Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício
"Amanhã"
Me lembro daquele dia no passado, quando minha mente estava sã
Mas não há nada igual no mundo, como viver o amanhã
Me lembro de ter lido sua carta imensa, num domingo de manhã
Me fez criar esperanças de te ver amanhã
Porém, você foi embora na segunda pela manhã
Me deixou aqui sozinho, até pensei que não era tarde
Meu coração ainda arde, sinto falta do seu sorriso, do seu rosto, de você
Saiba que você me fez tão bem minha vida, meu bem querer.
É oQuÊ faço...
Parto sempre de um princípio de que:
Não há certo nem errado!
Há sempre a margem da dúvida!
Somos aprendizes dos erros se forem de fato, e os tais julgados acertos apenas
possibilidades e pressupostos.
Sapienciais 2:1
Quanto vale a sabedoria que Deus concedeu a Salomão? Não há tesouro, ouro ou prata que possam medir seu valor, pois foi dada pelo próprio Criador, que conhece os segredos de tudo o que existe. A sabedoria de Salomão não era apenas um dom para governar com justiça, mas uma luz divina que transcendia o entendimento humano. Com ela, ele discerniu os corações, revelou mistérios ocultos e edificou um reino de paz e prosperidade.
A sabedoria que Deus lhe concedeu era como uma coroa invisível, um ornamento espiritual mais precioso do que qualquer joia, mais forte do que qualquer exército e mais duradouro do que qualquer monumento. Com essa sabedoria, Salomão compôs cânticos, formulou provérbios e trouxe ordem aos homens, refletindo o brilho da glória divina.
Seu valor é imensurável, pois sua fonte é eterna. Quem pode calcular o preço de algo que guia os reis, ilumina os sábios e conduz os humildes ao caminho da vida? A sabedoria de Salomão era um eco do próprio caráter de Deus, uma dádiva que não se compra, mas se recebe com um coração cheio de temor e reverência. E assim como Salomão pediu a Deus sabedoria ao invés de riquezas, ele nos ensina que a verdadeira riqueza está em buscar as coisas do alto, onde o conhecimento humano falha e a sabedoria celestial prevalece.
Quanto vale? Vale mais do que as estrelas que iluminam os céus, pois é a luz que ilumina a alma.
Sapienciais 2:1
Quanto vale a sabedoria que Deus concedeu a Salomão? Não há tesouro, ouro ou prata que possam medir seu valor, pois foi dada pelo próprio Criador, que conhece os segredos de tudo o que existe.
Há momentos em que me vejo,
não como o mundo me enxerga,
mas como sou, na essência crua.
Só, no abismo do próprio ser,
sinto minhas formas dissolvendo-se,
enquanto sombras me envolvem,
sussurrando angústias que crescem.
Luto, me debato contra o vórtice,
mas a cada golpe desferido,
afundo mais dentro de mim.
Não há criatura mais cruel sobre a Terra que o próprio homem, pois é a única não isenta de raciocínio.
Desde muito novos, fomos ensinados que não há vergonha na derrota, apenas na desistência ou na recusa em lutar.
No tabuleiro da vida, há momentos em que as peças não se movem apenas por ambições pessoais, mas por um propósito maior...
Não há rumor na terra....
O silêncio se abriu...
As feras se aquietaram...
Em direção ao pó os corações jazem nas sombras...
De mãos em arcos os anjos oram...
Onde estão os inocentes?
Aqueles apontados por dedos tortuosos...
Cadê as flores que foram pisoteadas pelos hipócritas?
Onde estão as vozes que foram silenciadas pelas bocas amaldiçoadas?
Ao levantar do vento...
De ser todo só o meu exterior olho e choro...
Mesmo que eu ouça só esse estranho zumbido...
Vendo cair os pássaros...
Em meu coração emudecido grito...
Nas pessoas que passam na rua...
Com elas não me identifico...
E só lamento...
De ver o amor tornar-se perdido..
Cada um perdido no próprio sonho...
Até no sorriso que vem e que vai...
Todo mundo é convicto...
Dos próprios ais...
E eu, que não sou mais do que eles...
Volto a olhar para tudo...
Como antes do amanhecer...
E faço-me, assim crer...
Que bastaria apenas mostrar...
Minha alma num olhar...
Para tudo diferente acontecer...
E o mais estranho do que todas as estranhezas...
É que as cousas sejam realmente o que parecem ser...
