Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
Há uma única ciência, a matemática, a qual ninguém se pode jactar de conhecer porque suas conquistas são, por natureza, infinitas; dela toda gente fala, sobretudo os que mais a ignoram.
Aquilo que foi tarde demais aconteceu há poucos instantes, portanto, sejamos rápidos em nossas reavaliações e arrependimentos.
Há inúmeras formas práticas de cooperação que podem ser executadas em qualquer lugar, com imediatos efeitos. O cooperacionismo não é partido político. Não quer separar, quer unir. É prática social da cooperação. O cooperacionismo apresenta um campo de ação e promove fórmulas que podem desde logo oferecer benefícios ao povo.
"O ceticismo e o agnosticismo produziram seus frutos. Há legiões de professores cépticos e agnósticos, que dizem que nada podemos saber dos primeiros princípios. Que eles não possam saber, não duvidamos, e aceitamos como verdade. Mas que ninguém possa saber, é mentira. Não têm esses senhores o direito de levar a sua petulância e temeridade a ponto de julgar que os outros todos são como eles. Não lhes cabe o direito de fazer afirmações tão categóricas em matéria que, de antemão, eles reconhecem que nada sabem. Onde está a prova de que estudaram o assunto? [...] Esses homens não aceitam o debate com os que lhes poderiam pôr à mostra a sua ignorância palmar. E se a aceitam, fogem pelas portas falsas da piada ou das desculpas ridículas, deplorando a fraqueza da mente humana para entender o mais elevado, razão pela qual é melhor suspender os juízos, porque nós nada podemos saber, por nos estar vedado para sempre o conhecimento dos primeiros princípios, cujas leis regem todas as esferas da realidade.O que esses senhores fazem é simplesmente isto: mentem e provam que nada conhecem do assunto. Mas como ocupam postos, que dão a presunção de que são realmente sábios, podem, então, aproveitando-se da ignorância natural e desculpável da juventude, instilar o seu veneno cético ou agnóstico."
"Se há esperanças que se abatem e provocam em nós o desabrochar de desalentos que nos parecem invencíveis, será um erro deixarmo-nos entregues ao desespero, sem aguardar que lhe brilhe outra vez em nós uma luz de esperança nos altos valores."
há dias em que eu me convenço de que existe uma conta aberta em meu nome. uma dívida antiga que eu nunca lembro de ter feito, mas que a vida faz questão de cobrar todos os dias.
talvez eu mereça. talvez cada ruína tenha sido construída pelas minhas próprias mãos. eu sempre encontro um jeito de tocar no que amo com tanta força que, sem perceber, também encontro um jeito de quebrar. construo casas para depois assistir ao teto desabar sobre mim. e o pior é que, mesmo conhecendo o roteiro, eu continuo acreditando que dessa vez será diferente.
já tentei me absolver. sentei diante dos meus erros como quem visita um velho amigo, esperando ouvir que tudo ficou para trás. mas eles nunca respondem. apenas me olham em silêncio, como espelhos que insistem em refletir a pior versão de mim.
o que mais me machuca não é perder. é nunca entender a lição. se toda dor existe para ensinar alguma coisa, então por que eu continuo repetindo o mesmo capítulo? quantas tempestades ainda faltam para que o mar finalmente aceite que eu já aprendi a afundar?
carrego um oceano de raiva que nunca encontra a praia. e uma tristeza tão antiga que às vezes parece ter nascido antes de mim. ambas dividem o mesmo peito, disputando espaço com um coração que ainda insiste em acreditar nas pessoas, mesmo depois de colecionar ausências.
eu não queria milagres. nunca quis promessas impossíveis. só queria experimentar, por um instante, a estranha sensação de receber na mesma intensidade em que entrego. descobrir como é estender a mão e encontrar outra vindo na direção contrária, em vez de mais um adeus.
mas existe uma crueldade silenciosa em continuar remando quando a maré parece ter escolhido o lado oposto. você se esforça, sangra as mãos nos remos, perde o fôlego, e ainda assim termina exatamente onde começou. às vezes até mais distante da margem.
e talvez seja isso que mais destrói o gabrieu: não o peso das derrotas, mas a dúvida de não saber se está lutando contra o mundo… ou contra si mesmo.
