Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Há tanta coisa que quero lhe dizer. Sobre a vida e como lidar com ela. Quero mostrar meu modo de pensar e agir para você. Quero estar ao seu lado para os momentos bons e ruins, mas não posso, o destino assim o fez.
Só há uma lei universal: a de que existem leis e que estas variam em universos diferentes.
Leis podem variar, mas sempre existem leis - esta é a lei.
Porque vemos as coisas acontecerem da mesma maneira, acreditamos que elas sempre acontecerão assim para sempre. A esta nossa crença demos o nome de leis da natureza.
Este estuprador e assassino confesso de Amanda Beatriz ja' deveria estar morto ha' muito tempo. Havera' algum advogado que em sa consciencia pra defende-lo?Vejam o que ele fez com a menina....
Devemos acreditar em nós próprios,e viver a vida ao máximo.
Há que se lutar pelo o que se quer,converter os desejos em realidade.
Há vinte anos, eu ganhava a vida como motorista de táxi.
Era uma vida ótima, própria para
alguém que não desejava ter patrão.
O que eu não percebi, é que aquela
vida era também um ministério.
Em face de eu dirigir no turno da noite,
meu táxi tornou-se, muitas vezes, um confessionário.
Os passageiros embarcavam e sentavam atrás, totalmente anônimos, e contavam episódios de suas vidas:
suas alegrias e suas tristezas.
Encontrei pessoas cujas vidas surpreenderam-me, enobreceram-me, fizeram-me rir e chorar.
Mas nenhuma me tocou mais do que
a de uma velhinha que eu peguei tarde da noite: era Agosto.
Eu havia recebido uma chamada de um pequeno prédio de tijolos, de quatro andares, em uma rua tranqüila de um subúrbio da cidade.
Eu imaginara que iria pegar pessoas num fim de festa, ou alguém que brigara com o amante, ou talvez um trabalhador indo para um turno da madrugada de alguma fábrica da parte industrial da cidade.
Quando eu cheguei às 02:30 da madrugada, o prédio estava escuro,
com exceção de uma única lâmpada acesa numa janela do térreo.
Nessas circunstâncias, muitos motoristas teriam buzinado duas ou três vezes, esperariam um minuto, então iriam embora.
Mas eu tinha visto inúmeras pessoas pobres que dependiam de táxis, como o único meio de transporte a tal hora.
A não ser que a situação fosse claramente perigosa, eu sempre ia até a porta.
"Este passageiro pode ser alguém que
necessita de ajuda" - eu pensei.
Assim fui até a porta e bati.
"Um minuto!" - respondeu uma voz débil e idosa. Eu ouvi alguma coisa ser arrastada pelo chão. Depois de uma pausa longa, a porta abriu-se. Uma octogenária pequenina apareceu.
Usava um vestido estampado e um chapéu bizarro que mais parecia uma caixa com véu, daqueles usados pelas senhoras idosas nos filmes da década de 40.
Ao seu lado havia uma pequena valise de nylon. O apartamento parecia estar desabitado há muito tempo.
Toda a mobília estava coberta por lençóis. Não havia relógios, roupas ou utensílios sobre os móveis.
Num canto jazia uma caixa com fotografias e vidros.
"O Sr. poderia colocar a minha mala no carro?" - ela pediu.
Eu peguei a mala e caminhei vagarosamente para o meio-fio, e ela ficou agradecendo minha ajuda.
"Não é nada. Eu apenas procuro tratar meus passageiros da melhor forma possível." - disse.
"Oh!, você é um bom rapaz!" - disse ela, sorrindo. Quando embarcamos, ela deu-me o endereço e pediu:
"O Sr. poderia ir pelo centro da cidade?"
"Não é o trajeto mais curto..." - alertei-a prontamente.
"Eu não me importo. Não estou com pressa, pois meu destino é um asilo de velhos."
Eu olhei pelo retrovisor.
Os olhos da velhinha estavam marejados, brilhando.
"Eu não tenho mais família..." - continuou.
"Meu médico diz que tenho pouco tempo..."
Eu, disfarçadamente, desliguei o taxímetro e perguntei:
"Qual o caminho que a Sra. deseja que eu tome?"
Nas duas horas seguintes, nós rodamos pela cidade.
Ela mostrou-me o edifício que havia,
em certa ocasião, trabalhado como ascensorista. Nós passamos pelas cercanias em que ela e o marido tinham vivido como recém-casados.
Ela pediu-me que passasse em frente a um depósito de móveis, que havia sido um grande salão de dança que ela freqüentara quando mocinha. De vez em quando, pedia-me para dirigir vagarosamente em frente à um edifício ou esquina.
Ficava, então, com os olhos fixos na escuridão, sem dizer nada.
Quando o primeiro raio de sol surgiu no
horizonte, ela disse, de repente:
"Eu estou cansada. Vamos agora?"
Viajamos, então, em silêncio, para o endereço que ela havia me dado.
Chegamos a um prédio baixo, lúgubre,
como uma pequena casa de repouso.
A via de entrada passava sob um pórtico.
