Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Ser como o Aço

Cerca de 829 frases e pensamentos: Ser como o Aço

⁠O líder de sucesso costuma escrever a sua história de liderança com as cores: do amor, das boas ações e atitudes positivas.

José Guaracir

Inserida por Jguaraci16

⁠Viver no trânsito leva o corpo ao trabalho; viver em transe conduz a alma ao encontro de si. Um acorda para a rotina, o outro desperta para a vida.

Inserida por evermondo

⁠Gratidão

“Moeda poderosa pra quem agraciou o desgraçado,
geralmente não devolvida e que, se acontece, via de regra,
salva alguém do precipício.”.


Arkdyws

Inserida por Arkdyws

⁠As Rodoviárias

No ventre de concreto e aço, a rodoviária se revela
Um portal para o labirinto do asfalto, onde o tempo se congela
Cacofonia de vozes, almas em trânsito, anseios e despedidas
Um microcosmo humano, onde a vida pulsa em batidas

Sob o teto, a luz, sombras inquietantes
Viajantes e fardos, histórias errantes.
O cheiro de café e saudade no ar
E a melodia melancólica de um violão a ecoar

Nos painéis, destinos se anunciam
Cidades distantes, sonhos que se adiam
Embarques e desembarques, abraços apertados
Lágrimas contidas, sorrisos forçados

Nos rostos, a marca da jornada
A esperança de um novo amanhã, a alma desnortada.
Corpos cansados, mentes em devaneio
Na rodoviária, a vida se revela em seu roteiro

Ônibus serpenteiam como feras famintas
Devorando quilômetros cruzando estradas infindas
No horizonte, o sol se põe, tingindo o céu de sangue
E a rodoviária se ilumina, como um farol que nunca se extingue

Em cada plataforma, um drama
Em cada rosto, uma epifania
A rodoviária, palco da existência
Onde a vida se mostra em sua essência

E eu, poeta peregrino contemplo este cenário
Eternizando em versos este itinerário
Na rodoviária, a alma humana se desnuda
E a poesia encontra sua musa

Inserida por samuelfortes

⁠" TRANSPARÊNCIA "

Me vens como te gosto: na evidência
de que darás do amor que te acompanha
e, sem pudor qualquer, chama, me assanha
me vindo na mais clara transparência!

Não há maldade alguma na barganha
pois que, desta paixão, temos vivência
e a mais completa e extensa experiência
de forma que a clareza, assim, nos ganha.

É transparente a alma, o olhar, a fome
que, de desejo intenso, nos consome,
a sede, a força intensa da atração…

Na transparência vens, sem véu, sem medo,
sem restrições em ser o meu brinquedo
pois que já tens nas mãos meu coração!

⁠QUANDO NÃO FOR ESPERA
Tudo o que ela precisa
É desaprender a morrer
Que de tanta morte-viva
Acostumou-se a se refazer.
Por onde a pulsação anda
Ela arrasta todo o caixão
E onde aparece uma sombra
Prepara o buraco no chão.
Pega o corpo defunto molhado
E levanta inteiro outra vez
Sem crer em dia ensolarado
Que poderia enxugar os clichês.
Faz flor na terra esburacada
Mas não acredita em quem se diz vivo
Arranca das costas facada
E não confia nos curativos.
Tudo o que ela precisa
Ah!
É desaprender
Que de tanto ser natural, morte
Nem acredita mais em benzer.
Não fecha os olhos em cochilos longos
Nem mesmo permite que dure o repouso.
Procura provas de que o pernilongo
Fará outro homicídio culposo.
Tudo o que ela precisa, oras!
É uma história para não se enterrar
Um livro, uma água fresca, uma semente
Que vai florear.
Uma paciência de Jó
Para entender quem muito voltou
Dos mortos, terra na garganta
De onde ninguém mais pisou.
Um filete de luz quando o escuro
Vier de mansinho pós-sol
Um sentimento todo seguro
De nem morrer, nem viver
Em prol.
Apenas coisa bonita, que não fecha
A entrada do ar que respira.
Tudo o que ela precisa
É aprender mais o que admira.
Porque
Quando o tempo não for mais o tempo
E o doer não for a-versão
Quando tanto não der n’outro pranto
Quando o sim for menos que o não
Ela chora, ardendo, gritando
Faz calar toda, tanta, ilusão
E o peito, cremado, berrando
Diz, enfim, que chorou de emoção
Sabe, aqui, que tudo faz motivo
Quando a hora não é de moer
E o bordado, bordado agressivo
Sabe, enfim, n’outra mão se caber
E o sentido que ninguém achava
Escondido, no que era pra’si
Faz resposta, assim, intuitivo
Como se choro pudesse sorrir
Entre adeus, chegadas e meios
Prefere ter tudo onde possa ficar
Porque voltar, já não suficiente
Faz a dor calejada sarar
Mas fica inda batendo tão roxo
E assim ninguém volta a sua cor
Aprendido que o cadarço frouxo
Não segura nenhum caçador
E agora ela entende o momento
De agradecer somente a quem fica
Casa, ninho, asa que descansa
Quando ir não destrói o que habita
Quando o tempo não for mais o tempo
Quando a marca não mais desbotar
Ela vai terminar o bordado
Ela vai saber se podar
Porque horta, para crescer grande
Só se poda quando se rega
Quando o tempo não for mais o tempo
Ela vai enxergar quando cega
Quando tudo não for mais a tora
Quando a hora não for o seria
Toda cura será para agora
Todo precisar saberia
Pelo belo de (se) achar mais bonito
Dentro d’olho de quem faz caminho
Casa, tranca, risco na parede
Quando tempo não se faz sozinho
E ela vai saber ceder,
Vai pedir
Demorado
Quando o tempo não for mais o tempo
Finalmente não será (mais) calado
Que de tanto corpo sem vida
Parou de ter tempo para viver
Mas quando o tempo não for mais o tempo
Não terá tempo é para morrer.
(Vanessa Brunt)

