Separação
Durante o dia partilhamos a memória de pessoas e de acontecimentos. Iluminados pela certeza de sabermos quem somos, donde viemos e para onde vamos. Quando chega a noite é a memória que nos separa e nos distingue. Cada um cobre-se com a memória que tem. Faça frio ou calor.
com o tempo a gente vai esquecendo
nem se lembra mais daqueles que tinha ascensão sobre nós, até porque, muitos, com o tempo, caíram.
eram tão incipientes que não tinham o discernimento da maldade
que praticavam.
não eram seres diferentes, somente achavam que eram, talvez culpa do meio que viviam.
não tínhamos acesso ao meio que eles julgavam serem os donos, se mais quiséssemos, nada mais era nos dado.
como nada tínhamos, éramos cobiçadores do pouco que eles tinham. com o tempo, vimos que aquilo não era nada perto do tudo que podíamos conseguir e conseguimos.
pobres separatistas que se multiplicavam entre si. pobre seres
ignorantes, desprezíveis, se vocês soubessem o mal que fizeram para muitos, teriam vergonha de serem chamados de seres humanos.
Oque mais me dói não é a em si, é oque deixamos pra trás, é futuro morto e enterrado que agora, preciso desconstruir em minha mente, a mente se entrete as vezes, mais o coração manda gatilhos a todo o momento.
você me prometeu que eu poderia derramar lágrimas, mais que jamais seria por você.
Pra que tantas promessas em vão, se você não é capaz de cumprir nem as promessas que faz a si mesma.
Se destrói a cada decisao errada que toma, se destrói a deixar entrar na sua mente oque poderia destruir nosso lar.
Ao aceitar as escolhas que lhe impuseram, você pode descobrir novos caminhos, desenvolver resiliência e encontrar um sentido renovado em sua jornada. Os caminhos inesperados que se abrem podem ser cheios de oportunidades positivas que antes estavam escondidas à sua vista.
A vida segue, mesmo em fragmentos,
E no fim, encontraremos a paz e o alívio,
Pois o amor que um dia nos uniu,
Será sempre uma parte da nossa canção.
A Jornada de Olivia
Olivia sempre foi uma garota diferente. Desde pequena, ela se sentia mais confortável em seu próprio mundo, cercada por coleções de pedras e suas guitarras. Enquanto outras crianças corriam e brincavam no parque, ela se perdia em seus pensamentos, observando os detalhes de cada pedra que encontrava, admirando suas texturas e cores.
Por muito tempo, seus pais não entenderam por que Olivia era tão introspectiva. No início, pensaram que era apenas uma fase. No entanto, à medida que Olivia crescia, ficou claro que ela tinha um jeito único de ver o mundo. Na escola, seus professores a descreviam como “inteligente, mas distraída”, e seus colegas a viam como a "mascote" do grupo — uma garota peculiar que tinha um carinho especial por borboletas e por sua coleção de pedras.
Foi em uma dessas consultas médicas, após meses de observações e dúvidas, que seus pais finalmente receberam o diagnóstico: autismo. O médico explicou que Olivia tinha um grau leve, o que significava que ela poderia enfrentar algumas dificuldades em interações sociais, mas também que tinha habilidades únicas e uma maneira especial de entender o mundo.
Olivia, ao ouvir a palavra “autismo”, não entendeu completamente o que isso significava. Para ela, nada mudava; ainda amava tocar guitarra e colecionar pedras. Mas seus pais reagiram de maneiras diferentes. Enquanto sua mãe parecia se preocupar e começou a pesquisar sobre o assunto, seu pai estava mais presente, tentando entender melhor as necessidades da filha.
Com o tempo, as diferenças entre seus pais começaram a se tornar mais evidentes. A pressão e a preocupação com Olivia pesavam sobre o relacionamento deles. A mãe de Olivia se dedicou a entender melhor as necessidades da filha, enquanto o pai buscava maneiras de apoiá-la e incentivar suas paixões.
No entanto, a tensão foi crescendo. A mãe de Olivia, sentindo-se sobrecarregada, decidiu que era melhor para ela sair de casa e seguir seu próprio caminho. Olivia ficou devastada ao perceber que sua mãe iria embora, mas seu pai prometeu que ficaria ao lado dela, cuidando e apoiando-a em tudo o que precisasse.
Após a partida da mãe, Olivia se sentiu perdida. A casa que antes era um lar agora parecia vazia. Seu pai, embora tentasse ser forte, também lutava com a ausência da esposa. Mas juntos, eles começaram a reconstruir suas vidas. Olivia se refugiava em sua música e em suas coleções, enquanto seu pai fazia o possível para proporcionar um ambiente acolhedor e seguro.