Dois atendentes caminharam até
o táxi, assim que ele parou.
Eram muito amáveis e atentos, e observavam todos os movimentos dela.
Eles deviam estar esperando-a.
Eu abri o porta-malas do carro e levei a pequena valise para a porta.
A senhora já estava sentada em uma
cadeira de rodas, quando disse:
"Quanto lhe devo?" - e já foi abrindo a bolsa para pagar.
"Nada" - respondi.
"Você tem que ganhar a vida, meu jovem..."
"Há outros passageiros" - respondi.
Quase sem pensar, eu curvei-me e dei-lhe um abraço.
Ela me envolveu comovidamente.
"Você deu a esta velhinha bons momentos de alegria. Obrigada!"
"Eu que agradeço." - respondi.
Apertei sua mão e caminhei no lusco-fusco da alvorada.
Atrás de mim uma porta foi fechada.
Era o som do término de uma vida.
Naquele dia não peguei mais passageiros.
Dirigi sem rumo, perdido nos meus pensamentos.
Mal podia respirar de emoção...
Fiquei pensando se a velhinha tivesse pegado um motorista mal-educado e raivoso, ou algum que estivesse ansioso para terminar seu turno?
E se houvesse recusado a corrida, ou tivesse buzinado uma vez e ido embora?
Ao relembrar, não creio que eu jamais
tenha feito algo mais importante na minha vida.
A maioria das pessoas está condicionada a pensar que suas vidas giram em torno de grandes momentos.
Todavia, os grandes momentos freqüentemente nos pegam desprevenidos, e ficam maravilhosamente guardados em recantos que os outros podem considerar sem importância.
As pessoas podem não lembrar exatamente o que você fez, ou o que você disse.
Mas elas sempre lembrarão como você as fez sentir.
Pense nisso!
Aos Amigos...
Há Amigos que ficam,Há Amigos que vão...
Há também Anjos que nos ensina a cantar...
Aqueles que precisa de você e você dele;
E principalmente aquele que você um dia
desejará ter de volta,aquele que você quis
que acompanhasse o seus passos,
aquele que você deseja estar te
esperando em casa
com um sermão de proteção...
*Dedico aos meus grandes amigos
e principalmente ao meu Pai...
Há um tempo atrás eu sempre deixava as coisas pra amanhã, até que comecei
a fazer as coisas hoje. Então hoje eu colho o que plantei ontem.
Espírito
Perto de alguem que existe
Onde há algo que existe
Em um lugar onde se exista
Quem um dia existiu,
Quando não se pode tocar a dor
O último termo do encontrar
A mais bela face da arte
Sentimentos de um homem só.
Esse é meu presente
Nosso mais belo presente
Ganhamos algo divino
Podemos vomitar e depois sorrir.
Tão perto de saber o que é viver
Algo prestes a desabar sem nunca ser
Em um lugar onde se exista
Quem nunca existiu.
Para todas as espécies há um predador final. Em minha sincera opinião, para a espécie humana, a fragilidade é um predador feroz.que assim o digam- Janis Joplin, Elvis Presley, Elis Regina, ...,...,..., e ontem -Mickael Jackson...,...,...,
Inexplicável esperança de reviver todo aquele tempo que passou
Eu fui e voltei, e ainda há alguma coisa aqui dentro.
Talvez fragmentos desse amor...
Acreditei em mentiras, pois assim era feliz e eu sabia que se eu caísse na verdade jamais me reergueria...
Levasse anos pra construir uma vida, e em apenas uma palavra tudo se termina...
Minha maior loucura, quem sabe, seja acreditar que sou louca...
Louca pela vida, louca por viver...
Talvez meu maior engano, seja acreditar na bondade dos homens e confiar na palavra e nas juras...
Meu pior erro, quem sabe, seja ser eu, apenas eu....
Esse erro eu repito sem arrependimento, me arrependeria se me corrompesse pela vontades dos outros, não levo a vida do jeito que for mas, do meu jeito!
A liberdade nada mais é que um prazer mútuo, portanto, liberte-se de suas limitações. Há um universo de sensações dentro de nós. Exteriormente, as coisas servem somente como suporte para que possamos sentir o êxtase de sermos verdadeiramente livres.
Há um objetivo que me consome,
E de tão forte, reprime todos os meus gostos,
E o fazem parecer menores do que acredito ser.
Para alcançá-lo, é preciso desprezar o que me afasta dele.
Olvidando, muitas vezes, o que me faz mais feliz,
E acreditanto que serei mais completo depois de alcançá-lo.
Para isso, há degraus nos quais preciso subir,
E o meu primeiro não é nem o maior.
Minha maior motivação é conseguir me tornar suficientemente bom para alcançá-lo.
O maior medo é o de nunca se tornar bom o suficiente para conseguir.
Pois quando frustram-se os esforços, vem a dor
E com ela a certeza de que só sobem os degraus aqueles que conseguem superar a dolorosa experiência do fracasso.
Minhas derrotas são esquecidas em semanas, mas minha vitória será pra sempre. Eu vou conseguir.