Inserida por poeticos

⁠Às vezes a melhor coisa a se fazer é fingir que não vê, que não ouve. Você pode estar diante do acontecimento, escutando as palavras mais onerosas, ainda assim, finja-se de cego e surdo, apenas observe. A observação é o melhor aprendizado.
Flávia Abib

Inserida por FlaviaAbib

⁠O pior escravo não é o que preso pelo aço, mas sim o que está preso pela vergonha de ser diferente, pois este sequer sonha em ser livre.

Inserida por Alanigma

⁠Não tenha medo do escuro, seja da luz e do conhecimento e estando também com sabedoria. Durma e acorde com ela sempre acesa,mesmo apesar de já ter dominado a Ignorância que é a escuridão. Faça o que gostar, pois há de ser tudo da lei, desde que também ninguém sofra reflexos negativos do que fizer de errado. Se for ou estiver errado, que seja só você, então assuma e assina seu BO e RO. É essa a minha diretriz, regra e LEI.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠Soltar o que te prende,
Libertar o que aprisiona,
Dispensar o que espera,
Afugentar o medo,
Acolher o autoamor,
Ser simples e não deixar para depois.

Inserida por frankfernandes

⁠O DESEJO DA PRINCESA.

A princesa de aço, de alma forte e fria,
saiu da torre, sem precisar de um guia.
Dragões caíam, um a um, sob sua espada,
sem um príncipe, sem um beijo, sem uma fada.

"Eu mando aqui!", gritava ao lobo feroz,
com voz de rainha, sem um pingo de dó.
Mas na madrugada, quando a lua espreitava,
as lágrimas brotavam, a alma se estilhaçava.

Sonhava com um príncipe, de olhar terno e belo,
que a levasse em seus braços, num castelo de gelo.
Que matasse os dragões, sem precisar de ordens,
e a beijasse com amor, em tardes serenas.

Queria um colo, um abraço, um calor que a acalmasse,
um príncipe que a amasse, que a fizesse feliz, que a salvasse.
Mas a princesa de aço, de armadura e orgulho,
escondia o seu medo, a sua dor, seu desejo.

E assim vivia, forte e fria, sem se entregar,
mas no fundo do peito, um sonho a ansiar.
Um príncipe que a amasse, que a visse além da armadura,
e a levasse para sempre, num reino de ternura.
@ANDERSON1ANTONIO

Inserida por Andersonat67

⁠"O ambiente reflete a alma das pessoas que nele vivem; uma lar acolhedor nasce de corações acolhedores, uma cidade fraterna é o fruto de almas que semeiam a fraternidade."
(Jaime Cruz - Vinhedo/SP)

Inserida por jaimecruz

⁠A maior prisão do mundo eu hábito
Só que suas barras não são de aço
Nem mesmo de ferro fundido…
Ela existe nos meus recantos escondidos
Eu sou o prisioneiro perdido
Eu sou o carcereiro terrível.

Inserida por RottenCorpse7

⁠Ninguém te conhece inteiramente.
Te olham e veem uma pessoa de aço.
Mas,por dentro, é só barro quebrado, amassado, molhado se refazendo do cansaço e das dores da vida.
Ah! Mas a sua vida é de boas!
É, é de boas!
Mas só você sabe da doçura e das dores vividas.

