentrado, incapaz de interagir com os outros. Sem amor, não haveria simpatia, e nem sequer o ódio, a raiva ou a vingança seriam possíveis. Pois são formas imperfeitas e distorcidas de amor puro.

"Você deu amor demais e foi ferida. Se o amor não foi suficiente, por que suas palavras seriam?" 💭

Certo dia, ouvi um homem dizer:
— Seria mais fácil destruir todas essas pessoas ruins. O mundo seria diferente.
Olhei e pensei com calma... Então respondi:
— Posso explicar...
Imagine um saco de sementes preso sobre uma carroça vagante. O saco está com um pequeno furo. Ao longo da viagem, as sementes caem: algumas em bom solo, outras em solo ruim. Algumas deram frutos, outras não. Mas isso não significa que elas deram trabalho; elas estão lá, talvez porque ninguém as observou cair e crescer no lugar errado.
Felizmente, o acaso é derivado de uma ação que gera consequências futuras, que devem ser sanadas. Talvez alguém ruim tenha que morrer por sua invalidez de mudança, mas, no aspecto primordial de sua conduta, ao ser observada, ela nunca esteve naquele lugar; apenas foi enraizada em viver no próprio campo onde cresceu.
Mas não importa o erro. Eu observo as curvas dos acasos e suas consequências, não as pessoas e seus erros.
Até no mais ímpio há um resquício de entendimento.

O colecionismo é uma coisa séria quando não passa de um amontoado de objetos caros, por diletantismo ou mera decoração. Quando uma pessoa decide iniciar uma boa coleção de arte, colecionismo e até mesmo de antiguidades, deve ter apoio e ajuda de um bom profissional especialista com vários anos de experiência no ramo. Afinal é sempre uma mobilização de um capital, que deve ser honrado, bem direcionado e bem investido. Os mercados onde tais obras e itens se encontram, em qualquer lugar do mundo são lugares de ávidos vendedores, muitas das vezes desonestos que oferecem grandes oportunidades que na verdade não valem nada. Aconselho sempre a buscar quem entende e possa dialogar para boa formação de um solido patrimônio.

Não seria o ciúme, uma indicação perfeita, de que aquele que o demonstra, ama mais a si mesmo do que àquele de quem diz ter ciúmes?

⁠O casamento feliz, o ideal, o almejado por muitos, segundo Nietzsche, seria como uma prisão perpétua, mesmo assim poderia dar certo; desde que prisioneiro e carcereiro se amem a ponto de tornar a convivência possível e harmoniosa.

## Capítulo XXII


# A Conversa Depois


Durante vinte anos acreditara que o encontro seria o fim da espera.


Descobriu que era apenas o início de outra forma de tempo.


Saíram da cafeteria sem combinar destino algum. Heidelberg permanecia envolvida pela serenidade discreta das cidades que aprenderam a conviver com os séculos. As ruas estreitas conservavam o rumor distante do rio, e o vento da primavera movia lentamente as copas das árvores como se também ele tivesse decidido caminhar sem pressa.


Nenhum dos dois parecia disposto a romper o silêncio.


Não porque lhes faltassem palavras.


Mas porque certas presenças exigem primeiro o reconhecimento da realidade antes de aceitarem a linguagem.


Durante duas décadas haviam conversado através de livros, críticas, perguntas e ausências. Agora precisavam aprender uma tarefa infinitamente mais difícil.


Estar um diante do outro.


Foi Ariadne quem sorriu primeiro.


— Você continua caminhando como quem pensa.


Ele riu.


— E você continua observando como quem escreve.


Ela abaixou os olhos.


— Nunca deixei de escrever.


— Eu sei.


— Como sabe?


— Porque ninguém pensa dessa maneira sem escrever em algum lugar.


Ela não respondeu.


Apenas continuou andando ao lado dele.


Jantaram num pequeno restaurante às margens do Neckar. A conversa atravessou a literatura, passou pela música, alcançou a filosofia e, pouco a pouco, abandonou todos esses territórios para chegar ao único assunto realmente importante.


A vida.


Ela contou dos anos dedicados à universidade, dos alunos que lhe devolveram a esperança quando o mundo parecia definitivamente entregue à superficialidade. Falou dos pais, das perdas, das amizades interrompidas pelo tempo. Confessou que relera *O Cadafalso* muitas vezes, mas que a cada leitura encontrava um homem diferente escondido entre as páginas.


