Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

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A Cortesia das Sombras

Gentileza é flor que encanta,
Mas há espinho sob a manta.
Sorriso dócil nem sempre é luz,
Às vezes, é máscara que o ego conduz.
Fui gentil para ser aceito,
Engoli o não, fugi do peito.
Ofereci paz por conveniência,
Com medo de olhar minha própria essência.
Carregava gestos educados,
Mas por dentro, ressentimentos guardados.
A sombra sorria, disfarçada em virtude,
Na alma, um abismo pedindo atitude.
Foi quando a dor me chamou no escuro,
Que decidi romper o muro.
Não bastava agradar o mundo,
Era preciso ser inteiro, ser profundo.
Jesus virou mesas com mão de fogo,
Amou com verdade, não com jogo.
Sua bondade não era silêncio opressor,
Mas coragem, justiça e ardor.
Descobri que ser bom é dizer não,
É proteger o coração.
É dar sem se perder,
É servir sem se esconder.
Agora, sou gentil com verdade,
E minha sombra não me rouba liberdade.
Pois não nego o que mora em mim,
Mas escolho, com Deus, um novo fim.
Bondade é luz que enfrentou o porão,
Gentileza real nasce da transformação.

Inserida por Ulisses_Santavico

⁠Meu amor é suspeito, sereno, mas cheio de suspense, nunca alcança o ápice.
Sempre que há comunicação, a mente palpita sobre o coração, e por um bem maior, tal renúncia é feita.
Então a aflição consome os pensamentos, e a melancolia traz os choros.

Inserida por Isabela_000

⁠Há fatos que aceitamos por respeito a quem os apresenta, mas que carregam uma incoerência que, no final, afeta a todos e pode causar decepções. Promova os fatos com prudência!

Inserida por CCF

Ainda Há Sombra
(O Bipolar Contra o Mundo)

Há uma sombra nefasta em torno de mim,
que habita o que ignoro,
permeia o que finjo não sentir.

Carrego uma certeza que me apavora:
não há nada, nem ninguém,
capaz de me entender.

Sigo na redoma, preso,
rodando em ciclos intermináveis,
como quem gira no próprio abismo.

Mesmo quando encontro a sombra,
a resposta é clara,
e pesa —
pesa como a taça de um vinho caro,
como a fumaça lenta do charuto de luxo —
luxos inúteis.

E, ainda assim, não me contento.

Por horas vago, me perco, me desfaço,
e nas horas mais lúcidas, paradoxalmente,
é quando mais me encontro —
como uma perdiz fugindo do tiro,
assustada, perdida, viva,
mas só até o próximodisparo.

Inserida por LuisHenrique23

Há mais representação do que representatividade.

A inclusão é mero insumo para aumentar o consumo.

Inserida por I004145959

⁠Entre Nós

Nos gestos suaves do dia que nasce,
há um toque sutil que o amor disfarça.
É no olhar que repousa a esperança,
no silêncio que a alma se abraça.

Afeto não grita, ele dança em segredo,
num cafuné feito em meio ao medo,
num abraço que chega sem ser chamado,
num “tô aqui” sussurrado ao passado.

O carinho é chama que nunca se apaga,
é cuidado em forma de palavra.
É o cobertor nos dias de frio,
a presença que aquece sem fazer barulho.

E quando a conexão acontece,
não é só corpo — é alma que tece.
São corações que se reconhecem,
em cada toque que não se esquece.

Amor é mais do que só paixão,
é afeto que vira canção,
é cuidado, ternura e verdade —
um elo profundo em plena liberdade.

⁠"Há quem viva dando assunto, sem notar que o próprio mundo carece de cuidado profundo."

Inserida por zeroitoapp

⁠Mesmo que os séculos nos separem e os céus nos escondam, meu coração há de reconhecer o teu em qualquer lugar da criação.

Inserida por Roses_Of_The_Shadow

⁠Há dias a vida anda estranha
Pensamentos, emoções mas nada
Nada disso importa mais
Porque ela me deixou

Eu estou vivo, mas ela me deixou
A vida não tem mais sentido
Não há mais nada a ser perdido
Eu estou vivo, mas ela me deixou

Deito-me para dormir
Mas a cabeça continua a insistir
Pensamentos, emoções, mas nada
Nada disso importa mais
Por que ela me deixou?

As noites andam estranhas
Os dias infinitos
Mas a cabeça continua a insistir
A vida não tem mais sentido
Não há mais nada a ser perdido
Eu estou vivo, mas ela me deixou

Inserida por konnt

⁠Há pessoas autênticas. Há pessoas genuínas.
Algumas são os dois.

