Ser Exatamente aquilo que a Gente é
Eu Sou...
Eu sou parte de uma infinidade de coisas, cheiros e cores, eu sou aquilo que passou, sou um conjunto de informações guardadas as quais eu tento neutralizar dia após dia, da bagagem devemos carregar somente o que nos serve no momento, se não a gente fica preso e atrelados ao peso dela. Eu sou tudo aquilo que penso agora, sou tudo que deixei em essência tocado por mim, sou tudo que me fez sentir feliz, sou lágrimas, sou vida, sou água, sou sol... Sou, Apenas sou, assim humildemente curvada ao Pai que me enche pela Luz ...
Agradeço sempre a sua majestade e pela sua verdade em mim.
Pois Eu Sou!
A semente que jorra o amor,
A vida que se desprende sem medo de aprender...
A centelha que brilha como grão de areia,
Ainda sou, uma poeira estelar... e uma faísca de sua Luz, Sou... Apenas sou parte do Seu DNA.
Sou o tudo e o nada, depende de como vc me olhar...
Sejamos o que queremos ser, não o que querem que sejamos.
Sem palavras
E eu que não sou de falar muito,
resolvi escrever aquilo que penso e não falo,
porém não sei se aquilo que penso e não falo,
seja algo relevante a ponto de ser escrito.
Vou deixar minha mudez falar mais alto.
Vou ficar escondido atrás da cortina invisível do anonimato,
com a minha visível quietude, sem infringir a lei do silêncio.
Porque se fosse para eu falar mais e ouvir menos,
Deus me daria duas bocas e um ouvido.
E para não deixar o dito pelo não dito,
vou recorrer a um velho dito popular:
“Quem diz o que quer, ouve o que não quer”
Ou como diria um poeta amigo meu:
“É melhor ficar quieto, para não falar nada”
Tem certas coisas que não sei dizer
e como não sou de falar muito, fiquei...
Sem palavras.
02/04/2013
Sou uma incógnita nesse mundo, buscando desvendar aquilo
que sou, meu eu, meu destino, minha missão...
Na arte eu encontro Deus, e encontro a mim mesmo,
Sou apenas aquilo que sou, para lá do que tento ser.
Cada estrofe é um gesto sagrado,
Cada nota, uma reza silenciosa.
O meu coração é um altar que sacrifica hesitações,
Meu corpo, um templo sem portas e paredes.
O pincel é como um incenso que sobe ao alto,
Unindo o traço ao mistério de criar,
Onde o invisível ganha forma e o impossível torna-se real.
Na criação, tudo faz sentido, e nada é banal,
Foi este o primeiro ato divino: o ato de criar.
E não há fé maior que a coragem de moldar,
De dar forma ao barro.
O mundo é minha igreja vasta e imensa,
Cada gesto genuíno é como um sacramento,
Onde o infinito encontra espaço no instante.
Na arte, o Eterno revela-se próximo,
E comigo fala, e comigo fica, em uma eterna comunhão.
Sou aquilo que aparece quando o silêncio dura mais do que deveria. Nasço quando as palavras travam na garganta e os olhos desviam. Cresço quando a resposta demora, quando a promessa falha, quando o pensamento se repete. Estou entre o toque que hesita e o passo que recua. Habito os pensamentos dos que pensam demais, destruindo certezas com perguntas sem resposta. Não preciso ser mencionada para existir, porque mesmo sem ser dita, eu machuco. Eu me espalho em olhares, em mensagens não vistas, em gestos quebrados. Sou o que transforma amores em medos e decisões em prisões. Sou sutil, mas insuportável. Sou constante, mas jamais determinado. Eu sou a dúvida.
Você me enxerga com os seus próprios olhos. Aquilo que você diz que eu sou, na verdade, revela o que mais existe — ou o que mais falta — em você. Antes de me julgar, olhe para dentro. Talvez o que você vê em mim seja apenas o reflexo dos seus próprios conflitos.
[...] Não sou isto ou aquilo! Sou...
Todavia, tento fazer de toda hora
Brandura, esquecendo o outrora
E do dia a dia um agradável voo...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
19 de agosto de 2020 - Araguari, MG
Provavelmente, sou o seu fracasso.
-Aquele que você tentou ter e não o conseguiu.
-Aquilo que você tentou controlar e não conseguiu.
Más, você tentou.
Ansiedade? Não. Não me preocupo com aquilo que eu penso. O preocupante é aquilo que sou incapaz de pensar.
Não sou aquilo que vê, não sou aquilo que você pensa, tolo em um mundo de aparências, quem vê apenas o exterior nunca verá o interior...
Esvazio copos, venço a madrugada
Deixo meu corpo às vezes, sou uma casa alugada
Aquilo tudo parecia uma vitrine
A cada pedalada essa avenida parece mais íngreme.
Gasto minha sanidade a esmo
Cada garrafa simboliza um erro, tenho errado bastante nos últimos meses
Penso no que tenho feito, mais uma pessoa magoada
Deixo meu corpo às vezes, sou uma casa alugada.
As luzes dos postes mostram onde preciso ir
Os copos me respondem o que preciso ouvir
Desgraçados hábitos noturnos guiam-me por lugares os quais jamais imaginei existir.
Aceito a instabilidade presente em mim, mais uma janela quebrada
Rostos sem expressão, falta tinta na fachada
Olho minhas mãos para não esquecer da caminhada
Deixo meu corpo às vezes, sou uma casa alugada.
Sou aquele que não se deixa levar por imagens, gosto mesmo é do real, aquilo que vejo, aquilo que sinto...
Observe bem antes de executar, para que não se arrependa amanhã...
Não sou salvo(a) por aquilo que faço, mas pela misericórdia do meu Pai através do sangue de Jesus Cristo
eu sou apenas um homicida,que deseja matar apenas aquilo que lhe faz ficar acordado todas as noites.
Sou aquilo que só se pode especular, porque saber constitui uma missão impossível;
Convém que nunca tentem;
In, além do aqui