Ele ouviu mais do que falou.


Havia esperado tanto por aquele encontro que agora descobria não possuir qualquer urgência.


A realidade finalmente dispensava a imaginação.


Quando saíram, a cidade já estava quase vazia.


Caminharam sem destino.


Como duas pessoas que sabiam exatamente para onde desejavam ir e, por isso mesmo, não tinham pressa de chegar.


Foi ela quem interrompeu novamente o silêncio.


— Você imaginou este encontro?


Ele sorriu.


— Todos os dias.


Ela baixou a cabeça.


— Eu também.


— E aconteceu como imaginou?


Ela demorou a responder.


— Não.


— Melhor ou pior?


Ela voltou-se para ele.


— Melhor.


Porque a imaginação sempre exagera.


A realidade apenas existe.


Continuaram caminhando.


Chegaram ao apartamento dela já perto da meia-noite.


Havia livros por toda parte.


Partituras sobre o piano.


Uma xícara esquecida sobre a mesa.


Nada parecia preparado para receber alguém.


E exatamente por isso tudo parecia verdadeiro.


Ela abriu uma garrafa de vinho.


Serviu duas taças.


Sentaram-se diante da janela.


Conversaram durante horas.


Não sobre o amor.


Mas sobre aquilo que o amor permite compreender.


Em determinado momento, ela aproximou lentamente a mão da dele.


Não havia hesitação.


Havia reconhecimento.


Ele segurou aqueles dedos com a delicadeza de quem recebe de volta alguma coisa que acreditava definitivamente perdida.


O beijo aconteceu sem qualquer urgência.


Não pertencia ao desejo.


Pertencia ao tempo.


Naquela noite fizeram amor como duas pessoas que já haviam aprendido que o corpo não serve para vencer a solidão.


Serve apenas para lembrar que a alma também precisa de abrigo.


Depois permaneceram deitados.


Nenhum dos dois demonstrava vontade de dormir.


A chuva começava a bater contra a janela.


Foi Ariadne quem quebrou o silêncio.


— Durante vinte anos imaginei uma única pergunta.


Ele voltou o rosto.


— Qual?


Ela sorriu.


— Sobre o que conversaríamos depois?


Ele fechou os olhos por um instante.


Depois respondeu quase num sussurro.


— Descobri que passei vinte anos procurando essa resposta.


Ela esperou.


— E encontrou?


Ele olhou para o teto.


Depois para ela.


— Sim.


— Qual é?


Ele sorriu com uma serenidade que nunca conhecera.


— Descobri que, quando duas pessoas finalmente deixam de pertencer à memória e passam a pertencer à realidade, qualquer assunto se torna extraordinário.


Ela apoiou a cabeça sobre seu peito.


Durante muito tempo permaneceram ouvindo apenas a chuva.


Lá fora, o mundo continuava exatamente o mesmo.


As guerras continuavam.


Os jornais continuavam mentindo e dizendo a verdade ao mesmo tempo.


Os homens continuavam perseguindo poder.


Nada havia mudado.


Exceto uma pequena vitória invisível.


Depois de vinte anos, o pensamento finalmente encontrara a realidade.


E, pela primeira vez desde a tarde distante na Baviera, nenhum dos dois precisou imaginar o futuro.


Bastava viver a noite.

Às vezes penso que teria sido melhor nunca ter existido. Sinto que a melhor opção seria simplesmente desaparecer.

Sabendo que o povo deseja um prefeito, um governador e um presidente dinâmicos, melhor seria se desejasse ser um povo obediente a Deus, porquanto o governo perfeito, fiel e cumpridor de Seu mandato, está nos ombros de Jesus Cristo.

⁠Seria uma ingratidão ignorar as necessidades do próximo, quando a consciência cristã sabe o que fazer.

⁠Muitos fazem incríveis montagens com papelão; mas, se fizessem o papel de pai seria uma arte contínua da educação, montada com amor, sucesso e segurança para o resto da vida em família.

O dia promete ser bom; mas, ele seria bem melhor se confiar e praticar as promessas de Deus.

Queria ser amada,
sem saber que, um dia,
por ele seria condenada.

Buscava em seus braços a alegria,
mas, da noite para o dia,
não entendia
a sua covardia.

Achei que tinha encontrado
o meu príncipe encantado,
mas ele havia me matado.

