Separa Pessoas
Pelo lixo que uma pessoa gera a conheço um pouco. Se o separa, principalmente onde o joga e de que forma, além de ver nele como se alimenta, ou seja, se respeita-se.
O tempo é o espelho de nossas recordações.
Quando a distância nos separa, o reflexo da saudade traz a tona todos os momentos vividos.
Aulos Carvalho
Celular liberta e aprisiona, aproxima e afasta, reúne e separa, abre e estreita horizontes, faz voar e ficar fincado no chão. Funciona, ao mesmo tempo, como instrumento de comunicação e de incomunicação.
No fundo, é isso que separa um conservador de um revolucionário: o primeiro não está disposto a sacrificar a geração presente em troca de um fim abstrato.
O joio cresce junto com o trigo, mas a hora da colheita é determinante para separá-los, mostrando a utilidade e a serventia de cada um.
O que separa o céu do inferno é somente uma linha tênue, podendo ser rompida por injustiças, ódio, aversão, carinho, amor, justiça. Cabendo a nós querermos estar em um dos lados.
Procure sempre desconstruir o muro que te separa da escola, pois na educação estamos sempre em desvantagem e isso é o que parece certo!
Ponta Porã Linha do Tempo
Por Yhulds Giovani Pereira Bueno
Na linha tênue que separa e une o Brasil e o Paraguai, repousa Ponta Porã — ou como carinhosamente dizem por ali, *a Princesinha dos Ervais*. Uma cidade que não se contenta em estar na margem de um mapa: ela ocupa o coração de duas nações, dois idiomas, duas culturas... e muitas histórias.
É difícil caminhar por suas ruas sem perceber que o tempo se mistura como o chimarrão servido em roda de amigos: quente, forte, com traços guaranis e sotaques sul-mato-grossenses em perfeita harmonia.
O português e o espanhol se cruzam como os passos de quem atravessa a linha internacional sem perceber — porque, em Ponta Porã, fronteira é apenas um detalhe simbólico.
Ali, as feiras fervilham com o colorido dos tecidos paraguaios, a música sertaneja divide espaço com a polca e a cumbia, e os sabores revelam encontros: chipa e pão de queijo, sopa paraguaia e arroz carreteiro. Nada ali é puro — e ainda bem. A identidade ponta-poranense é mestiça, e é nessa mistura que ela se fortalece.
Histórias de colonos vindos da Europa, indígenas resistentes, paraguaios que fincaram raízes, brasileiros que abraçaram a lindeza fronteiriça. Cada um deixou um tijolo, uma receita, um costume.
O passado ali não se guarda em livros, mas nas varandas com cadeiras de fio, nas rodas de tereré sob a sombra dos ipês, nos nomes que não soam de um só lugar.
Ponta Porã é palco de somas e divisões. Soma de sonhos, divisões de saudades. Porque todo mundo ali tem alguém “do outro lado”, e isso não separa — aproxima. Mistura que não se dissolve, mas que se reinventa a cada geração.
E assim segue a Princesinha dos Ervais: de vestido bordado com ervas mate, cabelo com aroma de fronteira e um olhar que enxerga longe, para além da linha imaginária, onde a cultura não pede passaporte, só respeito e celebração.
Respeito é a linha que separa a sua compreensão da vida,
Respeito é a forma de enxergar o mundo com experiência,
Respeito é ser uma alma livre mas que acolhe os limites,
Respeito é ser grato a quem um dia o apoiou nas mãos, nos ombros
no caminho em qualquer tempo.
Respeite e será recebido com o mérito que faz de você um ser de valor
e de posição nobre de alma
Um centímetro separa a felicidade da felicidade; um olhar separa o amor do ódio, uma bala pode abalar muita gente e aliviar uma nação
O amor verdadeiro é aquele que nao se deixe levar pelo soprar do vento, nem a distancia separa mas sim aumenta o graunde de amor.
