Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Em seus olhos
Em poucos segundos, pude perceber que nos seus olhos, também há a falta de vivacidade
Seus olhos se tornaram tristes e sombrios
Exatamente como os meus
A diferença é que não sinto a culpa que você sente, pelo que me fez, por ter me magoado mais vezes do que poderia suportar
Pelo caminho que você mesmo escolheu e não pode voltar atrás
Está preso, sente-se impotente e é orgulhoso demais para admitir
Incapaz de sair da enrascada que se envolveu
Acredito que a dor que sente, seja semelhante a minha
Tenho certeza de que pensa nas coisas, que fiz por você
E que ninguém mais vai fazer, no que sentia comigo
Nas coisas que me dizia, em como éramos um só
E você matou, nós dois
- 7 de Agosto de 2019
Diante dos meus olhos
Há uma ideia
É aquela antiga
A qual a um ano
E uns meses atrás tinha
E agora ela voltou
E nisto está o meu coração
Que bate por apenas
Uma única emoção
Há pessoas que são difíceis de entender e de compreender, são como a vírgula depois de um ponto final.
Reaprender para aprender
Há alguns anos trabalhei um projeto intitulado “REaprender para Aprender” na área de língua Portuguesa sobre novo acordo ortográfico , com objetivo de desconstruir regras e reaprender novas.
Neste momento, vem à tona essa expressão “Reaprender para Aprender”, no entanto com inovadoras acepções, em que atualmente nos obriga a tornar a aprender.
Circunstância necessária para que coloquemos em prática a reflexão do prefixo RE, não apenas para indicar repetição e reforço com ênfase, mas além do significado exato, o denotativo, o semântico, o conotativo e a compreensão que cada palavra adcionada ao RE quer nos dizer:
REavaliar todo momento que estamos passando, crenças, costumes;
REaprender a conviver mais tempo com a família em casa, comer à mesa, limpar, ajudar nas tarefas domésticas e ser mais higiênico;
REviver cada dia como se fosse o último;
REnascer a esperança , a fé;
RElembrar diariamente a necessidade de agradecer todos os dias pelo vida, simplesmente;
REcolher-se em casa, isolamento social;
REagir à tragédia;
REencontrar o valor que tem seu trabalho e o convívio social;
REcompartilhar solidariedade, conhecimento, orações , paz, motivação, esperança;
REpassar informações verídicas e combater fake News;
REssignificar momentos com os seus, o ser, o estar;
REinventar o dia a dia, o tempo;
REadatar às condições novas e atuais...
REmover quem não nos faz bem
Quantos RÊS serão preciso para entendermos que não estamos prontos, que o crescimento pessoal é um processo infinitamente REpetitivo.
Foi absolutamente forçoso, uma enfermidade epidêmica para que a humanidade volte não apenas para dentro de suas casas, mas para dentro de si, causando um turbilhão de questionamentos , sem respostas, mas que de alguma forma, querendo ou não, traga ensinamentos de novos hábitos, novas crenças, novas rotinas, quiça , novos sonhos para REcomeçar.
Há de chegar a hora em que vamos se perguntar, o por que de estarmos passando por varias provas e dificuldades, mais lembre-se Deus primeiro lhe capacita, faz com que você sinta o quão forte és, e te faz ver que é através das provas, obstáculos e dificuldades que nos fazem grandes vencedores. Todo dia de luta, tem seus dia de glória. Eu creio!
Há mais de um século, Mark Twain nos legou o seguinte pensamento:
"Primeiro Deus, para praticar, fez os idiotas."
Tá praticando até hoje, afirmo eu, sem medo de errar.
you are welcome to elsinore
Entre nós e as palavras há metal fundente
entre nós e as palavras há hélices que andam
e podem dar-nos morte violar-nos tirar
do mais fundo de nós o mais útil segredo
entre nós e as palavras há perfis ardentes
espaços cheios de gente de costas
altas flores venenosas portas por abrir
e escadas e ponteiros e crianças sentadas
à espera do seu tempo e do seu precipício
Ao longo da muralha que habitamos
há palavras de vida há palavras de morte
há palavras imensas, que esperam por nós
e outras, frágeis, que deixaram de esperar
há palavras acesas como barcos
e há palavras homens, palavras que guardam
o seu segredo e a sua posição
Entre nós e as palavras, surdamente,
as mãos e as paredes de Elsenor
E há palavras nocturnas palavras gemidos
palavras que nos sobem ilegíveis à boca
palavras diamantes palavras nunca escritas
palavras impossíveis de escrever
por não termos connosco cordas de violinos
nem todo o sangue do mundo nem todo o amplexo do ar
e os braços dos amantes escrevem muito alto
muito além do azul onde oxidados morrem
palavras maternais só sombra só soluço
só espasmo só amor só solidão desfeita
Entre nós e as palavras, os emparedados
e entre nós e as palavras, o nosso dever falar
Fragmentos
Estávamos juntos há um tempo, ele era incrível e parecia algo especial.