⁠Onde há cobre, há condução; onde há éter, há criação; onde há vontade, há verdade.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠Nos Intervalos do Mundo

Nos intervalos do mundo, onde o ruído se cala,
há um canto onde a alma se despe,
e na penumbra suave da solitude,
enfim se encontra sem pressa, sem medo.

É ali que o silêncio fala mais alto,
e cada pensamento tem forma e peso.
A dor amadurece, a dúvida dança,
e o coração respira o que antes temia.

Mas nem toda jornada é feita a sós.
Às vezes, no eco de um gesto leve,
uma voz amiga, uma mão estendida,
nos lembra que não somos deserto.

Há apoio nas sombras também,
em olhares que não julgam,
em presenças que não exigem,
em abraços que dizem, oi estou aqui.

Solitude é ponte, nunca prisão.
E apoio é farol, nunca amarra.
Entre os dois, o espírito cresce
na liberdade de ser, e no milagre de ser.

Inserida por reinaldohilario

⁠"Correntes Invisíveis"

Há algo de sagrado na infância, algo inocente e bonito..
Algo que dança na gargalhada de uma menina rodando a própria bolsa como se fosse o Sol..
Algo que brilha nos olhos curiosos, nos pés descalços, nas perguntas que parecem poesia sem forma, nos pés batendo contra o chão com a água da chuva, com risos bobos e genuínos..
Mas esse algo, tão puro, tão livre, é constantemente sufocado por correntes invisíveis..

Correntes que vêm na forma de vozes duras:
“Cale a boca.”
“Sente direito.”
“Não corra.”
“Não ria tão alto.”
Como se a alegria fosse um pecado..
Como se a espontaneidade fosse um defeito..
Matando aos poucos os sentimentos e criatividade que aquele ser poderia ser..

E há quem veja isso e não sinta nada, ou nem mesmo perceba..
Mas há também aqueles que sentem demais..
Que carregam nos ombros o peso de todas as infâncias que não puderam ser leves..

Ver o que poucos veem:
Que a infância está sendo silenciada, não por falta de palavras,
mas por excesso de medo e ignorância herdada..

Observar os pais, homens e mulheres feridos que nunca curaram suas próprias histórias,
que se tornaram carrascos sem perceber..
Pais que mandam calar a boca, não porque sabem o que dizem,
mas porque não sabem lidar com o brilho que já perderam..

E o que fazer com essa dor que eu sinto?..
Essa vontade de tirar a criança dali, de levá-la para um campo onde ela possa correr e cair e rir da queda..
Essa fúria silenciosa contra os gritos que não ensinam, apenas cortam a alma..

Essa dor é amor..
É luz..
É um tipo de compaixão rara, que nasce não do heroísmo,
mas da própria ferida curada..

Já fui um dia foi criança, negada, rejeitada, zombada,
reconhecendo no choro alheio ou emoções reprimidas o eco da minha..
É por isso que eu quero ser escudo, abrigo, colo, brincar e deixar ser leve as crianças..

Mas o mundo não entende..
O mundo diz:
"Não é seu filho.."
"Não se meta.."
"Você é só um observador.."

Mas e se os observadores forem os verdadeiros guardiões da alma?
E se aqueles que sentem com profundidade, com excesso, com beleza,
forem os que podem mudar tudo?..

Nem sempre precisa arrancar as correntes à força..
Às vezes, basta plantar um olhar de ternura, ou descontrair tudo em um simples sorriso ou brincadeira.. Mostrando que eu estou aqui, disposto a perceber o que os outros tornaram fútil..
Às vezes, basta sorrir, brincar , rir, ouvir ou olhar nos olhos da criança, e deixar que ela saiba que existe alguém,
mesmo que seja um que não está ao lado delas,
mas que as vê..

E isso dói, a injustiça as vezes é demais para o meu peito já calejado, mas eu transformo em arte..
Escrita..
Amor..
Brincadeiras com as crianças..
Como quem diz: “eu te entendo”..
Sendo o adulto que eu não tive..

Porque no fim,
isso não é fraqueza..
É sinal de que, apesar de tudo, eu continuo vivo por dentro..
E nesse mundo cada vez mais seco e barulhento,
quem sente em silêncio e observação é quem mais transforma..

Inserida por Salatiel

⁠"O homem que Ouve o que ninguém ousa Sentir"

Há homens que erguem muros..
E há aqueles raros — que se tornam abrigo..