— Mikayla

Se te amar é sonhar, eu aceito o cansaço eterno. Acordar seria perder a única parte do meu dia que realmente vale a pena.

Eu achava que seria diferente, sabe?
Que iriam me olhar da mesma que enxergam os outros, que enxergam a opinião dos outros,
Mas eu sempre fui assunto de pautas exageradas, sempre fui um descaso pras pessoas, como se eu fosse um peso, como se meu silêncio fosse desagradável, como se a minha desistência de tudo e de todos incomodasse, às vezes me sinto em uma bolha, não respiro e nem sinto, eu queria ser um tubarão, sabia que tubarões são como humanos ansiosos? Eles parecem ser tão agressivos, mas eles são frágeis, se formos ver...só querem sobreviver no meio de uma imensidão profunda, eu poderia ser um leão, mas mesmo assim eu seria solitário, eu poderia ter tudo que eu quisesse, mas uma hora ou outra eu iria cair como um homem fraco que só pensa em si mesmo em todas as ocasiões, aprendi comigo mesmo que não podemos confiar, mas cada vez eu insistia, eu insisto em tudo...pois acho que é assim que se resolve, insistindo como louco, como um desastrado infame da vida, do desastre ocupacional, odeio quando falam que sempre fui uma criança brincalhona, nunca, eu só queria atenção, eu tentava ter carinho, eu barganhava o afeto, mas acho cômico que poderia ter tido aquilo tudo de qualquer pessoa da rua, que eu poderia cumprimentar qualquer vizinho da rua que iria preencher o vazio que minha própria família não concluiu.
Ao mesmo tempo, sinto que pareço o gato de botas, engraçado não? Tão destemido, insistente na vitória, cego por achar que deveria vencer em tudo, por achar que poderia vencer de qualquer batalha, de qualquer briga, mas no final, é só um gato ansioso...
Me sinto como Napoleão Bonaparte, independência ou morte, mas no meu caso? Eu escolheria a plena morte no resplendor da própria bandeira insignificante que carrego
É tão vazio por dentro que não me encontro, me sinto caindo... é estranho como esqueci do meu passado, não consigo me enxergar e nem me ver como aquela criança, aquele rosto inocente

Nem o dicionário inteiro seria capaz de explicar o que você causou em mim. Você não mudou apenas a minha rotina. Você mexeu com todas as minhas estruturas. Você bagunçou e organizou, ao mesmo tempo, cada sentimento que eu guardava no peito.Com você, eu descobri o significado real de três palavras que muita gente confunde: amor, paixão e compreensão.A paixão veio como esse fogo que arde e me faz querer você a cada segundo.O amor veio logo depois, como uma calmaria bonita, me dando a certeza de que encontrei o meu lugar no mundo.E a compreensão foi o nosso maior superpoder. Você me ouve com a alma. Você me aceita por inteiro.É muito fácil estar perto de alguém quando tudo vai bem. Mas você fez muito mais do que isso. Você dividiu comigo os meus melhores dias. Mas, acima de tudo, você não soltou a minha mão nos piores.Quando eu estava naquela cama de hospital, prestes a fazer a cirurgia no coração, o medo tentou me paralisar. Mas o toque da sua mão na minha foi o meu escudo. Enquanto os médicos cuidavam do meu coração físico, era o seu amor que mantinha a minha alma batendo. Você foi a minha força quando eu não tinha nenhuma. Você foi o meu oxigênio.Dizem que o coração que passou por uma cirurgia ganha marcas. Mas a marca mais profunda e bonita que carrego no peito não foi feita por um bisturi. Foi feita pelo seu amor. Meu coração foi aberto pelo destino, mas foi costurado e curado pela sua presença.Eu posso viver cem anos, mas nunca vou esquecer o que você fez por mim. Ninguém nunca recebeu uma carta assim, porque ninguém no mundo tem a sorte de ter uma mulher como você ao lado.Obrigado por nunca soltar a minha mão. Meu coração — hoje forte e cheio de vida — bate exclusivamente por você e para você.

Esquecer você seria como arrancar uma página do meu próprio peito; o livro da minha vida continua, mas a história nunca mais fará sentido por inteiro.

O mundo seria diferente se os fofoqueiros parassem de falar da vida de Flávio, Maria e José, e começassem a falar de Nietzsche Freud, Marx e Foucault.

Pare de pensar em como seria aquilo que nunca será