Sempre Precisamos de um Amigo Brincalhao
O dia sempre começa com uma xícara de café.
E deve terminar com um chocolate quente.
Os dois aquecem o corpo e fazem carinho na alma.
Bom dia!
É que sempre o brilho do sol nos encontra e dá um jeito de desanuviar nossa frente, iluminar nosso riso e aquecer nossa alma. É Deus que nos abraça, em sua luz nos enlaça e pra vida nos anima. Acima de cada nuvem negra, está o lindo céu azul. Abra seu coração pra esse brilho que o mundo tem, se apegue a fé, confie, diga amém. Estar aqui é um presente, é tudo afeto que o Senhor faz, é tudo de bom que o universo trás é tudo amor pra gente.
Você se faz presente mesmo distante
Entende sempre a necessidade de um alô
Capta o momento sem estar nele
Ilumina meu dia como a luz do sol
Energia que se destina a mim
Dedicação de um amor fraterno
Afinidade que não se elucida
Obrigado por ser meu amigo
Obrigado por se preocupar comigo
Obrigado por ser meu irmão
Agir sobre a consequência da vida há um risco de precipitação, pois é preciso ver e ouvir sempre para pensar por um período favorável de tempo, dando uma volta para coletar as causas que influenciam em sua totalidade. Assim tudo terá em consciência uma conclusão assertiva sobre ação para uma vida mais significativa e menos complexa.
Diogo Denski
eu nunca tive medo da morte mas sempre tive medo de morrer sendo um mau filho, um mau pai, um mau esposo, um mau irmão, um amigo mau,esse e o meu medo.
A mentalidade revolucionária
As sociedades de cada época sempre contiveram um certo número de espíritos inquietos, instáveis e descontentes, prontos para se insurgir contra uma ordem qualquer de coisas estabelecidas. Eles agem pelo simples gosto da revolta e, se um poder mágico realizasse sem nenhuma restrição seus desejos, eles também se revoltariam.
Essa mentalidade especial resulta frequentemente de uma falta de adaptação do indivíduo a seu meio ou de um excesso de misticismo, mas ela pode ser também uma questão de temperamento ou provir de problemas patológicos.
A necessidade de revolta apresenta graus de intensidade muito diversos, desde o simples descontentamento manifestado em palavras contra as pessoas e as coisas até à necessidade de destruí-los. Às vezes o indivíduo volta contra ele mesmo o furor revolucionário que ele não pode exercer de outra maneira. Existem radicais que, não contentes com os incêndios e bombas lançadas ao acaso nas multidões, acabam mutilando-se a si mesmos.
Esses perpétuos revoltados são geralmente seres sugestionáveis cuja alma mística é obcecada por ideias fixas. Apesar da energia aparente que parecem indicar seus atos, eles têm uma personalidade fraca e são incapazes de se dominar, bem como resistir aos impulsos que os governam. O espírito místico com que são animados fornece pretextos a suas violências e os faz considerarem-se como grandes reformadores.
Em tempo normal, os revoltados de cada sociedade são contidos pelas leis e pelo meio - em uma frase: por todos os freios sociais - e permanecem sem influência. Logo que se manifestam períodos de turbulências, esses freios enfraquecem e os revoltados podem dar livre curso a seus instintos. Eles se tornam então os líderes habituais dos movimentos. Pouco lhes importa o motivo da Revolução, eles se matarão para obter a bandeira vermelha, a bandeira branca ou a libertação de um país que ouviram vagamente falar.
O espírito revolucionário não é sempre levado até o extremo de se tornar perigoso. Quando, ao invés de ser originado de impulsos afetivos ou místicos ele tem uma origem intelectual, ele pode se tornar uma fonte de progresso. É graças a espíritos suficientemente independentes para serem intelectualmente revolucionários que uma civilização consegue se livrar do jugo das tradições e do hábito, quando ele se torna muito pesado. As ciências, as artes, a indústria progrediram sobretudo através deles. Galileu, Lavoisier, Darwin, Pasteur foram revolucionários.
Se não é necessário para um povo possuir muitos espíritos iguais a esses, lhe é indispensável ter alguns. Sem eles a humanidade habitaria ainda as primitivas cavernas.
A ousadia revolucionária que leva a descobertas implica em faculdades muito raras. Ela necessita particularmente de uma independência de espírito suficiente para escapar da influência das opiniões correntes e um discernimento que permite captar, sob as analogias superficiais, as realidades que elas dissimulam. Esta forma de espírito revolucionário é criadora, enquanto que aquela examinada mais acima é destruidora.
A mentalidade revolucionária poderia então ser comparada a certos estados fisiológicos úteis na vida do indivíduo, mas que, exagerados, assumem uma forma patológica sempre nociva.
Um ladrão, do colarinho branco ao com o pé nas havaianas , é sempre, sempre, sempre, um covarde, que conta com o melhor dos cúmplices: a omissão e a nenhuma reação das pessoas.
Quem arma esparrela para os outros, maninho, um dia vira a caça.
Sempre quis um amor com a cor
do beija flor .
Sempre !
Com um sorriso azul
Um jeito de menino
Um anjo que voasse com os
olhos de paz acarinhando docemente
e loucamente meus sentidos.
Que o vento me leve
a esse destino
E que seja pra sempre
en-canto .
Se acho que amo alguem eu sempre me pergunto, se ele um dia ficar deformado por causa de alguma doença ou acidente ainda sim eu o amaria, passearia com ele em meio aos meus amigos sem vergonha ou constrangimento? Se ele um dia nao pudesse andar, eu estaria ao seu lado? Se ficasse obeso ou perdesse a sanidade ou acontecesse qualquer outra coisa ruim, eu ainda estaria ali? Amor é algo sublime e supremo, isso todo mundo diz e todo mundo sabe, mas na prática vemos muitos casais que antes juravam se amar se separando por bem menos que esses acontecimentos antes citados. Se é tão frágil não era amor, poderia ser qualquer outra coisa menos amor. E respondendo as minhas proprias perguntas eu ainda o amaria .
Cada um me ve de um jeito.
sempre vão me julgar, mas só Deus sabe quem eu sou de verdade.
Só ele conhece meu coração, só ele sabe o porque de cada atitude minha, somente ele sabe tudo que eu penso.
Somente ele me entende.
E é exatamente por isso que eu vivo em paz.
(...) um problema que acomete as idéias abstratas e universais...: a realidade é sempre menor ou maior do que idéias e, por isso, nunca é igual às ideias. (...) Grande parte da crítica que fazem filósofos como Nietzsche (século 19) e Platão é sobre essa tendência a descrever mal o mundo porque o fazemos desde um ponto de vista ideal, e não real.
Luiz Felipe Ponde
Quem nos vê sempre de pé nem imagina os tombos que a vida volta e meia, reserva a cada um. (taw ranon)
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