Sei que Vou me Arrepender
Culpado ou inocente
Eu não sei bem.
Não carrego a certeza do mal e do bem.
Nessa imensidão vulcânica.
Montanhas e nuvens viajantes.
Como nossos pensamentos.
Correndo aos ventos.
Sem a direção do certo ou errantes.
Talvez somos uma cadeia de tribunal.
Condenamos nosso próprio mau.
Presidiário cumprido sentença.
Esperando de Deus a recompensa.
Sem ter a crítica do que se esparrama.
O veneno letal.
Somos a imoralidade viva.
Somos a nobre criação.
Essa arma mortal.
Essa esperança da moral.
O fato que fechamos e abrimos.
Vestidos e despidos.
Transcende o próprio saber.
Criatura mais complexa.
Deixa toda circunstância anexa.
A santidade perplexa.
Tudo confuso e claramente.
O homem.
Culpado ou inocente?
Giovane Silva Santos
Eu não sei, mas tenho certeza
Se mereço não sei.
Nem sei se amei.
Acho que não sinceramente.
Penso que simplesmente fui um delírio.
Viajei no amor.
Gritei na dor.
Do que nem mesmo conheço.
Mas provei do sabor.
Tem coisas que foge do controle.
Transcendem a sanidade.
Foge da imaginação.
O sentir e permitir.
Experimentar e divertir.
Fui ferido e feri.
Morri e vivi.
Até parece que tudo que falo é superficial.
De fato um conteúdo banal.
Mas é o fundamento do que sinto.
Do bem e do mau.
Do que a maioria vive.
A febre mortal.
Paixão irracional.
O chamado amor de todo casal.
Dou até risada da profunda experiência.
Que tudo ensina e nada sei.
Produto de sentença.
Nos faz mendigo e rei.
Mas falo com clareza.
Pode ser pura bobagem.
Não sei, mas tenho certeza.
Giovane Silva Santos
Dos meus refúgios somente eu sei. É sempre bom quando fujo pra dentro de mim. Lá encontro abrigo e paz. Parece que o mundo lá fora nem existe. Parece que o mundo sou eu.
Eu sei meu senhor que meu pobre entendimento responde com imprudência, pois pouco reconhece todo bálsamo de generosidade, oportunidades e refrigerio, porém sinto amplamente a necessidade de chamar a ti, clamar por ti, pois é fato que minha incapacidade e minhas fraquezas corrompe a alegria de aderir a retidão, então caio e tropeço, e mesmo oh altíssimo, meu amado senhor, pelo nome de Jesus, sabendo tu que sou esse pobre miserável, é a tua misericórdia que socorre, traz conforto nas angústias, restaura sonhos e transforma o espirito, suplico, humilho tua presença em minha vida oh pai, adorne este que está lendo com teu manto de vida e nos faz suspirar a perseverança e a fé de busca lo.
Giovane Silva Santos
PENAR (soneto)
De outras sei que já não sou a ti importância
Tu, querendo menos do que o querer parece
Tu, amando pouco do que o amor quisesse
E entre lágrimas e preces... a dura distância
De modo que a paixão perdeu a fragrância
O olhar sem o desejo... a melancolia tece
Um coração frio, como se nos polos tivesse
Certo, amor, já é outra a real circunstância
Então, da minha atenção um vazio fazes...
Silencioso, e tão repleto de entretanto
Que nas linhas da afeição só tolas frases
Já não mais ouves o poetar em pranto
Nem mais voga a dor que assim trazes
Essa, dor doída que no peito dói tanto!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
22 de fevereiro de 2020, Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Não espere por mim, sei seguir meus passos.
Não me der palpites, sei seguir minhas sugestões.
Não me critique, tenho defeitos como você.
Que Deus cuide dos meus amigos, que dos meus inimigos cuido eu!
Não sei se o amor a gente consegue disfarçar. Mas, amar você é a minha maior secreta revelação, o meu silêncio mais eloquente, o sentir mais concreto que existe. E se eu pudesse fragmentar o amor, lançá-lo-ia ao vento só pra te ter em cada canto do mundo, já que o meu coração se tornou pequeno demais para abrigar o imenso amor que tenho por você.
O meu amor tanto te procurou,
Aqui estou e quero você.
Sei que o amor nos dá liberdade,
Mas diga a verdade
Viva a verdade
Eu sei que você me ama.
Estou muito orgulhosa de você, filho. Eu sei que seu coração está no lugar certo. Mas não é assim tão simples. O que você está fazendo vai deixar muita gente chateada. É melhor você ter cuidado.
Mais um ano
Não um ano a mais
Nem tão diferente
Não qualquer ano
Mas um ano qualquer.
Não sei se bem ou mal
Ele acaba de chegar
O tempo age por si só
O tempo há de nos mostrar.
Não é primeiro de janeiro
Não ano novo, mas um ano
Não falo de festejos
Nem tampouco de velhice
Falo da vida que eu mim existe.
São dezesseis anos sem volta
E muitos sem ida.
Quanto mais o tempo passa
Não sei se devo insistir
Mas o que sinto é tão forte
Que prefiro esperar e resistir
Está tudo estranho
Não consigo parar de pensar
Se a emoção seguir
Ou se vou te esperar
Foram tantos bons momentos
Que prefiro esquecer
Não são tão importantes
Como os pensamentos em te ter
Se por um minuto deixar
Novamente eu irei te falar
Serei o mais sincero possível
E perguntarei; deixa eu te amar?
FRANCIELE, eu sei de todo sofrimento que eu lhe causei, de todas as mentiras que eu falei, de todas as humilhações que fiz vc passar, e hoje eu sofro muito com esse arrependimento dentro de me, se eu pudesse voltar o tempo pode ter certeza que eu faria tudo diferente, jamais te magoaria, nunca perderia sua confiança e seu amor, mas apesar de tudo eu te amo muito e sempre te amarei
Todas as vezes que penso, não consigo chegar a uma conclusão que faça sentido.
Sei que o Iury que eu amei, nunca faria isso comigo
Ele nunca me magoaria
Você o matou, tirou ele de mim
Matou Tudo que ele sentia por mim
Matou o nosso passado, presente e futuro
Você o destruiu, e acabou com a sua memória
Tirou uma grande parte de mim, uma que me dava forças para continuar
Agora não há nada, só os destroços
Nem parece que foi nessa vida
Tão distante da realidade que eu amava tanto
Parece que estou vivendo a vida de outra pessoa
Essa dor me corrói, dia após dia
Mas o que me mata um pouco a cada hora, é não entender o por quê
- 25 de Fevereiro de 2019
Quando não sei onde estou pisando, quando me vejo sem chão, não tenho tempo para nada além de ser voa-dor.
