Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

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Que maior vaidade e miséria há no mundo do que abundar em riquezas temporais, mantendo a vida cheia de ilusões e o coração desolado da presença de Jesus?

“Há pessoas que morrem uma única vez. Outras morrem novamente quando sua última história deixa de ser contada.”

"Há sessenta e três anos, o Ministério Público do Estado do Acre escreve uma história de independência, coragem e compromisso com a sociedade. Que o futuro nos encontre tão fiéis aos nossos princípios quanto fomos ao longo dessa trajetória, porque as ferramentas evoluem, os desafios se renovam, mas a missão de promover a justiça permanece eterna."

"Há quem atravesse a ponte e siga seu caminho. Há quem, depois de atravessá-la, volte para reforçar suas colunas, sabendo que muitos outros ainda precisarão passar por ela. É nesse gesto que nasce o legado."

⁠Há sorrisos que são tão profundos ... creio eu que já brotam da alma...

A vida é o bem mais precioso do ser-humano. Vamos viver com responsabilidade e aproveitar o que há de melhor debaixo dos céus!


@nasblor

“Morada nas Palavras”

Há amores que moram numa casa.
Conhecem o barulho das chaves na porta, o café dividido pela manhã, os pequenos desentendimentos, o silêncio confortável de quem já não precisa dizer nada para permanecer.
E há outros que nunca recebem um endereço.
Não porque tenham sido menores. Talvez justamente porque a vida não lhes concedeu espaço suficiente para acontecer.
Então eles procuram outro lugar para morar.
Uma carta.
Uma página.
Uma frase escrita no meio da madrugada.
Kafka e Milena encontraram esse lugar.
Não tiveram uma vida inteira lado a lado. Tiveram distância, espera, desejo e palavras. Muitas palavras. E talvez cada carta enviada fosse uma tentativa de diminuir alguns quilômetros entre dois corações que a realidade insistia em manter separados.
Há algo profundamente romântico e doloroso nisso.
Quando não podemos tocar alguém, começamos a tocar através das palavras.
Escrevemos “saudade” quando gostaríamos de dizer “fique”.
Escrevemos páginas quando desejaríamos apenas alguns minutos de presença.
E colocamos dentro de um envelope aquilo que os braços não conseguiram alcançar.
Talvez por isso certas cartas de amor sobrevivam tanto tempo.
Elas não guardam apenas aquilo que aconteceu.
Guardam aquilo que poderia ter acontecido.
Os encontros imaginados.
As manhãs que nunca chegaram.
Os abraços adiados.
A vida que permaneceu esperando do outro lado da possibilidade.
E existe saudade até daquilo que nunca vivemos.
Essa talvez seja uma das formas mais misteriosas da saudade: sentir falta de uma vida que nunca chegou a existir.
Kafka e Milena partiram.
As mãos que escreveram aquelas cartas desapareceram. Os olhos que esperavam por elas também.
Mas as palavras ficaram.
Continuaram atravessando anos, fronteiras e gerações até chegarem às mãos de pessoas que eles jamais conheceriam.
Talvez porque algumas palavras se recusem a morrer quando foram escritas com sentimento suficiente.
E penso que certos amores sejam assim.
Não encontram uma casa.
Não encontram o tempo certo.
Às vezes nem sequer encontram um final.
Encontram apenas uma página em branco.
E ali permanecem.
Porque quando a vida não oferece lugar para um amor morar, às vezes resta à palavra abrir a porta.


Crônica baseada no livro Cartas a Milena - Franz Kafka

Ensaio


Quantos naufrágios há de esconder este teu olhar oceânico?
Quantos corações terá tragado para teu íntimo profundo?
Quantos mistérios hão de repousar na calmaria de tuas águas?
E quanto sofrimento desaguou o teu peito por este mundo?


Ah, Poeta!


O que será de mim,
consumida por este mar,
n'uma ressaca tremenda de Amor,
que inconscientemente tragou
para dentro de si meu Coração,
e o arrebatou contra as rochas da Vida?


O que será de meus restos naufragados?
O que há de voltar p'ra mim - além da Solidão?
E o que há levar para si - além de meu Amor quebrado?


Diga-me, Poeta!


- O que há de tão profundo e devastador em teu olhar?

Há momentos em que você parece estar à deriva, até atracar num porto onde a acolhida é maravilhosa, onde a palavra é cantada e vira música, vira poesia, vira vida!⁠

Apenas Sentir


Há momentos em que a mente se cansa de tentar explicar tudo, de buscar razões, conceitos e respostas difíceis. Nessas horas, o melhor caminho é apenas sentir. Sentir o milagre da vida pulsar no peito através da respiração, sentir a presença sutil do amparo divino que nunca nos abandona e sentir a gratidão de simplesmente existir. Deixe as cobranças intelectuais de lado. O amor e a paz verdadeira não se explicam em manuais; eles são vivenciados na leveza de um coração que se permite desarmar. Silencie os pensamentos e permita-se apenas sentir o fluxo sagrado da existência guiando os seus passos.

