Frases de esforço e recompensa que falam do valor do sacrifício

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0275 "Já há algum tempo descobri que Vingança não rima com Felicidade. Não rima nem combina!"

0319 "Alguns são assim e Eu não minto... Ontem me ligou aquele 'Amigão' que eu não via há anos. Claro que ele está precisando de favorzinho meu. Por que mais ligaria?"

0338 "Não existe 'Anônimo'. Se há algo que tudo e todos temos é exatamente nome."

0419 "Não há hipótese de eu estabelecer e manter diálogo espontâneo com quem fica com isso de 'hein?', 'o quê?', 'oi?'... Sem qualquer chance!"

0465 "Há 'Historiadores' que não se mancam pelo que acham, sem exatamente apurarem. Um desses viveu insistindo que a 'Fuga de Dom João VI das tropas de Napoleão foi ato heróico, de grande estadista!' Como pode algo assim?"

0528 "Volto a lembrar: Não há ninguém igual a mim... Isso porque NÃO HÁ NINGUÉM IGUAL A NINGUÉM! Simples!"

0532 "Há quem adore falar verdades para os outros? Isso é ótimo! Mas... Esses mesmos não toleram ouvir verdades sobre eles (proprios)!"

0543 "Tem sido, há anos: Muitas 'caras jovens' que vejo em perfis na Internet não são de caras jovens... São de coroas!"

Milagre, não há resposta...!!!
(Nilo Ribeiro)


Milagre, o divino sem explicação,
mistério sublime que encanta.
não cabe na lógica da razão,
mas, tudo ele suplanta


instante de luz inesperada,
raio de esperança e clemência,
graça do céu derramada
como divina providência


emanado das Mãos de Jesus,
é Ele quem se compadece,
transforma a sombra em luz
e o impossível acontece


vai além do entendimento,
exige fé, entrega e crença,
o milagre é puro sentimento,
é maior que qualquer doença


nada eu preciso provar,
é de Deus este poder sem igual,
basta com fé você orar
e confiar no Pai Celestial


o milagre é luz na escuridão,
é a esperança que nos sustenta,
ele cabe inteiro em uma oração,
e é bênção que nos acalenta...!!!


“O milagre vem do Nosso Senhor,
pois, Ele é perdão e amor”...!!!


Amém...!!!

⁠A paz é um bem que não há dinheiro que pague e quando se perde é muito difícil de se reconquistar.
Quem vive em paz tem por dever moral em estender a mão para quem quer conquistar a paz.


Sardinha frita

Sardinha frita
na nossa mesa,
Só quem provou
este amor explica,
Não há como
negar que é poesia.

⁠Não há nenhum dia que eu
não deixo de pensar numa
maneira de te trazer para mim.

Não há prazer maior do que ambicionar algo para si... e conquista-lo através de meios lícitos e de total honestidade...!

Há quem viva de autópsia moral: abre os defeitos dos outros para não dissecar os próprios.

Não há crescimento sem passar pela rua escura.

Há exatamente 6 anos eu não apenas adotei duas meninas… eu fui adotado por dois corações que transformaram minha vida em amor todos os dias. (2026)

Quando o Mundo Perde a Graça


Há dias em que o mundo se cala por dentro.
Não é ausência de som, é ausência de eco.
O céu continua azul, mas é um azul sem memória,
como se nunca tivesse guardado um grito de criança ou um beijo roubado.
O vento passa, mas não traz cheiro de terra molhada;
traz apenas a notícia de que está passando.
E a gente sente, no peito, um silêncio que não explica.


A graça se perde devagarinho, quase com educação.
Primeiro a gente para de correr atrás do caminhão de gás só para ouvir a musiquinha.
Depois deixa de desenhar corações no vapor do vidro do banheiro.
Um dia olha para o mar e pensa em conta de luz.
No outro, vê uma pipa rasgada no céu e calcula o tempo que falta para a reunião das três.
Crescer, descobrimos, é aprender a traduzir encantamento em utilidade.


A gente vai trocando os olhos de vidro por olhos de adulto,
e o vidro, coitado, não reflete mais arco-íris.
A gente aprende que rir alto é exagero,
que chorar é fraqueza disfarçada,
que dançar sozinho na cozinha é loucura que não se assume.
E assim, com jeitinho, vamos nos tornando pessoas sérias,
pessoas que precisam de motivo monumental para se permitir um sorriso sem destino.