Quando terminamos fiz uma longa caminhada, através de campos, subindo enormes colinas, até chegar ao topo desta montanha e olhar o mundo.
Às vezes me deito, porque tudo parece muito pesado.
Controlo meus sorrisos e lágrimas, pois é tudo que eu tenho e ninguém pode tirar isso de mim.
Olhando para o céu percebi que eu gostava da ideia que eu tinha dele, me relacionei com que achei que ele fosse.
A ideia que eu tinha dele era gostável porque era minha.
Era uma produção da minha cabeça.
Quando se recebe pouco amor você não sabe como ele é.
Por isso é tão fácil ser enganado e ver coisas que não existem.
Por isso devemos dar tudo em relacionamentos ou podemos desaparecer.
Cada minuto que passa é uma chance de mudar tudo.
A Chuva
As gotas que caem geralmente se chocam em algo... há claro a incerteza desse algo... e diante da certeza de haver certa incerteza, prosseguimos mesmo diante o medo, caindo e escorrendo... até voltar ao grandioso comum que há em cada oceano dentro de nós.
Não sabemos em que a gente vai “chocar” mas sempre chocamos em algo nas quedas da vida, o importante é saber que o fluxo do percurso não termina no fim de cada queda e sim em um oceano de experiências que nos faz um ser cada vez mais evoluído.
Muitas vezes somos uma intensidade. Mas a intensidade, ou nos cega como um sol ou nos faz cair como uma tempestade... No entanto, quem não se aventura nunca irá saber a cor da luz e nem o gosto da chuva!
CERTEZA DO FIM
Há dias penso.
Há noites em claro
Peno nos dias diurnos
No escuro, um descaso.
E que escuro tão medonho
Nao mais pareço a nada
Sera isso uma fase?
Talvez o pesar de um último passo?
O que isso que espantas
Se mais nada temo a viver
Eis-me aqui um fraco distante
Buscanso sem saber decerto o que.
Temo a vida à fora
Por àqueles que persistem a mim
Por ora, vivo a demora,
Mas ja me é certa a certeza do fim!
Willas Gavronsk
Há momentos que uma ação machuca mais que mil palavras
Então e nesse momento que devemos ser cautelosos com cada passos
Pois não sabemos do amanhã
O amanhã não mos pertence por isso devemos deixa portas abertas para cada passos
Importante lembrar inidos somos uma SÓ força uma so raça uma só nação
Estaremos sempre juntos unidos em orações somos maiores do que qualquer negatividade.
25/03/2020
Somos sempre o que pensamos o que queremos pois só há duas oportunidades na vida as que chegam como lição e as que não voltam mais.
“O sermão há de ser duma só cor, há de ter um só objeto, um só assunto, uma só matéria. Há de tomar o pregador uma só matéria, há de defini la para que se conheça, há de dividi-la para que se distinga, há de prová-la com a Escritura, há de declará-la com a razão, há de confirmá la com o exemplo, há de ampliá la com as causas, com os efeitos, com as circunstâncias, com as conveniências que se hão de seguir, com os inconvenientes que se devem evitar, há de responder às dúvidas, há de satisfazer as dificuldades, há de impugnar e refutar com toda a força da eloquência os argumentos contrários, e depois disso há de colher, há de apertar, há de concluir, há de persuadir, há de acabar. Isto é sermão, isto é pregar, e o que não é isto, é falar de mais alto. Não nego nem quero dizer que o sermão não haja de ter variedade de discursos, mas esses devem nascer todos da mesma matéria, e continuar e acabar nela.”
(VIEIRA, Padre Antônio. Sermão da Sexagésima. In: Os sermões. São Paulo: Difel, 1968, v.VI)
Covid-19
Há relatos de portugueses agredidos além-mar,
Culpando-os do novo vírus propagar.
Muitos media não noticiam estas atrocidades, nem encontram os culpados.
Coitados… permanecem por lá, assim, desamparados!
Será que estas hostilidades não revelam racismo,
Ou, de certa forma, desejo de vingança ou segregacionismo?
Pois, muitos povos vivem no recato e tranquilidade
E, sempre, imunes a qualquer atrocidade…
by António Vilela Gomes
Há quem valorize mais a aparência do que a essência, acabando por desperceber quão belo pode ser o interior de uma pessoa.