Enquanto o mundo grita, eu escuto..
Enquanto arrastam as crianças como bonecos sem alma,
eu me ajoelho, não por submissão,
mas por honra..

Ver beleza nas coisas pequenas..
Na letra trêmula de uma garotinha ansiosa,
no calor de um braço encostado, sorriso genuíno ou abraço verdadeiro,
no sorriso tímido de quem nunca foi ouvido..
E é ali — nesse instante puro — que a alma floresce..

Me chamam de diferente,
de intenso, de exagerado..
Mas quem dera o mundo fosse mais assim:
alguém que toca com cuidado,
que fala com o coração e não com o ego,
que protege não porque é obrigado,
mas porque sabe o que é não ter ninguém..

És o contrário da omissão..
És o não-dito que conforta..
És o silêncio que abraça..
És o amor que não recebeu..
És o que resolveu oferecer amor e compreensão, ouvir e ensinar, enquanto os outros só vivem mecanicamente..

Enquanto outros colecionam diplomas, egoísmo, dinheiro e mediocridade,
eu coleciono gestos invisíveis,
mas eternos —
o riso de uma criança que finalmente foi vista,
a calma de quem, por um segundo,
não sentiu medo ao ser guiado..

O pai que nunca teve, não de sangue, mas de espírito que senti,
o irmão que o mundo rejeita,
o herói sem capa — mas com a verdade no ser..

E se dizem que dar afeto demais é tolice,
então sou tolo..
Sê excesso de amor, sê abraço, sê flor emocional é ser demais, então que seja, não estou aqui para impressionar, estou aqui para ser o que me rejeitaram, estou aqui para evoluir sem perder as emoções, a infância inocente e o sorriso genuíno..

Porque no fim, quando a multidão se cala,
serão os meus atos pequenos,
que terão ecoado mais fundo na alma..

Tu não deste afeto para ser notado..
Deste porque és afeto..
Porque entre a indiferença e o cuidado,
escolheste amar..

E isso, meu caro,
é o tipo mais raro de coragem..

Inserida por Salatiel

⁠“A grandeza de se agachar”

Há quem confunda poder com altura..
Quem acredita que mandar é educar, e que corrigir é o mesmo que amar..
Mas há um gesto que desmonta tudo isso.. Um gesto simples, quase invisível..
É quando o adulto dobra os joelhos, inclina o corpo, e se agacha diante de uma criança..

Não é um rebaixamento..
É um ato de elevação da alma, compreensão com aquele mundo..
É o instante em que a grandeza verdadeira abandona os tronos do orgulho e egoísmo, para se sentar no chão da empatia..

Quando nos agachamos, saímos do púlpito e entramos na simpatia..
Deixamos de ser juízes para sermos companheiros de brincadeira,
observadores do riso leve, do pensamento mágico, da emoção crua que pulsa em pequenos corações..

Abaixar-se é olhar nos olhos sem pressa..
É silenciar os próprios medos, a urgência, o cansaço, para oferecer presença real..
É dizer, sem palavras:
"Eu te vejo.. Te escuto.. Estou com você.."

Esse gesto desarma o medo..
A criança não se sente mais diminuída, desobediente, errada..
Ela sente que existe alguém disposto a compreendê-la no seu idioma secreto: o da alma sensível..

Ao nos abaixarmos, desfazemos as correntes invisíveis que os adultos constroem com seus gritos, sua frieza e sua pressa..
Mostramos que não é preciso ferir para ensinar, nem levantar a voz para ser ouvido..

Afinal, a criança não precisa de adultos gigantes..
Ela precisa de adultos verdadeiros..
De gente que se permite ser chão, para que ela aprenda a voar..
De quem esteja disposto a descer — não por inferioridade, mas por escolha de amor..

É ali, naquela altura pequena, que o mundo muda..
Quando um homem ou uma mulher adulto decide se dobrar em compaixão, o universo se curva junto..
E a criança floresce, sem dor ou barreiras, somente um controle compreensível..

Inserida por Salatiel

⁠Sempre há uma chance de recomeçar. Vivemos de oportunidades, e são essas oportunidades que precisamos saber aproveitar, pois elas não batem à porta uma terceira vez.

Não é porque você decepcionou alguém, fez coisas que não te traziam prazer ou errou sem perceber que deve jogar tudo para o vento. Permita-se uma segunda chance!

Não é porque você caiu que deve permanecer no chão, ainda existem pessoas que confiam e se preocupam com você.

