Sentido

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A mudança faz sentido, quando vem acompanhada de orgulho pela decisão tomada.

Se faltar objetivo, faltará sentido; se faltar plano, faltará perspectiva; se faltar propósito, faltará futuro.

Todo sentimento deve ser sentido, por quem sentes e por alguém que é sentido.

Qual é o sentido de ser perfeito
Se eu não posso ter o que eu quero?

Você é minha outra metade, o amor que dá sentido a tudo em mim. Quando te olho, o mundo se ilumina, e meu coração encontra paz. Te amar é sentir que o destino acertou, unindo duas almas que sempre se buscaram.

Se após os escombros ainda restar coragem,
As manhãs podem fazer algum sentido.

Algumas gavetas precisam serem organizadas,
Arrependimentos guardados, Saudades sem sentido.
Perguntas que as respostas não fazem mais diferença.

Não quero que me explique no caminho,
Melhor sozinho que mal acompanhado,
Faz mais sentido.

Se o poeta disse que amar é um verbo intransitivo
e entre outros adjetivos tem seu sentido completo,
eu te digo que o amor é um tanto quanto relativo,
um sentimento cativo, que não aceita decreto.
​Se ele se basta em si mesmo e não pede complemento,
como explicar o aperto que dá no meu coração?
Como entender esse laço, esse doce tormento,
que me rouba o pensamento e me joga na tua mão?
​O amor pode até ser livre na teoria da gramática,
mas na vida prática ele é dependente sim.
Precisa de um sujeito que lhe dê a voz exata,
que mude a sua fonética e faça ninho em mim.
​Não me venha com a lógica de que o amor é isolado,
pois quando estou do teu lado a regra perde o valor.
O meu amor só é pleno se for conjugado contigo,
no presente do indicativo...
No plural do nosso amor.

A providência divina não nos poupa da dor, mas redime o nosso caminho conferindo-lhe sentido.

Quando compreendermos o nosso legado aqui, todo o resto fará sentido.

Em vez de procurar o que se quer encontra o sentido de sentir o que se tem. O querer é expectativa o ter existência.

⁠Palavras motivadoras entre verdades irrelevantes, não possui valor... Nada dará sentido à vida, exceto a verdade perdida...

"O Sentido da Lealdade:
O afeto sincero resiste ao tempo.
Silêncios compartilhados viram paz.
Nenhuma cobrança enfraquece o laço."

Antigamente nas músicas havia o DUPLO SENTIDO, que nos fazia rir, hoje só trazem um UNICO SENTIDO que é causar vergonha.

A vida encontra seu verdadeiro sentido, quando no caminho o coração aprende a caminhar com Cristo

Felicidade não é viver sem dor, é encontrar sentido suficiente para continuar vivendo apesar dela

"Quando a liberdade individual é sufocada, a parceria perde o sentido e vira só uma cobrança sem fim."

⁠O verdadeiro sentido do viver
está em sabermos selecionar
o que é importante para tornar
as nossas vidas prazerosas, pois
tudo que não nos proporciona satisfação não deve ser mantido, mas a complexidade dessa concepção surge
no ato de decidirmos o que podemos descartar.

