Seneca Ira Expectativa
Praticai o controle da ira. Só com muito discernimento enfrentareis os conflitos gerados com sabedoria.
Quando a ira aportar em face cuja bondade resplandece, tenha certeza que o espírito genuíno já não está mais ali
O que diferencia um monge de um homem comum, não é a quantidade de ira que é possível suportar, mas a quantidade de paz que é possível oferecer
Reflete, pois o bem sempre age de forma benfazeja, a criar um concreto armado de pura felicidade;
O mal age na surdina, a perfurar as frestas desse concreto com gás tóxico da tua própria ira
A ira e palavras maledicentes algema as almas de costas uma para a outra e coloca venda em seus olhos físicos para a eternidade.
Cuide de você mesmo e não pense em fazer aos outros mais do que aquilo que seja necessário, pois as pessoas que o rodeia, seguem o curso de suas vidas sempre pensando em si mesmas. Por isso, não crie expectativas sobre as pessoas.
Cada novo mês que se inicia há um renovo no coração que, cheio de expectativas e esperanças, aguarda que as promessas de Deus em breve se cumprirão. Se não for de imediato, tudo bem, não desanime, persevere, pois só aquele que crer e perseverar até o fim, alcançará o triunfo sob a espera com a bênção da vitória. Vai dar tudo certo. Tenha fé. Lance sementes.
O amor, por si só, deveria bastar! Mas somos seres humanos, queremos mais, criamos expectativas e sonhamos longe.
Siga seu coração e faça o que tiver que ser feito, pois aqueles que se atrevem a ir além das próprias expectativas podem ter a chance de deixar sua marca no mundo!
Encontramos equilíbrio entre fazer o que se espera de nós e encontrar a felicidade onde podemos. No amor, no sexo ou no jogo.
O caos sempre aparece
Demorou mas veio
Apareceu me desestabilizando
Não sabia o que fazer
Até que vejo a luz no fim do tunel
Saio em direção a ela
Mas nunca é facil
Meu corpo dói
Meus pés calejados
Já não aguento mais andar
Até que vi você
Algo em mim surgiu
As forças se renovaram
E tive esperanças de ser resgatado
Ao me aproximar do fim
Os olhos doem com a luz
Perdi o costume
Mas se adaptam rapidamente
E percebo que as coisas mudaram
Voce era só uma alucinação
Mas obrigado!
Depois que o sol se põe eu tropeço
É tão estranho
Eu continuo seguindo em frente
Sozinho
Agora sou eu mesmo
Vivendo um monólogo
Ou qualquer outra coisa
Vai ficar tudo bem
Alguns dias são tão bons, outros, nem tanto
Então hoje, eu abro mão
Andando nas nuvens todo dia
Com os pés sangrando
Isso vai e volta, por que eu continuo voltando?
A maioria dos problemas e reclamações que vivemos estão ligadas às nossas expectativas. Esperamos demais de tudo, mas cada um tem preguiça de promover a auto-evolução. Assim a balança nunca equilibra!
Não é desinteresse, é apenas desapego, o mundo nos ensina a desapegar... e é só isso.
Não sou mulherengo, não sou mentiroso, não sou sem vergonha, eu apenas não acho certo nem comigo nem com a outra pessoa alimentar algo que não vai acontecer...
É quando o ego acalma e o caráter é questionado por si mesmo, o certo e errado se confundem, quando se procura aqueles seus tantos planos feitos e nunca nem iniciados, aquelas promessas frustradas e depara-se com a dura realidade do que não foi construído até aqui, do que foi tão somente expectativa e com o agravante das comparações e cobranças a que está exposto o tempo todo em todos os lugares.
As noites que eram seguras e silenciosas tornaram-se barulhentas, por escolha própria, para não ter que comparar com o silêncio imaginário das noites acompanhadas, ao barulho do ego que grita por não suportar a si mesmo, brigar com o próprio reflexo, baixar a cabeça para não encarar os próprios olhos, parece que o amor próprio aprontou das suas, mas só o reflexo do espelho sabia, e espera ensinar que nos olhos daquela pessoa do outro lado, sem maquiagens, sem desculpas, sem esquecer do outro lado de si, e é quando o tempo para, sem euforia, sem audácia, sem máscara, já sem coragem, é preciso travar a mais dura das batalhas, enfrentar a si mesmo, o pior dos inimigos, aquele que não conhecemos mas carregamos por todos os lugares, inimigo cruel que grita de ensurdecer em um silêncio pelas madrugadas sem festas, sem músicas, sem palavras, só pensamentos gritantes e irritantes do insuportável inimigo que criado dentro de si, faz fugir do amor próprio, de suportar a pessoa mais importante do mundo, e quando tudo começar a ser suportável, não se culpe pelo passado, pode ser, muito provavelmente, que, assim como eu, você cansou de carnaval e, agora, quer mudar a brincadeira.
É bem possível que seja mais honroso, expor preferências pouco ou nada ortodoxas quanto às expectativas que se criam a nosso respeito; do que viver a farsa do que é politicamente correto aos olhos dos outros.