Sandro Paschoal Nogueira
Além do amor
há amores que não pedem,
não esperam,
não precisam de nome.
eles existem naquilo que é inevitável,
silenciosos, incontornáveis,
porque simplesmente não poderiam não existir.
não queima como a paixão,
que pede urgência.
não implora como o desejo,
que arde na falta.
não exige retorno como o amor romântico,
que busca ser escolhido.
é um amor que habita, que permanece,
que basta.
a presença do outro se torna essencial,
e sua simples existência preenche um espaço
que nada mais poderia ocupar.
não precisa de promessa,
de futuro, de definição.
ele apenas é—
e nunca deixará de ser.
Era noite de junho,
Já é manhã de fevereiro.
Era doce,
Agora é azedo.
Foi vivo,
Mas não há luz no corredor.
Era poesia,
Deixaram papéis na pia.
Declarações de amor feitas às pressas com guardanapos usados.
Nem a maçã de Eva continha tamanha maldição.
Vinho vira vinagre,
Me armo com o que sobrou dos abraços,
Inevitável clamar um milagre,
Por que ainda ouço seus passos?
Era entrega,
Hoje é punição.
Foram poucas horas,
E eu não sei quantas mais ficarei aprisionada no eterno talvez fracassado.
Era uma corrida contra o tempo
E hoje suplico para que a ampulheta cesse sem embaraço o fluxo dos grãos.
Um dia foi vida,
Hoje melancolicamente é poesia.
Um dia fui eu e você,
Hoje sou eu e alguém que estou usando para te esquecer.
Era Brasil, hoje é Estocolmo.
- De Brasil a Estocolmo
”Há dois tipos de preguiçosos: o preguiçoso burro, propriamente dito, aquele que não sabe, não quer aprender e tem raiva de quem sabe, e o preguiçoso que não gosta de perder tempo com atividades que pode otimizar. O preguiçoso sábio, por sua vez, evolui a cada momento, desenvolvendo sua capacidade de reduzir as tarefas e torná-las práticas e fáceis. O preguiçoso sábio, que tem preguiça de se levantar para mudar o canal da TV, criou o controle remoto. O preguiçoso sábio continua a progredir e inventar meios para otimizar o tempo e viver com mais conforto. Com preguiça de andar de ônibus e levar três dias para chegar ao seu destino, ele criou o avião, que reduz o percurso, permitindo chegar ao destino em apenas três horas. Já o preguiçoso burro só reclama e murmura, mas não faz nada para resolver seus problemas ou melhorar sua situação atual.”
Não sou obrigado a partilhar meu tempo com aqueles que vivem para testar os limites alheios. Há quem provoque apenas para medir reações, mas a sabedoria está em não jogar esse jogo. Reconheço tais intentos e, em vez de reagir, escolho afastar-me.
Nem todos compreenderão, pois há aqueles que jamais saberão o peso de perder o controle. E isso não me inquieta. Não busco a validação alheia para conhecer a mim mesmo."
A História, a Cultura e o Destino
Há quem diga que a História não importa,
Que o que passou passou,
Que a fome é agora,
Que os dias correm sem tempo para pensar.
Mas o rio não nasce no mar,
O vento não sopra sem ter por onde veio,
E eu não sou só este momento,
Sou também o que fui antes de mim.
A terra que piso tem pegadas,
As palavras que digo têm ecos,
E se o mundo é estreito
É porque alguém antes de mim aceitou que fosse.
A História não me dá pão,
Mas mostra-me quem colheu antes de mim.
A Cultura não me veste,
Mas ensina-me a olhar para além do muro.
A Filosofia não me salva da morte,
Mas diz-me que estar vivo não é só respirar.
Quem diz que não tem tempo para pensar,
Não vê que há quem pense por ele.
Quem não quer saber do que veio antes,
Caminha por um trilho traçado sem saber por quem.
Mas há um instante –
Sempre há um instante –
Em que o homem para e se pergunta:
E se o caminho pudesse ser outro?
E então descobre que a História, a Cultura e o pensamento
Não são pesos nem sombras gastas,
Mas chaves.
E quem segura uma chave,
Mesmo sem saber,
Já começou a abrir a porta.
Na igreja há espaço para todos. E, quando não houver, por favor façamos com que haja, mesmo para quem erra, para quem cai, para quem sente dificuldade. Todos, todos, todos.