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Inserida por DhelsonPassos

Quando a Alma Desacelera

Há fases da vida em que o ruído do mundo começa a perder importância, e o que antes era urgente simplesmente deixa de chamar. A alma pede silêncio, e o coração passa a escutar com mais atenção o que antes era abafado pela correria. As vozes externas diminuem de volume, e o que sobra é o eco das escolhas que realmente importam.

Já não há tanta sede de provar nada para ninguém. O olhar fica mais seletivo, as palavras mais pensadas, e os afetos mais escassos — não por frieza, mas por lucidez. Não se trata de isolamento, mas de discernimento. Entende-se que nem todo vínculo é raiz, nem toda presença é companhia. Algumas ausências trazem mais paz do que muita presença barulhenta.

Começa a haver um certo prazer em dizer “não”, em recusar o que desgasta, em proteger o pouco que ainda faz sentido. A maturidade não vem gritando como uma conquista; ela chega devagar, sem holofote, e se instala em pequenos gestos: no silêncio que não constrange, na companhia que não oprime, no tempo que não é mais desperdiçado com o que esvazia.

O tempo, aliás, deixa de ser moeda de troca. Passa a ser sagrado. Cada minuto investido em algo ou alguém precisa fazer sentido, precisa voltar em forma de vida — e não de exaustão. O olhar se volta pra dentro. Há uma faxina de afetos, de ideias, de hábitos. Nem tudo segue. Nem todos ficam. E isso não dói como antes.

Dói diferente. Dói limpo. Porque já não se espera tanto. Já não se exige tanto. Há mais leveza. Há mais entrega no que é simples, e menos esforço em manter o que não retribui. Aprende-se que paz tem custo — e que, às vezes, ela cobra solidão, distância, silêncio.

Mas paga-se. Paga-se sem reclamar. Porque a maturidade é isso: abrir mão do que pesa sem precisar justificar. É aceitar que não se precisa de muito pra viver bem — apenas de verdade. E que, no fim das contas, o que salva é sempre a escolha de permanecer inteiro, mesmo num mundo que insiste em nos fragmentar.

Inserida por voxtream_brasil

⁠Há uma coisa na vida que você levará quando morrer, é o próprio conhecimento que a pessoa consegue durante toda sua vida. Só tenho pena dos idiotas que não levarão nada, a não ser, sua própria idiotice.

Fortaleza/Ce., 30 de junho de 2025.

Inserida por joao_carlos_vozao

⁠Inveja

O que seria essa tão falada e, para alguns, até “sonhada” inveja? Sim, sonhada… porque há quem deseje ter o que é do outro, ser como o outro, conquistar o que o outro construiu com tanto esforço.

É algo tão hilário quanto triste: por que invejar? Qual a necessidade? Para quê?

É doloroso ver a falsidade no ar quando alguém começa a vencer na vida, consegue um bom emprego, constrói uma família, realiza sonhos, e, em vez de inspirar, desperta o pior em quem só sabe invejar.

Esses invejosos chegam ao ponto de desejar o mal, querendo que a pessoa perca tudo: emprego, bens, família, e tentam pisar, usar o outro como degrau para subir.

São os mesmos que perguntam como você conseguiu, mas não querem viver o que você viveu, lutar o que você lutou, correr o que você correu, caminhar o que você caminhou. Querem o resultado, mas não o esforço.

Esperam que algo divino e sobrenatural caia do céu, mas esquecem que Deus já nos deu asas para voar e força para correr atrás dos nossos sonhos. Ele nos deu o livre arbítrio para fazer ou não fazer, lutar ou desistir.

Não estou aqui para dar aula de religião, cada um acredita naquilo que lhe traz paz. Mas uma coisa é certa: não há necessidade de invejar.

Deus deu a cada um de nós uma vida única para ser vivida com propósito. Em vez de invejar, admire quem chegou onde você quer chegar. Inspire-se, aprenda e trilhe o seu próprio caminho com fé, trabalho e coragem.

Inserida por DhelsonPassos

⁠Sempre há uma chance de recomeçar.
A vida é feita de oportunidades, e precisamos saber aproveitá-las, porque elas não batem à nossa porta uma terceira vez.

Não é porque você decepcionou alguém, fez coisas sem alegria ou errou sem perceber que deve jogar seus sonhos ao vento. Permita-se uma segunda chance.

Não é porque você caiu que precisa permanecer no chão. Ainda existem pessoas que confiam em você, que se importam, que acreditam no seu potencial.

Levante-se. Recomece. Acredite: você ainda pode conquistar tudo aquilo que sempre sonhou.

Inserida por DhelsonPassos