Sempre
" Não sou o mais visto e nem o mais lindo. Vivo sorrindo, mas sempre sozinho. Estou em um caminho, dos meus preferidos, que é muito querido por meus pensamentos. "
[...] Eu até tento ser mais discreto com o mundo, mas meu coração sempre me entrega. Por vezes acho que me escondo nas transparências.
Ricardo F.
O amor, ó o amor.
Minha mãe, sempre, diz que encontrarei o meu, que terei uma família.
Sempre suspiro, apaixonadamente, porém não pelo fato do amor, e sim pelo fato, de eu amar, como minha vida, é boa sem um amor, para complicar mais ainda minha vida.
O amor, sempre me deixou confusa.
Antes, minha preocupação era se eu conseguiria, encontrar alguém, para me amar, da mesma, forma que eu o amo.
Porém agora, minha preocupação, e se eu vou conseguir, amar alguém, da mesma forma, que ele me ama.
Verdadeiramente? Eu não quero amar ninguém!!!
Quero continuar, com minha vida, sem ninguém para complica-la mais ainda...
Ás vezes, me pergunto, se em meu cérebro, existe a palavra "amor". Não falo meu coração, pois o coração não faz a gente amar, desculpe te decepcionar.
Eu pensava, que um dia, meu príncipe encantado, iria, vir em um cavalo, branco. E iriamos nos apaixonar, e criar uma família.
Hoje eu só quero, que esse príncipe, caia do cavalo, e fique impossibilitado, por um tempo, para eu conseguir fugir de seu amor...
“No Amor, todos nós dançamos e, vez por outra, pisamos no pé do parceiro. Os pisões sempre existirão, mas o que importa é a Dança, a Música e o Casal, pois ao acabar a música, finda a dança e o casal se retira do baile.”
UMA BRISA
Parece-me, que no fim de tudo,
o que de fato buscamos é aumentar o prazer
sempre mais prazer.
Queremos o prato feito, perfeito
com mais gordura, mais azeite e vinho.
Queremos o ponto final na obra-prima
o fim do capítulo, resolver o conflito
do nosso mal fadado enrendo.
Queremos o epílogo, um posfácio honroso
como uma lápide escrita em ouro.
Contudo, ao contemplar tudo isso
o que temos é apenas um prefácio
da obra que almejamos escrever.
Queremos o fim da temporada
a plateia animada, em êxtase
com o fim da comédia
ou da tragédia que engendramos.
Ensaiamos tantos atos,
e nunca conseguimos chegar ao fim do espetáculo
à última cena, ao aplauso derradeiro.
Somos só estreia, iniciantes,
aprendizes desse viver comum
sem honra ou gloria imortal.
As cortinas se abrem
e nós nos apresentamos
como digníssimos palhaços
doutores, advogados,
escritores, poetas, artistas,
pintores, cantores, alfaiates,
políticos, prostitutas,
pai ou mãe de família abnegados,
alcoólatras inveterados.
Mas em um belo dia, num fatídico dia
as cortinas se fecham, antes que a temporada se acabe
então nos encontramos com o nosso verdadeiro eu,
é quando tudo termina, e a existência se finda
e a nossa personagem se despe do natural disfarce
assim, o homem não conclui seu último ato
não põe o ponto final na obra-prima,
não resolve o conflito, não escreve o posfácio.
Em vez de eternidade, fatalidade,
estrela cadente,
uma brisa,
sutil e distraída.
Evan do Carmo 30/12/2018
Vivo a intensidade do meu ser, vivo a intensidade do meu querer, no fim o que importa sempre é o meu Viver!
" Eu te amo e sempre vou te querer do jeito que você é, melhor que reparar no seu corpo eu ainda prefiro enxergar a sinceridade e o caráter do seu coração ''
Quebro o giz com minhas palavras,que representam a dor,Meu humor sempre alegre desperta a dor,que por trás do sorriso das metáforas ,encontra-se Uma dor que arde o peito e relembra do chamego
Pairar sobre uma nuvem de expectativa, isso é algo natural. Lutar por perspectiva melhor é sempre aconselhável. Mas na transição do tempo, surgem a exata forma da verdade. Por tanto, insistir e persistir no que crer faz bem. Assim seguir a árdua escalada em atingir a plenitude da fé. Além do horizonte sempre existe algo mais ...
silencio que se consome alma...
sempre culpa se o destino,
e ausência torna se um vestígio,
num sentimento ao longe,
busca se alma perdida...
“Palavras e atitudes são dois eternos beligerantes. Nem sempre as atitudes correspondem às palavras”.
Brigamos por tanta coisa é as coisas por sempre existirem não estão nem aí pelos arrumadores de confusão.
E pra quem já entendeu perceberá que as coisas e nós são as mesmas e que essa luta é inglória,
Eu sempre procurei por amigos, me escondendo por trás de fracassos, não só isso, me afogando em um vazio existencial. Sentindo-me inferior a todos. Por que? Eu queria ser importante para alguém, tudo que ganhei foi dó. Durou pouco, o tempo rugiu e nem isso restou.
"Em cada ser humano a um monstro primal que sempre toma nosso lugar em momentos que nossa vida corre risco de sobrevivência"