A música se tornou uma ponte entre eles. Cada acorde tocado por Olivia era uma forma de expressar suas emoções e suas dores. Seu pai, percebendo o talento da filha, encorajou-a a tocar e a se apresentar em pequenos eventos locais, onde ela encontrou uma comunidade que a acolheu.
Com o tempo, Olivia começou a encontrar sua voz. Mesmo que os laços familiares não fossem mais os mesmos, ela aprendeu a navegar sua nova realidade com a ajuda de seu pai. Juntos, eles enfrentaram os desafios do dia a dia, criando novas memórias e celebrando cada pequena conquista.
E assim, a jornada de Olivia começou. Uma história de autodescoberta e resiliência em meio a mudanças, mostrando que, mesmo em tempos difíceis, é possível encontrar beleza e propósito na vida. A relação que se formou entre pai e filha se tornou uma fonte de força, mostrando que o amor e o apoio podem superar as dificuldades.
E agora
Primeiro segundo se chega no ponteiro
Fogos no céu, lágrimas nos olhos coração dispara
E o colo entrelaçado de alguém que vaga
Alguém que como ninguém marca
Marca no olhar, no sentir, no tocar
No sussurro ao pé do ouvido de amar
Do aperto de mão forte como guerreiros
De uma vida desafiadora com seus lampejos
Em curvas sinuosas nos vales mais elevados
Com altos e baixos de um reerguer memorável
E agora
Dos projetos de vida que se vislumbrava
Um cessar doloroso que fere a alma
Estagnando um laço por um tempo
Revigorando o corpo como árvores ao vento
E os frutos que se mantém
Como propósito de Deus e dádivas também
Ansiosos anseiam um desfecho do bem
Edificando raízes e tronco que assim sustentam
Obra perfeita e plena que nos alimentam
Um sentido único de responsabilidade e amor
Com uma parceria eterna na alegria e na dor
E agora
Respira e chora expectando a responsabilização
Um processo evolutivo de alta ressignificação
Lágrimas percorrem o rosto de contristação
Não se enxugam, mas caem regando ligação
Que reconstrói seres de pura emoção
Vivenciando o mais sublime do perdão
E Agora seguindo não mais a mente ou a razão
Mas decididamente a intuição e o seu coração
Meu amor, quando você chegar no próximo coração, tenha um pouco mais de cuidado. Cuidado para não magoar almas boas, aposto que muitas pessoas quiseram o seu bem, e você as tratou com loucuras inventadas por você!
E sabe quem perde com isso? - Sim, ninguém presta para você !
Algo está estranho, não?
Maçãs coradas,
olhar infindo,
dizendo nada,
sorriso lindo!
Marcas do tempo
entre duas datas.
História composta,
hiatos do vento,
em sílabas separadas.
Do dito tudo
sobrou o nada!
A raiva em meu coração se dissipa em um mar de dores, meu amor próprio se faz de boia. Eu pulei do nosso barco de fantasias para não me afogar em uma futura e temida tempestade de dor. Mas agora estou vagando, sem direção.
O passado é um morto em decomposição, por mais que o tenhamos amado, ele jamais voltará a ser o que foi.
E mais uma noite esperei um sinal seu. As mesmas estrelas, a lua escura se insinua. Os pensamentos nadam em busca da doçura do olhar, mas o mar só faz balançar as ondas, as lembranças elevar o que restou do fim.
"E ela, como sempre, acertou no presente, “Pra que você não perca a hora de voltar pra mim”, escreveu num cartão junto com a caixa do relógio que ele agora usava a toda hora." Pedro usando o presente que Manu lhe deu em Amor nos Tempos de Quarentena
A verdade é que atração carnal não é amor, o desejo não é paixão.
A paixão por mais que seja inflamável possui uma sequência de sentimentos, mas o desejo da carne é fútil e nos dá a satisfação mediocremente momentânea.
Podem invejar e tentar destruir meu relacionamento, mas eu não ligo. Sigo confiante na certeza de que o que Deus uniu nada nem ninguém é capaz de separar.
Sol e lua, somos como "O Feitiço de Áquila", na lua sou o lobo e você a princesa, no sol sou o cavaleiro e você o falcão. Fomos separados pela vida, mas juntos, unidos pelo coração.
A verdade é que sempre haverá espinhos,encontros,desencontros,despedidas...
Mas querido(a),se for verdadeiro,nem mesmo a morte há de nos separar!!
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