Sentimento de Culpa
Existem muitos sentimentos ruins. Entre os piores está o sentimento de culpa de uma mãe que não tem mais seu filho para pedir perdão por não ter sido a mãe que ele esperava.
Sabe, se você algum dia se sentir culpado
Não se sinta pelo que aconteceu
Você tem amigos, pessoas pra amar e conhecer
Sua jornada ainda começa, não termina
Então erga a cabeça e siga em frente
“Na origem, o corpo era apenas verdade, não motivo de culpa. Adão e Eva não sentiam vergonha porque ainda não havia separação entre quem eram e quem pareciam ser. A desobediência não criou o corpo nu, criou o olhar que julga. A vergonha nasceu quando a inocência foi perdida, não quando a pele foi revelada.”
Culpar sempre os outros pelo seu estado atual, é a defesa do covarde pelo prazer de se sentir melhor
Metamorfoses da Saudade
Você foi o culpado pela explosão de sentimentos que houve em mim.
Você foi um grande amor.
Que bom foi te conhecer… mas foi profundamente terrível e doloroso vê-lo partir.
Ainda bem que as lembranças sabem abraçar até os sentimentos sem fim.
Eu já sei: é um mistério… mas falar é inevitável — e sofrer também.
Quantos não passam por uma metamorfose sofrida e angustiante, ao tentar abraçar outros corpos e beijar outras bocas que não sejam aquela?
Há momentos em que me sinto presa a imagens e sentimentos fictícios, como em um filme inacabado, onde existe um predador sempre à espreita, com a ferocidade de um ser lupino em alerta.
Desespero… até porque “The End” nunca vem.
Você não deve se sentir culpado por ser uma pessoa boa, você deveria se orgulhar disso, o mundo precisa de pessoas assim, como você.
Reflexão Psicanalítica
“O narcisista faz o outro sentir culpa até pelas feridas que não causou.”
@Suédnaa-Santos
“O TDAH não explica tudo, mas ignorá-lo pode transformar sintomas em culpa e sofrimento em fracasso moral.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
"A mulher regulada não deixa de sentir culpa. Mas já não faz da culpa o critério de todas as suas decisões."
Ninguém é culpado de sentir tristezas e solidão, porém cabe àqueles que receberam da vida o dom da alegria e da felicidade, ajudá-los como forma de gratidão.
Entre a Culpa e o Perdão
Caí…
O peso que sinto é insuportável.
A sombra que plantei sem perceber
voltou — fria e silenciosa —
como quem cobra o preço do erro.
Matei meus sonhos,
feri quem me amava,
e me perdi de mim.
A culpa virou meu pesadelo,
um eco no escuro da alma,
e me abraçou… como a morte.
Gritei…
mas só o silêncio respondia.
Chorei até o choro secar…
e ainda assim, doía.
Achei que Deus não me ouviria mais,
que o céu havia fechado pra mim.
Mas foi no chão…
entre a culpa e a morte…
que eu escolhi recomeçar.
Quando todos disseram “não”,
O Pai disse “vem.”
Ele não me cobrou explicações,
não perguntou o que fiz, nem onde estive.
Apenas me olhou —
e o olhar d’Ele…
me trouxe de volta à vida.
O golpista da fé é o único criminoso que faz a própria vítima se sentir culpada e pecadora por não ter mais dinheiro para entregar ao bando.
Como eu poderia culpar qualquer sentimento para justificar tantas escolhas erradas?
Durante quase toda a minha vida, caminhei por uma estrada que julgava moralmente correta. Bastou um momento de descuido para que eu me perdesse completamente.
Hoje não sou vítima de circunstância alguma. Sou o carrasco da minha própria alma. Sou responsável pela infelicidade da pessoa que jurei proteger. E, como se isso não bastasse, despertei o amor de alguém que jamais poderei amar da mesma forma.
Estou colocando em risco o maior chamado que já recebi na vida, como se estivesse desperdiçando a única oportunidade de realizar algo verdadeiramente importante nesta breve e insignificante passagem pela Terra.
Às vezes, gostaria de desaparecer por um tempo. Outras vezes, gostaria apenas de possuir a força necessária para me tornar alguém completamente diferente.
Porque já não gosto de quem me tornei.
Não gosto da minha própria companhia. Não gosto dos meus pensamentos. Não gosto da imagem que encontro quando me observo com honestidade.
Sinto nojo do mentiroso habitual que me transformei. Sinto repulsa por já não reconhecer uma identidade sólida dentro de mim. É como se tudo aquilo que eu acreditava ser tivesse se dissolvido, deixando apenas um vazio onde antes existiam convicções, amor e propósito.
Estas palavras não nascem da autopiedade. Não procuro absolvição nem conforto fácil.
Escrevo porque estou cansado.
Escrevo porque procuro uma saída que ainda não consigo enxergar.
Escrevo porque espero encontrar, em algum lugar entre estas linhas, a força necessária para continuar caminhando sem perder de vez aquilo que ainda resta de mim.
Escrevo porque não quero enlouquecer.
como não se sentir culpado se a culpa parece ter criado raízes dentro de você, como se cada pensamento carregasse um peso, como se existir já fosse, por si só, um erro difícil de justificar… como não erguer muralhas se toda vez que você tentou abrir o peito, algo te atravessou, algo ficou, algo que te ensinou que sentir demais custa caro demais, e então você levanta paredes, não porque quer se afastar, mas porque já não sabe mais como não se proteger… e como conviver com esse vazio, esse espaço oco que não importa o que você faça, não preenche, um silêncio interno que grita, que ecoa, que te lembra o tempo todo que falta algo, ou pior, que talvez falte você mesmo dentro de você… esse sentimento de ser um peso, de ocupar espaço demais e ao mesmo tempo não significar o suficiente, de olhar ao redor e achar que tudo funcionaria melhor se você fosse menos, falasse menos, sentisse menos… existisse menos… de não ser o suficiente, nunca, como se você estivesse sempre devendo algo que nem sabe o que é, como se todo esforço chegasse atrasado, incompleto, falho… de mais atrapalhar do que ajudar, como se sua presença fosse um erro em andamento, como se, por mais que tente, tudo que você toca carregasse um pouco do seu caos junto… de querer amar profundamente, mas nunca conseguir se sentir amado de volta, como se existisse um bloqueio invisível, como se o amor até chegasse perto, mas nunca conseguisse entrar, ou pior, como se você não soubesse mais reconhecer quando ele está ali… e então fica essa contradição sufocante: um coração que ainda quer dar tudo, preso dentro de alguém que já não acredita que merece receber… como viver com um coração quebrado, quando cada batida parece irregular, cansada, sem direção, quando amar virou dor, lembrar virou dor, existir virou dor… e uma mente perdida, que não descansa, que não silencia, que te leva sempre pro mesmo lugar escuro, um labirinto onde cada saída parece falsa, onde cada esperança dura pouco demais… e no meio disso tudo você ainda está aqui, e isso não parece vitória, não parece força, não parece nada além de cansaço…
A mentira pensada inicialmente resulta num sentimento de culpa e vergonha. Mas mentir de maneira constante se torna "normal" na vida de uma pessoa, fazendo disso só mais uma característica do seu caráter.
Não desacredite do amor, por uma decepção amorosa; o sentimento não tem culpa de uma ação desrespeitosa.
