Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

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Há madrugadas que
me fazem sentir
uma ferida aberta.

Há pessoas que irrompem na nossa vida como relâmpagos: rasgam o céu da alma e deixam na pele um clarão que não se apaga. Atravessam-nos por dentro e ficam a arder no lugar onde antes só havia silêncio.

Carrego-te como quem leva pedras e flores no mesmo fôlego.


No peso que me curva, há um rumor teu, uma memória que se acende entre as rochas, como se cada grão de pólen soubesse o teu aroma.


As flores presas à minha mochila interna respiram contigo, frágeis e obstinadas, lembrando que até o que pesa pode ser ternura.


Caminho, e o vento toca o que não ouso dizer, esse quase‑toque que vive entre o ombro e o mundo.


E no silêncio da marcha, o desejo é só isto:a beleza que insiste, mesmo quando dói, e o caminho que se torna pele quando penso em ti.

Há caminhos que só florescem porque, algures no tempo, alguém os atravessou carregando pedras que nunca foram suas.

Há dias em que o
Agosto da vida só
se revela quando
a chuva decide cair.

“A liberdade é o ponto em que o Direito finalmente reconhece que há dimensões da existência humana que não lhe pertencem.”

Há textos que tocam o coração de muitas pessoas, trazendo luz, empatia e uma compreensão profunda sobre a evolução espiritual e o respeito pela individualidade de cada alma e que são muito importantes para crescimento pessoal.

“Há leis que libertam o corpo, leis que protegem a consciência e leis que apenas trocam uma prisão visível por outra.”

Um novo ano já começou.
Ha apenas algumas horas
E assim os dias passarão
Um a um
Minuto a minuto
Dia após dia...
Novos dias, novas oportunidades.
São mais 365 dias
365 oportunidades para fazer melhor
Fazer diferente
Novas tentativas, propositos de mudanças
Que ao final desse tempo
Possamos contabilizar
Quantas estrelas
Fizemos brilhar

“Seja denso. Como um iceberg. Revele apenas o necessário; preserve, nas profundezas, o que há de mais valioso.” — Leonardo Azevedo.

Quando há amor próprio jamais se ajoelha na vida.

Buquês da Aldrago
dançam sobre nós,
foi há tempos tirado
o eu da escrita
desde o dia que te vi
sem fantasia.


Tudo em poesia
diária foi convertida,
o dia que eu quiser
falar do que é do eu
e do que doeu,
não me encabulo.


Se este assunto
não for tocado,
por ninguém será
nem aventado,
o eu não nasceu
para ser domado.


(O eu de cada não é
campo de batalha,
E sim nasceu para
ser academia nata).

Trago os Hemisférios
Sul e Norte nas origens,
Onde a Lua alcança
o zênite e onde nunca
haverá de alcançar,
O meu coração é onde
a paz sempre haverá
de florescer não importa o lugar
quanto tempo irá levar,
só sei que nunca irá parar
por onde eleger caminhar.

Nos quatro hemisférios


há poeira das estrelas


dispersas e mistérios


ao redor flores místicas


do Fedegoso em pleno


majestoso fevereiro,


adornando emoções,


desabrochando com tentações,


E tocando as cordas


o coração romântico;


Para sob ele te encontrar


pronto para o amor,


e paixão inesquecíveis,


Porque sei que juntos


seremos irresistíveis.

Minha mente e mãos
trazem sempre algo
das quebradeiras de côco
da Mata dos Cocais,
Há tanto tempo faz
que canto para os vivos,
e também para os mortos,
Porque não aceito jamais
o meu chão em destroços;
De tudo o que a Carnaúba
que vida nos traz carrego
tudo sem nada deixar,
Seja com o Bem e o Mal
para virtuosa lidar,
Nada devemos deixar
passar ou deixar de aprender,
para trilhar o caminho
certo para sempre crescer.

De ​Norte a Leste
o meu ​Meridiano é 75° E,
sei o quanto levo,
Há ​Latitudes 35°–55° N
vivas quando quero,
E ​Longitudes 50°–90° E,
e sei o que mereço,
por ter olhar não deixo
perder e não me perco.


Ancestralidade surgida
e guiada por Ursa Maior
pelas amplas estepes
dela tenho nas veias
a ampla memória,
Não permito ninguém
de qualquer maneira
[a minha História],
Ter chegado até onde
cheguei é a real glória.


