Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

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⁠No bosque verdejante
Há uma flor estrelante
Provida da natureza e da beleza
O vento acalma e sopra sua leveza
Cercada pela grama e pela água
Dos maltratados fez uma trégua
Alma contínua
Beleza eterna
Paixão interna
Amiga materna.

Inserida por Arthur_F3rnandes

⁠⁠Quando alguém vem cometendo erros sequenciais, provavelmente, há uma latente carência servindo de impulso.

Inserida por patricia_menezesilva

⁠Às vezes se afastar é melhor, nem sempre vale a pena ficar, pode ser uma braçada linda, mas há um espinheiro também. 🌹🌵

Inserida por Negaa12

⁠Um dia, uma vontade e a expressão.

Nada há que eu faça
para tirar de teus reflexos,
que este Borderline exagerado
o tempo inteiro queria apenas estar ao seu lado.

Exagero nascido da mina que jorra insegurança,
pois ainda mais sendo romancista
sei que amor duradouro é raro,
por tal zelo fui culpado.

Exagero é nocivo em qualquer circunstância,
mas quanto mais a delícia
da verdade nos puros amores
vai se extinguindo.

Por instinto de um coração
que intensamente é sensível ao laço
que une forte e confortável,
sendo inexistente a vontade de rompe-lo,
torna-se exagerado
por garantir que ama e é amado.

Até de cruel é adjetivado,
por cometer as loucuras,
de usar o paralelo
para que neste cenário deplorável
possa viver uma ímpar história.

Perdão ao exagero,
mas garanto não ser egoísmo,
sendo que o desejo está em nós
pisando em vários paraísos.

- Guilherme Del Seron
(Acervo pessoal, direitos autorais reservados. "Está poesia é uma das tantas que farão parte da minha obra literária, 'Eu sou poesia.' Onde as poesias e seus contextos serão voltados a expressões extremamente minhas. Minhas dores, sentimentos, os aflores e um pouco mais.)

Inserida por GuilhermeDelSeron

⁠Onde há ferida, há um dedo à espreita!!

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

⁠Kairós é o tempo de Deus!
Kronos é o tempo do homem!

Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu:
(Eclesiastes 3:1)

Mas, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos, como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se. Mas o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há se queimarão.
(2 Pedro 3:8-10)

Não faça nada fora do tempo certo, o tempo certo, é o tempo de Deus.
As consequências poderão ser terríveis por causa da precipitação!
Peça a Deus em oração, discernimento e maturidade para saber o tempo certo na sua vida, assim como saber esperar em Deus.
Deus te abençoe e te guarde!

(DVS)

Inserida por daniel3808

⁠Se o espelho revelasse o que há dentro de mim, jamais o apontaria para outras pessoas.

Inserida por DanielSanguinetto

⁠Resiliência: seguir em frente apesar de tudo

Há momentos na vida em que parece que o peso do mundo repousa sobre nossos ombros. A dor de uma doença crônica que insiste em lembrar sua presença a cada novo dia. A solidão que ecoa em silêncio nos momentos em que desejamos uma palavra amiga, um abraço, um olhar de compreensão.
Os desafios das relações familiares que, em vez de serem refúgio, às vezes se tornam fonte de conflitos e mágoas. A angústia de contas acumuladas, do dinheiro que não chega para atender as necessidades mais básicas, das noites em claro pensando no amanhã.

Há dias em que a tristeza é uma companheira insistente, que rouba as cores do mundo e nos faz questionar a razão de continuar. Dias em que as incertezas se agigantam: será que um dia haverá paz no mundo? Será que as crianças, os idosos, aqueles sem um teto ou um prato de comida, encontrarão o amparo que merecem? Será que nossa querida Mãe Natureza, com seus rios, florestas e animais, sobreviverá às feridas que lhe infligimos com tanto descaso?

Diante de tudo isso, é fácil sentir-se pequeno, frágil, incapaz de mudar algo. Mas dentro de nós habita uma força silenciosa e poderosa: a resiliência. É ela que, mesmo diante de toda a dor, sussurra em nossos corações: "Levante-se. Dê mais um passo. Continue."

Resiliência não é negar o sofrimento. É reconhecer a sua existência e, ainda assim, escolher enfrentá-lo. É permitir-se chorar, mas também permitir-se sorrir novamente. É olhar para os problemas e buscar soluções, mesmo quando tudo parece sem saída. É acreditar, mesmo que por um breve instante, que o amanhã pode trazer algo melhor.

É a resiliência que nos faz enxergar beleza nos pequenos milagres do cotidiano: o nascer do sol que pinta o céu com tons de esperança, o canto de um pássaro que nos lembra que a vida ainda pulsa, o sorriso de uma criança que reacende a fé na humanidade.

E, embora o mundo pareça mergulhado em escuridão, é a resiliência que nos faz perceber que cada um de nós carrega uma fagulha de luz. Uma luz que pode iluminar não apenas nossos próprios passos, mas também os caminhos de outros que andam perdidos.