Quando foi que desaprendemos de nos espantar com quase nada?
Quando foi que um passarinho pousado no fio virou mero pássaro,
uma criança fazendo bolha de sabão virou estorvo,
um velho segurando a mão da mulher depois de meio século virou apenas “casal de idosos”?
A gente troca a capacidade de ver milagre pela habilidade de ver problema.
E chama isso de maturidade.


Mas há instantes, raros, em que a cortina se abre sozinha.
Um homem entra no vagão tocando violão desafinado,
cantando com a voz rachada de quem já perdeu muito.
Todo mundo finge que não é com ele.
Até que uma senhora de coque branco e rugas profundas
começa a bater palma fora do tempo,
e canta junto, tão baixo que quase é prece.
De repente o vagão inteiro se lembra de que tem coração.
Alguém sorri sem permissão.
Outro deixa cair uma lágrima que não explica.
E por trinta segundos o mundo volta a ter graça,
como quem volta para casa depois de anos sem endereço.


Nessas horas eu entendo:
o mundo nunca perdeu a graça.
Ele apenas se cansou de oferecê-la a quem já não sabe receber.
A graça continua ali, inteirinha,
escondida no jeito que a luz atravessa a folha da árvore,
no som do portão rangendo como se dissesse “bem-vindo de novo”,
no cheiro de bolo que vem da casa de alguém que a gente nem conhece.


Ela espera apenas um olhar que ainda tenha coragem de ser criança,
um coração que aceite se surpreender sem pedir certidão de utilidade.
Porque a graça não mora nas coisas grandiosas.
Mora exatamente onde a gente desaprendeu a olhar.


E talvez a única revolução possível
seja voltar a se espantar com quase nada,
voltar a correr atrás do caminhão de gás,
voltar a desenhar no vapor,
voltar a dançar na cozinha sem plateia.


Talvez o mundo só volte a ter graça
no dia em que a gente parar de ter vergonha
de ter alma.

O Clamor Da Desesperança


Há um clamor no fator desesperança
que não se ouve com os ouvidos,
mas com a pele inteira,
como se a noite inteira se encostasse na gente
e sussurrasse, sem pressa, a mesma frase antiga:
“Não há mais depois.”


É um som que não ecoa,
porque não há parede que o devolva.
É um grito que não rasga o ar,
porque o ar já se cansou de ser rasgado.
É o silêncio que se faz tão denso
que começa a pesar nos ossos
e a gente carrega o próprio vazio
como quem carrega um filho morto nos braços.


A desesperança não grita.
Ela instala-se.
Ela toma o lugar do sangue,
circula devagar,
vai pintando de cinza os sonhos que ainda ousam nascer.
Ela não nega o amanhã;
ela simplesmente o torna irrelevante.
É o único deus que cumpre todas as promessas:
promete nada
e entrega exatamente nada.


E, no entanto,
dentro desse clamor sem voz
há uma pulsação quase imperceptível,
um tremor que não se rende.
É a parte de nós que ainda lembra
que o abismo também olha para trás
e que, às vezes,
o abismo pisca primeiro.


Porque a desesperança é absoluta
só enquanto não for olhada nos olhos.
No instante em que a encaramos,
sem desviar,
sem pedir licença,
ela perde o monopólio da verdade.
Começa a rachar
como parede velha que já não aguenta
o peso de tantas ausências.


Há um clamor no fator desesperança,
sim.
Mas há também,
no meio do peito que se calou,
uma brasa teimosa
que não pede permissão para continuar queimando.
Ela não ilumina o caminho inteiro.
Ilumina apenas o próximo passo.
E isso,
contra todo o escuro que se acha eterno,
já é rebelião suficiente.


Porque o desespero é grande,
mas o ser humano
é especialista em fazer nascer jardins
exatamente onde juraram
que nada mais cresceria.


E é aí,
na fenda mínima entre o “nunca mais” e o “quem sabe”,
que a vida,
essa contrabandista insolente,
sempre volta a passar.

Por mais que em mim não há palavras. Mas meus pensamentos estão sempre contigo

Não há nada tão inútil quanto fazer com grande eficiência algo que não deveria ser feito.