Três são os tipos de homem que caminham sob o sol.
Há aquele que nada compreende;
há aquele que não compreende, mas deseja compreender;
e há aquele que se entrega ao mau caminho e dele faz morada.


O primeiro, ainda que aja, não discerne o fim de seus atos.
Faz por fazer, sem visão nem propósito.
Abomina o crescimento, pois crescer lhe exige esforço;
é lento no espírito, pesado no ânimo
e murmura contra tudo que o cerca.


O segundo é inquieto de alma.
Não entende, mas pergunta.
Não sabe, mas procura.
Refaz o que quebrou, quebra o que construiu
e torna a levantar, ainda sem aplauso nem reconhecimento.
Busca sentido no que faz
e sofre por não ser visto, ainda que siga adiante.


O terceiro é homem de ruína.
Difama com a língua,
calunia com o olhar,
usurpa com as mãos
e envergonha até os próprios dias que vive.


Mas bendito é o homem que não compreende e, ainda assim, busca entender.
Pois ele não se chama sábio,
mas não se considera vazio.
Sabe que lhe falta muito,
ainda que para outros não baste.
Ele tenta se ajustar,
mesmo quando o mundo não lhe concede lugar.
E nessa busca, ainda que imperfeita,
há mais beleza do que em toda falsa sabedoria.

Para todos os lados observo e vejo grandeza, vejo amor, vejo proveito...
Mas alguém há de ver isso em mim?
Vejo olhares arrogantes...
Observo comentários ruins, julgamentos...
Vejo as praças com seus bancos vazios, mas quem há de estar mais vazio? Os bancos ou as pessoas?
Sorrir para não incomodar o outro com a sinceridade é a mentira mais cega da realidade.
Você será odiado e taxado por demonstrar demais.
Será pisado por demonstrar compaixão.
Será condenado por oferecer perdão.
A realidade se dobra ao que parece sólido, mas não transcendente.
Com o tempo, observei algo nos ímpios...
Mesmo que ali pareça não haver mais nada de digno para um bom futuro, eu observei algo que poucos enxergariam: a reparação.
Não observei as falhas, mas compreendo que muitos são vítimas da realidade, já outros escolheram o caminho por se acharem inúteis para oferecer bondade.
O tolo fala, fala, fala... Mas, na sua tolice, ainda há sabedoria, ainda que poucas vezes... Talvez, se ele falasse para si mesmo, compreenderia.
Observo uma mulher que amo indo embora em mais um capítulo da minha vida...
Coisa que não compreendo; porém, digo ser castigo. Eu espero o melhor, mas vem o pior.
O conceito e a finalidade de uma relação começam na compreensão mútua.
A capacidade de se ver no outro e reparar suas dores...
Mesmo que alguém ame ao ponto de enxergar isso, seria tortura ver sua ternura ir embora depois de tudo.
Observei os pais educando seus filhos...
Vejo a criança cair, mas esperar pelo pai e pela mãe para que a levantem. Mas não a ensinam a usar a própria força dos braços para se reerguer e ficar de pé; é uma tolice mimar os filhos sem ensiná-los a resolver suas próprias questões e a ter um senso de justiça.
Observei a impureza...
Para todos os lados, roupas vulgares... Mulheres, em sua carência, mostram o corpo... Homens, em seu desespero, tentam humilhar os outros...
Mas, entre tudo isso, eu me pergunto:
"Onde estão vocês?"
Para onde foi a compreensão das pequenas coisas?
Para onde foi o valor da sensibilidade?
Para onde foi o senso de justiça?
Onde está o amor?

O tempo leva consigo todo tipo de coisa; extraia dele o que há de bom e expanda, sempre, o bem.

(Cap. V: O Grimório Roseiral)
E, por falar em encanto, há um livro de páginas amareladas, feito de pétalas de rosa, no qual a bruxa Floral lia poções e segredos tão vivos e sentidos que parecia que o mundo parava por um instante de girar para ouvi-los. No entanto, segredos são para ser segredos, e o mundo prometeu a si mesmo que não os contaria a ninguém, a não ser a mim, o narrador. O que posso assegurar a vocês, amigos leitores, é que não sei onde o Grimório Roseira foi escondido. Dizem que ele está em algum lugar esperando ser encontrado, mas, nas bibliotecas vivem tantos livros perdidos que desejam o mesmo destino.⁠⁠

Há dois Brasis: um com 'S', do povo trabalhador, e outro com 'Z', das elites. Lula é Brasil soberano! A mula é o Brazil que zurra!

Só há uma solução para resolver o maior problema do Brasil! É eleger Lula, derrotando o fascismo e a ignorância bolsominion!

“Mesmo na rotina do trabalho, o sol se esforça para nos lembrar que há beleza em cada novo entardecer."

Há pessoas que usam uma capa de santidade apenas para esconder a podridão da alma; quem tem visão real enxerga além da fachada e escolhe caminhar com os puros de coração.

Por trás de cada interferência barata, há apenas o medo de ver alguém vivendo um amor que eles nunca tiveram capacidade de sentir.

Há danos que uma sentença pode reconhecer, mas nenhuma sentença pode desfazer.