Há quem diga que esquecer é questão de tempo. Eu desconfio. O tempo só aperfeiçoa a memória; ensina ela a usar máscaras melhores.
Sem perceber, eu continuo te procurando.
Não em fotos. Essas eu já conheço de cor. Te procuro nas coisas que nunca te pertenceram, mas que aprenderam teu idioma.
Quando o primeiro acorde de Arctic Monkeys atravessa o silêncio, meu peito ainda olha para a porta, como se alguma parte de mim acreditasse que certas músicas continuam sabendo o caminho de volta. Oasis faz pior: transforma saudade em paisagem. É como caminhar por uma rua antiga onde ninguém mora mais, mas todas as janelas permanecem acesas.
Eu te encontro nos livros que compro sem motivo. Há sempre uma frase que teria arrancado um sorriso teu, e, por um instante, leio em voz baixa para alguém que já não está. Fecho a página como quem fecha uma conversa interrompida.
Também te procuro nas pessoas.
Não porque elas se pareçam contigo. Seria injusto com elas e impossível contigo. Mas existe um gesto, um silêncio, uma maneira de inclinar a cabeça enquanto escutam, um riso que dura meio segundo a mais... e, por um instante vergonhoso, meu coração pergunta se finalmente te encontrou de novo. Nunca encontrou. Eram apenas desconhecidos carregando pedaços que a minha memória decidiu roubar.
Há cidades que conspiram.
Volto a lugares onde estivemos e eles insistem em manter tua ausência exatamente onde você a deixou. A mesa continua pequena demais para duas pessoas. A calçada ainda sabe a direção dos nossos passos. O vento atravessa a mesma esquina com a mesma delicadeza, como se ignorasse que agora sopra apenas contra um corpo.
É estranho viver assim.
Como alguém perseguido por um fantasma que não assombra a casa, mas os detalhes. Um perfume na rua. Um casaco da mesma cor. Uma música tocando ao fundo de um café. A dedicatória esquecida na primeira página de um romance. Nada é suficiente para trazer você de volta, mas tudo parece suficiente para lembrar que um dia esteve aqui.
Talvez seja esse o verdadeiro peso de amar alguém.
Não é sofrer pela ausência da pessoa. É perceber que ela contaminou o mundo inteiro. As músicas deixam de ser só músicas. Os livros deixam de ser só livros. As ruas deixam de ser ruas. Tudo passa a existir em dois tempos: antes de você e depois de você.
E eu sigo vivendo.
Converso, sorrio, conheço rostos novos, aperto outras mãos. Mas existe uma parte de mim que continua fazendo comparações em silêncio, como quem procura uma constelação específica num céu cheio de estrelas. Não porque as outras sejam menores, mas porque meus olhos aprenderam, há muito tempo, exatamente onde repousava aquela luz.
Talvez um dia eu pare de te procurar.
Ou talvez não.
Talvez algumas pessoas não terminem quando vão embora. Elas apenas se espalham. Ficam escondidas entre acordes, páginas, esquinas e olhares alheios, transformando o mundo inteiro numa coleção discreta de lembranças.
E o mais cruel é que ninguém percebe.
Só quem continua procurando.
ímpeto afundo
Há um oceano que ninguém vê.
Por fora, continuo respirando no ritmo esperado, respondendo quando me chamam, ocupando espaço entre pessoas. Por dentro, existe uma água antiga subindo devagar. Não invade de uma vez. Ela aprende o formato dos meus pensamentos antes de encher os pulmões.
Caminhar deixou de significar ir para frente. Todos os caminhos dobram sobre si mesmos, como se o mundo tivesse sido reduzido ao tamanho da minha própria mente. Cada porta leva ao mesmo corredor. Cada corredor termina na mesma pergunta. E cada pergunta já nasce sem tradução.
Os pensamentos perderam a linguagem. São aeróglifos riscados nas paredes de uma caverna infinita, símbolos que reconheço sem jamais compreender. Passo horas tentando decifrá-los, como se existisse uma frase escondida capaz de explicar por que tudo pesa tanto. Mas quanto mais leio, mais as inscrições mudam. A pedra respira. O labirinto aprende meu nome.