Onde em cortesia sidérea
a ​Cassiopeia, ​Orion e Polaris,
dançam na Via Láctea,
Ali repousa e se inquieta,
e faz venérea porque
busca saber onde estão
as moças da Ásia Central,
porque há algo muito
além do que é desigual.


A lembrança insistente
revolveu ao passado
como chama acesa,
Daqui a pouco todos irão
dançar ao redor da fogueira,
porque dançar e cantar
é preciso quando o peito
se encontra em lamento.

Porque resistir unidos
e celebrar a chegada
da Primavera é de ordem
exclusivamente existencial,
entre memórias, festejos,
maus-tratos e incertos,
Não parar de perguntar,
é a soma dos desejos
até alguma resposta
conseguir me tranquilizar,
quando tudo irá terminar.

Nova Trento


Há muito o que contar
sobre a terra que levou
os trentinos cruzarem
o Oceano Atlântico,
Em meio ao magnânimo
Vale do Rio Tijucas,
Lindamente cravejado
pelo verde da nossa
amorosa Mata Atlântica,
da bela Santa Catarina,
total, austral e romântica.


O voto de amor foi feito
para com a terra que
tudo deu e tudo nos dá,
entre o Sol das lutas
e sob a sombra da Indaiá.


E assim se ergueu uma
cidade em meio à Natureza,
vinícolas e espiritualidade;
onde a beleza abunda,
reina a paz e a serenidade.


Com honra e luta o povo
veio, viveu e venceu,
Em Nova Trento se recorda
a memória ancestral,
Desde a Dália plantada
e o pedido em casamento
feito para a sua amada.


A gente segue em frente
pedindo sempre com toda
a devoção a intercessão
da abençoada Santa Paulina,
para que nada nos falte,
E seja para nós o farol
que a todos ilumina;
Com ela além de pedir,
agradecemos a Deus todo dia.

Algo do que há de melhor
em todos nós leva
as auroras dos séculos,
e perpassa os universos.


Do Campo dos Padres,
tem nascente gentil
dos nossos prazeres
na serena Alfredo Wagner.


Assim é o Rio Itajaí do Sul
serpenteia pela Mata Atlântica
na nossa Santa Catarina,
bela, amada, doce e romântica.


E tem a confluência
com o Rio Itajaí do Oeste
na Itajaí destinada,
que juntos desaguam
no Oceano Atlântico,
com tudo o que nos acalmam.


Estar exatamente ali
onde só de se admirar
os conflitos se diluem
como espumas do mar.

Há anos ninguém aprendeu
e nem mais ensinou
nesta porção continental
a olhar para o alto
do nosso Hemisfério Austral.


Onde a posição, a voz
e a memória indígena
são todos os dias cortados
até em meio aos Andes,
Das lágrimas do povo
aguayos têm sido tecidos,
Nenhum dos capítulos
serão por mim esquecidos.


Por audácia e pretensão
continuo por herança
se a tal que incomoda,
A guerra sempre é
a dileta filha da fofoca,
Por isso quero ser sempre
que a minha língua
seja a espada que a corta.


Olhos e mente de Condor
sem pausa diante da vista,
ainda seja por pura poesia;
Porque a América do Sul
não merece virar nostalgia.

Há beijos...


Há beijos que pronunciam por si sós
a sentença de amor condenatória.
Principalmente aqueles beijos dados
em segredo no coração não têm volta.


Gabriela Mistral, Claudio Estrada,
Rufino Blanco Fombona,
Fortoul-Hurtado e o poeta anônimo
de um poema viral — meus advogados —,
trouxeram à luz que a tua existência é a prova. Venha, porque a hora de amar é agora!


Há beijos que se dão com o olhar,
tantos dei e ainda te dou sem que saibas.
Há beijos que se dão com a memória,
os nossos não acabarão em nada.
Haverão de ser os nossos beijos
o nosso estabelecimento da íntima pátria.


...
Nota: Este poema foi inspirado no famoso "Beijos", erroneamente atribuído a Gabriela Mistral. Invoco Mistral e outros autores como "meus advogados" para denunciar ironicamente essa falsa atribuição. Uma homenagem ao verso que se tornou uma expressão popular de amor.