Inserida por Marieci

⁠O tempo esta passando e você ainda esperando de boca aberta, achando que sem nada fazer algo vá acontecer.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠O aço dos meus olhos
E o fel das minhas palavras
Acalmaram meu silêncio
Mas deixaram suas marcas

Fagner

Nota: Trecho da música Noturno (coração alado).

Inserida por ANDREMURALHA

Cantiga antiga de amor



⁠Só em pensar que sem você não vivo,
Fico louco, imaginando o que acontece.
Sem você, envelheço a cada instante,
Sinto a falta do seu abraço,
Esqueço do céu azul
E me perco nos seus olhos,
Da cor das montanhas do sul.
Lembro bem... e sinto falta de você.

Só em pensar que um dia posso te perder,
Ao te reencontrar, não vou sonhar,
Nem imaginar, nem recordar.
Sem sentir seu cheiro,
Sem tocar seus cabelos,
Sem o tom rosa da sua pele,
Esquecendo do sabor da sua boca,
Estremecendo meu ser.

Só em pensar em um adeus,
Meu peito arde,
Se renova, se revoga,
E volta a arder.
E assim escrevo,
E me perco ao lembrar
Do nosso amor, ao chorar.
E ao invés de apenas emocionar,
Amo mais você.

Inserida por WalyssonLima

⁠Aço que cansa

Hoje não escrevo.
Durmo sorrindo.

Há um alívio bom
em adiar a dor
porque, por um instante,
a alma está quieta
e inteira.

⁠Se você não vem,
tudo bem!
Se você não fica,
nem se manifesta,
nem grita,
tudo bem!
Já me acostumei...
e o sol ainda brilha,
pássaros cantam,
borboletas voam,
e tudo permanece como é.
Idas e vindas,
sons e silêncio,
minha mente flutua,
sol e mar,
e tudo permanece como está.

Inserida por valdima_fogaca

⁠DIA 2 – Vilões Invisíveis

Série: Cura Interior – A Força que Não Se Vê

Nem sempre é o que aconteceu.
Às vezes, é o que não aconteceu.
O abraço que não veio. O "eu te amo" que nunca disseram.
A ausência de cuidado… que virou dor silenciosa.

Carregamos feridas de infância, traições, rejeições.
Palavras duras que se alojaram feito espinhos na alma.

E aí, qualquer coisa dispara esse passado não curado.

Mas Deus vê.
Ele conhece a ferida que você nunca contou a ninguém.

E hoje Ele te diz:
“Eu não te deixei. Eu te sustento. E posso te curar.”

Amanhã vamos falar sobre a armadilha do “tá tudo bem”...


---

DIA 3 – A Armadilha do ‘Tá Tudo Bem’

Série: Cura Interior – A Força que Não Se Vê

Quantas vezes você sorriu…
Mas por dentro, gritou?

Disse “tá tudo bem”…
Só pra não explicar o caos?

A verdade é: a gente cansa de parecer forte.

Mas Deus não cura o que você esconde.
Ele cura o que você entrega.

Hoje, permita-se ser sincero com o céu:
“Pai, eu não estou bem.”

É o começo da libertação.

Amanhã, vamos falar sobre perdão — o remédio que queima, mas cura.


---

DIA 4 – Perdão: o Remédio Amargo que Cura

Série: Cura Interior – A Força que Não Se Vê

Perdoar não é esquecer.
É escolher não carregar mais.

Não é dar razão ao outro.
É libertar a si mesmo.

Enquanto não perdoamos,
ficamos presos ao que nos feriu.

Mas Deus nos ensina:
"Perdoa como foste perdoado."
E quando obedecemos…
O coração respira. A alma recomeça.

Amanhã é o encerramento — e uma oração por cura.


---

DIA 5 – A Cura Começa Aqui

Série: Cura Interior – A Força que Não Se Vê

Chegamos ao último dia da série…
Mas talvez seja o primeiro da sua nova história.

Você olhou para dentro. Sentiu. Lembrou. Chorou.
Agora, é hora de entregar.

Feche os olhos e ore:
"Deus, eu reconheço as feridas que carrego.
Cura o que o tempo não curou.
Restaura o que a dor destruiu.
E me dá forças para recomeçar… de verdade."

Cura interior é isso: Deus tocando onde ninguém mais toca.

Continue essa jornada.
Gente curada transforma o mundo.

Inserida por MDP007