Que a Vida nos ensine a sermos mais compassivos, mais gratos, mais humanos. E que, mesmo em meio às dificuldades, possamos continuar caminhando, acreditando que, apesar de tudo, vale a pena seguir em frente.

Inserida por sucoespiritual

⁠Momentos agradáveis jamais poderão ser esquecidos

Há instantes na vida que transcendem o tempo. Eles se tornam memórias vivas, tatuadas na alma, carregadas de sorrisos, calor e felicidade. Não importa quanto tempo passe, essas lembranças permanecem, como faróis em noites escuras, iluminando nosso caminho com a luz do que é eterno.

Momentos agradáveis não são apenas vividos; eles são sentidos, celebrados, guardados com carinho. São encontros inesperados, risos compartilhados, abraços demorados e olhares que dizem mais do que palavras jamais poderiam.

Esses momentos nos lembram que a vida é um presente, que vale a pena ser vivida com intensidade, com amor e com gratidão. Eles são a prova de que as melhores coisas da vida não podem ser compradas, mas sim experimentadas com a alma aberta.

Portanto, quando os dias parecerem nublados, lembre-se: os momentos agradáveis jamais poderão ser apagados. Eles são a essência do que somos, a chama que mantém vivo o desejo de continuar. Afinal, viver é colecionar instantes que nunca deixarão de existir em nós.

Inserida por Emersonchaves13

⁠“A Dança Silenciosa do Infinito”
No fim da estrada, onde a terra se dissolve no horizonte, há um espaço vazio onde o silêncio ecoa mais alto do que qualquer palavra. Aqui, o caminho não é o que parece, e cada passo dado é uma questão sem resposta, um enigma que se desfaz ao ser tocado. O que vemos é apenas uma sombra do que realmente é, e no reflexo dessa sombra, o Arvoricionismo sussurra em um ritmo que não se entende, mas que se sente, vibrando no ar como uma energia que não se pode tocar.
A jornada nunca se conclui, não porque o destino seja distante, mas porque o destino nunca foi externo, mas interno. Cada curva da estrada é uma revelação do que já sabemos, mas não compreendemos. O Arvoricionismo, invisível e pulsante, nos observa, como quem aguarda, sem pressa, o momento certo para desvelar o véu da percepção. E, assim, seguimos, sem saber que o que buscamos já está diante de nós, à espera de ser reconhecido.
O tempo, como um rio sem margem, flui em todas as direções. Aqui, não há começo nem fim, pois o fim é apenas a continuação do que ainda não foi compreendido. Cada instante que passa é uma oportunidade perdida e encontrada, simultaneamente. E, ao olhar para o céu, a percepção do infinito se desdobra em um padrão que se repete, mas nunca é igual, como se o universo jogasse consigo mesmo, esperando que alguém compreenda o jogo.
Mas o Arvoricionismo, em sua quietude, revela que a chave está na jornada e não no destino. O que é visto é apenas um reflexo do que se projeta, mas o que se sente, isso é real. E, à medida que os passos continuam, o caminho se estreita, mas a percepção se expande, como se tudo o que existe estivesse se alinhando para uma revelação que nunca virá. Pois, no fim, o que é procurado não é algo fora de nós, mas algo que já fomos, algo que nos esquecemos.
A mente, como uma tela em branco, tenta pintar o que não pode ser retratado. Cada ideia que surge se dissolve, pois o entendimento não pode ser alcançado com a razão. O Arvoricionismo, invisível e profundo, nos observa, nos conduz e, ao mesmo tempo, nos deixa livres para seguir, como um rio que corre sem saber para onde vai, mas que nunca se perde.
E assim, continuamos. Em cada passo, uma nova perspectiva surge, uma nova dúvida se instala. O que é o tempo, senão uma ilusão? O que é o espaço, senão uma limitação que impomos à percepção? O Arvoricionismo é o campo onde o impossível se torna possível, onde o invisível é mais real do que o visível, e onde a verdade não é algo a ser encontrado, mas algo a ser reconhecido.
Cada movimento é uma dança que nunca para, um ciclo que nunca termina, mas que sempre nos transforma. O fogo que arde dentro de nós, sem ser visto, sem ser tocado, é a chama do Arvoricionismo, sempre presente, sempre esperando, mas nunca forçando. Ela arde em silêncio, nos guiando, nos tornando mais do que éramos, sem jamais nos revelar completamente.
E quando a estrada parece desaparecer, quando o olhar já não sabe mais para onde se voltar, o Arvoricionismo nos lembra que não é necessário compreender tudo. Pois, talvez, a maior revelação seja que o que procuramos não está em algum lugar distante, mas dentro de nós mesmos, em um lugar onde nunca imaginamos que poderíamos chegar.