DIFERENÇA ENTRE PROVAS E EXPIAÇÕES À LUZ DA DOUTRINA ESPÍRITA.
Compreendendo o sentido educativo do sofrimento e das experiências da vida
Uma das distinções mais importantes da Doutrina Espírita é a existente entre provas e expiações. Embora frequentemente associadas, essas expressões não são sinônimas. Compreender corretamente seus significados permite interpretar as circunstâncias da existência sob a ótica da justiça divina, da lei de causa e efeito e da evolução espiritual.
Na visão espírita, Deus, soberanamente justo e bom, não condena nem castiga arbitrariamente suas criaturas. Todo sofrimento possui finalidade educativa e regeneradora, constituindo consequência natural das leis morais que governam o Universo. Assim, as dificuldades da existência não representam punições impostas por Deus, mas oportunidades de aprendizado, reparação e progresso.
A Expiação: a reparação das consequências do passado.
A palavra expiação deriva do latim expiatio, significando, originalmente, ato de expiar, reparar ou cumprir uma pena. Sob a perspectiva espírita, entretanto, esse termo adquire significado mais profundo.
A expiação não corresponde a um castigo divino. Ela representa a consequência natural dos próprios atos praticados pelo Espírito, segundo a lei de causa e efeito. Cada Espírito colhe aquilo que semeou, encontrando nas experiências dolorosas oportunidades de reparar desequilíbrios criados por suas próprias escolhas.
Enquanto permanece preso ao egoísmo, ao orgulho, à violência ou a quaisquer imperfeições morais, o Espírito necessita enfrentar circunstâncias que o conduzam ao despertamento da consciência. As dores, limitações, enfermidades, perdas e dificuldades podem constituir instrumentos educativos capazes de favorecer esse processo de regeneração.
Nesse sentido, a Terra, classificada por Allan Kardec como um mundo de provas e expiações, acolhe Espíritos em diferentes graus evolutivos, oferecendo-lhes condições para reparar o passado e construir um futuro mais harmonioso.
Quando suportada com resignação, confiança em Deus, esforço moral e sincero desejo de transformação, a expiação contribui para apagar as consequências dos erros anteriores, fortalecendo o Espírito em sua caminhada rumo à perfeição.
Contudo, importa ressaltar que o sofrimento não é condição indispensável ao progresso. O Espírito pode evoluir pelo amor, pela prática do bem, pela reforma íntima e pelo cumprimento espontâneo da lei divina. Quanto mais cedo desperta para o bem, menos necessita das lições severas da dor.
A Prova: o exercício das virtudes.
Diferentemente da expiação, a prova possui caráter essencialmente educativo.
Segundo O Livro dos Espíritos, toda nova existência corporal constitui, em sentido amplo, uma prova para o Espírito. Antes de reencarnar, muitas vezes o próprio Espírito, assistido pelos benfeitores espirituais, escolhe determinadas experiências que favorecerão seu crescimento moral.
A prova não implica necessariamente sofrimento intenso. Ela consiste em circunstâncias destinadas a desenvolver virtudes ainda imperfeitas ou pouco exercitadas.
Entre as inúmeras provas da vida encontram-se:
a prova da paciência diante das contrariedades;
a prova da tolerância perante opiniões divergentes;
a prova da humildade quando se alcançam posições elevadas;
a prova da riqueza, frequentemente mais difícil do que a pobreza;
a prova da pobreza, que exige confiança na Providência;
a prova do poder, da autoridade e da influência;
a prova do amor, do perdão, da fé, da perseverança e da caridade.
Cada situação representa um exame moral, no qual o Espírito demonstra o grau de assimilação das leis divinas.
A diferença essencial.
A distinção entre ambos os conceitos pode ser resumida da seguinte maneira:
Expiação corresponde à reparação de desequilíbrios produzidos pelo próprio Espírito em existências anteriores ou na atual, envolvendo, com frequência, experiências dolorosas destinadas à regeneração moral.
Prova representa uma experiência educativa escolhida ou aceita para fortalecer virtudes, ampliar conhecimentos espirituais e acelerar o progresso, podendo ou não envolver sofrimento.
Na prática, entretanto, uma mesma situação pode reunir simultaneamente aspectos de prova e de expiação. Uma enfermidade, por exemplo, pode reparar abusos cometidos no passado e, ao mesmo tempo, desenvolver paciência, humildade, fé e resignação.
A visão espírita sobre o sofrimento
A Doutrina Espírita ensina que nenhuma dor é inútil quando compreendida sob a luz da imortalidade da alma. O sofrimento deixa de ser visto como castigo para tornar-se instrumento de educação espiritual.
As dificuldades da existência convidam o Espírito ao autoconhecimento, à reforma íntima e ao exercício do amor. A verdadeira libertação ocorre quando o ser compreende que seu destino não é sofrer eternamente, mas aperfeiçoar-se continuamente até alcançar a felicidade prometida pelas leis divinas.
Assim, provas e expiações constituem mecanismos da misericórdia de Deus, destinados a promover o progresso do Espírito. Ambas fazem parte do processo evolutivo, conduzindo a criatura, passo a passo, da ignorância à sabedoria, do egoísmo ao amor e da imperfeição relativa à plenitude moral.
Fontes:
O Livro dos Espíritos — questões 132, 258, 262, 266, 393 e 920.
O Evangelho segundo o Espiritismo — Capítulo V (Bem-aventurados os aflitos).
O Céu e o Inferno — Primeira Parte.
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