Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Tudo está certo
Há pessoas que nos acrescentam algo.
Há outras que nada acrescentam.
São por essas que julgamos nada acrescentar que temos um real propósito.
Descubra seu propósito e verá que temos um papel fundamental entre todos.
Sempre há em um grupo ou em uma família um excluído.
Ninguém sabe quem será, mas sempre existe pelo menos um.
Depois que ele é revelado, geralmente os presentes vão culpar somente o excluído pela ausência.
Ninguém nunca pergunta por que esse está ausente, ninguém nunca pergunta como ele se sente.
A tendência é se afastar mais e mais.
Pelas costas chamam esse de louco ou bipolar, mas o que os "amigos" e "familiares" fizeram para ele ficar?
Se for culpar alguém, que se culpe a todos: o excluído por não falar o que o incomodava e os presentes por não terem feito nada para o ausente ficar por perto.
Há momentos na vida, que é preciso aquietar-se, tornar-se como que invisível, tomar um chá, se possivel,
deitar numa rede, oxigenar o cerébro e revigorar as forças para o dia seguinte!
Mas há a espera. A espera é sentir-me voraz em relação ao futuro. Um dia disseste que me amavas. Finjo acreditar e vivo, de ontem pra hoje, em amor alegre. Mas lembrar-se com saudade é como se despedir de novo.
Há silêncios que fazem barulho. Há palavras caladas que berram por dentro e há emoções escondidas que se mostram no corpo.
Aqui dentro o coração é quente.
Há cobertores de amor pra aquecer a alma.
Há sempre um pouco do que faz bem,
Há essências de bem querer e ternuras em cada lugar.
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Há tempo para tudo, em tudo é necessário o tempo. Sendo assim, que nossa existência seja vivenciada no kairós, no tempo de Deus.
O que há de comum entre o pensamento judaico-cristão e o pensamento zen-budista é a consciência de que preciso abdicar da minha 'vontade' (no sentido do meu desejo de forçar, dirigir, estrangular o mundo fora de mim e dentro de mim) a fim de ser completamente aberto, receptivo, desperto, vivo. Na terminologia de Zen chama-se a isto, frequentemente, de 'esvaziar-se' - o que não tem nenhum significado negativo, mas de receptividade para receber. Na terminologia cristã isto se denomina, amiúde, 'anular-se e aceitar a vontade de Deus' (...) [Mas numa interpretação paternalista da fé cristã, também muito explorada pelas tiranias laicas do século XX, que jogam com o nosso 'medo à liberdade' que Fromm estudou num de seus clássicos de psicanálise política] em lugar de tomar suas decisões, o homem as deixa a cargo de um pai onisciente e onipotente, que vela por ele e sabe o que lhe convém. Claro está que, nessa experiência, o homem não se torna aberto e receptivo, senão obediente e submisso. A obediência à vontade de Deus se processa melhor quando inexiste o conceito de Deus. Paradoxalmente, obedeço realmente à vontade de Deus quando dele me esqueço. O conceito do vazio Zen implica o verdadeiro significado da renúncia à própria vontade, sem, todavia, o perigo de regressar ao conceito idólatra de um pai ajudador.
Erich Fromm, "Psicanálise e Zen-Budismo"
Você disse que minha jornada era impossível. Mas eu continuo aqui. Provando que há um lugar para pessoas como nós.
Poeta
Há que se ter cuidado com o poeta
Dizem ser um "fingidor" de excelência
"fingem" paixão, amor
Saudade que não sente
Sabe lá o que se passa na cabeça dessa gente?
Mas de uma coisa estou certa
São pessoas diferentes
E quando amam, amam intensamente!
Há um homem estelar esperando no céu
Ele gostaria de vir e nos encontrar
Mas ele acha que iria confundir nossas ideias
“Há momentos em que tenho a nítida impressão/sensação que alteraram o movimento de rotação da terra e não me avisaram.”
Há algo cinzento e sagrado no leste, enquanto a Califórnia é clara como roupa no varal, e tem a mente vazia — pelo menos, era assim que eu pensava naquela época.