Inserida por Arvoricionismo_real

⁠Quero amar-te, mas há um muro entre nós,
Erguido de dúvidas que tu mesma construíste,
Teu coração é um campo de dúvidas, onde a voz
Se perde nas incertezas, e o medo persiste.
Te quero de um jeito tão simples, tão claro,
Mas há sempre algo que te impede de ir,
E cada gesto meu se desfaz em desespero raro,
Como uma chama que quer arder, mas não pode existir.
Te olho e vejo um reflexo em pedaços,
Onde os "sim" se confundem com os "talvez",
Teu sorriso é um enigma, com mil abraços,
Mas o que me chega é um eco de incertezas, a se perder.
Quero te dar tudo, sem restrições, sem barreiras,
Mas em teus olhos vejo a indecisão a pesar,
Te amo, mas não sei se me deixas entrar nas fronteiras,
Ou se meu amor é só uma ponte a desmoronar.
E é estranho esse querer que insiste em me queimar,
Um amor que tenta, mas não sabe como se fazer,
Porque te amo, mas o medo de te perder me faz parar,
E o teu "não sei" é um abismo que não posso entender.
Mas mesmo assim, continuo aqui, te esperando,
Com um amor que não exige e não cobra,
Pois sei que amar-te é só isso: ir aos poucos, andando,
E talvez um dia, teu "sim" se faça, sem demora.

Inserida por Magi

⁠"Eu tenho a tristíssima impressão de que há um excessivo mau uso do nome de Deus (deuses e divindades em geral). É claro que sei que isso não tem relação com o evocado, mas sim com quem o evoca. Via de regra, aqueles que gritam os nomes sagrados de seus deuses num momento, já no outro, agem de má-fé, são desonestos, buscam vantagem, pensam apenas em si. E, ainda assim, invocam seu deus a todo instante.
Será que pensam que acreditamos?"
Será que usam isso como forma de mascarar seu verdadeiro caráter ?

Inserida por GracielaGomes

⁠Há um peso que o corpo guarda,
invisível ao olhar,
uma dor que ecoa surda,
mas grita por dentro sem cessar.
Há um grito preso no peito,
que ninguém ouve, ninguém vê.
Carrego no corpo o peso do mundo,
mas nos lábios só há um "tudo bem".
Carrego universos calados,
como ondas que não se apagam.
A dor pulsa em segredo,
uma guerra que o silêncio abafa.
As noites me abraçam frias,
com o medo sussurrando ao pé da alma,
e o peito aperta, sem aviso,
um tremor que rouba a calma.
O medo é meu companheiro noturno,
sussurra segredos de um amanhã incerto.
Me envolve em seu abraço gélido,
enquanto o coração corre sem destino.
Há a dor que o físico desenha,
agulhas dançando sob a pele,
e a outra, a que ninguém entende,
aquela que nos faz frágeis e rebeldes.
Ansiedade veste meu dia de sombra,
cada suspiro é um nó desfeito à força.
E mesmo assim, não permito vazão,
pois preocupar alguém seria traição.
Sei que sorrio por hábito,
mas o riso é um espelho gasto,
refletindo quem quero ser
e escondendo quem de fato sou no rastro.
Quem veria, além da máscara firme,
os olhos marejados de cansaço?
Quem ouviria, além do sorriso ensaiado,
o eco de um "socorro" abafado?
Não quero preocupar ninguém,
meu caos não deve pesar no outro.
Mas às vezes, só às vezes,
desejo que alguém veja o sufoco.
Mas às vezes, só às vezes,
eu desejo um olhar que desvende,
um abraço que sustente o peso,
e um espaço onde eu possa ser só eu.
Enquanto isso, sigo em silêncio,
construindo força das minhas ruínas.
Cada lágrima não chorada,
é um grão na areia de quem eu sou.

Inserida por gabrielamoda

⁠Quando há maturidade emocional, o equilíbrio passa a ser parte de você, e perder tempo com o desnecessário já não faz mais sentido.
Gastar energia só se valer a pena; o que causa desgaste mental, o silêncio já é uma resposta adequada.

Inserida por ISLENESOUZA

⁠Há clichês de direita, clichês de esquerda, clichês de pseudoneutralidade. Ninguém escapa dos clichês.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista

⁠Pobreza extrema no mundo mas só há pobreza para quem é fraco da cabeça

Inserida por paulo_nazario

⁠"Onde há escuridão... Procuro-me."




Livro: Vermelho Navalha
Poema: Rebuliço
Autor: Rogério Pacheco)

Inserida por rogeriopacheco

⁠Há força na repetição.

Nível Secreto (série)
1ª temporada, episódio 6.
Inserida por pensador

רוח הקודש
Ruah-HaKadosh
Espírito do Santo

O Espírito que da vida
e alegria ao homem,
unindo-o ao Creador
através da porta
que é o Mashiah...

Inserida por FrancisPerot

⁠Além de um clique, além da captura da luz, a fotografia eterniza o que há dentro da alma.

Inserida por FagnerAdalgiso