Selvagem
O autoconhecimento é um processo de se reconectar com a mulher selvagem que você sufocou para agradar os outros.
As vezes a única maneira de domar um animal selvagem que se recusa ser domado, é mostrando que pode ser mais cruel que ele.
Estou perdido em cada detalhe teu.
Só peço para Deus que sejas real.
Olhar pra você é selvagem ou canibal?
Meu bem, deixa-me percorrer com os olhos essas curvas que esboça no riso.
Avistar minha paz nesse ser.
Cansado de levar a rotina nas costas, casamos de levar essa vida na prosa.
Quero ser corda e violão, sua nota favorita, que não seja dó, não seja só, não seja lá.
Sambe com seu corpo em minhas maos,
seja meu pamdeiro.
Deixe-me fazer um samba com suas bandas.
Te deixar vermelha.
Cor de liberdade, cor de sacanagem,
musa vaidade, musa de swing.
Branca de escola de samba,
dança e balança me deixando a pampa.
Se joga crianca, lambuza esse rebolar, remeche bem gostoso no meu colo de amar.
Vem pra cá bem, vem pra cá vem, perto do seu nego moreno cor de quero bem.
Vem pra cá bem, vem pra cá vem, perto do seu nego moreno cor de quero bem.
Vem pra cá bem, vem pra cá vem, perto do seu nego moreno cor de quero bem.
Dedos de um leitor .
Estou perdido em cada detalhe teu.
Olhar pra você é selvagem ou canibal?
Vem decifrar com os olhos o mundo em um pensar.
Deixa-me ser, a corda do teu violão, uma nota, batida no chão.
Vou te cantar os cantos do quarto e falar:
- Que leitura gostosa tem seu olhar.
Toquei o teu corpo, escorreguei minha língua no debruçar.
Pintei com os dedos movimento circular.
Foi incrível ouvir gemidos, ver sorrisos no clarear.
Dedos de um leitor .
Estou perdido em cada detalhe teu.
Olhar pra você é selvagem ou canibal?
Vem decifrar com os olhos o mundo.
Deixando-me ser a corda do teu violão, uma nota batida no chão.
Vou te cantar nos cantos do quarto e falar:
- Que leitura gostosa te olhar.
Toquei o teu corpo, escorregar minha língua, em teu corpo debruçar.
Pintei com os dedos movimento circular.
Incrível te ouvir gemidos, ver sorrisos no clarear.
Meus dedos desenham um mundo.
Sua fala constrói meu sorriso.
Seu beijo me faz revoar.
Seu colo um descansar.
Seu beijo o doce melar.
O abraço um ninho de morar.
Meu bem, sabe como ninguém que os dedos que seguram a caneta te escrevem, te descrevem planeta.
Perdido em cada detalhe teu.
Olhar pra você é selvagem ou canibal?
Ver decifrar com os olhos o mundo.
Deixa-me ser a corda do teu violão, uma nota batida no chão.
Vou te cantar nos cantos do quarto e falar:
- Que leitura gostosa te olhar.
Meus dedos desenham um mundo.
Sua fala constrói meu sorriso.
Me joga e me faz revoar.
O tempo não vai esperar
Seu beijo o doce melar.
O abraço um ninho de morar.
Íéié iii iii i iiii
Meu bem, sabe como ninguém que os dedos que seguram a caneta te escrevem, te descrevem planeta.
Hábito, hábito, te habito, te habito, hábito, te habitar.
Mente curiosa.
Coração mole.
Alma esfíngica, antiga e primaveril.
Espírito selvagem, livre e de aprendiz.
— Aquele gatinho arisco e selvagem voltou?
— Voltou, mas mudado.
— Mudado como?
— Agora é um gato doce, engraçado, cheio de manhas e muito faminto.
— Se alimenta de que?
— De de amor.
Antes se alimentava de orgulho.
— E agora?
— Agora do meu amor em excesso.
Shaila Arnold era tantas coisas: brilhante e engraçada, confiante e selvagem. Mas honestamente? Ela não era tão boa assim...
Exemplo de uma espécie selvagem? Pois não!
O homem, única espécie capaz de dizimar todas as outras, e com requintes de crueldade: a machadadas, marretadas, pisoteadas, asfixiadas, quando não pratica isso contra a própria espécie!
Eles disseram: "Você é uma mulher selvagem e perigosa". Eu estou falando a verdade. E a verdade é selvagem e perigosa.
Amar é como cavalgar em um cavalo selvagem, sem redias, sem.medo...
É correr parar o inserto sem medo de errar
É vivee intensamente o hoje sem pensar no amanhã...
Amar é sonhar que o impossível seja possível, é crer q seus sonhos realizaram-se
Ame hoje, nao pense no amanhã ou perderá os dois...
INDIA...
Índia....
Olhos negros...
Boca pequena...
Da pele selvagem
Que oscila colorindo...
Do jambo marrom...
Escarlate e sementes de urucum...
Seus cabelos longos...
Brilha e refletem com as estrelas e o luar...
A noite enluarada....
Misturas aprofundadas na imensidão azul...
Teu corpo....
Modelado e serpenteado...
Traz as curvas e seu torneado...
Modelo da tribo da minha imaginaçâo... Obra perfeita da minha inspiração....
De uma plumagem.....
E qui tenho coragem...
De falar o que sinto....
Coração segue ofegado...
Com teu cheiro de pecado...
Bate forte de um jeito...
Quase necessário transplanta-lo....
Nesse verso que trago...
Eis aqui um peito maltratado....
Por você menina selvagem...
Meu peito explode....
E continua perverso...
No negro dos teus olhos....
Construo minhas alucinaçôes...
Nem me sinto suave....
Mas me sinto atacado....
Seu corpo atraente...
Olhos brilham ao admira-la....
Sem dó e sem clemencia...
Ao ego sutil e selvagem.....
Por você crio poemas...
E uma rede pequena....
Pra te balançar em meu amor....
Nela cabe tu e mais eu....
Ter você....
Meu cheiro de jasmim e és uma flor...
Como dono da noite...
Com pequenas doses de malária....
Mas não aceito essa doença....
So quero estar ardendo...
Na febre do teu amor...
Autor: Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Infelizmente o selvagem capitalismo, não deixará o povo conhecer esse universo maravilhoso da "farmácia"da natureza... O foco é o capital e não a saúde dos seres humanos.
A Oração.
Catar o tomilho selvagem
do campo, e você ouve sua vós,
A fazenda tem o verde dos campos,
Que a sol ilumina a fé que tudo embala,
Eu sonho os sonhos dos que viveram,
Urse em flor perto da fonte clareada,
É a oração do Homen do campo.