Existe um lado do universo onde a luz nunca chegou. Às vezes penso que a mente também possui esse hemisfério esquecido, uma geografia onde nenhuma estrela ousou nascer. É para lá que vou sem perceber. Não porque queira. Porque toda ideia parece inclinada naquela direção, como um rio que desconhece outra gravidade.
É estranho assistir ao próprio pensamento fabricar tempestades e, ainda assim, saber que elas não molham ninguém além de você.
Há dias em que a realidade parece um vidro grosso. Consigo enxergar as pessoas rindo, vivendo, amando, fazendo planos. Mas tudo acontece do outro lado. Eu apenas encosto a testa na superfície fria, tentando lembrar como era existir sem precisar traduzir cada segundo da própria consciência.
O pior não é o silêncio.
É o eco.
Porque até o vazio aprende a repetir o seu nome quando você permanece tempo suficiente dentro dele.
Mesmo assim, em algum lugar entre as ruínas dessa arquitetura impossível, existe uma pequena contradição: se ainda sou capaz de perceber a escuridão, talvez ainda exista uma parte de mim que continua procurando a luz. Não porque a veja. Mas porque a ausência dela ainda me incomoda.
E talvez seja isso que me mantém respirando.
Não a certeza de que vou encontrá-la.
Mas o fato de que, no fundo do oceano, eu ainda consigo distinguir a diferença entre afundar… e continuar procurando a superfície.
"Primeiro você acredita que há uma substância inteligente, da qual todas as coisas procedem.
Segundo você acredita que esta substância lhe dá tudo que você deseja.
Terceiro você relaciona-se a ela por um sentimento de gratidão forte e profundo.
Muitas pessoas que vivem corretamente, de uma forma ou de outra, permanecem na pobreza por falta de gratidão.
Recebendo um presente de Deus, cortam os fios que os conectam com Ele, e não tem o reconhecimento. É fácil compreender que quanto mais próximo nós vivemos da fonte das riquezas,
mais riqueza receberemos, e é fácil também compreender que a alma que é
sempre grata vive mais próxima de Deus do que aquela que nunca tem
reconhecimento e gratidão.
Quanto mais gratidão ao supremo nós tivermos em nossas mentes, ao receber as coisas boas, mais coisas nós receberemos, e mais rapidamente virão.
E a razão é simplesmente porque a atitude mental da gratidão coloca a mente em estreita proximidade com a fonte de onde vêm essas bênçãos." (Wallace Wattles)
Há um só Deus soberano, eterno e imortal, mas as pessoas que ouvem e praticam a Palavra de Deus são consideradas - deuses; fisicamente mortais, mas espiritualmente eternas.
(Confira: Jesus - João 10.34,35; Salmos 82.6)
F. Meirinho
Com os olhos vermelhos de tanto chorar
La fora há muita gente para te julgar
Tenha coragem e em frente o medo , deles que so sabe perguntar mas nunca se importar .
Com os olhos vermelhos eu me dispenso dessa gente que não sabe nem amar muito menos te ajudar .
Aquilo que é óbvio para quem está há vinte anos na empresa, raramente é óbvio para quem chegou hoje.
Há quem guarde fotografias, alianças ou cartas perfumadas. Eu guardo despedidas que aconteceram antes mesmo do primeiro toque, silêncios que aprenderam o meu nome apenas para nunca o pronunciar
Há mulheres bonitas.
E há mulheres que fazem a própria noite hesitar.
Olhar para ti é descobrir que a escuridão nunca foi ausência de luz; era apenas o lugar onde a tua beleza aguardava pacientemente para nascer.
Se os anjos caídos ainda rezam, suspeito que o fazem em silêncio... apenas para não perturbarem o teu olhar.
Entre o laço de sangue e o laço do abraço, há uma grande distância. Tem quem seja pai por condição, obrigação ou educação. Mas o verdadeiro Pai se veste de dedicação. Ele não apenas dá a vida; ele se faz vida na rotina, ensina a voar segurando a mão e se eterniza no peito do filho como sinônimo de amor.
Há quem ame nossas feridas porque nelas se sente importante...
mas se incomode com a nossa cura,
porque já não sabe onde se encaixar.
